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Qualidade e composição do leite de vacas mestiças em lactação mantidas em pasto de capim Tanzânia e diferentes fontes de proteína no concentrado

n° SGP 1123

Pensando na importância do leite na alimentação humana com um custo acessível a todas as classes sociais, o presente trabalho quer demonstrar que manipulando a dieta animal e alterando a composição do leite, este produto fique com um melhor perfil de nutrientes capaz de melhorar a nutrição e a saúde humana. Para isto 16 vacas mestiças Holandês x Gir, em sistema de pastejo rotacionado, provenientes do rebanho leiteiro do Polo Regional da Alta Mogiana serão agrupadas em blocos homogêneos e distribuídas em um delineamento experimental Quadrado Latino 4 x 4, por um período experimental de 84 dias, nos seguintes tratamentos: FAl – concentrado com 16,0% de PB na MS originário do farelo de algodão; FG – concentrado com 16,0% de PB na MS originário do farelo de girassol; FS – concentrado com 16,0% de PB na MS originário do farelo de soja; FAm – concentrado com 16,0% de PB na MS originário do farelo de amendoim. Será avaliada a produção, a composição do leite bem como o perfil de ácidos graxos no leite. Espera-se melhorar a qualidade da composição do leite com um custo de produção mais baixo e que este promova a saudabilidade. 

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  Márcia Saladini Vieira Salles      Apta Regional / IZ

Caracterização fenotípica de acessos de pimenta Capsicum chinense Jacq.

n° SGP 1121

1 Introdução

O cultivo das pimentas no Brasil vem ganhando importância devido à capacidade de agregação de valor com o processamento dos frutos e à geração de empregos pela necessidade de mão-de-obra. Além disso, as diferentes possibilidades de uso das pimentas (culinário, industrial, medicinal e ornamental) ampliam as perspectivas de crescimento da cultura no país (Moreira et al. 2006, Rufino & Penteado 2006, Costa & Henz 2007).

As pimentas do gênero Capsicum pertencem à família Solanaceae e apresentam cinco espécies domesticadas (Pickersgill 1997), das quais quatro são cultivadas no Brasil: Capsicum annuum L., Capsicum baccatum L., Capsicum chinense Jacq. e Capsicum frutescens L. (Costa & Henz 2007). De modo geral, as pimentas apresentam grande variabilidade genética, que se expressa em variações de diversas partes da planta, desde a morfologia e coloração das flores e frutos até o teor de pungência (Moreira et al. 2006, Pino et al. 2007, van Zonneveld et al. 2015). Plantas com diferentes combinações dessas características podem atender a diferentes demandas dependendo do tipo de produto final exigido pelo mercado. Assim, o conhecimento dessa variabilidade é essencial para identificar os genótipos de interesse e orientar os programas de melhoramento genético (Moreira et al. 2006).

O desenvolvimento de novas cultivares de plantas para uso agrícola depende fortemente de uma base genética ampla disponível para pesquisa (Lopes & Mello 2016). Grande parte desse pool de genes está nas coleções ex-situ, que constituem os chamados Bancos de Germoplasma (BAGs). A manutenção dos BAGs e a conservação e o manejo adequados de seu acervo são cruciais para o progresso dos programas de melhoramento. Além disso, é necessário que os BAGs sejam corretamente organizados e que os acessos nele depositados estejam descritos com o maior detalhamento possível (Lopes & Mello 2016). Do ponto de vista do melhoramento, a caracterização dos acessos é fundamental para permitir ao melhorista identificar genótipos com características de interesse, a partir dos quais serão feitos cruzamentos e seleções para gerar plantas mais adaptadas, produtivas e resistentes a doenças (Carvalho 2014).

O BAG do Instituto Agronômico de Campinas - IAC conta, atualmente, com cerca de 1000 acessos de pimenta correspondentes às cinco espécies cultivadas e uma espécie silvestre. Essa coleção pode ser considerada bastante expressiva, especialmente se comparada a outras coleções de grande relevância ao redor do país e do mundo, como a coleção da Embrapa, com 1841 acessos (Embrapa 2016), do Peru, com 712 acessos (van Zonneveld et al. 2015), e da Bolívia, com 487 acessos (van Zonneveld et al. 2015). Contudo, grande parte do material que integra a coleção de pimentas do IAC ainda não dispõe de descrição detalhada.

Os caracteres morfológicos de uma planta são importantes para o reconhecimento das espécies e cultivares, sendo parte integrante do conjunto de descritores usados para distinguir e registrar cultivares de interesse agronômico (Brasil, 2003). Vários trabalhos de caracterização agronômica de acessos de Capsicum spp. já foram realizados (Wagner 2003; Monteiro 2008; Santos 2009; Sudre et al., 2010; Ferrão et al. 2011; Dias et al. 2013; Carvalho et al. 2014). Alguns desses trabalhos analisaram especificamente coleções de C. chinense (Schuelter 1996; Souza & Maluf, 2003; Souza et al. 2006; Luz 2007; Pereira 2007; Lannes et al. 2007; Jarret & Berke 2008; Fonseca et al. 2008). No entanto, considerando a imensa variabilidade de Capsicum existente no Brasil, muitos estudos de caracterização ainda se fazem necessários. No caso do BAG de pimentas do IAC, a maior parte dos acessos ainda necessita de caracterização detalhada, inclusive os de C. chinense, visto que pequena parte apenas foi estudada por Domenico et al. (2012). Assim, o objetivo deste estudo é caracterizar fenotipicamente acessos de C. chinense do BAG do IAC. As informações geradas constituirão parte importante do registro dos acessos da coleção, sendo fundamentais para a identificação do material e sua utilização em programas de melhoramento genético.

 

2 Material e Métodos

2.1 Local, produção de mudas e plantio

                O estudo será desenvolvido no Centro Experimental Central do IAC (CEC), em Campinas, SP, em condições de campo. Serão utilizados 10 acessos da pimenta C. chinense que integram o BAG de pimenteiras do IAC.

                As mudas serão produzidas a partir das sementes armazenadas em câmara fria e seca (15oC e 40% de umidade relativa). As sementes serão colocadas para germinar em bandejas plásticas com 128 células preenchidas com substrato comercial e cobertas com vermiculita para manter a umidade. Até o transplantio, as bandejas serão mantidas em estufa localizada no Parque tecnológico do CEC. Para a formação das mudas, será instalado um sistema de irrigação automatizado, com regas duas vezes ao dia. Assim que o terceiro ou quarto par de folhas verdadeiras estiverem formados, as mudas serão plantadas em condição de campo. Uma área de aproximadamente 600 m2 localizada no Parque tecnológico do CEC será destinada ao plantio das mudas, onde será instalado sistema de irrigação por gotejamento.

                O preparo do solo envolverá aração, gradagem e posterior levantamento de canteiros. A adubação e calagem serão feitas com base na análise do solo e recomendações de Trani et al. (1996). Em seguida, os canteiros serão cobertos com plástico para minimizar a proliferação de plantas daninhas e, consequentemente, a competição com as plantas do experimento. O uso de coberturas desse tipo também auxilia na manutenção da umidade do solo, proporciona uma melhor eficiência da utilização de nutrientes pela planta e reduz a incidência de pragas e doenças (Kasirajan & Ngouajio 2012).

                O delineamento experimental será em blocos ao acaso, com 10 tratamentos, três repetições e 16 plantas por parcela, totalizando 480 plantas. Para fins de avaliação das características fenótípicas, serão consideradas as 10 plantas centrais de cada parcela. Os canteiros serão preparados com 1,0 m de largura e 0,20 m de altura com espaçamento de 1 m entre canteiros. Em cada canteiro, serão colocadas duas linhas de plantas, separadas 1,20 m entre si e com espaçamento de 0,90 m entre plantas na linha. As mudas serão irrigadas regularmente por meio de sistema de irrigação por gotejamento, de modo a manter o solo sempre úmido, mas não encharcado. Não será feita a aplicação de defensivos agrícolas (fungicidas e inseticidas), uma vez que se pretende avaliar também a resistência dos acessos a pragas e doenças.

                Considerando que taxa de cruzamento natural intraespecífico é alta, para a obtenção de sementes, será necessário promover a autofecundação das flores por meio do seguinte procedimento que deverá ser feito diariamente: na véspera da antese, uma gota de cola plástica será aplicada no ponto de abertura de cada botão floral para evitar a antese e, assim, promover a autofecundação.

 

2.2 Avaliação dos Descritores

A caracterização fenotípica será feita com base no protocolo já estabelecido para Capsicum spp. (IPGRI, 1995). Serão analisados oito descritores fenotípicos, englobando atributos quantitativos e qualitativos da planta, flor e fruto (Tabela 1). As medidas de tamanho serão feitas com paquímetro digital. Será apresentada a estatística descritiva das variáveis quantitativas (média, moda, valores mínimos, máximos e erro padrão) utilizando-se o programa Statistica 8.0. As plantas inteiras e suas estruturas vegetativas e reprodutivas serão fotografadas de maneira padronizada em todas as etapas do estudo para compor um banco de imagens do BAG.

                Os frutos serão colhidos no ponto de maturação completa, seguindo-se a avaliação dos caracteres em laboratório. Em seguida, será feita a extração manual das sementes, colocando-as em pratos de barro para secagem completa. Depois de secas, serão embaladas, identificadas e armazenadas em câmara fria e seca. A obtenção das sementes tem o objetivo de renovar os acessos do BAG. 

