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Obtenção de genótipos superiores de seringueira (Hevea spp.) adaptado a diferentes regiões edafoclimáticas consideradas área de escape ao mal-das-folhas.

n° SGP 148

O caráter mais importante no melhoramento genético da seringueira Hevea brasiliensis (Willd. ex Adr. de Juss) Muell.-Arg. é a produção do látex. Entretanto, a expressão desse potencial é geralmente influenciada por vários fatores genéticos inerentes À árvore, como vigor, espessura de casca, resistência ao vento, doenças, etc. e por fatores ambientais tais como: práticas de manejo, sistema de sangria, estimulação, densidade de plantio, nutrição, etc. O programa de Melhoramento Genético adotado pelo Instituto Agronômico, compreende três etapas de seleção. Inicialmente, procura-se obter progênies, por via de polinização controlada ou aberta, visando À formação de viveiros de progênies. Aos dois anos e meio com base em avaliações preliminares de produção através de testes precoces, vigor e tolerância a doenças, os ortetes são selecionados e clonados para serem testados em Experimentos de Avaliação de Clones em Pequena Escala (EAPEs). Nessa segunda etapa de seleção, após o primeiro ano de sangria, os clones promissores são multiplicados e passam a ser avaliados em Experimentos de Avaliação em Grande Escala (EAGEs). Com base no exposto o projeto tem como principal objetivo a obtenção de cultivares (clones) superiores de seringueira com alto potencial de produção e vigor, resistentes ao Microcyclus ulei (P. Henn.) v. Arx. para as diferentes regiões do Planalto e litoral do Estado de São Paulo. O projeto compreende 15 experimentos contemplando três grupos distintos. O primeiro relacionado Estudo e Seleção de Progênies, o segundo a Avaliação de Clones em Pequena Escala (EAPEs) e um terceiro a Avaliação de Clones em Grande Escala (EAGEs), a maior parte em andamento em área de escape. Todos envolvem desde a polinização controlada e/ou aberta até a liberação dos cultivares comerciais para recomendações em pequena e grande escala ao nível de produtor.

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  Paulo de Souza Gonçalves      IAC

Melhoramento Genético para Obtenção de Clones de Seringueira (Hevea spp.) para o Estado de São Paulo.

n° SGP 147

O caráter mais importante no melhoramento genético da seringueira Hevea brasiliensis (Willd. ex Adr. de Juss) Muell.-Arg. é a produção do látex. Entretanto, a expressão desse potencial é geralmente influenciada por vários fatores genéticos inerentes À árvore, como vigor, espessura de casca, resistência ao vento, doenças, etc. e por fatores ambientais tais como: práticas de manejo, sistema de sangria, estimulação, densidade de plantio, nutrição, etc. O programa de Melhoramento Genético adotado pelo Instituto Agronômico (IAC), compreende três etapas de seleção. Inicialmente, procura-se obter progênies, por via de polinização controlada ou aberta, visando À formação de viveiros de progênies. Aos dois anos e meio com base em avaliações preliminares de produção através de testes precoces, vigor e tolerância a doenças, os ortetes são selecionados e clonados para serem testados em Experimentos de Avaliação de Clones em Pequena Escala (EAPEs). Nessa segunda etapa de seleção, após o primeiro ano de sangria, os clones promissores são multiplicados e passam a ser avaliados em Experimentos de Avaliação em Grande Escala (EAGEs). Com base no exposto o projeto tem como principal objetivo a obtenção de cultivares (clones) superiores de seringueira com alto potencial de produção e vigor, resistentes ao Microcyclus ulei (P. Henn.) v. Arx. para as diferentes regiões do Planalto e litoral do Estado de São Paulo. O projeto compreende 15 experimentos contemplando três grupos distintos. O primeiro relacionado Estudo e Seleção de Progênies, o segundo a Avaliação de Clones em Pequena Escala (EAPEs) e um terceiro a Avaliação de Clones em Grande Escala (EAGEs), a maior parte em andamento no Centro Avançado de Seringueira e Sistemas Agroflorestais do IAC. Todos envolvem desde a polinização controlada e/ou aberta até a liberação do cultivares no MAPA e consequentemente recomendação ao produtor.

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  Paulo de Souza Gonçalves      IAC

