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Efeito do desponte no desenvolvimento e parâmetros fisiológicos do porta-enxerto clonal de seringueira GT1

n° SGP 640

A influência da prática do desponte dos ramos apicais de porta-enxertos de seringueira ainda é desconhecida. O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência de diferentes tratamentos de desponte de ramos sobre o desenvolvimento de porta-enxertos clonais de seringueira GT1. O experimento foi realizado na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, Campus de Cassilândia em condições de viveiro telado de 50% de sombreamento. Os porta-enxertos clonais de seringueira GT1 foram cultivados com substrato à base de casca de pinus em bancadas suspensas, conforme exigência da Instrução Normativa 29 do MAPA, no período de março de 2014 a maio de 2015. Os tratamentos consistiram de testemunha - TEST; desponte temporário após o terceiro lançamento foliar maduro - 3T; desponte permanente após o terceiro lançamento foliar maduro - 3P; desponte temporário após o quarto lançamento foliar maduro - 4T; desponte permanente após o quarto lançamento foliar maduro - 4P; desponte temporário após o quinto lançamento foliar maduro - 5T e desponte permanente após o quinto lançamento foliar maduro - 5P. Foram avaliados mensalmente o diâmetro e altura das plantas, de 90 até 360 DAT (dias após o transplantio). Aos 360 DAT foram avaliados área foliar, massa seca de raiz, caule e folha e calculados a taxa crescimento absoluto, taxa crescimento relativo, razão de área foliar e área foliar especifica. Verificou-se que, entre os tratamentos houve diferenças significativas de diâmetro de caule e altura de plantas. Como conclusão preliminar, pode-se sugerir o desponte dos porta-enxertos de seringueira após três lançamentos foliares maduros, sem prejudicar o desenvolvimento do diâmetro dos mesmos, a fim de manter as plantas com a menor altura possível e facilitar os tratos culturais.

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  Erivaldo José Scaloppi Junior      IAC

Efeito de recipiente e épocas de transplantio no desenvolvimento de porta-enxertos de seringueira

n° SGP 639

O sistema de produção de mudas de seringueira em bancadas suspensas com a utilização de substrato asséptico visa obter mudas com qualidade fitossanitária e certificação genética, alicerce para a prosperidade da heveicultura. A literatura é escassa em protocolos para a produção de mudas no novo sistema, em relação ao tamanho de recipiente para semeadura destinada à repicagem e o tempo para transplantio, ou seja, o período em que a planta mantem-se viável nos tubetes e que depois de transplantada, se desenvolva em tempo hábil para permitir a enxertia. O projeto contempla dois experimentos, sendo que o primeiro tem por objetivo avaliar o desenvolvimento de porta-enxertos clonais de seringueira GT1 em diferentes épocas de transplantio de mudas formadas em tubetes de 115 ml para sacos plásticos de 2,7 L em comparação com plantas obtidas via semeadura direta (testemunha) em sacos plásticos de 2,7 L e determinar a época máxima para a realização do transplantio. O segundo experimento objetiva avaliar o desenvolvimento de porta-enxertos clonais de seringueira GT1 obtidos de três tamanhos de tubetes transplantados para sacos plásticos de 2,7 L em diferentes épocas, em comparação com plantas obtidas via semeadura direta (testemunha) em sacos plásticos de 2,7 L e determinar a época de transplantio adequada para cada tamanho de recipiente.

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  Erivaldo José Scaloppi Junior      IAC

Métodos alternativos para controle de patógenos de pós-colheita de citros

n° SGP 636

Dada à importância econômica e social que a citricultura representa para o país, e em particular, para o Estado de São Paulo, as plantas cítricas podem ser afetadas por vários agentes fitopatogênicos que, agindo isoladamente ou em conjunto, sob condições favoráveis podem tornar-se limitantes à produção em várias regiões produtoras. Dentre tais agentes fitopatogênicos destacam-se Penicillium digitatum, P. italicum e Endomyces geotrichum (anamorfo Geotrichum citri-aurantii), responsáveis pelo bolor verde, bolor azul e podridão azeda, respectivamente, doenças que ocorrem na pós-colheita dos citros. O método mais efetivo de controle destas doenças é por meio do controle químico, porém, alternativas de controle são necessárias, de forma a diminuir os riscos ambientais e à saúde humana em decorrência do uso indiscriminado de fungicidas. Métodos alternativos, como o controle biológico, o uso de produtos naturais e a termoterapia têm emergido como os mais promissores para controle de doenças fúngicas que ocorrem em frutos cítricos na pós-colheita. Sendo assim, esse projeto de pesquisa tem por objetivos: (i) isolar Bacillus spp. de folhas, flores e frutos de citros de diferentes regiões produtoras do estado de São Paulo, com potencial de aplicação como agentes de biocontrole; (ii) avaliar in vitro a ação antagônica dos isolados de Bacillus spp. no controle dos fungos Penicillium digitatum, P. italicum e Geotrichum citri-aurantii; (iii) identificar os possíveis mecanismos de ação envolvidos no biocontrole dos fitopatógenos pelos isolados de Bacillus spp.; (iv) avaliar in vivo o controle dos patógenos, utilizando os isolados de Bacillus spp. que obtiveram os melhores resultados in vitro; (v) desenvolver uma formulação sólida de Bacillus spp., com base na sobrevivência e eficiência antagonística da bactéria, em diferentes veículos de formulações; (vi) avaliar a eficiência de produtos naturais ,como quitosana e extrato de pirolenhoso, no controle de de P. digitatum, P. italicum e G. citri-aurantii; (vii) avaliar a eficiência do tratamento térmico, isoladamente ou em combinação com agentes de controle biológico e produtos naturais no controle de P. digitatum, P. italicum e G. citri-aurantii, em frutos cítricos; (viii) Determinar o efeito do(s) melhor(es) tratamento(s), seja utilizando agentes de biocontrole, produtos naturais, combinados ou não com o tratamento térmico, durante o processo de beneficiamento em packing-house, na qualidade dos frutos cítricos.

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  Katia Cristina Kupper      IAC

PRODUÇÃO DE TOXINA Killer POR LEVEDURAS COMO MECANISMO DE ACÃO CONTRA PATÓGENOS DE PÓS-COLHEITA

n° SGP 634

De modo a entender como as toxinas killer produzidas por Sporobolomyces koalae (ACBL-77) ou por Saccharomyces cerevisiae (ACB-K1) poderiam agir sobre células da levedura sensível (S. cerevisiae NCYC 1006) e sobre os fitopatógenos Penicillium digitatum e Geotrichum citri-aurantii, as toxinas extracelulares, presentes nos sobrenadantes das respectivas leveduras, serão purificadas e suas atividades antagônicas testadas. A toxina killer purificada a partir de S. koalae será caracterizada e a sua massa molecular será estimada de acordo com os dados de SDS-PAGE. As condições ótimas para produção de toxina killer, assim como, a identificação do gene que a codifica serão avaliados.  A identificação do tipo de toxina Killer de S. cerevisiae (ACB-K1) será realizada através de amplificação por PCR, utilizando primers específicos de tipos de proteínas Killer (K1, K2 e K28) conhecidas e produzidas por S. cerevisiae e, posteriormente, será realizado o sequenciamento. Caso não dê amplificação será realizada a caracterização da toxina killer do ACB-K1 seguindo as mesmas etapas descritas para o isolado ACBL-77.

