Exibindo todos os projetos ativos na APTA

Página Inicial / Busca de Projetos

457 projetos ativos encontrados - pág. 1 de 16

Modificações epigenéticas transgeracionais em resposta ao estresse térmico nas células germinativas masculinas de truta arco-íris Oncorhynchus mykiss

n° SGP 2600

Os peixes apresentam grande vulnerabilidade a alterações do ambiente circundante, as propriedades físico-químicas da água como temperatura, pH, concentração de oxigênio e salinidade, exercem grande influência na sua fisiologia e a variação desses parâmetros apresentam desafios à manutenção da homeostase, exigindo respostas adaptativas. Exposições a altas temperaturas, por exemplo, podem afetar a proliferação, diferenciação ou mesmo a sobrevivência das células germinativas, comprometendo a fertilidade e, portanto, a capacidade reprodutiva das espécies. Num estudo recente em truta arco-íris (tese de doutorado do proponente FAPESP 2019/02950-2), foi demonstrado que o estresse térmico durante as fases iniciais pode induzir efeitos permanentes em aspectos reprodutivos essenciais durante a fase adulta de machos, além de modular a capacidade adaptativa da respectiva progênie. Estas evidências de que as características da prole podem ser moldadas por experiências de vida dos parentais, agregam uma nova abrangência acerca dos impactos das mudanças climáticas em peixes e, ao mesmo tempo, indicam a existência de mecanismos transmitidos via espermatozoides que permitem as populações superarem as alterações no ambiente. Neste contexto, este trabalho visa elucidar quais mecanismos moleculares epigenéticos transgeracionais estão envolvidos na tolerância ao estresse térmico das células germinativas masculinas em peixes. Para tanto, será realizado o sequenciamento dos miRNAs (small RNAseq) presentes no sêmen de animais termotolerantes, bem como o sequenciamento do RNA total do hipotálamo de sua progênie (F1). Os resultados deste projeto terão implicações para espécies cultivadas, principalmente em sistemas abertos, podendo contribuir para o desenvolvimento mais eficaz de linhagens resistentes a altas temperaturas. No caso de populações naturais, este estudo permitirá avaliar os impactos do aquecimento global/mudanças climáticas a longo prazo e acessar a capacidade de adaptação ao estresse térmico.

Ver detalhes do projeto

  Neuza Sumico Takahashi      IP

Irrigação das culturas - CCD Segurança Hídrica e Alimentar em Zonas Críticas

n° SGP 2595

O Centro para Segurança Hídrica e Alimentar em Zonas Críticas tem o objetivo de prover soluções e aperfeiçoamentos no enfrentamento de problemas de segurança hídrica e alimentar no estado de SP, com ênfase na gestão de risco em escala local e regional, a serem trabalhados em zonas críticas com conexões de clima, água e vegetação e será executado e coordenado pelo IAG USP. O plano científico está estruturado sobre eixos disciplinares de Hidroclimatologia e Hidrogeologia, e complementares entre si para buscarem soluções modernas, aplicáveis no âmbito das seguintes macrorregiões: Piracicaba-Capivari-Jundiaí; Alto Tietê; Alto Paraíba do Sul; Mogi-Guaçú; Pardo; Sapucaí-Grande e Alto Paranapanema. A proposta tem 7 temas de investigação e estão delineados na proposta:1) Escalas de trabalho em macrorregiões e zonas críticas; 2)Redes de monitoramento hidrológico e agrometeorológico; 3) Previsão climática; 4)Padrões geofisicos de água superficial e subterrânea; 5) Índices hidrológicos e agrometeorológicos;6) Previsão de chuva de curtíssimo prazo; 7) Desafios hidroclimáticos em áreas urbanas. Na componente agrícola se focará a etapa de produtividade vegetal no campo dentro da cadeia de produção agrícola, por meio de informações aperfeiçoadas ao planejamento de plantio, irrigação, colheita e operações. A linha de pesquisa irrigação das culturas estará inserida na proposta no módulo índices hidrológicos e agrometeorológicos. Os estudos e monitoramento nos talhões irrigados localizam-se na região da bacia de Pitangueiras e de Itobi, possivelmente nos municípios de Barretos e Itobi, SP, que são consideradas bacias críticas em termos de utilização de água para irrigação. Estes estudos serão em escala local (talhões irrigados) para serem trabalhados com conexões de clima, água e vegetação, e aplicáveis em macrorregiões do estado de SP. As culturas a serem monitoradas serão citros, em Barretos e grãos e olericultura, em Itobi. No que concerne à irrigação das culturas, o objetivo é apresentar índices e soluções para uso eficiente da água nas áreas irrigadas visando resolver problemas de segurança hídrica e alimentar no estado de SP.

Ver detalhes do projeto

  Jane Maria de Carvalho Silveira      IAC

Sistema de embalagem ativa para o controle de doenças pós-colheita de frutas

n° SGP 2576

Frutas são susceptíveis às podridões pós-colheita, incorrendo em perdas e desperdício. Enquanto que a podridão causada por Botrytis cinerea é a principal doença pós-colheita de morangos, as uvas são acometidas por B. cinerea, Aspergillus spp., Rhizopus spp., Cladosporium spp., Lasiodiplodia spp., Penicillium spp. e Alternaria spp. A assepsia pré-colheita é o principal método de controle de doenças pós-colheita de morangos, entretanto as podridões são o principal problema nos mercados atacadista e varejista. O principal método para o controle das doenças pós-colheita de uvas destinadas à exportação é o uso do dióxido de enxofre (SO2) por meio da fumigação e de liberadores nas embalagens. No entanto, o SO2 pode prejudicar o sabor, causar manchas e rachaduras nas bagas e descoloração do ráquis, além de consistir em substância alérgena aos indivíduos sensíveis à molécula. O SO2 é classificado como fungicida nos Estados Unidos da América (EUA) e alguns países europeus proíbem a entrada de frutos tratados com essa molécula. As embalagens ativas com base na liberação gradual de compostos orgânicos voláteis (COV) visam o controle in pack das principais doenças pós-colheita de uvas e morangos e são uma alternativa sustentável aos liberadores de SO2. Muitos COV apresentam comprovada atividade antifúngica e podem ser potenciais fumigantes para uso em pós-colheita.  A atividade antifúngica do etanol, hexanal, metil salicilato e metil jasmonato in vitro e em frutos inoculados tem sido reportada na literatura. Tais compostos são geralmente reconhecidos como seguros (GRAS) pela  agência Food and Drug Administration (FDA/EUA). Assim, compostos voláteis de comprovada ação no controle dos fungos causadores de podridões pós-colheita em uvas e morangos serão utilizados na confecção de liberadores a partir de matrizes biodegradáveis e de baixo custo. Esses liberadores serão associados às embalagens comerciais, perfazendo um sistema sustentável de controle in pack de doenças pós-colheita.