Manejo e Qualidade do Solo em Sistemas de Agricultura Conservacionista

n° SGP 143

Em áreas de produção agropecuária, sucessivos cultivos com técnicas inadequadas tem como resultado a degradação dos solos, tanto em áreas de cultivos anuais (grãos e hortaliças), como em cultivos perenes (fruteiras), semiperenes (cana-de-açúcar) e pastagens. Problemas de erosão hídrica são frequentes. Para reverter o processo de degradação desses solos, reduzir a compactação do solo, reduzir a erosão e suas consequências, aumentar a produtividade e garantir sustentabilidade às atividades busca-se a introdução de sistemas de agricultura conservacionista, entre eles o sistema plantio direto. Esses sistemas necessitam adaptação às condições de cada realidade local e para isso são necessários estudos de opções de cobertura, opções de rotação de culturas, opções de cultivos rentáveis, produção com baixo uso de insumos, técnicas e equipamentos adequados. O solo é um fator básico para os sistemas de produção agrícola e a qualidade do solo, seja física, química e/ou biológica, pode influenciar positiva ou negativamente a eficiência de um sistema produtivo. A busca por sistemas sustentáveis vem sendo constante nas atividades agrícolas, pecuárias e silviculturais, e a adoção de sistemas que integram essas atividades na mesma área de forma consorciada ou integrada é crescente. Por outro lado, a mecanização de todas as operações e o aumento da intensidade de uso das máquinas nas áreas tem gerado problemas de degradação dos solos, gerando demanda por sistemas de manejo alternativos. Este projeto tem como foco principal a conservação dos recursos naturais e a sustentabilidade da agricultura familiar, através da busca de soluções para problemas de manejo do solo e das culturas enfrentados pelos agricultores. O objetivo é desenvolver os sistemas conservacionistas, através de ensaios que busquem avaliar as alterações no solo decorrentes desses manejos, gerando informações sobre a qualidade do solo sob os diferentes sistemas agrícolas, que possibilitem recomendar adaptações ou inovações tecnológicas.

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  Isabella Clerici De Maria      IAC

Estudos e modelos de avaliação e predição de erosão

n° SGP 141

Os modelos de predição de erosão são importantes instrumentos em estudos de polí­tica conservacionista, programas de planejamento ambiental, projetos conservacionistas nas propriedades agrícolas, além de serem importantes ferramentas de ensino e pesquisa. A pesquisa objetiva avaliar a utilização de modelos matemáticos de predição de erosão e sua validação para utilização prática para as condições edafo-climáticas do estado de São Paulo. Para atingir os objetivos propostos são utilizados dados de perdas de terra e de água que vem sendo obtidos por mais de 70 anos pela Seção de Conservação do Solo, em talhões com sistemas coletores de erosão, instalados em quatro estações experimentais e representando diferentes combinações de solo, topografia e clima. Estes dados serão comparados com as predições feitas pelos modelos a partir de dados de atributos fí­sicos, quí­micos e biológicos do solo e de produção das culturas. O principal modelo estudado, que é ainda, o mais utilizado, será a USLE e suas modificações (MUSLE e RUSLE), além dos modelos WEPP, LISEM e SWAT.

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  Isabella Clerici De Maria      IAC

Utilização agrícola de lodo de esgoto: avaliações fí­sicas, quí­micas e biológicas de solo, enxurrada e sedimento

n° SGP 140

A aplicação de lodo de esgoto em solos agrícolas pode apresentar benefí­cios do ponto de vista agronômico em função dos efeitos sobre as condições fí­sicas e quí­micas do solo. No entanto, do ponto de vista ambiental, pode apresentar riscos, como a contaminação de águas superficiais com nutrientes, coliformes fecais e metais pesados ou a absorção destes últimos pela cultura.  Assim, este projeto tem por finalidade estudar o efeito da aplicação de lodo de esgoto municipal digerido aerobicamente na produtividade da cultura de milho, na contaminação de águas superficiais por meio da enxurrada e de sedimentos e em propriedades fí­sicas e quí­micas do solo.

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  Isabella Clerici De Maria      IAC

Melhoramento de milho visando à obtenção de populações e de novos tipos de hí­bridos para o Estado de São Paulo

n° SGP 137

Novas populações de milho vêm sendo obtidas e selecionadas através de métodos de seleção massal e seleção recorrente entre e dentro de progênies de meios-irmãos. Com a utilização do método de seleção recorrente entre e dentro de progênies de meios irmãos, progênies são avaliadas com ênfase na produtividade, porte, precocidade, caracteres agronômicos, resistência a doenças e, mais recentemente, quanto à tolerância à seca. Cerca de 200 progênies são avaliadas em blocos ao acaso, em Campinas e Mococa. As populações F2 obtidas, juntamente com outras populações F2 oriundas de hí­bridos comerciais, serão ainda cruzadas em esquema dialélico, para obtenção de hí­bridos de populações F2 de milho, tendo-se a vantagem da redução de custos e eliminando-se as etapas de obtenção de linhagens endogâmicas requeridas na produção de hí­bridos simples. Assim, serão obtidos hí­bridos a partir de geração F2 e avaliados quanto a produtividade, tolerância a doenças foliares e outras caraterí­sticas agronômicas, em Campinas e Mococa. Os ensaios serão desenvolvidos sob delineamento de blocos casualizados, com 36 tratamentos, mais duas testemunhas comerciais (IAC 8333 e DKB 350). Estimativas da heterose e de seus componentes serão obtidas, utilizando-se o método de Gardner e Eberhart, bem como o potencial produtivo de novos hí­bridos F2 de milho, para produtores de média tecnologia do Estado de São Paulo.