 

Tabela 1 – Descritores fenotípicos a serem avaliados nos acessos de Capsicum chinense.

Descritor -  Forma de avaliação

Hábito de crescimento - Avaliado conforme classificação do IPGRI (1995)

Altura da planta - Medida a partir do nível do solo até o ápice do meristema apical

Antese da primeira flor - Registro da data de abertura da primeira flor, obtendo-se o número de dias entre a semeadura e a abertura da flo

Comprimento do fruto - Medição dos cinco primeiros frutos de cada planta

Largura do fruto - Medição da parte mais larga dos cinco primeiros frutos de cada planta

Formato do fruto - Avaliado nos cinco primeiros frutos de cada planta de acordo com a classificação do IPGRI (1995)

Cor do fruto maduro - Avaliada nos cinco primeiros frutos de cada planta de acordo com a classificação do IPGRI (1995)

Superfície do fruto - Avaliada nos cinco primeiros frutos de cada planta de acordo com a classificação do IPGRI (1995)

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  Flaviana Maluf de Souza      IAC

Desempenho, qualidade da carcaça e da carne de novilhos Nelore, recebendo óleo de linhaça protegido durante diferentes períodos do confinamento.

n° SGP 1120

Esse projeto de pesquisa será desenvolvido com o objetivo de avaliar diferentes períodos de fornecimento do óleo de linhaça protegido da degradação ruminal, durante o confinamento, para novilhos Nelore, e os efeitos sobre o desempenho animal durante a terminação, característica da carcaça e qualidade da carne. Para isso, vinte e oito novilhos Nelore com 18 meses de idade e 400 kg de peso corporal inicial serão confinados em baias individuais durante 105 dias de período experimental (três subperíodos de 35 dias cada um), após 28 dias de adaptação ao manejo e alimentos. Os animais serão distribuídos em blocos pelo peso e sorteados para um dos seguintes tratamentos: dieta controle; ou a dieta com adição de óleo de linhaça protegido fornecido durante todo o período experimental, durante os dois últimos subperíodos ou durante o último subperíodo. A dieta experimental será composta por 60% de concentrado, sendo a silagem de milho utilizada como volumoso exclusivo. Os alimentos serão oferecidos duas vezes ao dia, permitindo-se uma sobra ao redor de 10%. Os animais serão pesados no início e final de cada subperíodo, após jejum de 15 horas. Ao final do confinamento, os animais serão abatidos em frigorífico comercial. Serão tomadas medidas para avaliação das características da carcaça como peso, rendimento, comprimento, largura, área de olho de lombo, espessura de gordura de cobertura, quebra de resfriamento, pH, temperatura e proporção do dianteiro, ponta de agulha e traseiro especial. A partir de um corte entre a 9a e a 13a costelas, serão retiradas amostras para determinação da cor da carne e da gordura, composição química, pH, capacidade de retenção de água, perdas, força de cisalhamento, avaliação sensorial, colesterol, composição e proporção entre os ácidos graxos, ácido linoléico conjugado e relação n-6:n-3. Serão também utilizadas amostras de carne que serão maturadas por 7 e 14 dias, e feitas as mesmas determinações da carne não maturada. Os resultados serão analisados estatisticamente considerando-se blocos inteiramente casualizados, com quatro tratamentos e sete repetições.

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  Wignez Henrique      Apta Regional / IZ

Avaliação do efeito tóxico e genotóxico causado pela formalina em Danio rerio (Peixe zebra)

n° SGP 1119

Resumo da proposta (até 1.600 caracteres):

Danio rerio ou “zebrafish” é uma espécie de peixe muito estudada mundialmente e popular entre os aquaristas como peixe ornamental. Este organismo é também largamente utilizado em ensaios de toxicidade por ser uma espécie disponível comercialmente em vários países. Entre os diversos poluentes que podem atingir o meio aquático, merecem destaque aqueles comumente utilizados, e que atingem os corpos hídricos com frequência, sendo muitos deles carcinogênicos, genotóxicos e teratogênicos à fauna local. A contaminação ambiental é geralmente composta por uma gama de substâncias, que em contato se misturam formando compostos ainda mais prejudiciais. Dentre estes compostos, a formalina (solução aquosa de formol) é um agente importante de fácil dissolução e amplamente utilizado pela população em geral. Este projeto tem como objetivo principal verificar os possíveis efeitos tóxicos e genotóxicos da formalina e determinar as concentrações letais, subletais e de preferência (teste de evitamento) do D. rerio a este produto, viabilizando seu uso em processos de desinfecção em pisciculturas comerciais de forma segura . Os testes agudos e crônicos serão realizados através de metodologias clássicas propostas pela American Society for Testing and Materials – ASTM, pela American Public Health Association – APHA e Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. O teste de micronúcleo será realizado ao longo do teste crônico onde serão coletadas amostras sanguíneas de forma serial às 96, 172 e 288 horas de exposição. A coloração empregada para identificação será a de Fuelgen/Fast Green. Os testes de evitamento serão realizados em um sistema composto por multi compartimentos interligados entre si preenchidos com concentrações subletais de formalina. A taxa de evitamento será calculada como a diferença entre o número de indivíduos esperados por réplica e o número de indivíduos observados. Os resultados deste projeto irão colaborar com a escolha adequada de produtos químicos a serem utilizados em criações comerciais de peixe que utilizam a formalina de forma empírica como produto profilático. efeitos tóxicos e genotóxicos da formalina e determinar as concentrações letais, subletais e de preferência (teste de evitamento) do D. rerio a este produto, viabilizando seu uso em processos de desinfecção em pisciculturas comerciais de forma segura . Os testes agudos e crônicos serão realizados através de metodologias clássicas propostas pela American Society for Testing and Materials – ASTM, pela American Public Health Association – APHA e Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. O teste de micronúcleo será realizado ao longo do teste crônico onde serão coletadas amostras sanguíneas de forma serial às 96, 172 e 288 horas de exposição. A coloração empregada para identificação será a de Fuelgen/Fast Green. Os testes de evitamento serão realizados em um sistema composto por multi compartimentos interligados entre si preenchidos com concentrações subletais de formalina. A taxa de evitamento será calculada como a diferença entre o número de indivíduos esperados por réplica e o número de indivíduos observados. Os resultados deste projeto irão colaborar com a escolha adequada de produtos químicos a serem utilizados em criações comerciais de peixe que utilizam a formalina de forma empírica como produto profilático.

 

 

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  Cíntia Badaró Pedroso      IP

Determinação das exigências de energia e proteína para mantença de cordeiros de diferentes grupos genéticos.

n° SGP 1118

Este plano de ação visa determinar as exigências de energia e proteína líquidas para mantença de cordeiros puros das raças Dorper (D), Texel (T), Ile de France (I) e Santa Inês (S) e cruzadas ½ D + ½ S (DS), ½ T + ½ S (TS) e ½ I + ½ S (IS), nascidas em 2013. Serão utilizadas vinte e quatro machos de cada grupo genético, desmamadas aos 90 dias de idade. Os animais serão mantidos confinados em baias individuais durante 28 dias para adaptação às baias e à dieta, formulada de acordo com as exigências preconizadas pelo NRC (2007) para ganhos estimados entre 200 e 250 g/dia. Após esse período e 16 horas de jejum, seis animais de cada um desses grupos genéticos serão abatidos e será determinada a composição do corpo vazio, constituindo a linha base.
 Os outros dezoito animais de cada grupo genético serão mantidos confinados, recebendo a mesma dieta, em três níveis de ingestão de matéria seca com seis animais em cada grupo, sendo alimentação ad libitum, com restrição de 75% e com restrição de 60%, até que os animais do grupo alimentado ad libitum atinjam em média 35 kg de peso corporal. Depois disso, todos os animais serão mantidos em jejum por 16 horas e abatidos, para posterior determinação da composição química do corpo vazio.
 Antes do abate, os animais que tiverem produção de lã serão tosquiados. Todos os animais serão abatidos por insensibilização e será feita a sangria pela secção das veias jugulares e artérias carótidas, com colheita total do sangue. Será feita a separação da pele, da cabeça, das patas e das vísceras. Das vísceras, o trato digestivo será limpo e lavado, a bexiga será esvaziada e o líquido biliar será eliminado. As carcaças serão pesadas e separadas em suas metades, sendo utilizada a meia-carcaça esquerda para as análises. Todos esses tecidos (sangue, cabeça + patas, pele, vísceras, carcaça e lã) serão pesados, moídos, homogeneizados, amostrados e determinados o teores de matéria seca por liofilização. As amostras secas serão enviadas para o laboratório para determinação dos teores de proteína, extrato etéreo e minerais, para cálculo da composição química do corpo vazio.
 Será calculada a correlação entre peso da carcaça e peso do corpo vazio e com a composição corporal inicial (linha base) e final será possível determinar as exigências de energia e de proteína para para mantença de cordeiros dos diferentes grupos genéticos. Após análise da normalidade de distribuição e da homeocedasticidade das variâncias, os resultados serão submetidos à análise de variância para comparação entre os grupos genéticos.
 