Palavras-chaves: purificação, caracterização, SDS-PAGE

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  Katia Cristina Kupper      IAC

Análise funcional de potenciais efetores de Candidatus Liberibacter asiaticus, agente do huanglongbing dos citros

n° SGP 633

Dentre os fatores bióticos que desafiam a citricultura brasileira, o huanglongbing, causado por bactérias não cultiváveis, Gram negativas e intracelulares do floema, denominadas Candidatus Liberibacter spp, tem as piores perspectivas de controle a médio e longo prazos. O controle químico do vetor (Diaphorina citri) em extensas áreas, associado ao uso de mudas sadias e erradicação de plantas infectadas tem sido a melhor estratégia para manutenção de produção. Embora tenha crescido de modo expressivo o volume de informações científicas e tecnológicas nesse patossistema, ainda faltam informações importantes sobre mecanismos de interação do patógeno com seus hospedeiros, seja a planta seja o vetor. É bem provável que, em função de seu hábito intracelular, a bactéria altere de modo direto os mecanismos envolvidos na resposta a ETI (effector-triggered immunity), mais que PTI (pathogen-triggered immunity). Qualquer que seja o mecanismo de patogenicidade ele deve envolver por parte do patógeno de moleculas efetoras, capazes de alterarem a fisiologia da planta. Moléculas efetoras secretadas pelo patógeno apresentam sequências de peptídeo sinal que são clivados no processo de transporte para o exterior das células bacterianas. A partir de informações do genoma de Ca. L. americanus e Ca. L. asiaticus e de outras bactérias do gênero tem sido possível selecionar sequências candidatas a efetores. Para confirmação de sua função como efetores tais sequências podem ser utilizadas para tradução em sistema bacteriano e as proteínas podem ser posteriormente avaliadas em ensaios biológicos e bioquímicos em plantas modelo (Nicotiana, Catharantus ou Sedum)  e em laranja doce. Essa proposta tem como objetivo prospectar e avaliar a funcionalidade de genes candidatos a efetores em Ca. L. asiaticus e seu efeito na patogenicidade. Ensaios biológicos (infiltração de proteínas e efetores controle e agro infiltração), clonagem e sequenciamento de genes candidatos, produção de anticorpos policlonais e ensaios para detecção em tecido infectado fazem parte dessa proposta. Dentre os fatores bióticos que desafiam a citricultura brasileira, o huanglongbing, causado por bactérias não cultiváveis, Gram negativas e intracelulares do floema, denominadas Candidatus Liberibacter spp, tem as piores perspectivas de controle a médio e longo prazos. O controle químico do vetor (Diaphorina citri) em extensas áreas, associado ao uso de mudas sadias e erradicação de plantas infectadas tem sido a melhor estratégia para manutenção de produção. Embora tenha crescido de modo expressivo o volume de informações científicas e tecnológicas nesse patossistema, ainda faltam informações importantes sobre mecanismos de interação do patógeno com seus hospedeiros, seja a planta seja o vetor. É bem provável que, em função de seu hábito intracelular, a bactéria altere de modo direto os mecanismos envolvidos na resposta a ETI (effector-triggered immunity), mais que PTI (pathogen-triggered immunity). Qualquer que seja o mecanismo de patogenicidade ele deve envolver por parte do patógeno de moleculas efetoras, capazes de alterarem a fisiologia da planta. Moléculas efetoras secretadas pelo patógeno apresentam sequências de peptídeo sinal que são clivados no processo de transporte para o exterior das células bacterianas. A partir de informações do genoma de Ca. L. americanus e Ca. L. asiaticus e de outras bactérias do gênero tem sido possível selecionar sequências candidatas a efetores. Para confirmação de sua função como efetores tais sequências podem ser utilizadas para tradução em sistema bacteriano e as proteínas podem ser posteriormente avaliadas em ensaios biológicos e bioquímicos em plantas modelo (Nicotiana, Catharantus ou Sedum)  e em laranja doce. Essa proposta tem como objetivo prospectar e avaliar a funcionalidade de genes candidatos a efetores em Ca. L. asiaticus e seu efeito na patogenicidade. Ensaios biológicos (infiltração de proteínas e efetores controle e agro infiltração), clonagem e sequenciamento de genes candidatos, produção de anticorpos policlonais e ensaios para detecção em tecido infectado fazem parte dessa proposta. 

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  Marcos Antonio Machado      IAC

Normas e recomendações sobre conservação do solo em áreas rurais

n° SGP 632

O avanço do conhecimento em erosão do solo e o desenvolvimento tecnológico para o controle da erosão foram importantes componentes da sustentabilidade agrícola e continuam fundamentais para a agricultura e o ambiente. A evolução da ciência da erosão e da conservação do solo, neste momento, se dá com auxílio da engenharia, geotecnologias e modelagem matemática, tanto na pesquisa como na tecnologia de controle de erosão. Ações necessárias para desenvolver e adaptar modelos, quantificar fatores que atuam no processo erosivo e quantificar fatores e parâmetros de degradação dos recursos naturais e construir ferramentas geotécnicas para espacializar a erosão na paisagem, têm sido realizadas visando a adaptação de práticas de controle de erosão e de manejo dos solos.

Por outro lado, o manejo agrícola também vem sendo alterado significativamente nas últimas duas décadas, em função de mudanças econômicas e sociais, além da incorporação da preocupação ambiental, por força da legislação, do mercado e da conscientização da sociedade. Assim, atualmente, ao manejo das diversas culturas incorporaram-se sistemas de cultivo integrado, maior intensidade e diversidade de cultivos e de atividades, maior utilização de máquinas e implementos, maior utilização de tecnologia de automação, menor utilização de mão de obra. Todos esses aspectos resultaram em mudanças no planejamento da conservação do solo e na escolha das práticas para o controle dos processos erosivos.

 Faz-se necessária, nesse momento, uma revisão das normas e recomendações para o planejamento da conservação do solo em propriedades rurais, utilizando o conhecimento que vem sendo gerado, adaptado à solução dos problemas e às normas legais, propondo medidas para a conservação do solo e preservação dos recursos naturais no contexto atual das atividades agrícolas.