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  Maria Elisa Ayres Guidetti Zagatto Paterniani      IAC

Interação: ví­rus e patógenos similares - agentes vetores - espécies de plantas hospedeiras, a ní­vel biológico, imunológico e molecular (genoma viral).

n° SGP 134

Estão sendo estudadas as viroses, em sua ampla gama de agentes fitopatogênicos, causadores de moléstias causadas por vírus ou agentes de patologia e epidemiologia semelhantes, como a moléstia denominada "Zebra Chip", ou Zebra da Batata-Frita, que tem como agente etiológico o Candidatus Lyberibacter solanacearum  (Ca.L.solanacearum), transmitido por espécies de psilídeos. Além das viroses comuns, são também estudadas as emergentes-exóticas (quarentenária e-ou regulamentadas), principalmente espécies, de importância econômica, representantes das famílias das solanaceas (batata, tomate, beringela, pimentão, fumo-tabaco); Poaceas (cana-de-açucar; milho, sorgo, arroz, trigo) e Malvaceas (algodão). Outras culturas de interesse na bio-energia e florestais (eucalipto, pinus). Nas solanaceas, o projeto vem estudando as variantes dos Potyvirus, particularmente da espécie Potato virus Y (PVY), tais como PVYo, PVYn, PVYntn, PVY n:o, entre outras. Experimentos têm sido conduzidos com foco na busca de conhecimento da interação viros-hospedeira-vetor-meio ambiente, tais como aspectos a ní­vel molecular (genoma viral), epidemiológico (interação virus x vetor x região produtora) e medidas de controle (bio-monitoramento, convivência via pre-munização/raças fracas). Os estudos de epidemiologia das principais viroses tem revelado que o vírus do enrolamento das folhas da batata (PLRV) , cuja importância na rápida degenerescência da batata-semente foi, por decadas (registros de 1960  até fins do século XX) considerado, isoladamente o mais importante, deixou de ter essa grande

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  José Alberto Caram de Souza Dias      IAC

Metodologia de produção de batata-semente e diagnose viral.

n° SGP 133

Face À alta diversidade biológica que as condições clima tropical e sub-tropical apresentam no agrosistema, problemas relacionados com doenças de ví­rus no agronegócio de diferentes cultura são geralmente mais complexos na sua epidemiologia e metodologia de controle do que se comparado com a menor diversidade biológica que se verifica em paí­ses de clima temperado. Essa diferença é marcante no cultivo da batata (Solanum tuberosum L.), particularmente no que se refere À degenerescência da batata-semente, devido À s viroses perpetuadas pelo material de propagação vegetativo: tubérculo/batata-semente. Por haver cultivo de batata o ano inteiro e em regiões do Nordeste ao Sul do Brasil e por haver a presença constante, durante o ano inteiro, tanto de plantas hospedeiras de viroses da batata (particularmente das mais comuns, tais como PLRV , PVY, ToYVSV,e mais recentemente o Tomato chlorosis virus - ToCV, do gênero Crinivirus) como de seus respectivos insetos vetores (diferentes gêneros e espécies, tais como afí­deos, mosca-branca, trips, etc). Em decorrência da alta pressão de disseminação de viroses, o Brasil é dependente de renovação anual do estoque básico, livre de ví­rus, adquirido da importação. Paí­ses tradicionais na produção e exportação de batata-semente, bem como nos programas de melhoramento da batata, estão localizados em regiões de clima temperado, como Holanda, Alemanha, França, Suécia, Canadá, Estados Unidos, entre outros, também do Hemisfério Sul, como Chile e Argentina (Patagônia). Nesses paí­ses, a "mãe natureza" favorece a ausência de insetos vetores e de plants hospedeiras (soqueiras) das viroses da batata. Devido ao inverno longo e rigoroso, o "vasio sanitártio" nesses paí­ses é natural, após cada ciclo: uma vez/ano. O desafio de produzir e manter estoques de batata-semente livres de ví­rus no Brasil demanda conhecimento fitotécnico da cultura da batatta e solanaceas virologigamente relacionadas, bem como epidemiológicos das viroses. Nesse projeto, buscamos a ní­vel regional ou nacional esses conhecimentos, pois a produção se localiza em diferentes estados produtores, indo desde Pelotas, RS, À Chapada da Diamantina, BA, e outros do Nordeste: Pernambuco e Paraí­ba. A diversidade de qualificação dos produtores têm sido considerada nesse projeto, que visa gerar tecnologias ao alcance dos diversos ní­veis de produtores. Tecnologias como a do uso de brotos destacados de tubérculos/batata-semente básica e seleção da p

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  José Alberto Caram de Souza Dias      IAC