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  Wignez Henrique      Apta Regional / IZ

ESTUDO DE CARACTERÍSTICAS LIGADAS AO ESTRESSE, TEMPERAMENTO E À REPRODUÇÃO EM FÊMEAS DA RAÇA GIR LEITEIRO

n° SGP 1117

O presente projeto tem por objetivo avaliar o efeito da estimulação tátil em vacas leiteiras da raça Gir Leiteiro no pré-parto sobre o comportamento, produção e reprodução das vacas durante a lactação e empregar técnicas de precisão (termografia infravermelha e dispositivos retículo-ruminais) para avaliar eventos reprodutivos (estro e parto) e comportamentais das vacas.  O delineamento experimental será em blocos casualisados, contendo dois tratamentos, um com estímulo tátil antes do parto (grupo tratado) e outro, sem o treinamento (grupo controle). Serão usadas cerca de 60 vacas primíparas e multíparas do rebanho da Fazenda Getúlio Vargas, EPAMIG - Uberaba-MG. Serão mensuradas características ligadas aos parâmetros comportamentais, fisiológicos e hormonais nas vacas dos dois grupos. Adicionalmente, o experimento deve empregar técnicas de precisão para acompanhamento de eventos reprodutivos do parto e estro das vacas, por meio de sensores de temperatura retículo-ruminal e de termografia infravermelha (TIV).

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  Lenira El Faro Zadra      IZ

Fibras musculares e qualidade de diferentes cortes cárneos oriundos de fêmeas Nelore e Nelore x Santa Gertrudis contemporâneas terminadas em pastagem.

n° SGP 1116

A qualidade da carne está diretamente relacionada com as características das fibras musculares (tipo, número e área) e, dependendo da localização e função do músculo no animal, estas características podem diferir. Assim, objetiva-se neste trabalho correlacionar os tipos de fibras musculares com a maciez e a composição em ácidos graxos de diferentes cortes cárneos, bem como comparar as características da carcaça, peso e rendimento dos cortes primários e secundários de novilhas contemporâneas de diferentes composições genéticas. Para isso, serão utilizadas 32 fêmeas com aproximadamente 24 meses de idade, sendo 16 da raça Nelore e 16 cruzadas Nelore x Santa Gertrudis, sendo todas elas contemporâneas, do mesmo rebanho, filhas de touros do Programa de Melhoramento Genético do Instituto de Zootecnia de Sertãozinho, SP, e que foram manejadas exclusivamente em pastagens durante toda a vida, recebendo apenas sal mineral. Todos os animais serão abatidos no mesmo dia, sendo que o critério utilizado será o peso médio das fêmeas Nelore (450 kg de peso corporal). Atingido este ponto, os animais serão pesados após jejum completo por 16 horas e abatidos em frigorífico comercial, seguindo os procedimentos padrões. Serão tomadas medidas para avaliação das características da carcaça como comprimento, largura, pH, temperatura, peso e rendimento. Após 24 horas de resfriamento das carcaças, serão novamente tomadas as mesmas medidas, além da área de olho de lombo, espessura de gordura de cobertura, peso e rendimento dos cortes primários e secundários. Serão também retirados da carcaça os músculos Biceps femoris, Longissimus, Semitendinosus, Superficial pectoral e Triceps brachii para determinação da cor da carne, pH, capacidade de retenção de água, perdas por cozimento, força de cisalhamento, composição química, colesterol,  ácido linoleico conjugado, composição em ácidos graxos e das fibras musculares. Também serão realizadas as somatórias e relações entre os ácidos graxos, além do cálculo dos índices de qualidade dos ácidos e atividade enzimática nos músculos. Para a análise estatística dos resultados, será considerado um delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial com dois grupos genéticos e cinco músculos, sendo os resultados analisados pelo SAS (versão 9.2), considerando-se o peso de abate dos animais como covariável. Serão avaliadas as interações entre os fatores e feitos os desdobramentos para aquelas que forem significativas. As composições das fibras musculares dos cinco músculos serão correlacionadas com todas as outras características estudadas, utilizado correlação simples de Pearson, pelo procedimento CORR.

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  Wignez Henrique      Apta Regional / IZ

Avaliação da Sustentabilidade de Sistemas de Produção da Cana-de-açúcar no Estado de São Paulo: Uma proposta metodológica e de modelo conceitual ? SustenAgro

n° SGP 1112

A sustentabilidade atualmente figura como item fundamental para conferir competitividade às cadeias agropecuárias. E quanto mais competitiva a cadeia, maiores são as barreiras não tarifárias impostas pelos competidores nacionais e internacionais. Cada vez mais clientes, consumidores, governos, legislação, comércio internacional e mídia exercem fortes pressões sobre os elos das cadeias de produção agropecuária. Para reagir a essas pressões, devem-se lançar mãos de ferramentas atualmente disponíveis como: implementação de sistemas de gestão de qualidade no campo, boas práticas agrícolas, organização das propriedades e dos elos da cadeia, busca por certificação e rastreabilidade. Essas ferramentas servem para reunir evidências de que os processos estão seguindo normas e regras compatíveis com os requisitos da sustentabilidade. Assim torna-se possível a transposição de barreiras não tarifárias e com isso o suprimento da demanda dos clientes finais, cada vez mais preocupados com a origem dos produtos que adquirem. O presente projeto tem por objetivo desenvolver uma Metodologia, intitulada Método SustenAgro, para a avaliação da sustentabilidade de sistemas de produção com grande expressividade para a agricultura nacional: a priori a cana-de-açúcar. Para testar a sua aplicabilidade para a avaliação da sustentabilidade de modo geral serão realizados testes para sua aplicação nos sistemas de produção mais representativos de cana-de-açúcar no estado de São Paulo.

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  Sérgio Alves Torquato      Apta Regional / IEA

Avaliação da prevalência e combate da brucelose e tuberculose em bovinos de corte da Fazenda do Estado, PRDTA do Extremo Oeste

n° SGP 1111

A brucelose e tuberculose bovinas, enfermidades de caráter crônico, causadas pelas bactérias Brucella abortus e Mycobacterium bovis, respectivamente, constituem um importante problema de sanidade animal provocando prejuízos econômicos na exploração pecuária devido às perdas diretas na produção e na reprodução, além das restrições impostas à comercialização de produtos de propriedades, regiões ou países onde não são controladas. Além disso ambas as enfermidades são infecções naturalmente transmitidas dos animais ao homem podendo determinar infecções crônicas de difícil tratamento e ocasionalmente fatais. No Brasil, o Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal (PNCEBT) foi estabelecido com o propósito de padronizar e garantir a qualidade das ações profiláticas, de diagnóstico, de saneamento de rebanhos e vigilância sanitária ativa relacionadas ao combate da brucelose e tuberculose de bovinos e bubalinos. (A Instrução Normativa Ministerial nº 2/2001 instituiu e a Instrução Normativa SDA nº 6/2004 aprovou o regulamento técnico). O diagnóstico da situação real da ocorrência destas enfermidades, seu impacto na produtividade e a avaliação de medidas racionais de controle carecem de resultados científicos que possam ser transferidos na forma de ações executáveis em nível de propriedade rural. O projeto proposto pretende verificar anualmente a prevalência das enfermidades no rebanho pertencente ao do PRDTA Extremo Oeste, do Departamento de Descentralização do Desenvolvimento, da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, e diante das informações obtidas desenvolver programa sanitário para o controle e/ou erradicação das enfermidades. Os testes sorodiagnósticos para brucelose e a realização e interpretação do teste tuberculínico estão descritos no Regulamento Técnico do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal (BRASIL, 2001).

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  Vera Cláudia Magalhães Curci      IB

Bioindicadores bentônicos como ferramenta na avaliação do impacto do rejeito de mineração na região do rio Doce.

n° SGP 1101

O presente estudo tem por objetivo a utilização da comunidade bentônica como bioindicadora da qualidade da água, sendo utilizada como ferramenta para avaliação do impacto ambiental gerado pelo rejeito de mineração na região do rio Doce.O projeto será realisado em parceria com a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Foi realisada uma expedição em dezembro de 2015 logo após o rompimento da Barragem e uma expedição no período de 29 de março a 7 de abril aonde foram percorridos 17 pontos amostrais desde a nascente do rio doce e seus afluentes, até a foz do rio. Serão coletadas amostras de água, solo, sedimento, Fitplâncton e Zoplâncton e Macrofauna Bentônica, sazonalmente no período de um ano, sendo previstas 4 coletas trimestrais (sem contar com as duas expedições ja realizadas), mas podendo ser prorrogado de acordo com as condições de recuperação do rio, que são imprevisiveis.  Apenas as análises de bentos serão realisadas no Instituto de Pesca e não gerarão custos,  as demais análises serão realisadas na UFSCar. Todas as despesas de Campo serão custeadas pelo GIAIA.