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  Isabella Clerici De Maria      IAC

Desenvolvimento tecnológico da cultura de uvas de vinho

n° SGP 629

O implemento do turismo rural no interior de SP, têm levado produtores de uvas de mesa a optarem pela produção de vinho e suco de uva, uma atividade tradicional, em geral, para consumo familiar e de amigos que proporciona alguma renda extra a propriedade. Os produtores têm optado principalmente de cultivares americanas, mas também por cultivares híbridas e mesmo iniciativas com o cultivo de uvas finas. Restrições a este novo perfil de viticultura são constatadas na região, dentre elas, a falta de conhecimento do comportamento destas cultivares nas condições climáticas regionais, dos sistemas de condução mais adequados, épocas de poda e cultivo protegido. Para orientar e colaborar com os produtores na tomada de decisão de investimentos serão desenvolvidos em vinhedos comerciais do município de Louveira experimentos com uvas para vinho: Isabel precoce, IAC 138-22 ‘Máximo’ e ‘Syrah’ objetivando fornecer aos viticultores informações sobre o sistema em espaldeira e em manjedoura na forma de Y com videiras conduzidas sob cultivo protegido e em poda extemporânea,  visando determinar as alterações microclimáticas; técnicas de poda e de manejo do dossel produtivo além de  seleção de porta-enxerto, que proorcionaem aumento de produtividade e melhoria da qualidade da uva e do vinho produzidos na região.

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  José Luiz Hernandes      IAC

Inovações tecnológicas para a cultura da videira Niagara Rosada

n° SGP 628

O município de Louveira (SP) é importante produtor de uvas para mesa, cuja principal variedade é a ‘Niágara Rosada’. Atualmente, os viticultores têm enfrentado problemas como ocorrência de doenças fúngicas, granizo e, principalmente, falta de mão-de-obra. Tentando contornar esses problemas e visando aumentar a rentabilidade do processo produtivo, os viticultores, estimulados pelos resultados de trabalhos de pesquisa do Centro de Frutas do IAC, vêm gradativamente, substituindo o sistema de condução em espaldeira a céu aberto, para a manjedoura na forma de Y com as videiras protegidas por telado plástico (tipo sombrite ou clarite), plástico ou ráfia impermeáveis. Esse novo sistema de produção das videiras necessita de maiores informações técnicas quanto à: melhor porta enxerto a ser utilizado no sistema em Y; uso de telados plásticos coloridos; produção em safras consecutivas de verão e inverno e longevidade do sistema de produção devido a depauperamento das videiras. Portanto, serão desenvolvidos em vinhedos comerciais do município de Louveira experimentos com a uva para mesa ‘Niagara Rosada’ objetivando fornecer aos viticultores informações sobre o sistema em espaldeira e em manjedoura na forma de Y com videiras conduzidas sob cultivo protegido e podas de verão e inverno, enfocando determinar as alterações microclimáticas; técnicas de manejo e seleção de porta-enxerto adequado para melhoria da produtividade e qualidade do produto, visando a continuidade do cultivo da Niagara Rosada e da tradicional agricultura familiar na região.

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  José Luiz Hernandes      IAC

Desenvolvimento de modelo de inferência, sob abordagem bayesiana, para amostragem da pesca marinha embarcada no litoral de São Paulo, Brasil.

n° SGP 627

Entre as finalidades do monitoramento pesqueiro está a obtenção de dados sobre captura e esforço de pesca. A enorme diversidade da atividade pesqueira e suas diferentes dinâmicas, sobretudo da pesca artesanal, além da disponibilidade desigual de recursos financeiros e de pessoal para os diferentes Estados executarem esta tarefa inviabilizam a adoção de uma metodologia única, em nível nacional, para a obtenção destas informações. Este projeto visa desenvolver uma metodologia com a capacidade de lidar com a grande variabilidade inerente aos dados obtidos da pesca, principalmente da pesca de pequena escala, e que possa servir, se houver necessidade, de alternativa ao método censitário atualmente adotado pelo Instituto de Pesca. Esta metodologia deverá garantir, ainda, a qualidade das informações obtidas e a compatibilidade com as informações da pesca de outras regiões costeiras, sem trazer prejuízos à consolidação das mesmas e às avaliações dos recursos pesqueiros. Em suma, o objetivo principal deste projeto é a formulação de um modelo inferencial de monitoramento de descargas pesqueiras, com uma abordagem bayesiana e com o uso do sistema R, voltado, principalmente, para a pesca artesanal do litoral de São Paulo. As informações pesqueiras obtidas através do monitoramento pesqueiro realizado pelo Instituto de Pesca entre os anos 2008 e 2012 e armazenadas no banco de dados ProPesq® serão utilizadas no desenvolvimento deste projeto de pesquisa.

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  Laura Villwock de Miranda      IP

Avaliação da eficácia de extratos vegetais no controle de Dermanyssus gallinae (De Geer, 1778) (Acari: Dermanyssidae)

n° SGP 626

A perspectiva de abertura do mercado internacional desencadeou uma exigência maior com referência à qualidade, aumentando a competição por custos menores e melhoria dos produtos. Estes fatores vêm determinar uma reavaliação dos sistemas de controle de pragas, visando competir no mercado internacional oferecendo produtos isentos de resíduos. Estudos sobre a ação inseticida de extratos vegetais no controle de pragas agrícolas são bastante freqüentes na literatura mundial.  No Brasil e na área veterinária estes estudos são muito escassos, apesar da grande variedade de espécies existentes na flora brasileira. A utilização de extratos vegetais no controle de pragas, dentre os métodos alternativos, possui as seguintes vantagens: redução do uso de defensivos químicos determinando uma melhor qualidade do ovo; possibilidade do emprego de produtos naturais com baixa toxicidade para homem, animais e meio ambiente; fácil obtenção (na natureza);  baixos custos e conservação do equilíbrio do agroecossistema.

 

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  EDNA CLARA TUCCI      IB

Manutenção e desafio para resistência a doenças de plantas de citros geneticamente modificadas

n° SGP 624

O huanglongbing (HLB) é considerada a mais severa e destrutiva doença de citros no mundo. No Brasil é causada pela bactéria Liberibacter asiaticus e L. americanus, transmitida pelo psilídeo Diaphorina citri. Embora haja resposta diferencial em função do genótipo de citros, considera-se que não haja fonte de resistência dentro do grupo. Nesse sentido, a busca por novas estratégias de melhoramento, incluindo a produção de citros geneticamente modificados, tem sido uma opção. A empresa Citrosuco S/A Agroindústria é detentora de um conjunto de plantas de citros geneticamente modificadas obtidas em parcerias anteriores com outros grupo e pretende avalia-las quanto a suscetibilidade ou resistência ao HLB. Para tanto, as plantas serão repassadas, mediante acordo de confidencialidade, ao Centro de Citricultura Sylvio Moreira que se encarregará de avaliar a presença dos transgenes e vetores nessas plantas. Elas serão multiplicadas por enxertia sobre limão Cravo e desafios com borbulhas infectadas com Liberibacter asiaticus. Serão acompanhadas por RT-qPCR da bactéria e desenvolvimento de sintomas foliares. Plantas mais resistentes em experimentos em casa-de-vegetação poderão ser objeto de solicitação de liberação planejada no ambiente à CTNBio. 

