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Avaliação de protocolos de processamento de amostras clínicas sugestivas de tuberculose bovina para isolamento de Mycobacterium bovis

n° SGP 1775

A tuberculose bovina é uma enfermidade zoonótica, granulomatosa crônica, causada pelo Mycobacterium bovis. Esta bactéria possui a maior diversidade de hospedeiros domésticos e silvestres dentro do Complexo Mycobacterium tuberculosis ao qual pertence, causando portanto, graves prejuízos econômicos ao setor agropecuário e de saúde pública. O isolamento do agente é considerado padrão ouro de diagnóstico, embora possa ser difícil, principalmente em lesões paucibacilares. Devido a esta dificuldade, uma ampla-gama de pré-tratamentos e de procedimentos de processamento (homogeneização, descontaminação e concentração) e o uso de um meio de cultura que iniba a contaminação por outros microrganismos são empregados para facilitar a recuperação das micobactérias da amostras clínica. Desta forma, o presente estudo tem por objetivo avaliar diferentes protocolos de centrifugação, e descontaminação das amostras, com a finalidade de aumentar a sensibilidade da técnica e melhorar o diagnóstico da tuberculose bovina.

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  Cristina Corsi Dib      IB

Dinâmica dos territórios e agricultura familiar no Estado de São Paulo: produção, mercados e segurança alimentar e nutricional nos municípios.

n° SGP 1772

Considerando o lugar central da agricultura familiar paulista na garantia da qualidade do abastecimento e segurança alimentar e nutricional no país, tem-se por objetivo analisar e divulgar informações estratégicas sobre as recentes ações e práticas destinadas à produção, comercialização e implementação de políticas públicas ao setor. A intenção é apresentar análises sobre temáticas que envolvem a dinâmica da agricultura familiar em municípios do Estado de São Paulo. A pesquisa apresenta caráter exploratório qualitativo e referencial teórico da pesquisa participante. Almeja-se levantar informações primárias e secundárias a respeito do perfil dos sistemas técnicos de produção local, a inserção social por meio das compras institucionais e a atuação dos Conselhos municipais, em especial, o papel os Conselhos Municipais de Segurança Alimentar e Nutricional. Para a realização da síntese analítica e elaboração de artigos de divulgação, utilizar-se-á o método de triangulação, o que incluirá o cruzamento das múltiplas fontes de informações trabalhadas durante a investigação: entrevistas com informantes-chave (agricultores e gestores públicos) aliado aos dados e documentos disponíveis em bancos oficiais e públicos

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  Soraia de Fátima Ramos      IEA

Avaliação de diferentes estratégias de manejo da sarna da batata no Brasil

n° SGP 1769

    As tentativas de controle da sarna têm sido efetuadas de várias maneiras, como utilização de produtos químicos, irrigação do terreno após o início da tuberização, adição de matéria orgânica ao solo, tolerância de variedades, aumento da acidez do solo, rotação de culturas, controle biológico e nutrição das plantas. Dessa forma, inúmeros trabalhos visando o controle da sarna estão descritos na literatura mundial, entretanto, os resultados obtidos são muito limitados, principalmente devido às condições de cultivo da batata e a complexidade de fatores envolvidos no processo da doença tais como a densidade de inóculo no solo, espécie de patógeno envolvida, variedades de batata e condições ambientais (umidade e temperatura do solo).

     Na realidade, nenhuma das práticas mencionadas tem possibilitado o controle efetivo da doença se empregada isoladamente.

    Com a grande frequência da ocorrência da sarna no cultivo da batata no Brasil, o produtor vem procurando técnicas para controlar a doença e a grande variabilidade patogênica de diferentes espécies Streptomyces dificulta a obtenção de sucesso dos vários métodos existentes. Consequentemente, na maioria das vezes, o produtor utiliza alternativas, como o uso do controle químico (D’AGOSTINO; MORANDI, 2008). Embora existam alguns trabalhos na literatura mundial versando sobre o controle químico de Streptomyces, não há estratégia de controle da sarna da batata baseada na utilização de defensivos, uma vez que os compostos químicos utilizados atualmente têm mostrado variação no grau de eficácia, relação custo/benefício, além dos diversos fatores que influem no desenvolvimento da sarna.

            Com relação ao controle biológico da sarna, há alguns relatos por meio da utilização de agentes antagônicos (ex. Streptomyces melanosporofaciens, S. diastatochromogenes, S. albidoflavus, Bacillus sp., Pseudomonas sp.,Trichoderma sp.), entretanto não há resultados conclusivos. Importante ressaltar que os resultados até o momento indicam que métodos de controle biológico não são efetivos se aplicados isoladamente, isto é, devem ser aplicados em combinação com outras formas de manejo da cultura.

            Uma outra estratégia de biocontrole seria a utilização de bactérias promotoras de crescimento de plantas (BPCP). Essas bactérias são residentes epifíticas ou endofiticas, não patogênicas, que atuam diretamente promovendo o crescimento ou indiretamente como agentes de controle biológico de doenças de plantas. Nesse sentido, a investigação da resposta de defesa da planta frente ao patógeno torna-se uma questão de suma importância para um melhor entendimento desse patossistema.

 

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  Suzete Aparecida Lanza Destefano      IB