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  Luciana Carvalho Bezerra de Menezes      IP

SOJA MICRONIZADA SOBRE O DESEMPENHO E DIGESTIBILIDADE DE LEITÕES NA FASE INICIAL E EFEITOS RESIDUAIS NAS FASES DE CRESCIMENTO E TERMINAÇÃO

n° SGP 1094

Visto que o desmame é uma fase de grande estresse para o leitão, buscam-se ingredientes que possam ser inseridos na dieta de leitões desmamados, estimulando o consumo, melhorando a digestibilidade das dietas e reduzindo o nível de transtornos alimentares no pós-desmame. O farelo de soja (FS), apesar de ser uma opção economicamente viável traz consigo vários fatores que dificultam seu uso in natura. Nesse contexto, surge a soja micronizada (SM), que é tratada termicamente e reduzida a partículas pequenas, sendo capaz de inibir fatores antinutricionais da soja, além de aumentar a solubilidade e facilitar a assimilação de seus nutrientes. Com o objetivo de avaliar o efeito da substituição do farelo de soja por soja micronizada na dieta de leitões desmamados, será realizado experimento no Setor de Suinocultura do Instituto de Zootecnia e na UPD de Tanquinho. Serão testados cinco níveis de substituição do FS pela SM (0%, 25%, 50%, 75% e 100%). O experimento será dividido em três períodos: Período 1 - ensaio de desempenho da fase inicial, o qual serão utilizados 70 leitões com peso homogêneo e idade de 21 dias, distribuídos em blocos completos casualizados (definidos pelo peso inicial e sexo) com cinco tratamentos, sete repetições (blocos) por tratamento e dois animais por unidade experimental (baia), serão avaliados ganho de peso, consumo de ração, conversão alimentar, índice de diarreia e viabilidade econômica. Período 2- ensaio de desempenho nas fases de crescimento/terminação para a avaliação dos efeitos residuais do primeiro período sobre o desempenho, consumo alimentar residual (CAR), características de carcaça, qualidade da carne e proteômica, sendo utilizado os mesmos animais do Período 1. Período 3 - ensaio de digestibilidade, no qual serão utilizados 25 leitões em gaiolas metabólicas com cinco repetições por tratamento, utilizando o método da coleta total de fezes e urina e, testando as mesmas dietas experimentais do Período 1. Os dados serão analisados através do programa MIXED do SAS.

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  SIMONE RAYMUNDO DE OLIVEIRA      Apta Regional / IZ

Avaliação do valor econômico de matrizes suínas de diferentes genótipos

n° SGP 1093

A evolução na produção e na produtividade suinícola das últimas décadas está fortemente vinculada aos avanços no melhoramento genético, na nutrição e na sanidade. O alto padrão exigido para a carne suína impulsiona os cientistas e a indústria para trabalharem concomitantemente com o objetivo do aprimoramento dos sistemas produtivos e das tecnologias envolvidas na produção, bem como a melhoria nos padrões de abate do animal, atendendo assim tanto a demanda tecnológica do complexo agroindustrial quanto às exigências dos consumidores.

Fatores genéticos e não genéticos influenciam a qualidade da carne. Entre os não genéticos, podem ser citadas as condições da granja, do transporte, do abate e do processamento (DE VRIES et al., 2000). A importância dos fatores genéticos pode ser verificada através de diferenças substanciais de herdabilidade entre e dentro de raças. A herdabilidade para a maioria das características da carne suína varia de 0,15 a 0,50 (SELLIER, 1998).

O tipo de produto que se deseja obter com a produção de suínos, ou seja, o mercado consumidor alvo é quem direciona a escolha do material genético que será usado, porque determinados genes herdados contribuem para a qualidade dos produtos obtidos após o abate, devendo-se, por isso, considerar as diferenças genéticas existentes entre raças, reprodutores e linhagens disponíveis no mercado.

Neste contexto a utilização de reprodutores de alto valor genético tem contribuído para o atendimento desta demanda por melhores animais que atendam às necessidades de qualidade de consumidores, tanto frigoríficos, entreposto de carnes e indústrias processadoras quanto do consumidor final. A utilização de suínos comerciais de alto potencial genético é importante para a obtenção de progênies que apresentem carcaças magras, com maior quantidade e qualidade da carne.

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  SIMONE RAYMUNDO DE OLIVEIRA      Apta Regional / IZ

INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE EM TRÊS SISTEMAS DE PRODUÇÃO DO CAMARÃO-DA-AMAZÔNIA Macrobrachium amazonicum PARA O MERCADO DE ISCAS VIVAS

n° SGP 1092

O presente trabalho objetiva avaliar o desempenho produtivo e a sustentabilidade econômica e ambiental de três sistemas de produção (tanques-rede em monocultivo, tanques de polietileno “in door”, e viveiro em mono e policultivo com lambaris Astyanax altiparanae) de camarões de água doce Macrobrachium amazonicum direcionados para o mercado de iscas vivas, por meio de três experimentos a serem realizados em três anos consecutivos. Em cada sistema serão testados diferentes tratamentos para avaliação do mais eficiente para cada um. No primeiro experimento, 15 tanques-rede com 200 L de volume serão colocados em um viveiro de 40 m2 em monocultivo, sendo povoados na densidade de 80 PL / m2 de tanque-rede contendo substratos para aumentar a área útil utilizada pelos camarões. Os tratamentos testados consistirão na porcentagem de substrato a ser adicionado em relação à área já disponível nos tanques-rede (fundo e paredes): a) aumento de 90% na área de substrato disponível; b) aumento de 150% e c) aumento de 180%. No segundo experimento, 15 tanques de polietileno de 500 L cada serão povoados com PLs de M. amazonicum na densidade de 80 PL / m2, considerando a área do fundo dos tanques. Os tratamentos testados serão: a) cultivo com renovação de água na proporção de 10% ao dia; b) cultivo com renovação de água na proporção de 20% ao dia; c) cultivo em água recirculante com filtro biológico externo. No terceiro experimento, 15 viveiros com 16 m2 e 1 m de profundidade média cada serão povoados com PLs na densidade de 80 / m2. Os tratamentos testados serão: a) monocultivo; b) policultivo com lambaris em tanques-rede na densidade de 25 peixes / m3 (400 peixes / viveiro); c) policultivo na densidade de 50 peixes / m3 (800 peixes / viveiro). O desempenho produtivo dos camarões e dos lambaris será avaliado pelos principais indicadores zootécnicos (sobrevivência, peso e comprimento médios individuais, biomassa, taxa de crescimento específico - SGR e taxa de eficiência alimentar aparente - FCE). A comparação estatística será feita através de ANOVA seguida do teste de Tukey ou, caso necessário, através de uma análise não paramétrica. A viabilidade econômica será determinada pelos indicadores mais comuns usados na análise econômica de projetos zootécnicos: Período de Retorno de Capital (PRC), Valor Presente Líquido (VPL), Taxa Interna de Retorno (TIR), Relação Benefício Custo (RBC) e Ponto de Equilíbrio (PE). Os indicadores de sustentabilidade ambiental a serem comparados entre os três sistemas serão o uso dos principais recursos naturais (nitrogênio, fósforo, água e espaço) utilizados para a produção de camarões e, no caso do experimento 3, camarões e lambaris.

 

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  Helcio Luis de Almeida Marques      Apta Regional / IP

Influência de agrotóxicos na intensidade de infecção natural de Nosema spp. e de vírus, em abelhas A. mellifera africanizadas e abelhas sem ferrão, em condições de campo.

n° SGP 1087

A sanidade apícola representa hoje uma preocupação mundial, em virtude de fenômenos de causas ainda indefinidas, envolvidos com o declínio populacional e mortalidade de abelhas, com consequências negativas tanto em termos econômicos como ecológicos. No Brasil, resultados atuais mostram maior incidência de problemas sanitários, além de prejuízos relacionados à polinização de culturas, contrastando com o que ocorria em décadas anteriores. As abelhas Apis mellifera africanizadas podem ser acometidas por diversos organismos patogênicos, os quais, assim como os agrotóxicos, vêm sendo apontados como possíveis causas do declínio populacional destes insetos e quedas de produção. Recentemente, estudos relacionaram a contaminação por agrotóxicos à maior vulnerabilidade destas abelhas à infecção por microsporídios da ordem Nosema e alguns vírus. Estes microrganismos estão presentes no pólen, podendo ser transmitidos a outros insetos polinizadores, como as abelhas da subfamília Meliponinae. A atual proposta tem como objetivo avaliar a presença e prevalência dos microsporídios Nosema spp., dos vírus DWV, IAPV, CBPV, KBV, BQCV e ABPV e ainda, a presença e prevalência de resíduos de agrotóxicos (Standak®, Gastoxin®, Proof®, Keshet®, Premio® e Orium®) em abelhas Apis mellifera africanizadas e abelhas sem ferrão (Nannotrigona testaceicornis, Tetragonisca angustula e Tetragona sp.), de colônias que compartilham a mesma área de forrageamento. A determinação de resíduos desses contaminantes será também avaliada em produtos apícolas coletados em tais colônias (mel, pólen apícola, geleia real e pão de abelha). Pretende-se ainda estudar interações entre agrotóxicos, Nosema spp. e vírus em abelhas africanizadas e abelhas sem ferrão. As informações geradas poderão auxiliar na maior compreensão das relações entre possíveis fatores envolvidos no declínio populacional de abelhas e ainda gerar as primeiras informações sobre patógenos que acometem abelhas sem ferrão no Brasil, por meio de análises moleculares, servindo de subsídio para estratégias de preservação destas espécies.

OBS.: AGUARDANDO APROVAÇÃO (EDITAL UNIVERSAL, PREVISTO APROVAÇÃO AGOSTO/2016). RECIBO CNPQ PROTOCOLO 968804376129363.