Estudos sobre as doenças da cultura do milho

n° SGP 130

As principais doenças foliares da cultura do milho no Estado de São Paulo têm sido nos últimos anos, as ferrugens (comum, polissora), mancha de Phaeosphaeria, mancha de diplódia e cercosporiose. São instalados aproximadamente 20 ensaios de avaliação de cultivares, distribuí­dos em quatro regiões produtoras de milho no Estado de São Paulo, com 30 cultivares em plantio no Estado de São paulo.  É utilizado o delineamento experimental de blocos ao acaso, com quatro repetições. A parcela experimental é constituí­da de quatro linhas de 5,0m de comprimento, considerando apenas as duas linhas centrais para as avaliações agronômicas. A avaliação de doenças é realizada aos 90 dias após o plantio, nos locais onde sua severidade for suficiente para que haja discriminação das cultivares, quanto À resistência. Essa avaliação é realizada através de uma escala de notas variando de 1 a 9, correspondendo a 0; 1; 2,5; 5; 10; 25; 50; 75 e mais de 75% de área foliar afetada.São também realizados dois experimentos sem e com tratamentos fungicidas: em Capão Bonito e Itararé,  realizando-se três e duas aplicações, respectivamente, dos fungicidas epoxiconazol + Piraclostrobina (0,75 L/ha de Opera), para estudos de eficácia de controle químico das doenças da cultura do milho.  São coletados dados de precipitação e temperatura nos locais onde há uma alta severidade de doença, para estudos de correlação com essa severidade e também com a perda de produtividade. São efetuadas análises de variância  para massa de grãos, severidade de doenças e porcentagem de espigas doentes, considerando-se as devidas transformações de dados e, posteriormente, análise conjunta para locais, dentro das regiões do Estado. A comparação de médias é realizada através do teste de Tukey para massa de grãos e de Scott-Knott para severidade de doenças e porcentagem de espigas doentes.

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  Christina Dudienas      IAC

Palmiteiro: melhoramento genético

n° SGP 128

Envolve estudos de variáveis diretas e indiretas para caracterização e avaliação agronômica e molecular de espécies, ecótipos e/ou populações de espécies do gênero Euterpe. Abrange caracterização detalhada das populações em estudo e envolve seleção com base em análise de crescimento e resistência a fatores bióticos e abióticos adversos. O Está sendo realizado um levantamento dos acessos nos bancos de Euterpes (Ubatuba) com objetivo de avaliar esse material visando a produção de polpa para instalação de futuros experimentos.Estes trabalhos estão sendo realizados em parceria com o IPEMA, coleta de materiais, em Ubatuba e os estudos sobre teores de fénois com a ESALQ em Piracicaba.

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  Valeria Aparecida Modolo      IAC

Sistemas de produção para pupunheira.

n° SGP 127

O presente projeto refere-se ao estudo de técnicas fitotécnicas diversas, de forma a produzir pacotes tecnológicos completos e adequados tanto para o cultivo da pupunheira para a produção de palmito, em várias condições edafoclimáticas e em diversas escalas comerciais, como para produção de sementes de pupunheira. Tal projeto é desenvolvido sempre enfocando a aplicabilidade dos trabalhos e/ou processos desenvolvidos e é realizado em parceria com os polos regionais, outras instituições de pesquisa, universidades, empresários e agricultores em geral. Ênfase tem sido dada a pacotes tecnológicos de produção de palmito no planalto paulista, enfocando-se em ensaios sobre produção de mudas, adubação mineral, consumo de água, manejo e irrigação, fisiologia do crescimento e da produção, fitossanidade (controle e manejo de pragas, doenças e ervas daninhas). Também tem se dado ênfase para ensaios a fim de se adequar a tecnologia de produção de sementes (diferenças entre matrizes, ensaios de adubação, ponto adequado de colheita, armazenamento de sementes). Atualmente estão sendo realizados experimentos no Parque Tecnológico do Centro de Horticultura em Campinas e no Pólo Centro Norte em Pindorama. No Parque tecnológicos estão sendo desenvolvidos dois experimentos: 1) Adubação nitrogenada na produção de palmito pupunha em condição irrigada; 2) Ponto de colheita de palmito pupunha. Em Pindorama estão sendo desenvolvidos experimentos sobre produção de sementes de pupunheira (arquivo anexado).

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  Valeria Aparecida Modolo      IAC

Pupunheira: melhoramento genético

n° SGP 126

O projeto vai desde coleta, formação, conservação e manutenção de germoplasma até a seleção de genótipos apropriados a produção de palmito de qualidade em palmeiras do gênero Bactris. Envolve estudos de variáveis diretas e indiretas para caracterização e avaliação agronômica e molecular de ecótipos e/ou populações desse gênero. Abrange caracterização detalhada das populações em estudo; estimativa de parâmetros estatí­stico-genéticos de interesse no melhoramento; í­ndices de seleção; correlações dos caracteres vegetativos com moleculares; emprego de métodos diretos e indiretos de seleção individual e multiefeitos; bem como análise estatí­stico-genética da produção e da qualidade final do produto; envolve ainda seleção com base em análise de crescimento, resistência a fatores bióticos e abióticos adversos, e, em conjunto com o ITAL, seleção com base em algumas caracterí­sticas do palmito, tais como rendimento, coloração, textura e poder tamponante.

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  Valeria Aparecida Modolo      IAC