Caracterização da fitotoxina taxtomana A produzida por linhagens de Streptomyces spp. E avaliação da resistência de cultivares comerciais de batata à sarna da batata

n° SGP 1768

A batata é uma cultura de grande importância econômica e um dos alimentos mais completos em temos nutricionais, representando o quarto principal cultivo, após o arroz, milho e trigo (FIERS et al., 2012). Devido às suas características nutricionais a batata é um dos vegetais mais importantes na dieta de muitos países e além disso, é um alimento de fácil cultivo com alto rendimento por área, quando comparada a outros alimentos e com demanda crescente da sua produção (FAO, 2010).  
 Mesmo que a produtividade da batata esteja aumentando, ainda é considerada baixa devido a doenças em que ela é suscetível sendo causadas principalmente por bactérias. Dentre as doenças bacterianas, a sarna da batata, causada por diferentes espécies de Streptomyces, é uma das mais comuns e economicamente importantes (HOOKER, 1981). Essa doença já foi relatada em grande parte das áreas produtoras de batata no mundo e tem por característica a depreciação do produto devido à formação de lesões nos tubérculos, tanto superficiais quanto profundas. As perdas econômicas causadas afetam diversos setores, não só o mercado de produto fresco, mas também a produção de batata semente e batata processada (batata frita e chips) (WANNER; KIRK, 2015). 
O gênero Streptomyces está composto por 668 espécies (EUZÉBY, 2013), sendo que sua grande maioria é saprófita habitante do solo, produzindo enzimas hidrolíticas com importante papel no ciclo de carbono (LORIA; KERS; JOSHI, 2006). Ainda, essas bactérias produzem metabólitos secundários como antibióticos, antifúngicos e agentes antitumorais; e podem também atuar no controle biológico de fungos e bactérias (EVANGELISTA-MARTINEZ, 2014; LIU; ANDERSON; KINKEL, 1995; WANNER; KIRK, 2015). As bactérias do gênero Streptomyces são filamentosas, Gram positivas com alta proporção de citosina e guanina no DNA (66 a 78%) e produzem esporos (WANNER; KIRK, 2015). 
A principal espécie causadora da sarna comum da batata e amplamente distribuída no mundo é Streptomyces scabiei (LAMBERT; LORIA, 1989), entretanto, outras espécies associadas a essa doença também já foram descritas. Embora existam diferentes espécies de bactérias deste gênero que causam sintomas semelhantes, um dos fatores chave dessa virulência é a toxina denominada de taxtomina A (STEWART; GLOBIG, 2011). 
Durante os últimos 20 anos, diversas revisões abordaram a seleção in vitro de genótipos de plantas resistentes a doenças (WENZEL, 1985; DAUB, 1986) e a utilização de fitotoxinas na seleção de plantas resistentes a fitopatógenos (DURBIN, 1981; HENSEL; HOLDEN, 1996; WALTON, 1996; HUANG, 2001). O avanço da biotecnologia e a utilização destes compostos fitotóxicos podem auxiliar na seleção de plantas resistentes ao patógeno. Assim, uma direção interessante para estes estudos é a seleção de material vegetal resistente em sistemas in vitro e a consequente aplicação no controle genético da doença (LEBEDA et al., 2001). A resistência varietal representa uma das principais formas de controle de doenças. O controle genético proporciona redução no uso de defensivos e o consequente aumento de lucro para o produtor. A sarna da batata era uma doença considerada por muitos anos sem importância no Brasil, mas recentemente, a sua importância vem crescendo estrondosamente. 

O objetivo do trabalho é caracterizar a fitotoxina taxtomina A produzida por diferentes linhagens de Streptomyces e avaliar a resistência de variedades comerciais de batata à sarna da batata. 

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  Suzete Aparecida Lanza Destefano      IB

INFLUENCIA DA LINHAGEM NA CRIAÇÃO DE POEDEIRAS NAO DEBICADAS E ALIMENTADAS COM DIETAS CONTENDO EXTRATOS VEGETAIS CALMANTES

n° SGP 1767

O objetivo do trabalho será avaliar o efeito de extratos vegetais calmantes (EV- valeriana, maracujá doce, camomila e capim cidreira) no desempenho, características econômicas, na qualidade de ovos, no bem estar, no comportamento e na imunidade de galinhas poedeiras debicadas ou não. Para isto, serão utilizados 432 pintos de um dia de idade, fêmeas, de duas linhagens comerciais (mais e menos agressiva), que a partir da 13ª semana de idade serão distribuídos em esquema fatorial 2x2x3 (duas linhagens; com ou sem debicagem e três níveis de inclusão de extratos vegetais calmantes (0, 1 e 2%) com seis repetições de seis aves cada. Os parâmetros de desempenho produtivo avaliados serão: idade à maturidade sexual (5% de postura), produção e peso dos ovos, consumo de ração, conversão alimentar (consumo/dz e kg de ovos) e porcentagem de ovos quebrados, do início de produção durante 4 ciclos de 28 dias. Serão verificados parâmetros de qualidade de ovos: gravidade específica, percentagem de gema, percentagem de albume, percentagem de casca, espessura da casca, unidades Haugh, índice gema e coloração da gema . Ao final do experimento amostras de sangue de uma ave por parcela serão coletadas para avaliação de oxidação lipídica das aves, relação hidrófilo: linfócito, níveis plasmáticos de corticosterona e título de anticorpos contra doença da Síndrome da New Castle. As características de vida de prateleira dos ovos serão avaliadas por ovos coletados no último dia do experimento e armazenados por 14 dias. Serão realizadas análise de peroxidação lipídica dos ovos, colesterol e lipídeos totais nas gemas. Com relação ao comportamento serão observados e registrados tempo em imobilidade tônica (TIT), observação das atividades realizadas segundo etograma e  ferimentos corporais. A análise econômica será avaliada utilizando-se o índice nutricional bio-econômico. A análise dos dados será realizada utilizando-se programa estatístico SAS 9.2 (2004). Os dados de desempenho e qualidade de ovos serão analisados por ANOVA e comparados pelo teste de Tukey ao nível de 5% de significância. As análises estatísticas não paramétricas de atividades realizadas e escores corporais das aves serão feitas pela comparação de médias pelo teste de Qui-quadrado a 5% de probabilidade. Para as análises estatísticas dos resultados obtidos será utilizado o procedimento GLM do SAS. Para se verificar a significância entre as médias dos tratamentos será utilizado o teste de Tukey a 5% de probabilidade.

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  Christine Laganá      Apta Regional / IB

PERFIL DO EMPREENDEDOR E HÁBITOS DE CONSUMO NO COMÉRCIO INFORMAL DE CAFÉ

n° SGP 1764

O ciclo recessivo pelo qual atravessa a economia brasileira gerou número recorde de desempregados. A necessidade de empreender se tornou alternativa exclusiva da grande massa das pessoas que pelo desalento deixaram de buscar uma recolocação no mercado formal de trabalho. Nos centros urbanos, particularmente na cidade de São Paulo, tornou-se cada vez mais frequente encontrar “camelôs” com suas banquinhas oferecendo café da manhã aos transeuntes. Este estudo procura caracterizar o perfil desses empreendedores informais, focalizando a distribuição do café, de outras bebidas (leite, suco de laranja), os acompanhamentos (fatias de bolo, salgados) e o hábito de consumo desses itens dos clientes que acorrem a esse serviço de alimentação durante seu deslocamento até o local de trabalho.