Ver detalhes do projeto

  Patrícia Cia      IAC

PROJETO CULTIVO PROTEGIDO DE CITROS SUBPROJETO DA PROPOSTA CENTRO DE PLASTICULTURA FAPESP BRASKEM

n° SGP 2573

O Brasil é o principal produtor mundial de laranja, com 34% da produção global e 63% da produção mundial de seu suco concentrado congelado (FCOJ), do qual também é o maior exportador (USDA, 2021). O cultivo protegido em citros visando à produção de frutas é parcialmente utilizado no Japão e na Coréia do Sul, onde a tangerina Satsuma é cultivada sob plástico e com aquecimento suplementar para a produção fora da estação. Com o objetivo de proteger contra psilídeos (Diaphorina citri) vetores de huanglongbing - HLB (Candidatus Liberibacter spp), o sistema de proteção cítrica sob proteção (CUPS) foi avaliado pela Universidade da Flórida, EUA (Ferrarezi et al, 2018). O HLB também é a doença mais importante da citricultura paulista e brasileira, aumentando os custos de produção e diminuindo a produtividade e a qualidade dos frutos. A pulverização intensiva de inseticidas  para controlar o psilídeo tem sido a única estratégia eficaz para minimizar os danos causados ??pela doença nos pomares. Visando buscar alternativas para este cenário e investigar a viabilidade do CUPS em nossas condições, foi instalado em fevereiro de 2015 no Centro de Citricultura Sylvio Moreira - IAC em Cordeirópolis, SP, um módulo experimental e demonstrativo de produção de frutas cítricas frescas em cultivo protegido livre de vetores HLB, com avaliação de dois tipos de cobertura ambiental: plástico transparente e tela e combinações de oito mudas de frutas frescas e duas variedades de porta-enxertos. Resultados preliminares indicam 100% de eficiência do sistema na exclusão do psilídeo vetor HLB e efeitos do tipo de cobertura e variedades de copas e porta-enxertos (Carvalho et al; 2021). A análise de viabilidade técnica e econômica da tecnologia, a ser obtida em novos ciclos produtivos, trará resultados mais conclusivos, para disponibilizar essa tecnologia aos citricultores do estado de São Paulo e de outras regiões do Brasil.  Assim, propoem-se a continuidade e novas abordagens no desenvolvimendo da pesquisa com os objetivos de 1) avaliar a produção e a qualidade de variedades de frutas cítricas frescas, em sistema de cultivo protegido, em ambientes revestidos com plástico e tela visando a proteção de vetores HLB;  2)  determinar a viabilidade econômica da tecnologia para adoção por pequenos e médios citricultores, como alternativa para o cultivo de citros em regiões onde ocorre o HLB; 3)  validação de diferentes produtos que podem contribuir para maior eficiência do sistema, como avaliação de filmes plásticos e telas fotoconvertidas, tela para cobertura tipo mulching, materiais para sistema de irrigação, estaqueamento e ensacamento de frutas.

Ver detalhes do projeto

  Sérgio Alves de Carvalho      IAC

PROMOÇÂO DO MILHO CRIOULO COMO PRODUTO ARTESANAL E TRADICIONAL DO AGRO PAULISTA

n° SGP 2568

Esse projeto visa fomentar o milho crioulo como produto artesanal e tradicional da agropecuária do Estado de São Paulo - dentro do Programa Artesanais Premium da SAA. Busca discutir melhorias nos processos de produção baseados nos princípios da sustentabilidade, saudabilidade e boas práticas de fabricação, além de discutir o ambiente regulatório deste produto, respeitando sua característica singular e tradicional. O milho crioulo é parte do patrimônio histórico e cultural da sociedade paulista e incorpora valor aos territórios onde são elaborados, além de despertar a atratividade turística e o desenvolvimento local. 

 

Objetivos Gerais

Os objetivos desse projeto estão em conformidade com os Objetivos Globais para o Desenvolvimento Sustentável - ODS,  estabelecidos pela Assembleia Geral das Nações Unidas  na Agenda 2030:

ODS   2. Fome zero e agricultura sustentável.

ODS   3. Saúde e bem -estar.

ODS   8. Trabalho decente e crescimento econômico.

ODS   9. Indústria, inovação e infraestrutura.

ODS 10. Redução das desigualdades.

ODS 12. Consumo e produção responsáveis.

ODS 16. Paz, justiça e Instituições eficazes.

 

Objetivos específicos

1. Valorizar os produtos artesanais e tradicionais, elementos importantes do patrimônio histórico e cultural da sociedade paulista, mediante políticas públicas específicas.

2. Promover o debate sobre os marcos regulatórios para o uso das sementes crioulas.

3. Fortalecer a governança dos segmentos artesanais e tradicionais com objetivo de desenvolver projetos coletivos de desenvolvimento setorial e territorial como os arranjos produtivos locais, indicações geográficas, marcas coletivas, selos e rotas turísticas.

4. Reduzir desperdícios e proporcionar maior eficiência às cadeias de produção da agroindústria paulista.

5. Promover a oferta de alimentos nutritivos e seguros à sociedade, com base na difusão das normas vigentes e das boas práticas de fabricação.

6. Agregar mais qualidade e valor aos produtos artesanais paulistas mediante inovação de gestão, organizacional e tecnológica para que ampliem a competitividade destes nos diferentes mercados.

7. Ampliar a geração de renda e empregos no Estado de São Paulo de forma a contribuir para o aumento do PIB Paulista.

Metodologia

Reconhecimento das lideranças e caracterização da governança das cadeias e territórios.

 

Aplicação de questionários com as lideranças identificadas

 

Realização de oficinas junto às lideranças, mediante emprego de metodologias como CANVAS/ design Thinking.

 

Conservação das sementes crioulas

 

Proposição de soluções, mediante encaminhamentos de adequações  das normas, de projetos tecnológicos, de inovação, de cursos de capacitação e orientação, além de políticas públicas de fomento.

Ver detalhes do projeto

  Cristina Fachini      IAC

Elaboração de biscoitos com frutos amazônicos

n° SGP 2565

O projeto tem como objetivo geral estabelecer a tecnologia para a elaboração de biscoitos com os frutos Amazônicos pupunha, buriti e tucumã para a posterior transferência da tecnologia para o setor privado e comercialização, constituindo-se em estímulo e fomento a implantação de agroindústrias no Estado do Amazonas. Atualmente, seguindo as macrotendências de consumo na área de panificação, os biscoitos têm sido formulados com a intenção de implementar seu valor nutricional e funcional através da utilização de matérias-primas que contenham naturalmente estes compostos. A presença de vitaminas, fibras, minerais e compostos bioativos, a composição em lipídeos e carboidratos fundamentais para elaboração de biscoitos, aliada a abundancia dos frutos pupunha, buriti e tucumã na região, os torna merecedores de uma atenção especial de pesquisa para agregar tecnologia e desenvolver produtos alimentícios, seguindo os preceitos da bioeconomia. Neste contexto, propomos o desenvolvimento de biscoitos utilizando os frutos pupunha, buriti e tucumã para elaborar produtos que contemplem todas as macrotendências do mercado e forneça informações baseadas em ciência fundamentais para a posterior transferência da tecnologia e implantação de agroindústrias exitosas. Para atingir este objetivo, o estudo contempla a caracterização química da polpa dos frutos, o estabelecimento da formulação, a otimização dos ingredientes da formulação, o estudo de estabilidade dos compostos bioativos durante o processo de produção, a composição química e compostos bioativos dos biscoitos, a rotulagem nutricional, a estabilidade para estimar a vida de prateleira dos biscoitos e a determinação da aceitação sensorial dos produtos desenvolvidos.