Objetivos

Gerais
Manter, multiplicar e avaliar plantas de citros geneticamente modificadas da empresa Citrosuco em condições de casa-de-vegetação.

Específicos

- Proceder à confirmação dos eventos de transformação das plantas geneticamente modificadas.
- Multiplicar os blocos de plantas geneticamente modificadas para desafio com Liberibacter asiaticus, agente do huanglongbing dos citros.
- Avaliar a expressão dos transgene em pelo menos três momentos após a enxertia das borbulhas contaminadas.
- Discutir com a Citrosuco o planejamento para liberação experimental em condições de campo. 

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  Marcos Antonio Machado      IAC

Porta-enxertos para citros: ensaios com novas variedades e diferentes espaçamentos no plantio

n° SGP 622

~~O Instituto Agronômico (IAC) - Campinas, através do Centro de Citricultura Sylvio Moreira, tem sido o responsável pela seleção e aperfeiçoamento (via produção de clones nucelares e premunização contra a tristeza dos citros) de grande parte das cultivares utilizadas nas citriculturas paulista e brasileira.
Para atingir esse objetivo os pesquisadores vêm constantemente avaliando os acessos contidos em seu Banco Ativo de Germoplasma de Citros, iniciado em 1928, tem sido ampliado com germoplasmas introduzidos de outros estados e do exterior e, atualmente, conta com cerca de 1800 acessos.
Este Centro de pesquisa vem também realizando, desde a década de 1990, um programa de melhoramento genético de citros via cruzamentos dirigidos. Populações de híbridos obtidas a partir de cruzamentos entre diversas variedades de citros, selecionadas por marcadores moleculares, foram estabelecidas em várias regiões do estado de São Paulo, constituindo-se em uma rede experimental de novos genótipos. A partir destes experimentos, foram selecionadas potenciais variedades de porta-enxertos. Dentre as características selecionadas e conferidas pelo porta-enxerto à variedade copa destacam-se: o porte da planta, resistência a doenças (Tristeza dos citros, gomose de Phytophthora e Morte Súbita dos Citros), época de maturação dos frutos, qualidade das frutas e suco.
Frente ao exposto acima, o projeto possui como principal objetivo, a avaliação de variedades e híbridos de porta-enxertos de citros para resistência à seca, compatibilidade entre copa e porta-enxertos, desenvolvimento vegetativo e caracterização físico-química de frutos em diferentes condições edafoclimáticas e de espaçamento no plantio, em ensaios de competição com variedades comerciais, visando à avaliação final para lançamento de novas variedades de porta-enxertos para a citricultura.
 

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  Mariângela Cristofani-Yaly      IAC

AVALIAÇÃO E SELEÇÃO DE NOVAS VARIEDADES PARA A CITRICULTURA

n° SGP 619

A citricultura paulista destaca-se no cenário nacional e internacional e a sua participação contribui sobremaneira para o País liderar a produção mundial de laranja e a exportação de suco concentrado congelado. A produção de citros para consumo de frutas frescas, na qual tangerinas, mexericas e híbridos se destacam, também representa uma importante fatia da agricultura brasileira, muito embora ainda poucas variedades sejam utilizadas nesse mercado. Doenças como a mancha marrom de alternaria (MMA) tem limitado o cultivo das principais variedades destinadas ao consumo de frutas frescas (tangerina Ponkan e o tangor Murcott), altamente suscetíveis à doença. Há uma ampla disponibilidade de potenciais novas variedades geradas no Programa de Melhoramento de Citros do Centro de Citricultura Sylvio Moreira, do Instituto Agronômico. Assim, neste projeto, propõe-se avaliar 82 híbridos quanto à resposta a MMA e caracteriza-lo quanto a características agronômicas e físico-química de seus frutos (desenvolvimento de plantas, número de sementes, qualidade de suco, épocas de maturação dos frutos, produção etc.). Estes híbridos foram pré-selecionados com base no tipo de fruto, como laranja, tangerina, mexerica e tangor Murcott e serão avaliados em ensaios de competição com variedades conhecidas, distribuídos em diversas regiões do Estado de São Paulo. Em experimentos de parceria com empresas e indústria de suco pretende-se selecionar novas variedades de laranja para suco (concentrado e NFC) e em parceria com pequenos produtores de base familiar, tem-se como objetivo selecionar novas variedades de tangerinas, mexericas e tangores, resistentes à MMA e que permitem a expansão da época normal da safra de citros de mesa. A citricultura paulista destaca-se no cenário nacional e internacional e a sua participação contribui sobremaneira para o País liderar a produção mundial de laranja e a exportação de suco concentrado congelado. A produção de citros para consumo de frutas frescas, na qual tangerinas, mexericas e híbridos se destacam, também representa uma importante fatia da agricultura brasileira, muito embora ainda poucas variedades sejam utilizadas nesse mercado. Doenças como a mancha marrom de alternaria (MMA) tem limitado o cultivo das principais variedades destinadas ao consumo de frutas frescas (tangerina Ponkan e o tangor Murcott), altamente suscetíveis à doença. Há uma ampla disponibilidade de potenciais novas variedades geradas no Programa de Melhoramento de Citros do Centro de Citricultura Sylvio Moreira, do Instituto Agronômico. Assim, neste projeto, propõe-se avaliar 82 híbridos quanto à resposta a MMA e caracteriza-lo quanto a características agronômicas e físico-química de seus frutos (desenvolvimento de plantas, número de sementes, qualidade de suco, épocas de maturação dos frutos, produção etc.). Estes híbridos foram pré-selecionados com base no tipo de fruto, como laranja, tangerina, mexerica e tangor Murcott e serão avaliados em ensaios de competição com variedades conhecidas, distribuídos em diversas regiões do Estado de São Paulo. Em experimentos de parceria com empresas e indústria de suco pretende-se selecionar novas variedades de laranja para suco (concentrado e NFC) e em parceria com pequenos produtores de base familiar, tem-se como objetivo selecionar novas variedades de tangerinas, mexericas e tangores, resistentes à MMA e que permitem a expansão da época normal da safra de citros de mesa.  O projeto atualmente (2015) conta de apoio dos produres na manutenção dos pomares e foi submetido para solicitação de bolsa de Produtividade em Pesquisa no edital 2015.