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  Celso Luis Rodrigues Vegro      IEA

Estudo da infestação de percevejo-preto em campos comerciais de amendoim, caracterização de danos e testes iniciais de controle químico do inseto

n° SGP 1758

No Brasil são citadas como pragas da cultura do amendoim cerca de 20 espécies de insetos, atacando em alguma fase de desenvolvimento das plantas. Entre as pragas de solo comumente são relatadas em amendoim os percevejos castanhos e o percevejo-preto. O percevejo-preto, Cyrtomenus mirabilis (Perty, 1836) (Hemiptera: Cydnidae) é a principal praga de solo em amendoim. Sua ocorrência tem aumentado nos últimos anos no estado de São Paulo. Esse percevejo também ataca as raízes assim como as espécies de percevejo castanho. No entanto, seu principal prejuízo está relacionado ao ataque em vagens na fase de desenvolvimento dos grãos, na qual ninfas e adultos inserem o estilete de seu aparelho bucal, atingindo os grãos em desenvolvimento. Ao se alimentarem dos grãos, os mesmos tornam-se manchados impróprios para comercialização (Figura 1). Os prejuízos podem ser de grande magnitude se se considerar o mercado de amendoim blancheado (sem pele) e o fato de esses ferimentos servirem como porta de entrada a fungos produtores de aflatoxina. Estudos relacionados a estes insetos em amendoim são escassos e por isso não há um plano de amostragem, nem mesmo medidas de controle eficientes. Uma forma de se identificar a presença do percevejo na área é através de armadilhas luminosas. Armadilhas luminosas são consideradas dispositivos para atração e captura de insetos nas formas aladas e que apresentam fototropismo positivo (que possuem atividade noturna e são atraídos pela luz entre as 19:00 e 05:00 horas), como é o caso dos percevejos. Assim, os objetivos deste projeto são: identificar a(s) espécie(s) que ocorre(m) na cultura do amendoim nas diferentes regiões do Estado de São Paulo; estudar a flutuação populacional de adultos e estratificar a ocorrência em diferentes profundidades no solo em áreas comerciais de amendoim; quantificar os danos do inseto em condições controladas (casa-de-vegetação) e avaliar eficiência de inseticidas no controle e redução dos danos do inseto.

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  Marcos Doniseti Michelotto      Apta Regional / IAC

Obtenção de genótipos superiores de seringueira (Hevea spp.) adaptado a diferentes regiões edafoclimáticas consideradas área de escape ao mal-das-folhas

n° SGP 1755

O caráter mais importante no melhoramento genético da seringueira Hevea brasiliensis (Willd. ex Adr. de Juss) Muell.-Arg. é a produção do látex.  Entretanto, a expressão desse potencial é geralmente influenciada por vários fatores genéticos inerentes à árvore, como vigor, espessura de casca, resistência ao vento, doenças, etc. e por fatores ambientais tais como: práticas de manejo, sistema de sangria, estimulação, densidade de plantio, nutrição, etc.  O programa de Melhoramento Genético adotado pelo Instituto Agronômico (IAC), compreende três etapas de seleção.  Inicialmente, procura-se obter progênies, por via de polinização controlada ou aberta, visando à formação de viveiros de progênies.  Aos dois anos e meio com base em avaliações preliminares de produção através de testes precoces, vigor e tolerância a doenças, os ortetes são selecionados e clonados para serem testados em Experimentos de Avaliação de Clones em Pequena Escala (EAPEs).  Nessa segunda etapa de seleção, após o primeiro ano de sangria, os clones promissores são multiplicados e passam a ser avaliados em Experimentos de Avaliação em Grande Escala (EAGEs).  Com base no exposto o projeto tem como principal objetivo a obtenção de cultivares (clones) superiores de seringueira com alto potencial de produção e vigor, resistentes ao Mal-das-folhas, causado pelo fungo Microcyclus ulei (P. Henn.) v. Arx. para as diferentes regiões do Planalto e litoral do Estado de São Paulo.  O projeto compreende 14 experimentos contemplando três grupos distintos.  O primeiro relacionado Estudo e Seleção de Progênies, o segundo a Avaliação de Clones em Pequena Escala (EAPEs) e um terceiro a Avaliação de Clones em Grande Escala (EAGEs), a maior parte em andamento no Instituto Agronômico (IAC).  Todos envolvem desde a polinização controlada até a liberação final de clones ao nível de produtor.  Na avaliação dos experimentos, dentre outros serão consideradas produção de borracha, vigor doenças de folha e painel de sangria, formato de copa com vistas à resistência a vento e qualidade da borracha produzida.

 

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  Paulo de Souza Gonçalves      IAC

Inovações Tecnológicas Aplicadas a Cultura da Mandioca no Centro Oeste Paulista

n° SGP 1742

O presente Projeto de Pesquisa  será conduzido na Unidade de Pesquisa e Desenvolvimento/Gália-APTA/SAA, tendo como objetivo geral desenvolver, testar e disponibilizar tecnologias aplicadas à cultura da mandioca, com ênfase na região Centro Oeste do estado. Como objetivos específicos visa:  Promover experimentos de competição e validar clones elites de mandioca de indústria do programa de melhoramento genético de mandioca de indústria do Centro de Horticultura, do Instituto Agronômico de Campinas, Da Agência Paulista de Tecnologias do Agronegócio, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do governo do estado de São Paulo; promover alterações nos sistemas de produção, visando a construção de ambientes conservacionistas e de baixo impacto ambiental; estruturar um sistema de produção de baculovirus de mandioca; testar a viabilidade e eficiência do uso de biofertilizantes na cultura da mandioca e disponibilizar ao meio produtivo, por meio de eventos e publicações, os conhecimentos obtidos. 