Sistemas de rotação de culturas e infecção de grãos de milho por Fusarium verticillioides em regiões produtoras com diferentes altitudes no Estado de São Paulo

n° SGP 122

Propõe-se neste estudo avaliar a influência do sistema de sucessão e rotação de cultura, em sistema plantio direto, e das condições climáticas determinadas pela altitude no crescimento fúngico e na ocorrência de fumonisinas em amostras de grãos de milho e de cobertura morta, em duas regiões produtoras no Estado de São Paulo. Visam-se como objetivos especí­ficos: Identificar a micobiota presente na cobertura morta e nos grãos de milho; Determinar a presença de fumonisinas (FB1 e FB2) nas amostras de grãos de milho; Identificar as espécies do gênero Fusarium isoladas da cobertura morta e dos grãos utilizando metodologia clássica e molecular; - Correlacionar os resultados obtidos do crescimento fúngico e produção de fumonisinas com decomposição da palha, propriedades do solo e dados climáticos nas duas regiões estudadas; - Quantificar a severidade de doenças foliares e correlacionar com o sistema de rotação e com a presença de espécies do gênero Fusarium e de fumonisinas. Serão instalados dois experimentos, um em Capão Bonito (705 m) e outros em Palmital (508 m), com sistemas de sucessão contí­nua (monocultura) em comparação com diferentes rotações para as culturas de soja, milho verão, milho safrinha e trigo. A presença de fungos nas amostras de grãos de milho será determinada pela técnica da semeadura direta em meio DRBC (ígar Dicloran Rosa Bengala Cloranfenicol). Nas amostras de cobertura morta, será utilizada a técnica da semeadura em superfí­cie em meio DG18 (ígar Base Dicloran Glicerol Cloranfenicol). Os fungos serão identificados em ní­vel de gênero, entretanto, aqueles pertencentes ao gênero Fusarium serão identificados até espécie, utilizando métodos morfológicos clássicos (macro e micromorfológicos) e moleculares (sequenciamento parcial do gene TEF-1α). A pesquisa de fumonisinas nas amostras e nas cepas de Fusarium spp. será realizada utilizando Cromatografia Lí­quida de Alta Eficiência. Será estudado também o efeito das monoculturas em comparação com diferentes rotações na ocorrência de doenças foliares e suas possí­veis interações nas caracterí­sticas agronômicas das culturas, bem como em propriedades quí­micas e fí­sicas do solo.

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  Aildson Pereira Duarte      IAC

Adubação de Sistemas Produtivos - Milho Safrinha e Soja

n° SGP 117

No planejamento da adubação se deve considerar, entre outros fatores, a sucessão de culturas e a reposição dos nutrientes exportados nas colheitas. O nitrogênio é o nutriente requerido e exportado em maior quantidade pelo milho e soja; a fixação simbiótica supre a demanda de N da soja e beneficia o milho cultivado em sucessão. Como a demanda de N pelo milho safrinha tem aumentado devido À melhoria da produtividade, se faz necessário aperfeiçoar o manejo da adubação nitrogenada. Na maioria das lavouras na região Centro-Oeste do Brasil, tem sido utilizada a adubação de cobertura de N e K e pouco ou nenhum fertilizante nitrogenado é aplicado imediatamente após a semeadura do cereal. Isso não é coerente com a necessidade de priorizar o emprego do N na semeadura, conforme resultados obtidos no Estado de São Paulo. Questiona-se também o benefí­cio da aplicação tardia do potássio em cobertura na produtividade do milho safrinha, que poderia ser feita no momento da semeadura do milho ou aplicado somente na soja. Com relação ao fósforo, o milho é muito exigente quanto a sua aplicação localizada e, por sua vez, a soja aproveita de maneira eficiente o fósforo residual. A hipótese é que a aplicação do fósforo deve ser priorizada no milho safrinha, preferencialmente no sulco de semeadura e não a lanço. O enxofre é o nutriente com maior frequência de acúmulo na subsuperfí­cie do solo e deficiência na camada 0-20 cm, mas são poucos os estudos sobre os benefí­cios da sua aplicação na semeadura em sistemas produtivos. Os objetivos são: (1) comparar os modos de aplicação no sulco e a lanço, no momento da semeadura do milho safrinha, de nitrogênio, fósforo, potássio e enxofre; (2) conhecer a reposta do milho safrinha ao N aplicado em cobertura e seus benefí­cios na soja em sucessão; (3) definir estratégias de aplicação destes nutrientes em cultivos de milho safrinha e soja em sucessão. Serão instalados experimentos com duração mí­nima de 3 anos, no sistema plantio direto e em ambientes contrastantes quanto a fertilidade do solo, em dois locais no Estado de São Paulo (Palmital e Pedrinhas Paulista) e quatro locais no Mato Grosso (Itiquira, Sapezal, Diamantino e Sorriso). O efeito de cada nutriente no milho safrinha será avaliado comparando as adubações completa e com sua omissão, complementando-o em quantidade total na adubação da soja subsequente. O delineamento será o de blocos ao acaso em esquema de parcelas subdivididas com 4 repetições. Serão avaliados o estado nutricion

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  Aildson Pereira Duarte      IAC

Avaliação e seleção de clones elite de mandioca de indústria e de mandioca de mesa em sistemas de produção e na agricultura familiar.

n° SGP 112

No programa de melhoramento genético de mandioca do Instituto Agonômico - CH-IAC, anualmente são selecionados clones de alta resistência à bacteriose (Xanthomonas axonopodis pv. manihotis). Os clones obtidos são testados quanto à s características produtivas e qualitativas (mandioca de indústria - teor de amido e arquitetura das plantas; mandioca de mesa - cozimento, teor de HCN e presença de minerais e vitaminas). Os campos de cruzamentos serão instalados em Mococa-SP e em Andradina-SP (Fase 1), as sementes obtidas serão plantadas no CH/IAC em Campinas e os seedlings são submetidos à aplicação de solução com alta concentração do agente patogênico (Fase 2). Posteriormente os clones resistentes serão submetidos aos processo de seleção inicial (Fase 3) e em sequência os clones selecionados serão submentidos à experimentos de competição de clones em diversos locais do estado, tendo como testemunhas as variedades IAC 14 e IAC 90 (mandioca de indústria) e IAC 576-70 (mandioca de mesa). Assim, a presente proposta tem o objetivo de avaliar o potencial produtivo e a qualidade de clones elites do programa de melhoramento de mandioca em agricultores tradicionais e em agricultores familiares.