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  Marines Bastianel      IAC

Moléculas antioxidante e bactericida em plantas cítricas infetadas por Xylella fastidiosa e Ca. Liberibacter asiaticus: efeito no patógeno, hospedeiro e na aquisição.

n° SGP 618

O manejo atual dos patossistemas huanglongbing (HLB), causado por Candidatus Liberibacter asiaticus (Las), e Clorose Variegada dos Citros (CVC) cujo agente causal é a Xylella fastidiosa - Xf, esta alicerçado nos princípios básicos de exclusão através de material de propagação sadio, de erradicação de plantas infectadas e de proteção através do controle dos insetos vetores. Muito embora seja tecnicamente suportado, devido às necessidades de erradicações frequentes de plantas doentes e de pulverizações cada vez mais periódicas com inseticidas para controle de vetores, a sustentabilidade econômica e ambiental desses métodos de controle vem sendo questionada. A despeito de todo o esforço que vem sendo feito por parte do setor (produtores, técnicos e pesquisadores) ambas as doenças vem aumentando no parque citrícola brasileiro, principalmente o HLB. Um fato agravante é que dada as características de transmissibilidade destas doenças (CVC e HLB), pequenos e médios produtores vem sendo forçados a desistirem da citricultura, migrando para outras culturas de menor uso intensivo de mão de obra ou arrendando suas terras. A consequência social deste processo é preocupante.

Desse modo, é extremamente importante a adoção de métodos mais sustentáveis no manejo dessas doenças, principalmente HLB, considerando não só os custos financeiros como os custos ambientais no uso intensivo de inseticidas. O nosso grupo de pesquisa  tem avaliado moléculas alternativas no manejo de doenças bacterinas em citros, entre elas análogos de aminoácidos rotineiramente utilizados em doenças bacterianas em mamíferos. Resultados do uso do N-acetil cisteina (NAC), um análogo de cisteína,  para controle da CVC realizados em condições controladas pelo nosso grupo de pesquisa mostraram-se muito satisfatórios. Além de afetar negativamente a capacidade de formação de biofilme e multiplicação de X. fastidiosa,  efeitos positivos às plantas doentes foram evidentes regredindo as cloroses foliares associadas a CVC, supostamente em virtude das características antioxidantes do NAC. Isso sugere que essa molécula poderá ter efeito às planta com HLB, restabelecendo alguns processo fisiológicos desestabilizados pela presença de Las, além da própria ação bactericida desta molécula.

O HLB afeta todas as variedades cítricas cuja patologia esta associadas a acumulo de amido e partição deficitária de carboidratos das folhas (fonte) para as raízes e frutos (drenos) provavelmente pela não funcionalidade do floema nas plantas infectadas pela bactéria Ca. Liberibacter. A literatura mostra que enzimas chaves responsáveis pela quebra de amido no cloroplasto e pelo transporte de carboidratos para o floema são não funcionais em ambientes com alta concentrações de espécies reativas de oxigênio como os que ocorrem em células de plantas com HLB. Maiores detalhes da fundamentação teórica para esta hipótese encontra-se no projeto.

No manejo da CVC e do HLB, além da própria resposta do hospedeiro aos tratamentos, deve ser levado em consideração efeitos destes na transmissibilidade das bactérias, que necessariamente passa pelo potencial de aquisição pelos respectivos vetores, psilideos e cigarrinhas. Portanto, neste projeto propõe-se  estudar o efeito antioxidante do NAC em plantas cítricas infectadas com Las avaliando-se temporalmente nas folhas de plantas infectadas por Las a atividade da Cu-Zn SOD, CATs e o acumulo de H2O2, o transcriptoma dos genes codificantes de algumas enzimas responsáveis pela hidrolise do amido no cloroplasto (GWD, PWD, SEX4, BAM3), e transporte (MEX1). O transcriptoma de outros genes também poderão ser incluídos caso necessário. Somado ao provável efeito antioxidante do NAC este também será avaliado quanto ao próprio potencial bactericida e potencializador de outros componentes conhecidamente bactericida, como o elemento metálico zinco. Os efeitos desta molécula na aquisição das bactérias X. fastidiosa  e Ca. L. asiaticus  pelos respectivos insetos vetores também serão avaliados. Espera-se com este projeto abrir novas perspectivas para o manejo desta doenças bacterianas em citros, principalmente HLB, não só pela ação bactericida destas moléculas mas também por propiciarem ao hospedeiro melhores condições fisiológicas em resposta à infecção. 

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  Helvecio Della Coletta Filho      IAC

LEVANTAMENTO, CARACTERIZAÇÃO E MONITORAMENTO DE DOENÇAS FÚNGICAS NA CULTURA DA OLIVA NO ESTADO DE SÃO PAULO

n° SGP 610

O cultivo de oliveiras concentra-se basicamente em países de clima mediterrâneo. O Brasil é totalmente dependente de importação tanto de frutos quanto de azeites. Nos últimos nove anos o consumo e importação de azeite de oliva e azeitona tiveram aumento de 120% e 45%, respectivamente, o que caracteriza um mercado em expansão. Existem experiências bem sucedidas com o cultivo de oliva em São Paulo, como em regiões da serra da Mantiqueira com altitudes maiores que 1000 m. Apesar de rústica, a oliveira pode ser afetada por doenças de várias etiologias. As fúngicas estão entre as mais importantes, podendo causar desfolhas, queda de vigor, morte de plantas, lesões em frutos, apodrecimento e queda de frutos. Este projeto tem por objetivo a identificação, caracterização e monitoramento das doenças fúngicas que afetam a oliva nas regiões paulistas. Serão realizadas visitas às propriedades em todas as fases da cultura e quando houver suspeita de doenças fúngicas, serão anotadas a sua incidência e severidade, coletadas amostras e encaminhadas para análise laboratorial. A identificação dos patógenos será feita através de identificação direta, câmara úmida, isolamento em meio de cultura e identificação de patógenos através de análise molecular. Com esse estudo, será possível estabelecer as bases para o manejo integrado das doenças em São Paulo, o que é essencial para a sustentabilidade da cultura. Permitirá também estudos dirigidos que viabilizem o registro de fungicidas para a oliveira.

 

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  Ricardo José Domingues      IB

DIAGNÓSTICO E CONTROLE DE DOENÇAS FÚNGICAS NO CULTIVO DE FLORES E PLANTAS ORNAMENTAIS NO ESTADO DE SÃO PAULO

n° SGP 609

No mercado de plantas ornamentais a qualidade e sanidade do produto é de vital importância para o sucesso da atividade. Inúmeras doenças fúngicas podem reduzir ou anular o valor comercial dos produtos, provocando severos prejuízos aos produtores. O projeto visa atender às demandas da cadeia produtiva de flores e plantas ornamentais na área de diagnóstico e controle de doenças fúngicas e será desenvolvido nas principais regiões produtoras do Estado de São Paulo, tais como os municípios de Holambra, Atibaia, Cotia, entre outros. Haverá transferência de tecnologias de controle aos produtores na forma de palestras, reuniões, cursos, artigos técnicos e científicos, boletins e através de laudos de diagnóstico de doenças fúngicas.