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  Antonio José Porto      Apta Regional / IAC

IDENTIFICAÇÃO DO VIRUS DA GASTROENTERITE TRANSMISSÍVEL SUÍNA (TGEV) PELAS TÉCNICAS DE MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE TRANSMISSÃO, EM SUÍNOS PROVENIENTES DE MATADOUROS OU DE GRANJAS.

n° SGP 1740

A gastroenterite transmissível (TGE) é uma doença altamente contagiosa e aguda dos suínos, causada pelo vírus da família Coronaviridae, gênero Coronavírus. A forma epizoótica da doença está associada a uma alta mortalidade, podendo alcançar uma taxa de até 100% em leitões com menos de duas semanas de idade e que podem vir a óbito por severa desidratação. Este projeto tem por objetivo detectar a presença do vírus da gastroenterite transmissível suína (TGEV) em amostras provenientes de matadouros ou de casos clínicos de diarreias e vômitos. No Laboratório de Microscopia Eletrônica serão processadas técnicas de microscopia eletrônica de transmissão de contrastação negativa, imunomicroscopia e de imunocitoquímica (imunomarcação com partículas de ouro coloidal), visando contribuir para posteriores exames de rotina dessas viroses nos suínos, determinando as áreas de risco no Estado de São Paulo e colaborando desta maneira com o Agronegócio Suinícola Nacional, dando embasamento a programas sanitários.

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  Marcia Helena Braga Catroxo      IB

DESENVOLVIMENTO DE TÉCNICAS DE MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE TRANSMISSÃO PARA IDENTIFICAÇÃO DE ROTAVÍRUS, EM SUÍNOS PROVENIENTES DE MATADOUROS OU DE GRANJAS.

n° SGP 1739

Os rotavírus são os principais agentes etiológicos de grave diarreia neonatal e do pós desmame dos suínos, ocasionando altos índices de morbidade e mortalidade. São vírus  RNA pertencentes à família Rotaviridae e ao gênero Rotavírus. A rotavirose suína tem um importante impacto econômico na Indústria Suinícola, causando consideráveis prejuízos econômicos às granjas. Os suínos representam um reservatório potencial de transmissão zoonótica para os seres humanos. Este projeto tem por objetivo detectar a presença do rotavírus suíno em amostras provenientes de matadouros ou de casos clínicos de diarreia ou vômitos. No Laboratório de Microscopia Eletrônica serão processadas técnicas de microscopia eletrônica de transmissão de contrastação negativa, imunomicroscopia Eletrônica e de imunocitoquímica (imunomarcação com partículas de ouro coloidal), visando contribuir para posteriores exames de rotina dessas viroses nos suínos, determinando as áreas de risco no Estado de São Paulo e colaborando desta maneira com o Agronegócio Suinícola Nacional, dando embasamento a programas sanitários.

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  Marcia Helena Braga Catroxo      IB

IMPLEMENTAÇÃO DAS TÉCNICAS DE MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE TRANSMISSÃO PARA IDENTIFICAÇÃO DO CIRCOVÍRUS TIPO 2 (PCV-2), EM SUÍNOS PROVENIENTES DE MATADOUROS OU DE GRANJAS

n° SGP 1738

O circovírus suíno tipo – 2 é o agente etiológico de uma patologia emergente, a Síndrome multisistêmica do definhamento do leitão desmamado (SMDLD) ou Síndrome multisistêmica caquetizante pós desmame. A circovirose suína tem sido relatada em vários países, associada ou não a achados patológicos. É considerada uma doença emergente que pode tornar-se um fator limitante para o desenvolvimento da suinocultura mundial, com mortalidade entre 3% a 10%, mas podendo atingir até 35%. Este projeto tem por objetivo detectar a presença do circovírus suíno tipo 2 em amostras provenientes de matadouros ou de casos clínicos. No Laboratório de Microscopia Eletrônica serão processadas técnicas de microscopia eletrônica de transmissão de contrastação negativa, imunomicroscopia eletrônica e de imunocitoquímica (imunomarcação com partículas de ouro coloidal), visando contribuir para posteriores exames de rotina dessas viroses nos suínos, determinando as áreas de risco no Estado de São Paulo e colaborando desta maneira com o Agronegócio Suinícola Nacional, dando embasamento a programas sanitários.

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  Marcia Helena Braga Catroxo      IB

Pesquisa de doenças infecciosas virais em aves por microscopia eletrônica de transmissão

n° SGP 1737

As aves silvestres e de cativeiro são consideradas reservatórios virais e potenciais disseminadores de doenças. Este fato se deve à adaptação de seus membros anteriores ao vôo e à sua característica migratória, possibilitando viagens a longas distâncias, podendo, desta maneira, introduzir viroses de grande importância epidemiológica em locais onde estas não são endêmicas.

            Uma vez introduzidas em um novo local, tais viroses podem ser transmitidas a outras espécies, incluindo as domésticas, as de criações comerciais e de criadouros e, inclusive aquelas que se encontram em extinção, promovendo grandes prejuízos, tanto à economia, quanto aos esforços feitos até hoje para a conservação da natureza.

            Nestas condições, a justificativa deste projeto se apóia nas pesquisas de ultraestrutura e imunomicroscopia eletrônica com o intuito de estabelecer diagnóstico seguro, obtendo dados significativos que levem ao estabelecimento de condutas adequadas de controle e prevenção dos agentes patogênicos que causam doenças em diversas espécies aviárias.

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  Marcia Helena Braga Catroxo      IB

Estudos ultraestruturais e imunoeletromicroscópicos na diagnose e pesquisa de patologias animais casadas por vírus e organismos procariontes

n° SGP 1736

Os materiais enviados, provenientes de diversas espécies de animais de produção, serão processados pelas técnicas de contrastação negativa (preparação rápida), imunomicroscopia eletrônica, imunocitoquímica (imunomarcação com partículas de ouro coloidal) e de inclusão em resina para microscopia eletrônica de transmissão.

            O projeto visa detectar a presença de agentes virais, além de estudar as alterações citológicas, morfologia do agente (características e dimensões) e sua relação com as organelas e estruturas celulares objetivando sua identificação ou reconhecimento de seu grupo taxonômico.