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  JOSÉ CARLOS FELTRAN      IAC

ABSORÇÃO DE NUTRIENTES POR HORTALIÇAS DIVERSAS

n° SGP 111

Determinar os teores e acúmulo de nutrientes pela abobrinha, alface e melancia durante o seu ciclo produtivo.

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  Luis Felipe Villani Purquerio      IAC

Avaliação Regional de Cultivares de Milho IAC/CATI/Empresas no Estado de São Paulo: Verão e Safrinha

n° SGP 110

Em face da grande quantidade de cultivares comerciais de milho, da rapidez da sua substituição no mercado e da heterogeneidade das condições ambientais e do ní­vel tecnológico das lavouras, faz-se necessário o estudo do desempenho dos materiais comerciais nas principais regiões do Estado. O presente projeto concilia os interesses dos agricultores e das empresas de sementes, por intermédio da participação do setor público (APTA â?? IAC e Polos Regionais e CATI). O objetivo é gerar informações para a utilização de cultivares de milho convencionais e transgênicas Bt mais adaptadas regionalmente, na safra de verão na safrinha, quanto ao potencial produtivo, as caracterí­sticas agronômicas desejáveis e a resistências À s doenças. Objetiva-se ainda acompanhar a realidade da cultura nas principais regiões produtoras, levantando demandas para novos projetos do Programa Milho, e divulgar informações para o desenvolvimento do agronegócio do milho no Estado.

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  Aildson Pereira Duarte      IAC

MELHORAMENTO GENÉTICO DO FEIJOEIRO

n° SGP 109

O Estado de São Paulo encontra-se entre os maiores produtores brasileiros de feijão e, semelhante À safra nacional, apresenta regiões onde são obtidas até três colheitas anuais, num sistema quase contí­nuo de plantio. O melhoramento de feijoeiro no Insituto Agronômico-IAC é uma atividade multidisciplinar envolvendo diversas áreas do conhecimento. Destas, a avaliação do BAG-feijão IAC é uma das mais importantes devido a necessidade de identificar caracterí­sticas importantes que permitam a obtenção de cultivares mais produtivas. A identificação de fontes de resistência (genes) aos principais patógenos da cultura como a antracnose, murcha de fusarium e a mancha angular é a principal caracterí­stica de importância econômica, constituindo-se em uma forma barata e eficiente de controle. Para isto é necessário o levantamento e a classificação de raças fisiológicas dos patógenos e posterior avaliação dentro do germoplasma. Os genótipos identificados como fontes de resistência são utilizados em cruzamentos para obtenção de linhagens avançadas que apresentem resistência aos patógenos e alta produtividade. Outros fatores abióticos como tolerância a seca também são considerados no melhoramento. Características relacionadas às qualidade tecnológica de grãos  e os estudos de biofortificação, são considerados estratégicos para i registro de novos cultivares IAC de feijoeiro. Em seguida, as linhagens promissoras são avaliadas em ensaios regionais de produtividade (VCU) em diferentes ambientes, épocas e anos, para que ocorra uma correta avaliação e sejam passí­veis de serem recomendadas como novas cultivares IAC.

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  Sérgio Augusto Morais Carbonell      IAC

Avaliação Agronômica Organoléptica e Caracterização Botânica da Coleção de Germoplasma de Couve de Folhas do IAC

n° SGP 104

A Unidade Hortaliças, do Centro de Horticultura, do IAC, desde 1940 vem introduzindo e avaliando o comportamento de cultivares de couve-de-folhas. Hoje, a coleção de germoplasma formada consta de trinta cultivares de propagação vegetativa,  ( atual curadora Dra. Sally Ferreira Blat) sendo alguns deles resistentes a diversas pragas e doenças. Por observação, sabe-se que alguns cultivares da coleção são bastante produtivos e de boa palatabilidade. Desse modo, objetivando ofertar ao olericultor, inclusive da agricultura familiar, novas opções de cultivares de couve-de-folha, elaborou-se o presente trabalho com ênfase no teste regional da coleção em três locais (Campinas, Ribeirão Preto, Andradina, São Roque), com diferentes solos e climas. Serão avaliados caracteres relacionados à fenologia, produtividade, morfologia e coloração do caule e da folha, aspecto comercial, propriedades organolépticas. A sistematização das informações permitirá o estabelecimento de chaves de identificação de cultivares de couve-de-folha. É fundamental para o sucesso deste projeto a utilização do Parque Tecnológico situado na Fazenda Santa Elisa, tanto quanto ao uso de cultivo protegido como no campo, ambos com o sistema de irrigação a implantar.