Ver detalhes do projeto

  Cristiane Rodrigues Gomes Ruffi      ITAL

ESTRATÉGIAS DE CONTROLE DE DOENÇAS FÚNGICAS PÓS-COLHEITA EM LIMA ÁCIDA TAHITI

n° SGP 2564

O Brasil ocupa a primeira posição em produção de frutos cítricos no mundo, entre os quais estão laranjas, limões e tangerinas. Lima ácida e limões atingiram uma produção de 1,5 milhão t em 2019, com exportação em torno de 9% em 2021. As doenças pós-colheita acarretam perdas significativas e o manejo de controle é feito com sanitizantes e fungicidas, porém produtos alternativos como óleos essenciais vêm sendo requeridos visando segurança do alimento. Este projeto tem por objetivo avaliar o efeito antifúngico de óleos essenciais in vitro sobre Penicillium digitatum, bem como, estudar diferentes formas de aplicação de óleo essencial em lima ácida Tahiti pós-colheita, visando o controle do bolor verde e a conservação da qualidade dos frutos. Será feita a avaliação da atividade antifúngica dos óleos essenciais (OE) de tomilho e orégano, in vitro, por contato e volatilização. Posteriormente, o OE mais promissor no screening, será avaliado in vivo, sobre lima ácida Tahiti inoculada, em diferentes formas de aplicação, em efeito curativo e protetivo. Ao final, pretende-se realizar um ensaio comparativo do efeito do OE com outros produtos (sanitizante e fungicida), em armazenamento refrigerado, seguido de condições ambiente, com análises fitopatológicas (incidência e severidade do bolor verde), e análises físico-químicas (perda de massa, cor da casca, sólidos solúveis, acidez titulável e ratio). O delineamento dos experimentos será inteiramente casualizado e os resultados serão submetidos à análise de variância e teste de Tukey (p<0,05), com regressão polinomial quando conveniente.

Ver detalhes do projeto

  Eliane Aparecida Benato Rodrigues da Silva      IAC

Monitoramento Agrometeorológico associado à Previsão do Tempo para regiões cafeeiras do Estado de São Paulo

n° SGP 2563

O cultivo de café sofre influência direta das condições climáticas, principalmente chuva e temperatura, e variações em cada fase fenológica. Uma ferramenta essencial a ser empregada em benefício da cafeicultura é a previsão do tempo, a qual pode gerar informações úteis e detalhadas em relação às condições climáticas futuras, a curto (10), médio (30) e longo prazo (90 dias) e de extrema importância para o planejamento das atividade agrícolas a serem realizadas, auxiliando o agricultor na tomada de decisões referentes ao calendário agrícola, plantio, manejo e tratos culturais, visando o aumento da produtividade e qualidade. Outra aplicabilidade do uso da previsão do tempo é a emissão de alertas para eventos extremos (secas, geadas, precipitação e temperaturas elevadas e baixa umidade do ar), informações essas que auxiliam na prevenção de danos aos equipamentos agrícolas ou perdas expressivas nas lavouras. As condições climáticas verificadas durante o ciclo do cafeeiro interferem diretamente no desenvolvimento das plantas e nas condições fitossanitárias, pois proporcionam condições microclimáticas favoráveis à ocorrência pragas e doenças. Um entrave ainda relacionado à previsão do tempo, é a confiabilidade dos dados a médio e longo prazo (acima de 30 dias), pois não há estudos que indicam um período o qual esses possam ser utilizados sem que sofram alterações significativas, sem alterar o planejamento agrícola. Assim, o presente trabalho, objetiva verificar a confiabilidade dos dados de previsão de tempo, para que sejam aplicados de forma eficaz  no planejamento seguro e confiável a curto, médio e longo prazo, na produção de café, no estado de São Paulo. Dentre as atividades propostas para se alcançar os resultados, serão desenvolvidas atividades referentes ao monitoramento climático e fenológico, uso de modelos agrometeorológicos para estimativa de época de floração e maturação de café, utilizando dados de previsão do tempo e validados com dados de observação no campo

Ver detalhes do projeto

  Angelica Prela Pantano      IAC

Avaliação de compostos bioativos e atividade antioxidante de citros tratados com Granblack®

n° SGP 2562

O projeto tem como objetivo a avaliação de compostos bioativos e atividade antioxidante de laranjas tratadas no campo com o produto Granblack®.O fertilizante foliar GRANBLACK® é um produto sustentável que reduz a queda de fruto, evita o estresse oxidativo e auxilia no manejo do greening. Esse produto possui ação antioxidante e atua na rota da glutationa ajudando na detoxificação dos radicais livres da planta. Diante disso, tem-se como hipótese que os frutos colhidos das plantas tratadas com este produto possam vir a ter características diferenciadas quanto aos compostos bioativos e atividade antioxidante.

Ver detalhes do projeto

  Juliana Sanches de Laurentiz      IAC

Validação do nível de confiabilidade de dados de monitoramento pesqueiros fornecidos por pescadores artesanais do Estuário de Santos-SP

n° SGP 2558

O sistema de coleta de dados do Programa de Monitoramento da Atividade Pesqueira Marinha e Estuarina – PMAP, executado pelo Instituto de Pesca, vem apresentando ao longo do tempo, dificuldade crescente em cobrir adequadamente a atividade pesqueira nas localidades voltadas à exploração dos recursos do interior do Estuário de Santos, por uma série de razões. Houve exceções em alguns períodos esparsos. Entre 2010 e 2012, foi possível manter o monitoramento através do trabalho de Agentes de campo distribuídos pelas comunidades pesqueiras do Estuário. Entre 2015 e 2019, a atividade pesqueira de algumas comunidades estuarinas foi registrada através do preenchimento de fichas de auto-registro simplificadas, elaboradas especificamente para localidades dedicadas ao extrativismo, principalmente para os pescadores que residem e sobrevivem da catação de Caranguejo nos manguezais ao longo das margens do Estuário e seus tributários. Periodicamente, essas fichas de dados deveriam ser encaminhadas à sede do PMAP, para registro em Santos. Parte significativa dos pescadores nessas localidades carecem de educação formal, podendo ser identificados como analfabetos funcionais, o que freqüentemente compromete o preenchimento das fichas de dados. Freqüentemente, esses dados seriam, preenchidos por terceiros, como esposas e filhas, fato que pode ter comprometido a fidedignidade do preenchimento das fichas de auto-registro. Com o início do monitoramento pesqueiro das localidades do Estuário, no âmbito do Projeto Valoriza Pesca, por Agentes de campo capacitados, espera-se validar e demonstrar o nível de confiabilidade dos dados fornecidos nas fichas de auto-registro (2015 a 2019), através de ferramentas estatísticas para comparação de dados pareados.