            Os resultados desses estudos bem como a divulgação da freqüência com que ocorrem as doenças infecciosas de origem viral serão de extrema importância, uma vez que propiciam subsídios para a implantação de sistemas de controle e estudos epidemiológicos, visando minimizar as perdas econômicas na pecuária, bem como a melhoria dos sistemas de saúde, de prestação de cuidados à saúde dos animais e da comunidade.

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  Marcia Helena Braga Catroxo      IB

Modificação da manteiga de cacau visando melhorar suas propriedades físicas e térmicas

n° SGP 1735

Dentre as matérias-primas que compõem o chocolate, a manteiga de cacau é uma das mais importantes. Representa a fase contínua do produto, servindo de matriz dispersante para as partículas sólidas de cacau, açúcar e leite, sendo responsável por diversas características de qualidade no produto final como dureza e quebra à temperatura ambiente (snap), completa fusão na boca, contração durante o desmolde, brilho e rápido desprendimento de aroma e sabor na degustação (LUCCAS, 2001; TIMMS, 2003). É também uma das matérias-primas mais caras, podendo participar com 28 a 40% da composição, correspondendo de 25 a 36% do custo do produto acabado.  É sabido que algumas manteigas de cacau apresentam propriedades físicas indesejáveis, sobretudo devido à sua baixa curva de sólidos, tornando-o chocolate macio e reduzindo o seu valor comercial. O objetivo central desta pesquisa é estudar técnicas capazes de modificar a manteiga de cacau e melhorar as suas propriedades físicas e térmicas. 

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  valdecir luccas      ITAL

CONTROLE BIOLÓGICO DE Sphenophorus levis EM CANA-DE-AÇÚCAR COM FUNGOS ENTOMOPATOGÊNICOS

n° SGP 1726

Sphenophorus levis (Coleoptera: Curculionidae), é uma importante praga dos canaviais no estado de São Paulo, Brasil. As larvas desse inseto destroem rizoma da planta, causando prejuízos da ordem de 30 toneladas de cana por hectare, além de reduzir a longevidade do canavial. O controle biológico desta praga é uma ferramenta importante no manejo integrado. Dessa forma, os objetivos dessa pesquisa são: desenvolver iscas atrativas aos adultos de S. levis a partir de materiais fermentativos da cana-de-açúcar como torta de filtro, bagacilho, bagaço, colmo de cana ou com substâncias atrativas a partir do caldo de cana. Testar a compatibilidade e estabilidade dos isolados IBCB 383 de M. anisopliae e IBCB 170 de B. bassiana nas iscas para S. levis. Avaliar a eficiência da isca atrativa em condições de campo em conjunto com aplicações dos fungos em área total para controle de adultos de S. levis durante diferentes épocas do ano. 

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  José Eduardo Marcondes de Almeida      IB

ESTUDO DE NOVA FORMULAÇÃO DE Metarhizium anisopliae PARA O CONTROLE DE CIGARRINHA-DE-RAIZ (Mahanarva fimbriolata) NA CULTURA DE CANA-DE-AÇÚCAR

n° SGP 1725

A presente proposta de trabalho contempla o estudo de uma nova formulação granular contendo microescleródios de Metarhizium anisopliae desenvolvida e patenteada pelo United States Department os Agriculture (USDA) e adquirida pela empresa Koppert Biological Systems para ser usada em cultura de cana-de-açúcar no controle de cigarrinha-de-raiz.  - Estudar a formulação contendo microescleródios de M. anisopliae para seu uso no controle de cigarrinha-de-raiz na cultura de cana-de-açúcar. Determinar as melhores condições ambientais (temperatura, umidade e radiação UV) da formulação contendo microescleródios de M. anisopliae a fim de avaliar o efeito da germinação do micro-organismo e consequentemente obter alta performance no controle de cigarrinha-de-raiz; Determinar as dosagens mínimas e máximas da formulação para o controle de cigarrinha-de-raiz em condições laboratoriais e de campo, bem como a frequência de aplicação do produto; Avaliar a vida de prateleira (Shelf-life) do produto sob diferentes temperaturas.

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  José Eduardo Marcondes de Almeida      IB

Estudos epidemiológicos e manejo de vírus transmitidos pelo complexo "mosca branca" em tomateiro no cinturão verde de São Paulo : assentamento rural chácara Santo Ângelo

n° SGP 1722

A principal área fornecedora de hortaliças para a capital paulista, entre elas tomate (Solanum lycopersicon), se encontra no cinturão verde de São Paulo (Mogi das Cruzes, Ibiúna, Suzano, entre outras). Nestas áreas a cultura de tomateiro é feita por pequenos produtores, em pequena escala de forma intensiva sendo comercializado principalmente nos CEAGESP e CEASA´s da Região. No entanto, nos últimos anos, danos indiretos provocados por fitovírus principalmente os transmitidos por mosca branca, tanto Bemisia tabaci (Biotipo B ou MEAM 1) como Trialeurodes vaporiarorium (“mosca branca da casa de vegetação”), tem auxiliado na redução da produção e na qualidade do produto final, desta forma prejudicando os produtores. Entre os begomovírus que atacam a cultura no Brasil, se encontram o Tomato yellow vein streak virus (ToYVSV), causando prejuízos expressivos aos produtores em diversas áreas de plantio de tomateiros em Monte Mor, Elias Fausto e Sumaré, SP, sendo também detectada em lavouras de outras hortaliças (batata, pimentão, berinjela), o Tomato severe rugose vírus (ToSRV), que vem predominando no Estado de São Paulo, juntamente com um crinivírus, Tomato chlorosis virus (ToCV). O presente projeto tem o objetivo de estudar aspectos epidemiológicos destes vírus e de seus insetos vetores em áreas de produção de tomate na região de Mogi das Cruzes, permitindo assim, determinar algumas táticas de manejo junto a pequenos produtores no assentamento rural Chácara Santo Ângelo, este, que é o maior assentamento da região com 532,25 hectares e aproximadamente 400 famílias