 

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  Ricardo José Domingues      IB

Fertilização organomineral em cana-de-açúcar

n° SGP 608

A aplicação de novas tecnologias na fertilização da cana-de-açúcar torna-se necessário frente aos avanços do setor sucroalcooleiro, principalmente em solos de baixa fertilidade natural. Uma alternativa para tal desafio seria a associação da adubação orgânica com a adubação mineral na manutenção e/ou aumento de produtividade da cana-de-açúcar, pois combina os benefícios que a adubação orgânica propicia, tais como melhoria das qualidades físicas, químicas e biológicas do solo, além de seu efeito cumulativo no suprimento de nutrientes, com a eficiência da adubação mineral, proporcionada pela alta solubilidade e rápida disponibilização de nutrientes para a solução do solo, e consequentemente para as plantas

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  Julio Cesar Garcia      IAC

Desenvolvimento de porta-enxertos do gênero Prunus spp. para pessegueiros e nectarineiras

n° SGP 606

No Brasil, as mudas de pessegueiro são enxertadas, ou seja, possuem dois componentes, geneticamente distintos entre si: a cultivar-copa e o porta-enxerto. O conhecimento da
interação entre esses dois genótipos é fundamental para a compreensão da fenologia, fisiologia, adaptação climática, produção e a qualidade dos frutos produzidos. A partir do conhecimento das características genéticas do porta-enxerto e da sua preservação, via propagação vegetativa, é possível estudar novas formas de condução das plantas, bem como viabilizar o adensamento dos pomares, utilizando-se portaenxertos clonais de menor vigor. Sabe-se que o pessegueiro, embora seja considerada uma planta autógama, pode apresentar até 33% de polinização cruzada. Além disso, a maioria dos cultivares são híbridos F1 ou F2, o que não permite a preservação de todas as características genéticas dessas cultivares, quando adotada a propagação por sementes. Outro agravante é que muitos viveiros comerciais se utilizam da mistura varietal de caroços disponíveis nas indústrias que processam o pêssego (resíduo do processo de elaboração de compotas), na região de Pelotas-RS. Desta forma, os materiais utilizados como porta-enxertos não possuem identidade genética conhecida, o que desrespeita as normas estadual e federal de produção de mudas frutíferas de caroço. Esses motivos justificam a necessidade de estudos de propagação vegetativa para porta-enxertos, bem como a implantação de Unidades de Observação com esses porta-enxertos clonais em diferentes regiões brasileiras, cujas características edafoclimáticas permitem o cultivo de frutas de caroço.O conhecimento das interações porta-enxerto x copa, nesses diferentes locais, será de suma importância e contribuirá para a melhoria da qualidade das frutas, produtividade e longevidade dos pomares.
 

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  Graciela da Rocha Sobierajski      IAC

Características de qualidade e tratamento de sementes de espécies de interesse agronômico.

n° SGP 603

Qualidade de sementes é um conjunto de atributos de natureza genética, física, fisiológica e sanitária que determinam o valor da semente para semeadura. Fatores que afetam estes atributos merecem ser estudados. Além disso, o aumento da demanda quanto à aplicação de produtos químicos às sementes, eficientes contra fitopatógenos, insetos ou nematoides, proporcionou a evolução tecnológica das indústrias de máquinas e equipamentos utilizados no tratamento de sementes, bem como o desenvolvimento de produtos de alta qualidade. No entanto, à medida que estas novas tecnologias são desenvolvidas, é necessário avaliar se interferem no potencial fisiológico das sementes e como atuam na qualidade sanitária, para que possam ser adotadas na rotina de tratamento de sementes das empresas produtoras e agricultores. Assim, com o objetivo de obter informações sobre os atributos de qualidade das sementes e sobre a ação de produtos, desenvolvidos para o tratamento de sementes e de técnicas de revestimento, no potencial genético, físico, fisiológico e na qualidade sanitária de sementes de espécies de interesse agrícola, sementes tratadas ou não serão submetidas a análises de pureza física, peso de mil sementes, outras sementes por número, germinação, de vigor e de sanidade, logo após o tratamento e, quando conveniente, também durante o armazenamento.

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  Priscila Fratin Medina      IAC

QUALIDADE SANITÁRIA E FISIOLÓGICA DE SEMENTES DE AMENDOIM

n° SGP 602

O amendoim é uma das principais oleaginosas cultivadas no Brasil e no mundo. No Brasil, 80% da produção concentram-se no Estado de São Paulo. Dentre os componentes de produtividade da cultura destaca-se a qualidade de suas sementes, principalmente quanto ao aspecto fitossanitário. A qualidade de sementes de amendoim durante o armazenamento, etapa crucial em programas de produção de sementes, tem sido pouco estudada, e pesquisas sobre aspectos fitossanitários são escassas. Estas sementes possuem tegumento fino e frágil, cotilédones volumosos e quebradiços e a extremidade da radícula em posição próxima à superfície basal dos cotilédones, facilitando a infecção por fungos dos gêneros associados às sementes ou presentes no solo (Aspergillus, Fusarium, Rhizoctonia, Rhizopus, Sclerotium, dentre outros). Portanto, a realização de um levantamento sobre as pragas e fungos que ocorrem em sementes armazenadas e informações sobre a conservação do vigor destas sementes nestas condições são necessários. O teste de germinação é conduzido em condições ótimas de ambiente; porém, a temperatura e o grau de umidade elevados característicos do teste, e a proximidade entre as sementes no rolo de papel, formam um “microclima” que interfere na manifestação e proliferação de micro-organismos presentes em sementes de amendoim, prejudicando os resultados, o que não ocorre com o uso da areia como substrato de germinação. Devido à maior facilidade da condução do teste de germinação em papel, este trabalho visa aperfeiçoar esta metodologia. Outros objetivos são os de verificar se o teste de tetrazólio pode substituir o de germinação para a emissão de boletins de análise de sementes e quais são os procedimentos mais adequados para avaliar o vigor de sementes de amendoim.

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  Priscila Fratin Medina      IAC

Marcadores Moleculares

n° SGP 601

Este projeto visa aplicar a tecnologia de marcadores moleculares para em diversos estudos (sub-projetos) para  fins de identificaçao de genes candidatos para resistencia a doenças (mosaico), avaliação populacoes de mapeamento genético para identificaçao e mapeamento de QTLs, utilização de estratégias de mapeamento comparativo com sorgo e também avaliar e refinar técnicas de marcadores moleculares para a geração  e caracterização do perfil molecular de variedades de cana-de-açucar.