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  Érica Weinstein Teixeira      IB

Estudos de identificação, epidemiologia, monitoramento e controle de viroses e outras doenças de patologia semelhante, nas principais espécies de solanaceas cultivadas ( Tabaco, Batata, Tomate e Pimentão) x vegetação espontânea ( Joá, Jurubeba, Daturas

n° SGP 1081

Tanto as espécies de solanaceas cultivadas, como as não cultivadas, apresentam, em comum,  variado grau de  suscetibilidade a dezenas de doenças comuns, causadas por bactérias, fungos, nematoides, fitoplasmas e principalmente  vírus, entre outros patógenos. Para a correta diagnose, epidemiologia e controle desses fitopatógenos em espécies cultivadas são necessários estudos em espécies espontâneas, pois são hospedeiras naturais.

O objetivo do projeto é gerar, validar e transferir  informações técnicas-científicas para a solução ou redução de problemas causados por fitoviroses, via manejo integrado e sustentável no cultivo das principais espécies de solanaceas: Batata, Tabaco, Tomate e Pimentão; de forma a contribuir  com os trabalhos de melhoramento e fitotecnia, contribuindo para o  desenvolvimento na  produção para  sementes e mudas livres de vírus, bem como na produção de  consumo - processamento.

 

Metodologia:

                Os trabalhos envolvendo  experimentação e extensão,  com técnicas aplicadas à  caracterização, epidemioloiga,  diagnose e controle de fitoviroses, serão realizados de forma integrada,  no APTA-IAC/Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Fitossanidade (CPD-Fitossanidade), área de virologia, localizado em Campinas, SP,  e no Centro de Pesquisa e Desenvolvimento da empresa Souza Cruz SA (CPD-SC), localizada em Rio Negro, PR.

 

                No CPD-Fitossanidade, os trabalhos envolvendo  técnicas voltadas à  identificação, caracterização,  diagnose,  manutenção (in vivo e-ou in vitro) de fitovírus, via procedimentos bio-imunológico, serão concentrados nos laboratórios, estufas e telados, os quais  estão em uso rotineiro, no desenvolvimento de pesquisas e serviços  de fitoviroses das solanaceas. Serão as mesmas facilidades físicas em uso nos Projetos cadastrados no sistema de gerenciamento de projetos do IAC (SGP/IAC), sob No. registro 133 e 134,  coordenados e execução do  pesquisador científico proponente: Eng. Agr. Dr José Alberto Caram de Souza Dias.

 

            No CPD-SC, serão realizados os trabalhos de produção de plantas testes (indicadoras) e manutenção (in vivo e-ou in vitro) de fontes de isolados de espécies de vírus com interesse tanto aos trabalhos de pesquisa como aos de melhoramento, na avaliação de germoplasmas  e desenvolvimento de cultivares com resistência, em diferentes níveis, para as diferentes viroses. Esses trabalhos experimentais de avaliação do controle e solução a problemas relacionados com as viroses em estudo, farão uso das facilidades estruturais de casas de vegetação, telados e laboratórios, onde já se vem trabalhando com as fitoviroses do tabaco e solanáceas fitopatologicamente relacionadas.

 

            As técnicas de bio-diagnose a serem aplicadas nesses, serão as de rotina, através de uso de plantas testes, indicadoras das viroses mais comuns das solanacaeas, cuja expressão de sintomas permite identificação preliminar,  podendo direcionar às técnicas mais específicas, sempre que necessário, para outros laboratórios especializados, como as de   microscopia eletrônica (sendo direcionada aos laboratórios dos Drs Elliot Kitajima, ESALQ-USP, ou Dra Silvia Galetti, APTA-Instituto Biológico);  serologia (sob responsabilidade do proponente,  aqui no APTA-IAC, Centro de Fitossanidade/Virologia) e moleculares (em parceria com Dra Haiko Sawazaki, APTA-IAC/Centro de Recursos Genéticos e Biologia Molecular) .  Em geral, as técnicas de diagnose a serem aplicadas terão como base os procedimentos de isolamente do vírus; transmissão via inoculação mecânica ou união de tecido  em plantas indicadoras; observação de sintomas nas espécies hospedeiras; observação de partículas em microscopia eletrônica para caracterização morfológica do vírus e análises imuno (ELISA) e moleculares (PCR, sequenciamento), seguindo descrições e indicações de diagnose em  literatura especializada (Colin, J. 1998. Boletin 19. Potato Safe Moviment of Germoplasm, FAO / IPIGRI, 177p; Jones, J.B., et al.,1991, Compendium of Tomato Disease, APS Press, 73p; Shew, H.D & Lucas, G.B,  1991  . Compendium of Tobacco Diseases, APS Press, 68p.; Kimati, H. et al., 2005. Manual de Fitopatologia. CERES Ltda, SP, 662p.).

            Quanto às espécies indicadoras de viroses das solanaceas,  estaremos concentrando os trabalhos nas produção e inclusão de espécies, considerando diferentes cultivares, com reações sintomatológicas descritas para determinadas espécies ou gêneros de vírus, principalmente as espécies dos gêneros  Potyvirus (PVY, TEV), Tospovirus (TSWV, GRSV, TCSV), Tobamovirus (TMV),  Tobravirus (TRV), Begomovirus (SmMV, ToYVSV, ToSRV, etc), Ilarvirus (TSV), Cucumovirus (CMV); Luteovirus (PLRV, Crinivirus (ToCV). Esses vírus  têm sido as mais monitorados  na rotina da virologia com espécies de solanaceas no Brasil. Entretanto,   qualquer outra espécie de vírus e planta indicadora  poderão  ser  considerados  nos testes de bio-diagnose, sempre  que houver indicação de desvio ou diversidade na norma, conforme se constate em decorrência dos trabalhos propostos no projeto ou venha a ser identificado na literatura especializada.  

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  José Alberto Caram de Souza Dias      IAC

AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DO POTENCIAL DA SERICINA COMO ANTIMICROBIANO CONTRA STAPHYLOCOCCUS AUREUS E ANTISSÉPTICO NA SUPERFÍCIE DOS TETOS DE VACAS LEITEIRAS NO PÓS-DIPPING.

n° SGP 1079

O mercado consumidor, da maioria dos países, está muito preocupado com resíduos de medicamentos químicos e agroquímicos encontrados no leite, utilizados para o tratamento e prevenção de mastite. O objetivo deste trabalho será investigar o potencial antibacteriano de um produto natural, a sericina, obtido por degomagem de casulo de bicho-da-seda sobre as cepas de Staphylococcus aureus, bem como determinar seu potencial antisséptico para uso na superfície de tetos da glândula mamária. As amostras de casulo serão produzidas na Unidade de Pesquisa e Desenvolvimento – Gália (UPD/Gália), do Polo Regional de Desenvolvimento Tecnológico dos Agronegócios do Centro Oeste (PRDTA/Centro Oeste) e a sericina será isolada no Laboratório de Bioquímica de Proteínas e Peptídeo,   da área de Sanidade Animal do Instituto Biológico. No laboratório de bacteriologia animal do PRDTA/ Centro Oeste será utilizada uma cepa padrão de S.aureus ATCC 25923 e Escherichia coli 25922 para se testar a possível ação antimicrobiana inibitória da sericina  através da formação de  halos de inibição em  mm. A busca de uma alternativa para produzir alimentos livres de produtos químicos colocará  em destaque a sericina como uma alternativa ecológica para o manejo de higiene pré e pós-imersão dos tetos de bovinos leiteiros. Essa técnica poderá ser útil e viável para prevenção da mastite bovina e, também, como estratégias para minimizar a disseminação de resistência antimicrobiana, através do uso de um produto orgânico na produção de leite, o que para a saúde pública e animal é uma prioridade em escala internacional.

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  Luiz Florêncio Franco Margatho      Apta Regional / IB

INFLUÊNCIA DA ARQUITETURA DA COPA NA PRODUÇÃO DE PÊSSEGO IAC DOURADÃO

n° SGP 1078

A mecanização dos pomares frutícolas é uma tendência observada em diversos países. A utilização de máquinas especializadas para substituir em todo ou parte dos tratos culturais vem tornando-se mais frequente à medida que aumenta a escassez de mão-de-obra, ao mesmo tempo em que os produtores buscam uma maior rentabilidade, seja via maior produtividade ou redução dos custos de produção.

O objetivo desta proposta de projeto é avaliar a produtividade e qualidade de frutos da cultivar IAC Douradão em plantio no sistema Tradicional e de Paredão Frutal com três e múltiplos ramos líderes.

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  Graciela da Rocha Sobierajski      IAC

Determinação das exigências de energia e proteína para ganho de peso de ovinos de diferentes grupos genéticos

n° SGP 1077

Serão determinadas as exigências de energia e proteína líquidas para ganho de peso de borregas puras das raças Dorper (D), Texel (T), Ile de France (I) e Santa Inês (S) e cruzadas ½ D + ½ S (DS), ½ T + ½ S (TS) e ½ I + ½ S (IS), da Fase I (Tabela 1), nascidas em 2013. Serão utilizadas vinte e quatro fêmeas de cada grupo genético, desmamadas aos 90 dias de idade e confinadas. Após período de adaptação de 28 dias os animais da linha base serão abatidos e os demais alimentados em três diferentes níveis de ingestão até o  peso médio de 35kg, quando serão abatidos para posterior determinação da composição química do corpo vazio de todos os animais. Com esses dados serão realizados os cálculos da exigênica nutricional.