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  FERNANDO JAVIER SANHUEZA SALAS      IB

Epidemiologia de fitovírus em espécies da vegetação espontânea do Parque Nacional da Serra do Cipó (encerrado)

n° SGP 1720

A presente proposta de trabalho refere-se à realização de um estudo sobre aspectos gerais da incidência de fitovírus (i.e., vírus ocorrentes plantas) em uma das mais importantes Unidades de Conservação do Brasil, que é O Parque Nacional da Serra do Cipó, MG. Até o momento, nenhum estudo foi realizado acerca da relação entre fitovírus / ecossitemas naturais no Brasil, especialmente em UCs. Assim, tendo em vista que a UNIP já vem realizando estudos botânicos no PARNA do Cipó (p.e., o “Guia de identificação das pteridófitas da Serra do Cipó”, sob coordenação do botânico Mateus Paciencia, curador do Herbário UNIP), propõe-se aqui estabelecer uma parceria entre a UNIP e o Instituto Biológico de São Paulo, visando a elucidação de questões relacionadas aos mecanismos reguladores da incidência de vírus nas plantas do Cipó e áreas agrícolas adjacentes. Acredita-se que os produtos gerados por este estudo poderão ser ferramentas fundamentais para o planejamento de ações conservacionistas na área, bem como para a proposição de melhorias de manejo e produção agrícola nas zonas que cercam o Parque. 

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  FERNANDO JAVIER SANHUEZA SALAS      IB

Transmissão de vírus de plantas por insetos

n° SGP 1719

O projeto propõe-se a contribuir para o conhecimento da biologia de alguns insetos-vetores de vírus, investigar as diferentes associações vírus-vetor e fornecer subsídios para estudos epidemiológicos. Considerando que uma das metodologias empregadas no combate as doenças de etiologia viral consiste no controle dos vetores, o conhecimento de sua interação com a planta hospedeira tem papel fundamental na minimização de danos nas regiões produtoras. Neste projeto, renovado, se buscam novas alternativas de manejo cultural, entre elas: à resistência das plantas (antibiose e/ou antixenose) aos insetos vetores; resistência de plantas aos fitovírus, além de novas metodologias de controle, com ênfase nas barreiras físicas, como, por exemplo, às coberturas flutuantes ou agrotêxtil e telas impregnadas com inseticidas. além destes métodos de controle serão observados aspectos epidemiológicos e padrões de distribuição de fitovírus.

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  FERNANDO JAVIER SANHUEZA SALAS      IB

Estudos sobre vírus isolados de leguminosas de importância econômica e de seus insetos-vetores

n° SGP 1718

A família Fabaceae possui uma diversidade grande de espécies (cerca de 18000), sendo muitas delas utilizadas na alimentação humana e animal. O intenso cultivo de leguminosas seja para adubação verde, forragem ou alimentos tem proporcionado a ocorrência de pragas e doenças que ocasionam danos as culturas. No Brasil, tem sido constatada a ocorrência de vírus que têm causado sérios danos a culturas e, possivelmente, devido a grande diversidade de espécies, muitos vírus que podem constituir num sério problema, sequer foram descritos, Com base nestes fatos, pretende-se, através da utilização de técnicas para identificação e caracterização de fitovírus, agilizar o diagnóstico destes agentes, bem como realizar indexação de sementes e levantamento das principais viroses de leguminosas cultivadas e nativas. Além disso serão avaliados quanto a resistência aos fitovírus, detectados nas regiões produtoras e, seus insetos-vetores. 

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  FERNANDO JAVIER SANHUEZA SALAS      IB

DIETAS SUPLEMENTADAS COM MINERAIS ORGÂNICOS E INORGÂNICOS PARA TILÁPIA DO NILO Oreochromis niloticus (fases juvenil, reprodutora, larval)

n° SGP 1717

Estudos com microminerais têm sido desenvolvidos com a finalidade de garantir melhor absorção desses nutrientes no trato intestinal dos peixes, sem entrar no processo de competição iônica, normalmente determinada pela presença de maior concentração de íons minerais. O presente estudo tem por objetivo avaliar a substituição de minerais (selênio, zinco, ferro, cobre e manganês) inorgânicos por suas formas orgânicas em dietas para diferentes fases de desenvolvimento durante o ciclo de vida da tilápia do Nilo (Fase 1. Juvenil; Fase 2. Reprodutora na 1º Maturação Gonadal; Fase 2.1 – Larval; Fase 3. Manutenção dos Reprodutores; Fase 4. Reprodutora na 2º Maturação Gonadal e Fase 4.1 Larval). As dietas serão formuladas de acordo com as exigências nutricionais de cada fase, com distinção apenas nas formas de minerais a serem suplementados em cada, sendo: T1 - 100 % minerais inorgânicos (controle), T2 – 100% minerais orgânicos, T3 – 25% de minerais orgânicos e 75% de minerais inorgânicos, T4 – 50% de minerais orgânicos e 50% de minerais inorgânicos e T5 – 75% de minerais orgânicos e 25% de minerais inorgânicos. Nas distintas fases serão avaliados parâmetros zootécnicos, reprodutivos, enzimáticos, histológicos, sanguíneos e concentração de minerais em vértebra, carcaça e ovos. Os resultados serão submetidos às análises estatísticas que melhor se ajustarem ao modelo experimental. Espera-se com o desenvolvimento do presente trabalho atender a demanda existente da iniciativa privada de uma ração suplementada com minerais adequadas, aumentando a produção de ovos e larvas, proporcionando melhorias no desenvolvimento dos animais, consequentemente, otimizando custo e benefício.