 

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  Luciana Rossini Pinto      IAC

Caracterização da diversidade genética e patogênica em isolados de Thielavipsis paradoxa em cana-de-açúcar

n° SGP 599

Trata-se do projeto de dissertação de mestrado de Debora MAria Sansoli- Chanquinie e Carolina de Cassia Pani Medeiros, cujo auxílio Financeiro refere-se ao Projeto Temático Bioen, coordenado pelo Dr. Marcos G. A. LAndell (FAPESP 2008/56146-5). A cana-de-açúcar é uma cultura de grande importância para o Brasil, principalmente no que diz respeito à economia, a qual apresenta perspectiva de expansão para os próximos anos. Porém, esta cultura é frequentemente acometida por uma série de fungos de solos, que atacam folhas e colmos, causando sérios prejuízos na produção, podendo culminar em impactos negativos na economia do país. Dentre os principais fungos, destacam-se Ceratocystis paradoxa – agente causal da podridão abacaxi que é atualmente uma doença bastante associada ao plantio mecanizado, quando este é realizado em condições desfavoráveis para a brotação das gemas no solo podendo, assim, causar prejuízos muito elevados, ocasionando grandes falhas nos canaviais. As pesquisas relacionadas ao patossistema Cana - C. paradoxa são muito escassas, já que todas as cultivares disponíveis são suscetíveis a esse fungo. No entanto, até o momento, nada se sabe sobre a variabilidade genética e patogênica deste fungo nas principais regiões canavieiras do Brasil, o que pode determinar insucessos no plantio sob condições de clima e de solos específicos. A partir da obtenção de uma coleção de isolados de C. paradoxa provenientes das principais regiões canavieiras do Brasil, este projeto tem como objetivo avaliar a variabilidade genética e patogênica dos  isolados obtidos.

 

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  Silvana Aparecida Creste Dias de Souza      IAC

Identificação de genes alvos regulados pelo fator de transcrição SHINE em monocotiledôneas

n° SGP 597

Plantas com alto teor de biomassa lignocelulósica são consideradas boas fontes de matéria prima para a produção de etanol de segunda geração . Um dos principais gargalos ao utilizar-se a biomassa para a produção deste tipo de etanol é a lignina , um polímero abundante que faz parte da parede celular secundária, resultando em um material recalcitrante ao mesmo tempo que inibe o crescimento e fermentação de microorganismos no processo de produção de etanol de segunda geração. Neste cenário, plantas transgênicas com menor quantidade ou até mesmo uma diferente composição da lignina representam uma alternativa atraente para resolver os desafios impostos pela lignina. Entre muitos genes potencialmente adequados para a engenharia metabólica de lignina, fatores de transcrição (FTs) envolvidos com a biossíntese de lignina são alvos primários. Por outro lado, a maior parte dos conhecimentos sobre FTs e a biossíntese de lignina foram obtidos usando Arabidopsis como planta modelo. Conforme publicado anteriormente, a função exercida por um FT na regulação de uma via metabólica pode ocorrer de maneira espécie-específica. Recentemente, um exemplo deste tipo de regulação espécie-específica foi mostrada na caracterização do FT SHINE (SHN). SHINE corresponde a um FT membro da família do AP2, caracterizado tanto em Arabidopsis quanto em arroz. SHN mostrou diferentes funções nestes dois modelos vegetais , sendo relacionado com a síntese de cera na cutina em Arabidopsis e como um regulador principal da síntese da parede celular secundária em arroz. Foi mostrado, que as plantas de arroz que com a superexpressão do gene AtSHN2 , apresentaram a inibição da expressão de genes relacionados com a lignina e indução de genes envolvidos com a biossíntese de celulose . Até agora nada se sabe a respeito desta classe de FTs e seu papel na regulaç&

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  Silvana Aparecida Creste Dias de Souza      IAC

Desenvolvimento e qualidade nutricional de mudas de seringueira, sob as novas normas de produção

n° SGP 578

O sistema de produção de mudas de seringueira passou por uma grande mudança de paradigma com o advento da produção em bancadas suspensas, conforme preconizado pela Instrução Normativa (IN) n. 29, de 05 de agosto de 2009, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e pela Resolução 154 de 22 de novembro de 2013 da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA/SP). A normatização e fiscalização deste novo sistema de produção possibilitarão melhor qualidade fitossanitária e genética das mudas, alicerce fundamental no processo de expansão da heveicultura, com garantia de produtividade. A literatura é escassa em trabalhos sobre nutrição por fertirrigação e substratos em porta-enxertos clonais de seringueira no novo sistema de produção. Portanto, buscando gerar informações aplicáveis ao setor produtivo, esta proposta prevê a execução de três experimentos que contemplam a etapa de enxertia e formação inicial das mudas, com manejo via fertirrigação. O primeiro experimento objetiva determinar a extração e acúmulo de nutrientes e analisar o crescimento das plantas; no segundo experimento avaliar a viabilidade do uso de três tipos de substratos e no terceiro experimento avaliar cinco porta-enxertos clonais de seringueira. 

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  Erivaldo José Scaloppi Junior      IAC

Clones de seringueira para látex e madeira

n° SGP 577

Os esforços da Secretaria de Agricultura e Abastecimento com a introdução de clones de seringueira na década de 50, possibilitaram que São Paulo seja hoje o principal Estado produtor de borracha natural do Brasil. Atualmente o parque heveícola encontra-se na condição de monocultivo, ou seja, em situação extremamente preocupante em termos fitossanitários. Além de a borracha natural ser fonte renovável de matéria-prima, a cultura da seringueira gera benefícios sociais pela inclusão do homem ao meio rural e agrega os benefícios próprios do cultivo florestal, como o fornecimento de madeira, outra matéria-prima estratégica para o desenvolvimento de um país. O ciclo de melhoramento da seringueira é longo e com diferentes etapas de experimentos que são avaliados no Centro de Seringueira e Sistemas Agroflorestais, APTA/SAA, Votuporanga-SP. O presente projeto tem por objetivo geral avaliar novos clones de seringueira com dupla aptidão de produção: látex e madeira. A estratégia abrange pesquisa e difusão dos resultados, na incumbência de alterar o panorama heveícola, incrementar a produção brasileira de borracha natural e madeira, gerar divisas, benefícios sociais e ambientais.

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  Erivaldo José Scaloppi Junior      IAC

Otimização do processo de desenvolvimento de produtos panificados (cookies, pães e bolos) com melhor qualidade nutricional incorporando farinha de feijão-caupi biofortificados.

n° SGP 571

A Embrapa Meio-Norte é referência nacional no desenvolvimento de cultivares de feijão-caupi, e a partir de 2008 lançou no mercado sementes biofortificadas em ferro e zinco. Poucos foram os trabalhos realizados utilizando feijão-caupi como ingrediente em produtos panificados, e destes, utilizaram um pré-processo de descorticamento por hidratação. Economicamente, o descorticamento mecânico é mais promissor devido ao alto rendimento, entretanto, nenhuma pesquisa foi realizada utilizando a farinha obtida por esse processo. Não houve também, trabalhos cientificos publicados sobre a otimização do processo de produção de alimentos panificados, que em termos nutricionais, visa trazer benefícios nutricionais, por melhorar a quantidade e qualidade proteíca, e por utilizar cultivares biofortificadas em ferro e zinco, minimizando problemas de desnutrição da população.