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  PAULO CÉSAR RECO      IAC

Melhoramento genético de Pêssego (Prunus persica) e de Nectarina (P. persica var. nuscipersica)

n° SGP 98

O Pêssego (Prunus persica) e a Nectarina (P. pérsica var. nuscipersica) são espécies originárias da China que apresentam cultivo desde a antiguidade. Os primeiros plantios no Brasil iniciaram-se juntamente com a chegada dos colonizadores europeus. Como pomares de interesse econômico, a cultura do pêssego estabeleceu-se no Estado de São Paulo na década de 30, primeiramente nas regiões serranas do estado. Apesar de suas caracterí­sticas de fruteiras de clima temperado, vem sendo cultivado em áreas de clima subtropical graças ao desenvolvimento de variedades com menor exigência de horas de frio para a quebra de dormência necessária para o florescimento. As primeiras seleções foram obtidas pelos produtores, e apesar de terem sido realizadas de forma empí­rica, impulsionaram o desenvolvimento do setor nas primeiras décadas de cultivo. A partir da década de 30 o Instituto Agronômico iniciou uma série de introduções de variedades desenvolvidas principalmente na Flórida (EUA) e que foram a base do programa de melhoramento genético desde então. Até os dias atuais foram selecionadas 32 variedades de pêssego e quatro de nectarinas pelo Instituto Agronômico, além dos materiais introduzidos e adaptados às nossas condições climáticas. Devido a importância econômica para o agronegócio paulista, o programa de melhoramento genético de pêssegos e nectarinas mantém os trabalhos de caracterização e desenvolvimento de novas variedades para as principais áreas produtoras do Estado de São Paulo e estados vizinhos. Assim, este projeto visa a obtenção de novas variedades de pêssegos e nectarinas que atendam às necessidades dos produtores paulistas e dos consumidores.

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  Graciela da Rocha Sobierajski      IAC

Melhoramento genético da videira

n° SGP 95

O programa de melhoramento genético de videira vem sendo desenvolvido no Instituto Agronômico (IAC) desde meados de 1900, com as primeiras introduções de variedades americanas e européias e, subsequentes hibridações. Como resultado, o IAC contribuiu com o lançamento de diversas variedades de uva para mesa, para processamento e porta-enxertos. Dentre os diversos cultivares obtidos destacam-se os porta-enxertos, que são plantados em praticamente todo o Estado de São Paulo, sul de Minas Gerais, norte do Paraná, no vale do rio São Francisco e em outros estados emergentes no cultivo de videira, como o Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, além de outros paí­ses, como na Tailândia. Também foram obtidas diversas variedades de uvas para vinho e para mesa que são cultivadas principalmente no estado de São Paulo. Na maioria das fruteiras, a forma de conservação dos bancos de germoplasma é ex situ em campo, por serem perenes e altamente heterozigóticas. A gestão de tais bancos se torna complexa, principalmente quando muitos acessos estão envolvidos. A redundância deve ser reduzida ao mínimo e a homogeneidade e a fidedignidade no material devem ser asseguradas, enquanto a introdução de novos acessos deve ser otimizada.  Assim, a identificação e a caracterização do material vegetal é, portanto, crucial e representa o primeiro passo no manejo e utilização de germoplasma. Esse projeto objetiva analisar a diversidade genética e as relações de parentesco de acessos de videira procedentes do Banco Ativo de Germoplasma (BAG) do Instituto Agronômico, por meio da fenotipagem e genotipagem dos acessos com marcadores moleculares do tipo microssatélites. Os dados genéticos obtidos serão analisados para determinar a estrutura genética das populações, quantificar a diversidade alélica e sugerir a composição de uma coleção nuclear para capturar a diversidade genética máxima dentro de um tamanho mínimo de amostra. A análise fenotípica associada à molecular permitirá um melhor conhecimento do nível e da estruturação da diversidade genética disponível. Esse conhecimento orientará a realização dos cruzamentos no âmbito do programa de melhoramento genético da videira da instituição, evitando cruzamentos aparentados. A formação de uma coleção nuclear contribuirá para redução do número de duplicatas, minimizando os custos com manutenção no campo e tornando-se mais representativa para utilização na pesquisa.  Além disso, esse estudo visa gerar um banco de dados moleculares que facilitará o manejo do germoplasma de Vitis e seu uso para posteriores programas de melhoramento genético e genômico. Por meio deste estudo de diversidade ainda pretende-se estabelecer um fingerprint (identidades genéticas) para caracterização molecular e identificação das cultivares provenientes do programa de melhoramento do IAC. Essa caracterização será uma futura exigência do MAPA para para registro no Registro Nacional de Cultivares de Videira (RNC). Ainda pretende-se identificar os prováveis genitores do híbrido SR 501-17, proveniente do programa de melhoramento de videira do IAC.