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  elizabeth romagosa      IP

DESEMPENHO AGRONÔMICO, PRODUÇÃO E PÓS-COLHEITA DE GENÓTIPOS DE BANANEIRA TIPO TERRA NAS CONDIÇÕES EDAFOCLIMÁTICAS DO VALE DO RIBEIRA, SP

n° SGP 1715

Os plátanos, também chamados de banana da terra ou ainda bananas de cozinhar pertencem ao subgrupo Terra e apresentam como principais diferenças aos demais subgrupos frutos grandes e com alto teor de amido, sendo consumidos cozidos, fritos ou assados. Esse tipo de banana é comercializado com preços superiores aos praticados para as bananas do subgrupo Prata, razão pela qual há grande interesse no cultivo desse tipo de banana. As bananeiras desse subgrupo são suscetíveis à Sigatoka-negra, razoavelmente resistentes à Sigatoka-amarela, tolerante ao mal-do-Panamá, medianamente prejudicadas pelos nematoides e altamente perseguidas pela broca-do-rizoma, por isso seus bananais têm vida curta, onde geralmente se colhe a planta-mãe com boa produção, o filho mediano e o neto produz muito pouco. Apesar dos esforços empreendidos para o melhoramento da bananeira e plátanos a partir de germoplasma natural selecionado pelo homem, o Brasil dedica pouca importância aos plátanos. Assim sendo, objetivou-se, com este trabalho avaliar o desempenho agronômico, produção e pós-colheita de genótipos de bananeira do subgrupo Terra nas condições edafoclimáticas do Vale do Ribeira, SP. Para tal, o experimento será implantado na fazenda experimental da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios, APTA Regional Vale do Ribeira, localizada no município de Pariquera-Açu, SP, onde serão avaliados doze genótipos de banana da Terra desenvolvidos no programa de melhoramento genético da Embrapa. O delineamento será em blocos ao acaso, com doze tratamentos (cultivares) e quatro repetições. Para todos os tratamentos serão empregados o mesmo sistema de manejo de controle de pragas e doenças, condução do bananal e adubações. Na avaliação do desenvolvimento das cultivares serão coletados dados referentes à altura das plantas, diâmetro do pseudocaule, número de folhas vivas, número de perfilhos e ciclos da planta, durante dois ciclos produtivos; a produção será aferida na colheita de cada safra através da determinação da massa fresca do cacho, do número de pencas por cacho, do número de total de frutos no cacho, massa fresca e número de frutos da 2ª penca, do comprimento e diâmetro de frutos. Além disso, será analisada a qualidade pós-colheita dos frutos através das seguintes avaliações: perda de massa, suscetibilidade ao despencamento, massa da matéria fresca da polpa e da casca, diâmetro da polpa e espessura da casca, firmeza da polpa, cor da casca, teor de sólidos solúveis, pH, acidez titulável, ratio e teor de amido nos frutos.

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  Erval Rafael Damatto Junior      Apta Regional / IAC

Formação e mitigação de ésteres de 3-MCPD, 2-MCPD e glicidol em óleo de palma

n° SGP 1712

Altos níveis de formas ligadas de cloropropanóis (MCPDE) e de glicidol (GE) tem sido encontradas em óleos vegetais refinados, especialmente em óleo de palma e produtos derivados, formados como resultado da etapa de desodorização. O entendimento dos mecanismos químicos de reação assim como de seus principais percursores é necessário para que possam ser propostas medidas para mitigação.  No presente projeto, serão realizados experimentos em escala laboratorial de forma a simular o processo de desodorização do óleo de palma, com o objetivo de disponibilizar dados sobre os principais fatores envolvidos na formação de MCPDE e GE, e uma tecnologia inovadora e eficiente para a redução simultânea dos contaminantes. Espera-se que os resultados obtidos possam contribuir de maneira significativa para o avanço do estado-da-arte desta área de pesquisa emergente e altamente relevante para a segurança alimentar e saúde pública.

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  Eduardo Vicente      ITAL

Eficiência alimentar de matrizes gestantes da raça Nelore e potencial de desenvolvimento de tecidos corporais de suas progênies

n° SGP 1711

A avaliação da variação fenotípica da eficiência alimentar em vacas de corte é essencial para aumentar o conhecimento sobre o impacto do uso de animais mais eficientes na produtividade de carne bovina. O presente projeto será desenvolvido com o objetivo de identificar e quantificar a variação fenotípica de características de eficiência alimentar de matrizes gestantes da raça Nelore, a fim de elucidar o efeito da classe do consumo alimentar residual a que pertencem em características de produção de suas progênies. Sessenta novilhas da raça Nelore serão avaliadas durante a primeira e a segunda gestação (até desmama do segundo bezerro), para determinação das associações entre eficiência alimentar e tamanho esquelético, composição corporal (obtida por ultrassonografia), crescimento do bezerro até a desmama, e metabolismo endócrino, energético, proteico e mineral por meio de indicadores metabólicos. Os resultados gerados com o desenvolvimento do projeto serão importantes para fomentar a avaliação, seleção e uso de animais de maior eficiência alimentar para produção de carne.

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  Sarah Figueiredo Martins Bonilha      IZ

AVALIAÇÃO SENSORIAL DE UMA BEBIDA EM PÓ CONTENDO FE-PEPTÍDEOS, DIRECIONADOS A SAÚDE DA MULHER

n° SGP 1710

O prejuízo do desenvolvimento cognitivo e desempenho físico em indivíduos  acometidos pela deficiência de ferro vêm sendo objeto de amplo estudo. Peptídeos ligados ao ferro são  considerados uma alternativa para substituição do sulfato ferroso majoritariamente empregado como tratamento profilático para anemia ferropriva, tanto em estabelecimentos da saúde como também na orientação de políticas públicas. Entre as vantagens dos Fe-peptídeos microencapsulados estariam à atenuação das características indesejáveis de sabor e odor (metálico, amargo) e o aumento de sua estabilidade e biodisponibilidade. A microencapsulação com polissacarídeos e técnicas de flavorização serão utilizados  para a elaboração de uma formulação seca com uma adequada concentração de ferro, farmacocinética eficiente e sensorialmente aceita. Neste caso direcionado a mulheres em idade fértil de 18 a 49 anos com deficiência de ferro. A formulação contendo Fe peptídeos micro encapsulados numa mistura seca flavorizada inicia se com a hidrolise da proteína de soro de leite utilizando enzima Alcalase® seguida de fraccionamento por ultrafiltração (MM≤5kDa), obtenção de complexos Fe-peptídeos (tendo a sal FeSO4 como fonte de Fe), microencapsulação e secagem por spray dryer. As formulações serão acondicionada em sachês contendo uma concentração do ferro elementar em função da ingestão recomendada como dose para tratamento profilático. Terão como coadjuvantes em inclusão de aditivos flavorizantes, agentes de dispersibilidade e antiumectantes, característicos de  uma bebida cítrica e láctea. As características sensoriais do suplemento, percebidas pelos sentidos da visão, olfato, gosto e tato serão medidas analisadas e interpretadas através de testes afetivos utilizando a escala hedônica para avaliar a aceitabilidade e preferência do consumidor.