Esse projeto faz parte do Projeto Temático Fapesp: "Estratégias de cruzamento e de manejo para otimizar o desempenho materno e reprodutivo de ovelhas de corte, para a produção de carne e de couro ovinos de qualidade, na região Sudeste" coordenado por Dr. Maurício Mello de Alencar - Embrapa Pecuária Sudeste, dentro do Plano de Ação 7: “Determinação das exigências nutricionais para mantença e ganho de peso de borregas de diferentes grupos genéticos”. Vide comprovante anexo. As atividades desse projeto não ocupa mais que 20% do meu tempo.

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  Gabriela Aferri      Apta Regional / IZ

CONSUMO ALIMENTAR RESIDUAL DE OVINOS ALIMENTADOS EM COCHOS ELETRÔNICOS: TEMPERAMENTO, COMPORTAMENTO ALIMENTAR E SOCIAL

n° SGP 1076

Muitos problemas atuais de criação de animais não podem ser solucionados investigando a nutrição, fisiologia ou controlando doenças, mas exigem investigações comportamentais para posteriores tomadas de decisões. Estudar os comportamentos da espécie que está sendo trabalhada fornece base para o desenvolvimento de estratégias de manejo e de técnicas para projetar instalações adequadas e funcionais.O consumo de alimentos, o ganho de peso e o comportamento podem ser mensurados, de forma precisa e individual, por equipamentos. Após a mensuração dessas variáveis, é possível detectar quais animais apresentam maior eficiência alimentar (quantidade de carne produzida por kg de matéria seca de alimento consumido) e, consequentemente, diminuir o custo ambiental e financeiro da atividade pecuária. A seleção precoce de reprodutores e matrizes, baseado em características comportamentais e de eficiência alimentar é uma ferramenta extremamente interessante para o melhoramento genético do rebanho, tendo em vista que esses animais terão mais tempo em reprodução. Com isso, é vantajoso avaliar os animais logo após a desmama (aproximadamente três meses de idade), pois a partir das informações geradas é possível realizar o descarte precoce de animais que não apresentem desenvolvimento ou comportamento adequados para o sistema. Assim, o objetivo do trabalho será avaliar os comportamentos alimentar e social, o temperamento, o consumo de alimentos, a eficiência alimentar e o desempenho de cordeiros da raça Santa Inês e cruzados Santa Inês e Dorper alimentados em cochos eletrônicos.Serão utilizados 32 ovinos (Ovis aries) da raça Santa Inês e cruzados Santa Inês e Dorper , fêmeas e machos, não castrados, com idade inicial de três a quatro meses e peso médio inicial de 20 kg. O experimento terá duração total de 80 dias, sendo os primeiros 14 dias destinados à adaptação dos animais à dieta e ao ambiente e os outros 66 dias destinados às avaliações de desempenho e comportamentos. Os animais serão mantidos em duas baias coletivas. Em uma baia serão mantidos apenas os machos e na outra baia serão mantidas apenas as fêmeas. Em cada baia haverá quatro cochos eletrônicos e um bebedouro que registrarão, durante 24 horas, dados relacionados ao comportamento, consumo de alimento e água e peso corporal.  Os comportamentos dos animais serão registrados com o auxílio de câmeras filmadoras instaladas sobre as baias dos mesmos. As variáveis ambientais (temperatura do ar, umidade relativa, temperatura do globo bulbo molhado e temperatura do globo preto) serão mensuradas e registradas no ambiente experimental com o auxílio do aparelho ®Extech  HT30.Os testes comportamentais serão o de temperamento, competição no cocho e liderança. A análise estatística será realizada empregando-se o programa SAS versão 9.3

 

 

 

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  Ricardo Lopes Dias da Costa      IZ

Estudo e avaliação de um equipamento piloto multifuncional de micro-ondas na geração de plasma para aplicações em processamento de alimentos

n° SGP 1074

Nas últimas décadas a literatura tem reportado cada vez mais pesquisas que utilizam micro-ondas em processos térmicos de alimentos, como secagens, inativações enzimáticas, extrações, entre outros. Mais recentemente as micro-ondas têm sido associadas à tecnologia de geração de plasma não térmico, com aplicações potenciais contra os micro-organismos presentes em alimentos.  Plasmas, em contraste com os processos térmicos tradicionais, podem inativar micro-organismos, incluindo esporos bacterianos, a temperaturas ambiente ou moderadamente elevadas, por tempos de tratamento curtos. O objetivo desse estudo é a configuração e avaliação de um sistema processador de alimentos por micro-ondas multifuncional (3 kW e 2,45 GHz) na geração e aplicação de plasma não térmico. Trata-se de um equipamento com multifuncionalidades para a aplicação de micro-ondas combinada com diversas tecnologias de processos da indústria agroalimentar. A adequação do sistema processador se dará a partir da configuração da unidade provedora de micro-ondas, que será alterada para fornecer micro-ondas em onda estacionária mono-modo, para um aplicador do tipo universal no próprio guia de onda para a conversão do gás em plasma. O plasma será então conduzido à cavidade principal do sistema processador, onde estará colocado o produto (indicador biológico) a ser tratado, sob baixa pressão e temperatura. A avaliação da eficiência do sistema durante a aplicação de plasma não térmico será efetuada a partir da análise da destruição dos micro-organimos presentes nos indicadores biológicos após o tratamento por plasma. Esta pesquisa está vinculada a um projeto que aborda a construção e avaliação do equipamento multifuncional piloto processador/secador por micro-ondas, financiado pela Fapesp de Auxílio Regular, sob coordenação do Prof. Dr. Antonio Marsaioli Jr. (GEPC/ITAL) e minha colaboração,  e a uma bolsa PIBIC sob minha orientação.  

 

 

 

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  Michele Nehemy Berteli      ITAL

INDICADORES DE SUSTENTABILIDADE NO POLICULTIVO DE CAMARÕES DE ÁGUA DOCE MacrobrachiumrosenbergiiE LAMBARIS Astianaxaltiparanae

n° SGP 1073

O projeto será desenvolvido em dois anos consecutivos no Setor de Aquicultura do Polo Regional do Vale do Paraíba – APTA Regional, Pindamonhangaba (SP), utilizando 16 viveiros com 16 m2 cada.O objetivo será avaliar o desempenho produtivo e a sustentabilidade econômica e ambiental de dois sistemas de produção de camarões de água doce Macrobrachium rosenbergii em policultivo com lambaris Astyanax altiparanae.No Sistema 1 (primeiro ano do projeto), os lambaris serão confinados em tanques rede (TR) e os camarões serão cultivados livremente nos viveiros, nos seguintestratamentos:  A - Monocultivo de lambaris em TR na densidade de 50m-3 de viveiro; B – Monocultivo de camarões no viveiro, na densidade de 10m-2 de viveiro; C - Policultivo de lambaris em TR a 50 m-3 e camarões livres a 10 m-2 e D – Policultivo de lambaris em TR a 25m-3 e camarões livres a 10 m-2. No Sistema 2 (segundo ano do projeto), os lambaris e os camarões serão cultivados livremente no viveiro, nos seguintes tratamentos: A - Monocultivo de lambaris na densidade de 50 m-3 de viveiro; B – Monocultivo de camarões na densidade de 10 m-2 de viveiro; C - Policultivo de lambaris a 50 m-3 e camarões a 10 m-2 e D – Policultivo de lambaris a 25 m-3 e camarões a 10 m-2. Cada experimento terá a duração de 150 dias eserá utilizada uma ANOVA para testar os indicadores propostos. Os parâmetros zootécnicos a serem avaliados serão: sobrevivência, peso e comprimento médios individuais, biomassa, taxa de crescimento específico (SGR) e taxa de eficiência alimentar aparente (FCE). A sustentabilidade ambiental será medida pelaquantidade e eficiência do uso dos recursos nitrogênio, fósforo, água e espaço, além da avaliação sanitária dos animais cultivados.A sustentabilidade econômica será avaliada pelos indicadores econômicoscomumente utilizados na literatura para essa finalidade.