Ver detalhes do projeto

  Gastão César Cyrino Bastos      IP

Mapeamento de cadeias de produção da pesca artesanal no Estuário de Santos, São Paulo: perspectivas de aproveitamento sustentável do pescado

n° SGP 2556

A presente proposta tem como principal objetivo mapear ou caracterizar os elos de produção e comercialização das cadeias produtivas da pesca artesanal, do sistema estuarino da Baixada Santista/SP, a partir da analise de dados primários e informações gerados do Projeto Valoriza Pesca sob a ótica da socioeconômia, monitoramento ambiental e de produção, segurança de consumo e contaminação do pescado. Os resultados da presente pesquisa podem subsidiar os processos de gestão das atividades produtivas relacionadas à pesca de pequena escala do Sistema Estuarino da Baixada Santista, com vias a minimizar conflitos, reduzir desigualdades, pobreza e subsidiar ações voltadas a inovação e efetivo fortalecimento da pesca nesta região.

Ver detalhes do projeto

  Cristiane Rodrigues Pinheiro Neiva      IP

A pesca artesanal no Estuário de Santos, São Paulo: dinâmica, relações com o clima e interações espaciais

n° SGP 2555

O estudo objetiva o estudo dos Sistemas Pesqueiros artesanais do Estuário de Santos e proximidades marinhas, litoral centro do Estado de São Paulo. A área os municípios de Santos, São Vicente, Cubatão, Praia Grande, Guarujá e Bertioga. A área possui uma grande diversidade de pescarias artesanais que são executadas em ambientes abrigados e em regiões próximas à costa, que por sua vez também são utilizados intensamente por outras atividades antrópicas como a portuária, de navegação e a de conservação ambiental. Os resultados a serem alcançados avaliarão as tendências e a sustentabilidade de uma atividade pesqueira que gera empregos e alimento em um ambiente complexo com acentuadas forçantes bióticas, abióticas e antrópicas.

Ver detalhes do projeto

  Antônio Olinto Ávila da Silva      IP

Estudo das atividades antrópicas geradoras de contaminantes de interesse e os riscos à saúde pública associados ao seu consumo através da ingestão de pescado contaminado

n° SGP 2553

A partir dos resultados obtidos no projeto Valoriza Pesca, no que tange à análise de contaminantes orgânicos e inorgânicos em pescado oriundo da área estuarina, serão definidos os contaminantes de interesse e serão pesquisadas as atividades econômicas presentes na área como possíveis emissores destes contaminantes. Além disto, será pesquisada a dinâmica ambiental e os efeitos sobre a saúde pública pela exposição através da ingestão do pescado contaminado. Assim, pretende-se utilizar tais informações para verificar os possíveis responsáveis pela emissão dos contaminantes e sugerir medidas para mitigar, prevenir e/ou controlar sua emissão para mitigar efeitos deletérios sobre a saúde das comunidades.

Ver detalhes do projeto

  Rúbia Yuri Tomita      IP

Análise ecossistêmica do sistema estuarino de Santos-São Vicente (São Paulo, Brasil)

n° SGP 2552

A presente proposta objetiva o estudo do Sistema Estuarino de Santos-São Vicente (SP) a partir de uma perspectiva ecossistêmica, visando reconhecer as mudanças na diversidade dos recursos e na estrutura trófica do sistema exposto a modificações antrópicas ao longo do tempo, quer seja por ações naturais ou aquelas induzidas pela ocupação humana. As hipóteses a serem testadas são quanto a eventuais modificações na composição e na abundância e na estrutura trófica desse sistema ao longo do período. O trabalho será conduzido a partir de um conjunto de dados composto por dados primários e secundários disponíveis, restando apenas complementação quanto a aspectos abióticos e de a estimativa de alguns parâmetros populacionais (estrato da população e alimentação) de espécies secundárias na pesca. O modelo a ser aplicado permite a realização de avaliações preditivas de modo a orientar tomadas de decisão em função dos riscos advindos da ampliação da pressão pesqueira como de incidentes no estuário. Os resultados poderão subsidiar melhor adequação do manejo e ordenamento do uso deste ambiente pelo compartimento da pesca, bem como a interação com os demais serviços ambientais, possibilitando a visualização de cenários futuros frente aos possíveis impactos negativos causados pelas ações antrópicas neste ambiente (acidentes ambientais, expansões portuárias, ocupação urbana, exploração dos recursos naturais etc.).

Ver detalhes do projeto

  Marcelo Ricardo de Souza      IP

A vulnerabilidade socioambiental dos Sistemas de Produção Pesqueira do Sistema Estuarino de Santos-São Vicente-Guarujá-Cubatão

n° SGP 2551

Vulnerabilidade é o estado de suscetibilidade a danos por exposição a tensões associadas às mudanças ambientais e sociais e à falta de capacidade de adaptação a estas mudanças. O estudo da vulnerabilidade corresponde a um novo olhar sobre os problemas socioambientais, utilizado especialmente em situações onde crises de natureza natural ou antrópica afetam a capacidade de recuperação dos grupos sociais. A pesca artesanal da Baixada Santista, particularmente no estuário de Santos, São Vicente e Cubatão encontra-se pressionada por atividades produtivas mais relevantes para a região, como as portuárias, industriais e turísticas, as quais colocam o setor em situação de vulnerabilidade. O presente projeto de pesquisa categorizará os Sistemas de Produção Pesqueira do estuário de Santos por meio de um sistema de atributos hierárquicos e estudará a vulnerabilidade dos pescadores pertencentes a eles, com base no Índice de Vulnerabilidade e/ou em análises multivariadas (MDS).

Ver detalhes do projeto

  Ingrid Cabral Machado      IP

Avaliação de benzeno em embalagens de PET reciclado pós-consumo (PET-PCR)

n° SGP 2548

A evolução dos processos de reciclagem de embalagens com resinas de polietileno tereftalato (PET), a crescente demanda de embalagens com percentual de resina PET pós-consumo reciclada (PET-PCR) e o aumento crescente do teor de resina PET-PCR contido nestas embalagens, aliados ao conhecimento da possível presença de contaminantes na resina reciclada PET, demonstram que a avaliação da qualidade desse material é de vital importância. Dentre possíveis contaminantes, foi entendido que o benzeno pode ser encontrado como consequência de processos de degradação estimulados pela presença de policloreto de vinila (PVC). Tal degradação ocorre pela não separação correta de embalagens oriundas das coletas pós-consumo que contém PVC e, com isso, as embalagens de PVC podem ser moídas e carregadas juntamente com as de PET no processamento da resina reciclada e assim havendo risco de produção de benzeno durante a injeção e o sopro da nova embalagem. Em função de ser uma substância preocupante se presente em embalagem pelo potencial de migração para o produto contido na mesma, o presente trabalho tem o objetivo de identificar, quantificar e entender os possíveis fatores que favorecem a formação do benzeno. Serão analisadas amostras de garrafas contendo percentual de PET-PCR de 0% (ou 100% resina virgem), 25%, 50% e 100% através de cromatografia gasosa acoplada a espectrômetro de massas (CG/MS). Na sequência será realizada análise de migração específica a 40°C e 60°C por 10 dias, conforme condições previstas na Resolução Nº 51 da ANVISA e no Regulamento 10/2011 da União Europeia, respectivamente.