 

 

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  Maria Teresa Bertoldo Pacheco      ITAL

MODELO DE DIGESTÃO IN VITRO/CÉLULAS CACO-2 PARA ESTIMAR A BIODISPONIBILIDADE DO FERRO EM FORMULAÇÕES CONTENDO Fe-PEPTÍDEOS

n° SGP 1709

 O ferro constitui um ds elementos traço essencial a nutrição humana. Por isso, tem ocorrido grande interesse no estudo do potencial de novos peptídeos quelantes de metais , os quais ao serem disponibilizados como suplementos alimentares apresentem estabildiade, biodisponibilidade do mineral e  aceitação sensorial. Este projeto terá como objetivo avaliar a bioacessibilidade e biodisponibilidade do ferro em formulação seca, para consumo como bebida, contendo peptídeos Fe-quelados provenientes de  hidrolisados do soro de leite. As proteínas soro lácteas serão hidrolisadas com Alcalase®. A fração de peptídeos <5 kDa obtida por ultrafiltração será utilizada para reação de síntese dos Fe-quelatos. Após  desidrataão por spray drying, eles serão o ingrediente ativo no preparo das formulações secas para bebida. A bioacessibilidade e biodisponibilidade do ferro das formulações cesas será avaliada utilizando os  métodos in vitro de dialisabiliade e absorção do ferro pelas células Caco-2, respectivamente.

 

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  Maria Teresa Bertoldo Pacheco      ITAL

Mapeamento das características de cafés em cápsulas

n° SGP 1707

O café espresso é definido como a bebida obtida pela percolação de água quente sob pressão através do café torrado e moído compactado. O sistema de cápsulas vem ganhando destaque por ser um método prático para obtenção de cafés de boa qualidade através da redução de variáveis durante o preparo. Serão avaliadas amostras de café obtidas pela extração individual, utilizando-se quatro máquinas para café em cápsulas e suas características físico-químicas e sensoriais serão comparadas com as do café obtido pelo sistema convencional de café espresso. Quanto às características físico-químicas, será verificado se existem diferenças no tempo de extração, volume e persistência da crema, umidade e sólidos totais, índice de refração, pH, teor de ácidos clorogênicos, cafeína, trigonelina e ocratoxina na bebida. Quanto às características sensoriais, será realizada análise descritiva e também será classificada a qualidade da bebida, desde tradicional a gourmet, assim como um estudo da aceitabilidade com consumidores.

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  Silvia Amélia Verdiani Tfouni      ITAL

Avaliação da presença de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos nas etapas do processamento do cacau

n° SGP 1706

Os hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs) são um grupo de compostos considerados contaminantes de alimentos. Os HPAS são formados através da queima incompleta de matéria orgânica e 13 desses compostos são considerados carcinogênicos pelo JECFA. Um dos alimentos onde os HPAs podem estar presentes é o cacau, sendo que a fonte dessa contaminação pode ser o processo de torrefação. Assim, o objetivo do presente projeto é avaliar os teores de 13 HPAs nos produtos obtidos em diferentes etapas do processo de fabricação do cacau, de modo a identificar os possíveis pontos de contaminação ou redução/eliminação desses compostos. A metodologia de análise envolverá extração líquido-líquido, limpeza em coluna de sílica gel e determinação por cromatografia líquida de alta eficiência com detecção por fluorescência (HPLC-FLD). 

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  Silvia Amélia Verdiani Tfouni      ITAL

Mono and trivalent vaccines of pathogenic bacteria Aeromonas hydrophila, Streptococcus agalactiae e Francisella noatunensis subsp. orientalis to Nile tilapia

n° SGP 1705

A pesca de peixes selvagens está atualmente em declínio devido à sobrepesca, mudanças climáticas, poluição e destruição do habitat marinho, entre outros fatores. A aquicultura está aumentando significativamente em todo o mundo. Alimentos suplementados com fármaco são frequentemente utilizados para manter os peixes criados livres de doenças como Streptococcosis, Franciselose e outros. Infelizmente, o uso de antimicrobianos em indústrias de aquicultura e ambientes aquáticos pode selecionar cepas resistentes a agentes patogênicos e acumular antibióticos residuais em peixes e meio aquático. As bactérias resistentes aos antimicrobianos, ou seus genes de resistência, podem ser transferidos para seres humanos. As medidas preventivas com a vacinação parecem ser necessárias para evitar o surto de doenças, mas as vacinas não são sempre eficientes porque se baseiam em variantes estrangeiras das bactérias patogênicas e sob outras condições de crescimento de peixes. Este projeto tem como objetivo desenvolver e testar vacinas monovalentes e trivalentes feitas sob medida para tilapia usando três bactérias patogênicas do Brasil (Francisella noatunensis orientalis, Streptococcus agalactae e Aeromonas hydrophila). Assim, quatro grupos de 50 tilápias de 10 g serão criados a uma temperatura de 25 ± 2 ºC e em um fotoperíodo de 12 h de luz / 12 h de escuridão. Para a preparação de vacinas, bactérias patogênicas que crescem em seus meios apropriados, serão mortas pela adição de 1% de formaldeído. Uma dose de 0,05 mL de vacina com uma concentração de 109 células mL-1 será injetada na cavidade visceral do peixe, após 20 dias o inibidor com a mesma quantidade será injetado e, finalmente, o teste de desafio quatro semanas depois. A exploração de resultados será realizada medindo o efeito bactericida do plasma in vitro e o ELISA para determinação dos anticorpos triter. Os dados serão submetidos à ANOVA e ao teste de Tukey. 

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  Maria José Tavares Ranzani de Paiva      IP
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