 

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  Elizabeth Harumi Nabeshima      ITAL

Banhos terapêuticos com óleos essenciais para o controle de parasitoses e bacterioses de tilápias do Nilo

n° SGP 570

Este estudo constitui-se um dos sub-projetos vinculados ao projeto intitulado Fitoquímicos como agentes antiestresse, imunoestimulante, antibacteriano e antiparasitário na criação de tambaqui (Colossoma macropomum), cachara (Pseudoplatystoma reticulatum) e tilápia (Oreochromis niloticus), do Macroprograma 2 da EMBRAPA. O objetivo é avaliar a eficácia de banhos terapêuticos com óleo essencial de Lippia sidoides e Mentha x piperita no controle de tricodinídeos e de bacterioses em tilápias do Nilo. A partir de resultados in vitro da eficácia dos óleos contra os parasitos e bactérias e dos testes toxicológicos, serão determinadas as concentrações de óleos a serem testadas nos ensaios in vivo. Os ensaios serão conduzidos em ambiente controlado e a avaliação da eficácia dos óleos será realizada através da contagem dos parasitos para determinação da Intensidade Média de infestação, Prevalência e Abundância Média, e da sobrevivência dos peixes frente ao desafio com as bactérias selecionadas.

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  Fabiana Garcia Scaloppi      IP

Manejo de Nematoides de Galha na Cultura do Quiabo

n° SGP 569

O quiabeiro é uma planta altamente suscetível ao parasitismo de nematoides de galha (Meloidogyne spp.) e por eles, severamente danificado. Observam-se sistema radicular com galhas e inoperante, queda drástica do vigor da planta, diminuição do tempo de colheita e do número de frutos, com menor tamanho, restrição do uso do solo quando o quiabeiro é cultivado em local infestado por esses parasitos. A estratégia adotada pelo produtor, atualmente, quando reconhece a infestação na lavoura, é a rotação de áreas de cultivo. Cultiva-se por um ciclo o quiabo, em seguida uma cultura para aproveitar o excesso de fertilizantes no solo, como a abóbora e, na sequência, um longo ciclo pastoril. Entretanto, em alguns locais, mesmo após uma década de pasto, ainda assim, segundo informações dos produtores da região de Piacatu, o nematoide volta a infestar e causar prejuízos à cultura do quiabo. Nos casos onde o produtor não tem a opção de rotação de áreas, o que é comum nessa região, típica de agricultura familiar, a única saída é mudar a cultura, o que gera transtornos econômicos e, consequentemente, sociais. Para agravar a situação, não há um genótipo ou cultivar resistente a fim de ser introduzido num programa de manejo ou como fonte para melhoramento genético.  Assim, diante desse quadro, o objetivo desse projeto é pesquisar sistemas de manejo da cultura envolvendo rotação e consorciação de adubos verdes resistentes e seleção de genótipos de quiabeiros com tolerância ou baixos níveis de suscetibilidade aos nematoides de galha. As pesquisas serão realizadas em propriedades rurais na região de Piacatu, principal produtora de quiabo no Estado de São Paulo. Estão previstos experimentos de rotação e consorciação do quiabeiro com diferentes espécies de crotalárias. Outros estudos serão desenvolvidos em casa de vegetação do Laboratório de Nematologia, Centro de Fitossanidade (IAC), visando caracterizar genótipos de quiabeiro tolerantes ou com baixos níveis de suscetibilidade aos nematoides de galha (Meloidogyne incognita e M. javanica).

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  Carlos Eduardo Rossi      IAC

Melhoramento genético de Lippia alba para rendimento e qualidade de óleos essenciais

n° SGP 568

Resumo e Principais Resultados da Pesquisa

Público-alvo: Agricultura familiar, Agricultura Orgânica

Matéria-prima vegetal: indústrias de fragrâncias, aromas, cosméticos, fitoterápicos, biodefensivos e antioxidantes

Objetivo final: Divulgar no site do IAC, um “banco” inédito de compostos químicos naturais (CROMATOGRAMAS) de Lippia alba para o setor industrial como matéria-prima no desenvolvimento de produtos com inovação tecnológica. 

O gênero Lippia alba foi primeiramente descrito em 1753, por Linnaeu e reúne cerca de 200 espécies e três centros de diversidade, sendo o Brasil o maior deles com 111 espécies. De ocorrência generalizada na Mata Atlântica, possui inúmeras aplicações nas áreas de cosméticos, fragrâncias, aromas, antioxidantes, fitoterápicos, biodefensivos e matéria-prima na síntese de vitamina A e caroteno.

O projeto de melhoramento genético de L. alba iniciou no ano de 2005 a partir de introduções de acessos (estacas) do Banco de Germoplasma da UNESP, Botucatu. A partir destas introduções foram identificadas plantas com variações de compostos químicos e morfologia foliar dentro dos próprios acessos, evidenciando que o material recebido não seria oriundo de plantas individuais. A seleção de plantas diferentes dentro dos acessos gerou, então, vinte clones experimentais pertencentes a cinco quimiótipos (linalol: IAC 1 a IAC 8, mirceno/cânfora: IAC 9 a IAC11, limoneno/carvona: IAC 12 a IAC 15, citral: IAC 16 a IAC 19 e mirceno: IAC 20:). Estes clones foram avaliados em seis experimentos em tr&

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  WALTER JOSÉ SIQUEIRA      IAC

Avaliação de compostos fenólicos em genótipos de amendoim relacionados a resistência varietal a doenças foliares

n° SGP 567

A cultura do amendoim é severamente atacada por doenças fúngicas da parte aérea, as quais podem reduzir drasticamente a produtividade. A mancha preta (Cercosporidium personatum) e a ferrugem (Puccinia arachidis) são as predominantes e requerem o uso de fungicidas para o seu controle. A resistência varietal é uma das formas mais eficazes e sustentáveis de controle dessas doenças. Embora já se conheçam genótipos de amendoim a serem utilizados como fontes de resistência nos programas de melhoramento, os mecanismos dessa resistência não são conhecidos. Uma das hipóteses seria a produção pela planta de compostos secundários – os compostos fenólicos – que atuariam como uma proteção da planta à essas doenças. Este trabalho tem como objetivo caracterizar linhagens e cultivares de amendoim contrastantes quanto à resistência a doenças, bem como identificar e quantificar compostos fenólicos presentes nas folhas e possivelmente relacionados com  esta resistência.

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  Cássia Regina Limonta Carvalho      IAC
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