Ver detalhes do projeto

  Marisa Padula      ITAL

: Melamina: Potencial de Migração em Utensílios Domésticos

n° SGP 2547

A melamina é muito utilizada na produção de utensílios e embalagens que entram em contato com alimentos, pois trata-se de um material que apresenta significativa resistência física, resistência à temperatura, além de ter baixo custo e fácil produção. Estes utensílios são produzidos no Brasil, mas, são também importados de outros países, principalmente da China. A melamina já foi objetivo de diversas pesquisas devido ao seu emprego em fraudes de produtos lácteos e, também, na alimentação animal, com o intuito de alterar a quantidade de proteína presente nestes produtos. Isso porque a molécula da melamina é composta de, aproximadamente, 66% de nitrogênio, principal determinante em análises de proteína. Essas pesquisas identificaram riscos à saúde humana e animal, tais como malefícios aos rins e outros órgãos, causando graves problemas à saúde – os quais podem acarretar o óbito (registrado com crianças na China). Esse monômero também é bastante utilizado na fabricação de utensílios domésticos como pratos, colheres, copos, tigelas a base de melamina e formaldeído. A legislação brasileira possui uma Resolução na qual estipula o mesmo limite de migração específica (LME) para a melamina sendo a quantidade máxima de transferência permitida de 2,5 mg/kg em alimentos ou seus simulantes (Brasil, 2012). No Brasil são largamente utilizados utensílios de cozinha a base de melamina, como copos, tigelas, copos, xícaras, kits para crianças entre outros, sejam eles fabricados no país, ou importados. Porém, até hoje não se tem dados sobre o potencial de migração da melamina para alimentos nas diversas condições de uso, como aquecimento em micro-ondas, uso para alimentos a altas temperaturas, armazenamento de alimentos e principalmente a partir de itens utilizados por crianças na primeira infância. Em vista dessa ausência de dados, essa pesquisa tem o objetivo de investigar e quantificar a migração de melamina em diferentes tipos de utensílios comercializados no Brasil, avaliando se há variação em sua concentração em diferentes tipos de produtos e origem, nacional ou importado e em diferentes condições de uso.

Ver detalhes do projeto

  Marisa Padula      ITAL

Interação alimento-embalagem-processo: Efeito de tecnologias emergentes de processamento e de diferentes simulantes de alimentos sobre as propriedades de embalagens

n° SGP 2546

A demanda por tecnologias emergentes de processamento de alimentos está cada vez mais presente no meio cientifico e industrial. Essas tecnologias estão ganhando reconhecimento por na maioria dos casos resultarem em produtos alimentícios com melhor qualidade sensorial e nutricional que os produtos processados por tecnologias convencionais. O processamento de ultrassom vem sendo utilizado em operações de extração, congelamento, secagem, processos térmicos, emulsificação, inativação enzimática e microbiológica. A aplicação do ultrassom em alimentos embalados já está sendo considerada, uma vez que reduz os riscos de contaminação pós-processo. O conceito do processamento de ultrassom em alimentos embalados consiste em colocar o produto embalado em um banho ultrassônico, onde o ultrassom será transmitido para o alimento através de um líquido. Sendo assim, é importante avaliar quais materiais de embalagem podem ser utilizados para acondicionar alimentos que serão processados por ultrassom. Além disso, avaliar o impacto que diferentes condições de processamento por ultrassom pode causar nas propriedades e potencial de migração, trarão uma triagem completa para esse estudo. Portanto, o objetivo dessa pesquisa consiste em avaliar o efeito do processamento de ultrassom sobre as propriedades dos materiais de embalagens flexíveis. Além disso, avaliar a influencia de diferentes simulantes de alimentos, com intuito de compreender o mecanismo de interação alimento-embalagem-processo.

Ver detalhes do projeto

  Marisa Padula      ITAL

Práticas da Agricultura Conservacionista integradas ao sistema de produção de tomate ?Tomatec?

n° SGP 2544

Na agricultura contemporânea há anseio de todos por sistemas de produção com menor impacto ambiental, preservação dos recursos naturais e menor dependência de insumos agrícolas. Nesse contexto o presente trabalho almeja a integração do sistema ‘Tomatec’ de produção de tomate com conceitos agronômicos da Agricultura Conservacionista. Para isso planeja-se condução de experimento científico e divulgação dos resultados e da tecnologia por via de dias de campo, palestras e conferências. O experimento científico terá como objetivo o estudo do desempenho de plantas de cobertura para produção de mulch orgânico para o cultivo do tomateiro. Também buscaremos avaliar aplicação de microorganismos eficazes na decomposição do mulching orgânico e mineralização dos nutrientes da matéria orgânica. Para isso o experimento será delineado em blocos casualizados com parcelas subdivididas com 4 repetições (2x2x4) totalizando 16 unidades experimentais. Os tratamentos experimentais principais serão duas plantas de cobertura, milheto e crotalária juncea e o secundário será com e sem aplicação de microorganismos sobre o mulching orgânico das plantas de cobertura. As características avaliadas serão o incremento da matéria orgânica no solo, a resistência a penetração com o uso de penetrógrafos, a produção de biomassa seca das plantas de cobertura, o crescimento e estado nutricional do tomateiro, o uso de biossensor para determinar o grau de energia disponível na planta por meio do uso do glicosímetro, o estabelecimento de plantas daninhas e a incidência e severidade de doenças no cultivo do tomateiro. No projeto também está previsto a demonstração do campo experimental com a realização de dias de campo, assim como a divulgação dos resultados em palestras e em artigos técnicos/científicos.    

Ver detalhes do projeto

  Roberto Botelho Ferraz Branco      IAC

VALORIZA PESCA: PROJETO DE APOIO ÀS COMUNIDADES PESQUEIRAS ARTESANAIS DA BAIXADA SANTISTA

n° SGP 2542

O Projeto integrará o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) a ser firmado pela empresa Ultracargo/Tequimar com o Ministério Público (GAEMA – Baixada Santista) em razão do dano socioambiental ocasionado às comunidades pesqueiras pelo incêndio ocorrido na área portuária de Santos, em 2015. A proposta visa atender aos interesses coletivos das comunidades pesqueiras atingidas pelo incêndio, de modo a promover o conhecimento sobre o ambiente pesqueiro, sobre a pesca realizada na região e o reconhecimento dos pescadores e suas comunidades de origem, auxiliando, consequentemente, na busca de soluções que levem ao fortalecimento da pesca nesta região. 

O Projeto de Apoio às Comunidades Pesqueiras Artesanais da Baixada Santista é proposto pelo Instituto de Pesca/SAA-SP, com o objetivo principal de valorização da atividade pesqueira e seus atores na região da Baixada Santista, por meio da elevação do status de conhecimento sobre a atividade pesqueira artesanal das comunidades atingidas pelo incêndio, suscitando a busca de soluções aos entraves desta atividade. O público alvo será composto pelos pescadores artesanais da região da Baixada Santista envolvendo 15 comunidades em 6 municípios: Santos (Ilha Diana, Monte Cabrão e Caruara); São Vicente (Rua Japão); Cubatão (Vila dos Pescadores); Praia Grande (Canto do Forte) e Guarujá (Vicente de Carvalho, Sítio Cachoeira, Santa Cruz dos Navegantes, Praia do Góes, Rio do Meio, Guaiúba, Astúrias e Conceiçãozinha) e Bertioga (Canal de Bertioga). As metas do Projeto são: i. Gestão, coordenação técnica e comunicação do projeto; ii. Monitoramento e caracterização da atividade pesqueira e iii.  Validação ambiental do modelo de negócio.