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  Sergio Henrique Canello Schalch      Apta Regional / IP

Efeitos de imunossupressores sobre a eficiência de transplantes de células germinativas

n° SGP 1072
A técnica de reprodutores substitutos permite a geração de gametas alógenos pelo transplante de células germinativas indiferenciadas de um doador para as gônadas de uma espécie hospedeira distinta. Esta ferramenta pode ser aplicada para conservação de espécies ameaçadas de extinção ou na produção de espécies comerciais que demandam muito tempo e esforço para produção. Proles já foram obtidas a partir de transplantes de células germinativas em reprodutores substitutos alogênicos e xenogênicos, no entanto, as baixas taxas de gametas derivados do animal doador tem limitado o estabelecimento deste método como uma tecnologia de produção eficiente com aplicação numa escala comercial. Acredita-se que um processo de rejeição, não só em adultos, mas também em embriões, que possuem sistema imunológico imaturo, seja responsável por essa baixa eficiência e que, portanto, estaria restringindo a colonização, proliferação e diferenciação das células germinativas transplantadas. A imunossupressão no organismo hospedeiro, muito utilizada em transplantes de órgãos ou tecidos em humanos, poderia ser uma forma de aumentar a eficiência na colonização das células transplantadas. A utilização de drogas imunossupressoras levaria à redução ou bloqueio de mecanismos de ativação ou proliferação de células do sistema imunológico, evitando dessa forma a rejeição imunológica no organismo hospedeiro. No entanto as drogas imunossupressoras geralmente utilizadas no controle da rejeição de transplantes de órgãos, no tratamento de doenças autoimunes ou no tratamento de câncer possuem diversos efeitos colaterais que podem causar danos teciduais se utilizadas em altas doses. Em peixes, estudos sobre os efeitos destas drogas é escasso e quando disponível está limitado a pouquíssimas espécies. Baseado nas considerações acima descritas, este trabalho visa avaliar o efeito da utilização de drogas imunossupressoras sobre a eficiência dos transplantes de células germinativas usando dois salmonídeos como modelo. Para tanto será verificado inicialmente (1) as alterações sobre mecanismos de resposta na imunidade e gametogênese. Em seguida (2) serão avaliados os efeitos da imunossupressão sobre a colonização, proliferação e diferenciação das células germinativas transplantadas.
OBS: Projeto submetido ao CNPq chamada Universal 01-2016 – FAIXA B – Até R$ 60.000,00
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  Yara Aiko Tabata      Apta Regional / IP

Caracterização de genótipos de cana-de-açúcar à bactérias e fungos

n° SGP 1071

Considerando a importância econômica da estria vermelha, visando reduzir perdas de produtividade e melhor qualidade da produção da cana-de-açúcar, os objetivos do presente trabalho serão: (i) caracterizar padrões diferenciais de clones de cana-de-açúcar, em resistente intermediário e suscetível, necessários aos programas de melhoramento varietal a Acidovorax avenae subsp. avenae (Aaa) em cana-de-açúcar; (ii) determinar clones promissores de cana-de-açúcar quanto às reações de resistência a essa doença; (iii) determinar o período de incubação e progresso da doença; e (iv) a  sobrevivência de Aaa em restos de cultura da cana-de-açúcar. Para tanto, será realizado um “screening” de 18 genótipos quanto à reação de resistência ao patógeno: RB867515, CTC2, CTC4, IAC91-1099, IACSP93-3046, IACSP95-5000, IACSP95-5094, RB966928, IACSP96-3060, IACSP96-2042, IACSP97-4039, IACSP01-5502, IACSP01-5503, IACSP01-3127, IACSP02-3168, IACSP04-7060, IACCTC058126 e RB92579. Serão inoculadas plantas jovens, de 90 dias de brotadas, a 5,0 cm acima da ponta de crescimento apical, pelo método de picada e injeção com suspensão bacteriana a 108 UFC/mL. As plantas serão mantidas em câmara úmida (umidade relativa de 95±4%), por 30 dias. Em termos epidemiológicos, serão determinados o período de incubação, a curva de progresso da doença e o período de sobrevivência de Aaa em restos de cultura. 

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  Ivan Antônio dos Anjos      IAC

GESTÃO SANITÁRIA DO ABORTAMENTO BOVINO: VÍRUS DA LEUCEMIA BOVINA COMO AGENTE CAUSAL

n° SGP 1067

O Laboratório de Anatomia Patológica do Instituto Biológico tem realizado, nos últimos dois anos, diagnóstico histopatológico em fetos bovinos abortados, onde verificou que 73,5% (86/117) dos casos apresentaram infiltrado inflamatório mononuclear e/ou polimorfonuclear, comprovando abortamento infeccioso e reforçando a importância de combinação de métodos sensíveis e específicos para conclusão do agente etiológico. Uma casuísta de 20 anos realizada pelo Instituto Biológico revela que cerca de 70% dos fetos abortados submetidos à investigação de agentes virais e bacterianos da reprodução possuem diagnóstico inconclusivo. Tendo em vista que a pesquisa do vírus da leucemia bovina (VLB) não faz parte do protocolo do diagnóstico diferencial de abortamento bovino nesta instituição, realizamos um estudo piloto onde foi detectado DNA proviral do VLB por meio da PCR em 18,2% (2/11) dos fetos (timo e baço). De acordo com estes achados prévios, o projeto proposto objetiva avaliar em uma maior amostragem, a ocorrência da infecção do VLB em fetos bovinos abortados pela PCR e sorologia fetal (ELISA), buscando correlacionar estes achados à histopatologia, idade fetal e origem das amostras. O seqüenciamento genômico do VLB será realizado com o objetivo de verificar o polimorfismo genético das amostras obtidas.

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  Claudia Del Fava      IB

DIAGNÓSTICO HISTOPATOLÓGICO E VIROLÓGICO DO HERPERVÍRUS EQUINO EM FETOS ABORTADOS

n° SGP 1066

Os inquéritos soroepidemiológicos indicam que a Leptospira e o Herpesvírus Equino estão disseminados nos plantéis equinos brasileiros. A importância econômica destas infecções é decorrente de perdas com gastos no diagnóstico e tratamento, abortamento e suas complicações na eficiência reprodutiva, queda do desempenho em competição e/ou trabalho, além do fato da leptospirose ser zoonose. O Laboratório de Anatomia Patológica do Instituto Biológico realizou no ano de 2009 um estudo em 25 fetos equinos abortados utilizando as técnicas histopatológicas de coloração Hematoxilina/Eosina (H.E.) e Warthin-Starry em fragmentos de fígado e rins para pesquisa da Leptospira spp., e nos anos de 2010 a 2011 realizou um estudo em 42 fetos/natimortos equinos abortados utilizando a técnica de Imunofluorescência direta e H.E., em ambos os estudos, os resultados foram negativos aos dois agentes, apesar de terem sido observadas lesões histológicas sugestivas de abortamento infeccioso pela coloração H.E. A maioria dos estudos epidemiológicos de leptospirose e aborto equino a vírus utilizam sorodiagnóstico, sendo isolamento e a biologia molecular utilizadas no estudo direto do agente, entretanto, dadas as lesões histopatológicas observadas e o fato da prova de Imunohistoquímica aliar três informações importantes: o tipo e localização da lesão associada à presença do antígeno nestas, é proposto no presente projeto a utilização da técnica na pesquisa de leptospira e herpesvírus equino em tecidos fetais de equinos abortados/natimortos encaminhados ao Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Sanidade Animal do Instituto Biológico para diagnóstico diferencial de abortamento equino, e verificar a concordância com as técnicas de isolamento e PCR.

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  Claudia Del Fava      IB

IMPACTO DA PLEUROPNEUMONIA SUÌNA NOS ÍNDICES ZOOTÉCNICOS E NO APROVEITAMENTO DE CARCAÇA EM SUÍNOS (Sus scrofa domesticus) EM FASE DE TERMINAÇÃO

n° SGP 1065

A suinocultura vem progredindo em grande escala, com uma maior tecnificação e assim possibilitando uma maior produção com estrutura e mecanismos desenvolvidos. Fatores ambientais, de manejo e concentração de animais predispõe o plantel à doenças respiratórias graves que acarretam sérios prejuízos econômicos pela perda de animais. Dentre as pneumonias bacterianas de importância, encontra-se a Pleuropneumonia Suína (PPS), doença causada pelo agente bacteriano Actinobacillus pleuropneumoniae e que se mostra muito presente em granjas, acometendo os animais e impedindo ganho de peso e desenvolvimento corpóreo, impedindo o abate desses animais no tempo adequado e possivelmente a condenação das carcaças dos contaminado. Dessa forma, a PPS é de suma importância economicamente e exige um estudo de avaliação das perdas que a mesma acarreta, bem como sua ocorrência. O presente trabalho propõe diagnosticar o A. pleuropneumoniae em suínos em fase de terminação por meio de sorologia (ELISA), anatomopatológico (macroscopia e microscopia), Reação em Cadeia de Polimerase (PCR) e cultivo microbiológico. Será avaliado o impacto da PPS, pela comparação entre animais infectados e não infectados, dos índices zootécnicos e perda de carcaça em abatedouro.

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  Claudia Del Fava      IB

VIGILÂNCIA SANITÁRIA DAS ENCEFALITES BOVINAS: PAPILOMAVÍRUS COMO AGENTE CAUSAL

n° SGP 1063

O Laboratório de Anatomia Patológica do Instituto Biológico de SP é credenciado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para realizar o diagnóstico diferencial histopatológico das encefalites e Encefalopatia Espongiforme Bovina. No período de janeiro/2004 a outubro/2013 foram avaliadas por histopatologia 2.603 amostras de Sistema Nervoso Central (SNC) de bovinos com sinais clínicos de distúrbios nervosos negativos para Raiva (imunofluorescência direta), destes 2.130 (81,8%) não apresentaram alterações histopatológicas, e nos 473 (18,2%) materiais com alterações histopatológicas, a lesão mais prevalente foi meningoencefalite não purulenta inespecífica (MENPI) – 83,5% (395). A MENPI é composta por infiltrado de células inflamatórias mononucleares, que pode caracterizar infecção viral, havendo necessidade de pesquisas outros patógenos além dos usuais que acometem o SNC de bovinos, tendo em vista que existe uma parcela dos animais com síndrome neurológica com lesões onde não se consegue concluir o agente causal. O Papilomavírus Bovino (BPV) é epiteliotrópico e oncogênico, causando papilomas na pele e tumores no sistema digestivo e genital de bovinos. Foram publicados alguns relatos de caso de bovinos com papilomas no SNC, estando estas lesões localizadas no plexo coróide de terceiro ventrículo e meninge, porém estes trabalhos descreveram macro e microscopia, não havendo investigação de DNA do BPV nas lesões encontradas em condições naturais, apesar de outras publicações relatarem que o BPV inoculado experimentalmente na meninge de bezerros tenha causado meningioma. Tanto plexo coróide quanto meninges e pele originam-se do folheto ectodérmico embrionário, sugerindo haver tropismo do BPV por todos estes tecidos. O presente trabalho investigará  em sistema nervoso central de bovinos encaminhados ao Instituto Biológico, o diagnóstico diferencial de síndrome neurológica (Raiva, encefalopatia espongiforme transmissível), bem como verificar a presença do BPV pela PCR e associar lesões histológicas à biologia molecular, sequenciar o genoma e avaliar a filogenia a fim de associar possíveis genótipos às lesões causadas por este vírus.