Ver detalhes do projeto

  Cristiane Rodrigues Pinheiro Neiva      IP

Melhoramento por engenharia genética de variedades comerciais de citros para resistência a doenças bacterianas

n° SGP 2541

Estima-se que anualmente até 40 % das safras de alimentos são perdidas devido a problemas fitossanitários (http://www.fao.org/brasil/noticias/detail-events/pt/c/293049/). Além disso, o constante uso de defensivos vem ocasionado problemas ambientais e aumentando a resistência de pragas e fitopatógenos. Assim, é de extrema importância que novas estratégias sejam adotadas para um controle mais eficiente. Nesse cenário, a citricultura se destaca como de grande importância, uma vez que, o Brasil é o maior produtor de laranja do mundo. Porém, a citricultura vem enfrentando dificuldades devido a grande quantidade de pragas e doenças, o que aumenta o custo de produção e o impacto ambiental. Dentre as doenças bacterianas que mais afetam a cultura destacam-se o Huanglongbing (HLB), Cancro cítrico e Clorose Variegada do Citros (CVC). A partir dos conhecimentos adquiridos em genômica funcional, transformação genética e mais recentemente na edição do genoma, pretendemos nesse projeto Universal, integrar o melhoramento convencional com técnicas avançadas de melhoramento molecular e abordagens biotecnológicas, para geração de variedades com alto desempenho e com resistência a fitopatógenos. Para isso esse projeto será dividido em duas partes; i. Avaliação em condições de campo de variedades comerciais de laranja doce geneticamente modificadas (GM), quanto a resistência a patógenos, desenvolvimento fisiológico e qualidade do fruto; ii. Utilização de CRISPR-Cas9 para edição de genes de suscetibilidade visando resistência ao Cancro Cítrico. Atualmente, variedades comerciais de laranja doce superexpressando genes de resistência a patógenos, oriundos de trabalhos prévios da nossa equipe, encontra-se no campo (LPMA 01250.026812/2018-33). Ainda, vetores CRISPR-Cas9 para edição de três regiões genômicas de genes alvos de suscetibilidade ao cancro cítrico, já foram desenvolvidos pelo nosso grupo, e a tecnologia será aplicada durante o desenvolvimento desse projeto. 

Ver detalhes do projeto

  Alessandra Alves de Souza      IAC

Diretrizes para a promoção do consumo seguro e sustentável de pescado advindo do estuário de Santos, São Paulo.

n° SGP 2538

O estudo objetiva promover o consumo seguro e sustentável do pescado oriundo do estuário de Santos-SP, prospectando as espécies mais interessantes à nutrição humana e com menor risco potencial à saúde e de extinção, bem como, estratégias para valorizá-las. Para o estudo serão considerados os resultados obtidos no projeto Valoriza Pesca, no que tange à “Segurança de Consumo do Pescado” e “Avaliação de Contaminantes”, que definirá os aspectos nutricionais e de contaminação do pescado advindo desta região e, através de consultas ao Centro Nacional de Pesquisa e Conservação da Biodiversidade Marinha do Sudeste e Sul – CEPSUL - ICMBIO e a legislação pertinente, no momento a portaria MMA n. 445, de 17 de dezembro de 2014 (ICMBio 2014), obter informações quanto ao risco de extinção das espécies de interesse. Será realizada uma análise transversal dos dados do Projeto Valoriza Pesca de forma cientificamente robusta e sólida e utilizando-se de padrões e regulamentos vigentes para a qualificação do pescado para o consumo, bem como, guias de recomendações dietéticas reconhecidos, à elucidar os riscos e benefícios a serem considerados no pescado advindo do estuário de Santos-SP no contexto de segurança e nutrição e com auxílio das orientações do ICMBIO-IBAMA, quanto a sustentabilidade. A partir desta análise global pretende-se planear diretrizes para o consumo seguro e sustentável de pescado advindo do estuário de Santos – São Paulo.

Ver detalhes do projeto

  Érika Fabiane Furlan      IP

AcroAlliance: Desenvolivmento da cadeia de valor da macaúba para a bioeconomia global, baseado no uso sustentável da boidiversdade local

n° SGP 2536

Obter óleos refinados da polpa e da amêndoa de macaúba. Obter fibras dietéticas da torta da polpa de macaúba. Obter concentrados de proteína isolados da torta de amêndoa.Obter sistemas funcionais baseado em macaúba.

Explorar os resultados do projeto para aumentar a capacidade de inovação e a integração do conhecimento. Publicação de artigos científicos, relatórios, apresentação em congressos. Redigir sugestões de politica de desenvolvimento da rede de valor da macaúba. Avaliar o potencial de inovação dos resultados do projeto e apoiar parceiros na exploração sustentável dos resultados.

Ver detalhes do projeto

  Roseli Aparecida Ferrari      ITAL

Variabilidade espaço-temporal de respostas fisiológicas e aclimatação em plantas de arroz sob salinidade

n° SGP 2531

Os mecanismos responsáveis pela aclimatação das plantas aos estímulos externos ainda permanecem pouco conhecidos, o que limita a manipulação desses processos para a obtenção de fenótipos com maior resiliência a estresses ambientais. Parte dessa limitação se deve ao fato de que tais respostas ocorrem em diferentes escalas de tempo e com diferentes sensibilidades locais nos diversos módulos que formam as plantas (ex. folhas em diferentes posições espaciais e com diferentes idades fisiológicas). Isso se deve ao fato de que geralmente estudos dessa natureza são desenvolvidos em plantas modelo sob condições controladas e raramente envolvem uma perspectiva integradora

Neste contexto, o foco do presente estudo é desenvolver uma abordagem integrativa das relações entre a planta e seu ambiente, utilizando como modelo de estudo plantas de arroz submetidas a condições de salinidade, que é um forte limitador da produção agrícola em áreas de várzea. A partir de experimentos delineados baseados em perguntas específicas, pretende-se testar a hipótese principal de que a variabilidade espaço-temporal das respostas à salinidade possui uma estreita relação com a capacidade de aclimatação de plantas de arroz às condições adversas. Pretende-se demonstrar que uma alta variabilidade espaço-temporal confere maior resiliência às plantas, especialmente sob condições de estresse recorrente e/ou diferentes níveis de controle ambiental, quando efeitos da memória da planta podem emergir na forma de uma nova propriedade ou característica fisiológica. As análises serão realizadas em diferentes órgãos da planta (dimensão espacial) avaliando desde alterações epigenéticas, expressão de genes do ritmo circadiano, atividade de enzimas antioxidantes, dinâmica metabólica e das trocas gasosas e crescimento. As avaliações serão realizadas com frequência de amostragem (dimensão temporal) ao longo da evolução das respostas à salinidade, em função do tempo.

Ver detalhes do projeto

  Eduardo Caruso Machado      IAC

CACAU E CHOCOLATES ?BEAN TO BAR?: CONTAMINANTES INORGÂNICOS E MICOTOXINAS

n° SGP 2529

Tem crescido o interesse e a valorização por chocolates menos industrializados denominados “Bean to Bar” (da amêndoa à barra) com apelo de ser mais natural, produção artesanal, cuidadosa e sustentável. Sua produção é em menor escala que a industrial, com a utilização de equipamentos alternativos e com escolha cuidadosa do cacau de origem controlada e com maior valor agregado. Estes produtos prezam pela qualidade do produto final e pelas questões socioambientais. Porém, estudos recentes indicam ocorrência de contaminação do cacau pela presença de contaminantes inorgânicos e micotoxinas e, além disso, os microrganismos presentes no ambiente, no fruto e nos utensílios podem interferir no sabor do chocolate. As principais fontes de contaminação pelos contaminantes inorgânicos estão relacionadas à sua presença no meio ambiente, sendo fortemente relacionada à região onde o cacau é cultivado; enquanto que as micotoxinas podem ser formadas na etapa de secagem do cacau. Para proteger a saúde pública e garantir a oferta de produtos seguros ao consumidor é de extrema importância um estudo que mapeie os níveis de contaminantes inorgânicos e micotoxinas em amêndoas de cacau e avalie a ocorrência destes contaminantes em chocolates. Dessa forma, no presente projeto pretende-se: i) avaliar a presença dos contaminantes inorgânicos (As, Cd, Cu e Pb) e micotoxinas (ocratoxina A e aflatoxinas B1, B2, G1 e G2) em amêndoas de cacau das principais regiões produtoras de chocolate “Bean to Bar” do Brasil, como a Bahia, o Pará e o Amazonas e do Equador (província de Manabí); ii) avaliar a transferência de micotoxinas e contaminantes inorgânicos no processo de produção de chocolate “Bean to Bar” a partir de amêndoas de cacau; iii) calcular a estimativa de ingestão e/ou exposição a estes contaminantes decorrente do consumo por crianças e adultos. Ao final deste estudo espera-se contribuir com o conhecimento dos níveis de contaminantes durante o processamento de cacau para produção de chocolates “Bean to Bar”.

Ver detalhes do projeto

  Marcelo Antonio Morgano      ITAL

O cenário da atividade pesqueira e aquícola na represa de Três Marias e os impactos ocorridos em virtude do desastre ambiental pelo rompimento da barragem da mineradora VALE S.A. em Brumadinho (MG/Brasil)

n° SGP 2527

As barragens hidrelétricas formam grandes represas de águas, que possibilitam, além da geração de energia elétrica, uma diversidade de possibilidades de usos múltiplos, como a pesca profissional e amadora, recreação e lazer, turismo, piscicultura, entre outras oportunidades. Em 2015, o Estado de Minas Gerais foi palco da, já considerada, maior catástrofe ambiental ocorrida no Brasil, com o rompimento da barragem das empresas Samarco, Vale e BHP no município de Mariana - MG em 05/11/2015, e, poucos anos após, no dia 25/01/2019, a Barragem 1 (B1) da Mina do Córrego do Feijão, da empresa mineradora Vale, que se rompeu no município de Brumadinho. Nesse desastre houve o carreamento de cerca de 11,7 milhões de metros cúbicos de rejeito (i.e. lama), atingindo e percorrendo todo o Rio Paraopeba e chegando até a represa de Três Marias. O presente trabalho tem como objetivo descrever os principais impactos socioambientais e econômicos sofridos pela atividade pesqueira e aquícola nos municípios do entorno da represa de Três Marias, após o rompimento da Barragem I da Mina do Córrego do Feijão em Brumadinho (MG – Brasil). Este tipo de estudo é estratégico e necessário para apoiar a reparação aos atingidos e propor políticas públicas e instrumentos de gestão. Isto garantirá a sobrevivência das atividades de pesca e aquicultura com sustentabilidade, tornando-se importante instrumento de apoio para os envolvidos, sinalizando à sociedade e ao poder público a abrangência do desastre, e as potencialidades dos setores pesqueiros e aquícolas para a região.

Ver detalhes do projeto

  Cláudia Maris Ferreira Mostério      IP

Monitoramento climático para controle de doenças fúngicas em batata (var. Ágata)

n° SGP 2526

O Cultivo da batata, é altamente praticado na região de Casa Branca (SP), com grandes áreas de cultivo irrigado. Sabe-se que essa cultura é altamente acometida por doenças fúngicas, que são favorecidas pelo microclima devido ao manejo irrigado e o controle de tais doenças atualmente é feito de forma preventiva com doses ja pré estabelecidas de produtos agroquímicos. Esse controle vem sendo realizado há vários anos, sem alterações em doses ou outras formas alternativas de controle devido ao risco de perdas de produtividde ou qualidade do produto, prejudicando o mercado. 

Os objetivos desse projeto são: monitorar a ocorrência de doenças; testar volumes de produtos (diferentes do usados normalmente) para controle de doenças; monitorar condição climática sob pivô, em dois ambientes, pois embora seja sob o mesmo pivô, supõe-se que ocorra formação de microclima devido a declividade do terreno; analisar controle de doenças com doses diferentes e ao final poder relacionar ocorrência de doenças x clima (temperatura, precipitação, umidade relativa do ar) e a capacidade de controle das mesmas.

Metodologia e Atividades propostas

Cada tratamento será composto por blocos de 5 ruas com 5 metros. As avaliações serão realizadas nas 3 ruas centrais sendo que as duas ruas laterais de cada bloco, serão consideradas bordaduras. As plantas das 3 linhas centrais serão consideradas as repetições.

Esse esquema será montado em dois pontos, embaixo do pivô.

 

- Tratamentos

- Testemunha -  controle 100% da dose, conforme rotina da propriedade;

- T1-  aplicação de 75% da dose total – em todas as aplicações;

- T2 - aplicação de 50% da dose total – em todas as aplicações;

- T3 – aplicação alternada – uma sim, outra não (seguindo rotina da testemunha), com 100% da dose;

- T4 – Controle alternado -  químico (dose cheia) – biológico (sugestão do Luciano).

Obs. Em caso de aplicação aérea, deverá ser mantida em todas as parcelas, devido a impossibilidade de evitar aplicação em tais parcelas. No entanto, caso haja essa aplicação, a próxima será de acordo com os tratamentos propostos.

- Monitoramento de doenças

O monitoramento de doenças será realizado por um funcionário da propriedade já treinado, seguindo a rotina já estabelecida. Será observada a presença ou não da doença e a porcentagem de infecção a cada 4 dias.

- Avaliação pós-colheita 

Os tubérculos de cada tratamento, 3 linhas centrais, serão colhidos e acondicionados em recipientes apropriados, separados por tratamento e encaminhados para laboratório (Instituto Agronômico, Campinas), para as seguintes avaliações: fitossanidade, número, tamanho, peso e diâmetro médio de tubérculos por tratamento.

Correlação entre tratamentos, condição dos tubérculos e clima

- Nesse item, serão realizadas: * análises estatísticas dos resultados obtidos, com objetivo de identificar variações entre os tratamentos e o controle de doenças;

* Identificação das condições climáticas favoráveis à ocorrência de doenças, com objetivo de quantificar o momento favorável para início do aparecimento das mesmas e o momento em que as mesmas começam a causar danos considerados prejudiciais a cultura.