 

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  Claudia Del Fava      IB

Avaliação de cultivares de pêssego sob irrigação na região do Médio Paranapanema.

n° SGP 1047

A fruticultura destaca-se com uma das alternativas que permite obter uma rentabilidade maior para o produtor rural vis-à-vis as culturas da cana-de-açúcar, soja e milho, contribuindo para a sua manutenção no campo. Entretanto, ainda são poucas as informações técnicas acerca do desempenho de frutíferas de clima temperado na região. Será implantado um experimento com pêssego em condição de irrigação localizada por gotejamento. Para tanto, serão plantadas 5 cultivares, enxertadas sobre o porta-enxerto Okinawa, no espaçamento de 5,0m x 3,0m. O delineamento experimental será em blocos casualizados completos, com 5 cultivares e 4 repetições, perfazendo um total de 20 parcelas. A dimensão das parcelas será de 5m de largura por 12m de comprimento, com 4 plantas por parcela. Serão instalados 3 tensiômetros para monitoramento semanal da umidade do solo, nas profundidades de 20cm, 40cm e 60cm. Dados de radiação solar, velocidade do vento, temperatura, umidade do ar e precipitação, coletados por meio da estação meteorológica automática instalada na área, serão utilizados no cálculo da evapotranspiração de referência por Penman-Monteith e no cálculo do balanço de água no solo, conforme Allen et al. (1998). Serão realizadas análises de fertilidade química do solo nas camadas de 0-20, 20-40 e 40-60 cm antes e após a implantação do experimento. A correção do solo, as adubações e as práticas culturais seguirão as recomendações do IAC. Serão realizadas avaliações periódicas no experimento quanto a: Crescimento e fenologia; Produção e rendimento de polpa do primeiro ano; Desenvolvimento vegetativo; O primeiro ano será destinado à formação, condução e acompanhamento. A partir do segundo ano começa a fase produtiva, quando serão avaliados dados relacionados à produção, qualidade de frutos e monitoramento de doenças. A partir das primeiras colheitas, será realizada análise sócio-econômica das atividades, ressaltando custo de produção, rentabilidade e a viabilidade do sistema de irrigação empregado.

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  SERGIO DONÁ      Apta Regional / IAC

Condução de maracujazeiro amarelo pé-franco e enxertado

n° SGP 1044

CONDUÇÃO DE MARACUJAZEIRO-AMARELO PÉ FRANCO E ENXERTADO

Caracterização do problema:

O Brasil destaca-se como o principal produtor mundial de maracujá, entretanto, a nossa produtividade é baixa, em torno de 14,84 t/ha, devido principalmente a ocorrência de problemas fitossanitários, práticas inadequadas de calagem e adubação e manejo inadequado da lavoura.

A morte prematura de plantas, provocada pela associação de fungos de solo, nematóides e bactéria, tem-se constituído em um dos principais problemas para a cultura no Brasil. Uma das alternativas para o controle desse problema é a utilização de porta-enxertos resistentes (CHAVES et al, 2004, SILVA et al., 2005, CAVICHIOLI et al., 2009). Várias espécies de passifloras nativas vêm apresentando resistência a essas doenças (CHAVES et al., 2004), destacando-se entre elas o Passiflora gibertii (OLIVEIRA et al., 1984, RONCATTO et al., 2004, CAVICHIOLI et al., 2009).

Plantas enxertadas têm desenvolvimento diferente de plantas pé-franco (CAVICHIOLI et al., 2011). Assim, a condução da planta é um importante fator a ser considerado em um sistema de produção, podendo interferir na eficiência técnica e econômica de uma cultura. As práticas culturais realizadas na cultura do maracujazeiro são de fundamental importância para que a planta evidencie aumento de produtividade e melhor qualidade de fruto. Por se tratar de uma planta trepadeira, o maracujazeiro necessita de suporte para proporcionar a boa distribuição dos ramos e garantir a produção de frutos (Lima et al., 2002).

Nos sistemas comerciais são utilizados a espaldeira vertical com mourões e estacas de 2,5 de comprimento, espaçados de 4 a 6 m e com 1 ou 2 fios de arame liso. Na formação da lavoura recomenda-se deixar apenas o ramo mais vigoroso, eliminando-se todos os ramos laterais, que será conduzido por um tutor até o fio de arame (Lima et al., 2002). Posteriormente, esses brotos deverão ser despontados para forçar o desenvolvimento das gemas laterais que formarão os ramos produtivos.

Objetivo

 Considerando que o uso da enxertia tem apresentado resultados satisfatórios no cultivo do maracujazeiro, mas por tratar-se de uma prática relativamente recente na cultura, que ainda está muito pouco incorporada nos plantios comerciais, devido a falta de informações como taxas de pegamento, vigor e desenvolvimento das plantas no campo e tolerância às doenças dos porta-enxertos este trabalho tem por objetivo avaliar diferentes sistemas de condução sobre o desenvolvimento e a produtividade de plantas de maracujazeiro-amarelo pé franco e enxertadas.

Metodologia

Serão realizados dois experimentos, um utilizando-se plantas enxertadas e outro com plantas sem enxerto (pé-franco). O experimento nº 1 foi instalado no mês de outubro de 2015 e está sendo conduzido em uma propriedade na Estrada 14, município de Adamantina. O experimento 2 (plantas enxertadas) será conduzido no município de Pracinha-SP,  na região da Nova Alta Paulista, no período de 2016 a 2018. Serão utilizados plantas de maracujazeiro-amarelo (Passiflora edulis Sims) enxertadas sobre o maracujazeiro-de-veado (Passiflora gibertii N.E. Brown), adotando-se o delineamento estatístico em blocos ao acaso, com quatro tratamentos e seis repetições. Será adotada a enxertia hipocotiledonar por garfagem tipo fenda cheia. Os tratamentos serão constituídos de diferentes conduções dos ramos secundários: T1 - Eliminação do ponteiro e condução de dois ramos secundários, T2 - Eliminação do ponteiro e condução de um ramo secundário, T3 - Dobramento do ponteiro e condução com um ramo secundário e T4 - Dobramento do ponteiro e condução com dois ramos secundários. Serão avaliados o comprimento dos ramos secundários, o número de ramos terciários, número de frutos, diâmetro longitudinal de frutos, diâmetro transversal de frutos, massa de frutos e produtividade.

Palavras-chave: maracujazeiro amarelo, enxertia, condução, morte prematura de plantas.

 

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  José Carlos Cavichioli      Apta Regional / IAC

Avaliação de diferentes porta-enxertos na videira niagara rosada cultivada na região do Médio Paranapanema.

n° SGP 1042

 Na região do Médio Paranapanema a estrutura fundiária regional concentra-se nos estratos de até 100ha, e a maioria das pequenas propriedades rurais da região tem no cultivo da soja e/ou milho a base principal de suas atividades, o que não favorece a escala de produção que constitui-se num fator preponderante para a viabilidade desse tipo de empreendimento agrícola. Isso requer, portanto, que se desenvolvam alternativas para diversificação do setor agrícola regional. A fruticultura destaca-se como uma das alternativas que permite obter uma rentabilidade maior para o produtor rural entretanto, ainda são poucas as informações técnicas acerca do desempenho de frutíferas de clima temperado na região.. Será implantado um experimento com porta-enxertos de uva, em condição de irrigação localizada por gotejamento. O experimento será implantado com copa de uva niagara, enxertada em 5 porta-enxertos diferentes, no espaçamento de 2,5m x 1,0m. O delineamento experimental será em blocos casualizados completos, com 5 tratamentos (porta-enxertos) e 8 repetições, perfazendo um total de 40 parcelas. Serão realizadas avaliações periódicas quanto a: Crescimento e fenologia; Desenvolvimento vegetativo; O primeiro ano será destinado à formação, condução e acompanhamento do parreiral. A partir do segundo ano começa a fase produtiva, quando serão avaliados dados relacionados à produção, qualidade de frutos e monitoramento de doenças. A partir das primeiras colheitas, será realizada análise sócio-econômica das atividades, ressaltando custo de produção, rentabilidade e a viabilidade do sistema de irrigação empregado.

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  SERGIO DONÁ      Apta Regional / IAC
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