-Monitoramento climático

Serão monitoradas duas áreas com cultivo de batata (variedade Ágata). Em cada área será instalada uma estação meteorológica automática para obtenção dos dados de clima (temperatura, precipitação e umidade relativa do ar), visando identificação de diferentes microclimas devido a declividade do terreno. Também será feita a validação entre dados climáticos observados e dados previstos durante o período de cultivo (ciclo).

       - Boletim Climático mensal – emitido sempre na primeira semana, com dados do mês anterior, das estações meteorológicas instaladas na propriedade;

Ver detalhes do projeto

  Angelica Prela Pantano      IAC

APLICAÇÃO DE TECNOLOGIAS DRUL BIORHIZA NA PRODUÇÃO DO CAPIM MARANDU

n° SGP 2522

Vários produtos para estimular o crescimento de plantas têm sido amplamente aplicados na produção agrícola, e desempenham um papel importante, no crescimento e desenvolvimento das plantas, principalmente em culturas de alto nível tecnológico. Dessa forma, no presente estudo pretende-se avaliar o desempenho agronômico da braquiária Marandu e o seu rendimento com uso das tecnologias Drul Biorhiza. O experimento será conduzido no Laboratório de Forragicultura e Nutrição Animal pertencente ao Centro de Pesquisa em Nutrição Animal e Pastagem do Instituto de Zootecnia, localizado no município de Nova Odessa/SP. Estes serão alocados às unidades experimentais (piquetes de 300 m2) em um delineamento de blocos completos casualizados com 3 repetições, totalizando aproximadamente 1.200 m2 de área experimental. Os tratamentos corresponderão à T0­ – Sem adubação nitrogenada; T1 – 120 kg ha-1 de nitrogênio (Nitrato de amônio); T2 – 60 kg ha-1 de N + 2 L ha-1 de Vivax + 5 L ha-1 de Agrius e T3 – 2 L ha-1 de Vivax + 5 L ha-1 de Agrius aplicados no início do experimento. A adubação referente aos outros nutrientes menos o nitrogênio será a mesma para todos os tratamentos de acordo com o Boletim 100 - IAC. A instalação deverá ocorrer em novembro/dezembro de 2021. Os resultados serão submetidos à análise de variância (Programa SAS) teste F (P<0,05) utilizando-se os fatores entre produtos para comparação de médias.

Ver detalhes do projeto

  Waldssimiler Teixeira de Mattos      IZ

Plano de Desenvolvimento Institucional em Pesquisa Instituto de Tecnologia de Alimentos - Ital

n° SGP 2520

Tendo em vista as demandas por pesquisa e inovação e a infraestrutura e capacitação hoje disponíveis no Instituto, o Plano de Desenvolvimento Institucional em Pesquisa - PDIP do ITAL focará em duas áreas estratégicas, a saber:

a. Segurança e Saudabilidade de Alimentos,

b. Inovação em Produtos e Processos

Há grande interação/sobreposição entre estas áreas, pois grande parte das inovações é voltada à melhoria do perfil nutricional de alimentos enquanto novos processos e embalagens requerem avaliação de segurança. Entretanto, esta divisão facilita a identificação de obstáculos e barreiras para proposição da estratégia do PDIP.

Segurança e Saudabilidade de Alimentos

Esta área pode ser subdividida em três Temas Centrais:

  • Investigação da Contaminação Química de Alimentos,
  • Redução da Contaminação Microbiológica de Alimentos,
  • Melhoria de Aspectos Nutricionais.

Inovação em Produtos e Processos

Esta área pode ser subdividida em quatro Temas Centrais:

  • Desenvolvimento de Ingredientes,
  • Novos Produtos, Processos e Formulações,
  • Novos Materiais e Embalagens,
  • Novos produtos e ingredientes a partir do aproveitamento de resíduos da indústria de alimentos

    O Plano de Desenvolvimento Institucional em Pesquisa do ITAL está estruturado em cinco pilares:

  • Ampliação da infraestrutura em equipamentos analíticos e linhas piloto;
  • Aplicação da infraestrutura para geração de conhecimento novo e apoio à inovação por meio do fomento a projetos via bolsas como item orçamentário;
  • Capacitação da equipe, com o incremento de novas competências essenciais;
  • Orientação da contrapartida orçamentária para o sucesso de PDIP;
  • Potencialização dos instrumentos e ferramentas de transferência de conhecimentos e tecnologias, inclusive via Núcleo de Inovação Tecnológica - NIT (gestão de projetos e da propriedade intelectual, consultorias, comunicação, treinamento e apoio a startups).
Ver detalhes do projeto

  Eloisa Elena Correa Garcia      ITAL

DINÂMICA DOS BIODEPÓSITOS ORIGINADOS DE CULTIVOS DE MEXILHÕES Perna perna NO LITORAL DO ESTADO DE SÃO PAULO

n° SGP 2516

A dinâmica espacial e temporal dos biodepósitos no sedimento próximo a um cultivo de mexilhões localizado na Praia da Cocanha, Caraguatatuba (SP) será estudada experimentalmente, visando a subsidiar a proposição de medidas mitigatórias dos impactos causados pela mitilicultura sobre o ambiente bentônico. Os biodepósitos serão quantificados pelos teores de carbono e nitrogênio totais, matéria orgânica total e sulfetos ácidos voláteis. No Experimento 1 será estudada a dinâmica espacial dos biodepósitos no sedimento próximo a um long-line de cultivo de mexilhões com no mínimo 2 anos de operação. Para tal, amostras de sedimento serão coletas mensalmente, durante três meses, em pontos demarcados nas proximidades do long-line, definidos por meio de um estudo hidrodinâmico prévio, e em um ponto situado em local sem influência do cultivo. No Experimento 2 será estudada a dinâmica temporal dos biodepósitos no sedimento próximo a um long-line recém-instalado, através amostragens trimestrais do sedimento em pontos demarcados de acordo com os resultados do primeiro experimento. No Experimento 3, pretende-se determinar o tempo necessário para que os biodepósitos do sedimento adjacente a um long-line com no mínimo 2 anos de operação, sejam dispersados após a sua retirada, através amostragens trimestrais do sedimento, também em pontos demarcados de acordo com os resultados do Experimento 1. Os sedimentos serão amostrados com auxílio de um pegador de fundo e armadilhas de sedimento, sendo analisados em laboratórios terceirizados. Modelo numérico hidrodinâmico tridimensional será processado para todo o período de realização do projeto, de modo a determinar as variações espaço-temporais de correntes, temperatura e salinidade na região de interesse. Os dados serão comparados por ANOVA de duas vias para as variáveis distância e tempo.

 

Ver detalhes do projeto

  Helcio Luis de Almeida Marques      IP
  Sobre

O SGP (Sistema de Gestão de Pesquisa) foi implementado em todas as unidades APTA, para centralizar o controle de todos os projetos desenvolvidos sob sua supervisão. [Ler mais]

Endereço APTA – São Paulo

Praça Ramos de Azevedo, 254, 2º andar - República, São Paulo - SP

Fone : (11) 5067-0447 e 5067-0427

  Endereço APTA – Campinas

Avenida Barão de Itapura, 1481 - Botafogo, Campinas - SP

Fone : (19) 2137-8930