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  Mara Fernandes Moura      IAC

Manejo de irrigação em hortaliças e mudas cítricas em cultivo protegido

n° SGP 86

O manejo de água no cultivo de hortaliças e produção de mudas em ambiente protegido tem fundamental importancia no desenvolvimento, sanidade e produção de mudas e plantas. O objetivo do presente projeto foi avaliar o efeito de diferentes ní­veis de água, substratos, frequencia de irrigação e de fertirrigação no desenvolvimento, fitossanidade, produtividade e qualidade, e, determinar a profundidade efetiva do sistema radicular e o consumo de água em diversas hortaliças, em cultivo a campo aberto e em condições de cultivo protegido. Foram avaliados diferetes estratégias de manejo e o consumo de água de mudas, bem como a adequação do uso de sensores para monitoramento da água em substratos Neste projeto já foram realizados diversos estudos com as culturas do morangueiro e do tomateiro e produção de mudas de laranjeira. Alguns dados dos experimentos com tomateiro ainda estão em fase de publicação. Os dados relacionados ao sistema de produção de mudas de laranjeira estão sendo analisados.

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  Regina Célia de Matos Pires      IAC

Uso racional da água na citricultura

n° SGP 85

O crescimento na demanda dos recursos hí­dricos pelos diversos setores da sociedade seja para abastecimento urbano, uso industrial, lazer, dessedentação de animais e agricultura torna necessária intensificação de estudos para o uso racional da água. Considerando, ainda, a tendência de crescimento populacional, a necessidade de produção de alimentos e de bioenergia de produtos industrializados o uso racional da água tem grande importância para a sociedade. Diante do exposto o presente projeto tem o objetivo de avaliar o consumo de água, o desenvolvimento vegetativo e radicular, eficiência do uso da água, estratégias para uso racional da água na irrigação, irrigação deficitária e os efeitos na produtividade e qualidade de frutos de laranjeiras irrigadas em diferentes regiões no Estado de São Paulo e em diferentes combinações porta-enxerto x copa.

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  Regina Célia de Matos Pires      IAC

Efeito da irrigação no consumo de água, na produção, qualidade e eficiência do uso da água da cana-de-açúcar

n° SGP 84

A necessidade e a busca por bioenergia para a sociedade é fundamental para a sociedade atual e para as gerações futuras em todo mundo. Neste contexto, o Brasil como o principal produtor de cana do mundo tem sido alvo de crí­ticas relacionadas a expansão da cultura da cana-de-açúcar em áreas de cerrados, pastagem, mata e ainda em áreas utilizadas para a produção de alimentos básicos. Desta forma, o uso da irrigação localizada subterrânea pode representar ferramenta importante para aumento da produtividade e da longevidade do canavial em especial em áreas próximas as usinas, reduzindo a necessidade de expansão de áreas, outro aspecto a salientar é o uso da irrigação de salvamento para promover adequada brotação após corte. Para o uso adequado da irrigação é necessário o estudo de parâmetros que auxiliem e que direcionem a aplicação da água de forma tecnificada e sustentável, evitando perdas de água, nutrientes e energia. Além disto, ressalta-se a necessidade de estudo da técnica e seus efeitos na produção em condição de irrigação complementar as chuvas e ao uso de fertirrigação para aplicação de nutrientes bem como da irrigação de salvamento para diferentes cultivares e ambientes de cultivo. Diante deste contexto o presente projeto tem o objetivo de avaliar o efeito da irrigação no consumo de água, na produção, na qualidade e na eficiência do uso da água da cana-de-açúcar em diferentes ambientes de cultivo e cultivares. O desenvolvimento do presente projeto envolve experimentção em diferentes locais: A) experimento instalado na Usina Colorado, Guaí­ra com diferentes espaçamentos de cultivo; B) experimento instalado em Campinas com avaliações em diferentes cultivares; C) experimento instalado na Usina Jalles Machado em Goianésia; D) Experimento instalado em Jaú com avaliação da disponibilidade hídrica do solo e desenvolvimento radicular com diferentes sistemas de preparo do solo.

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  Regina Célia de Matos Pires      IAC

Avaliação da resistência e manejo das principais doenças do feijoeiro.

n° SGP 78

O Brasil, apesar de ocupar posição de destaque na produção mundial de feijão, apresenta baixa produtividade, muito aquém do potencial genético da cultura. Uma das principais causas dessa baixa produtividade é a ocorrência de doenças, causadas por patógenos da parte aérea e fungos de solo. Dentre os principais patógenos da parte aérea encontram-se a Alternaria spp., Colletotrichum lindemuthianum, Phaeoisariopsis griseola, Uromyces appendiculatus e Xanthomonas axonopodis pv. phaseoli. Fungos de solo como Fusarium oxysporum f. sp. phaseoli, Rhizoctonia solani, Sclerotinia sclerotiorum e Macrophomina phaseolina têm causado danos em situações favoráveis ao seu desenvolvimento, como uso contí­nuo e intensivo do solo, sem rotação de culturas e incorporação de matéria orgânica, compactação do solo, dentre outros fatores. Neste projeto serão realizados estudos das principais doenças do feijoeiro para o seu controle; para isso, serão coletadas plantas com sintomas de doenças para o isolamento dos patógenos. Os patógenos serão classificados em raças fisiológicas para posterior triagem de material de feijoeiro para fontes de resistência a esses patógenos, dando suporte aos trabalhos de melhoramento genético de feijoeiro do IAC, visando incorporar resistência a patógenos e com maior produtividade e boas caracterí­sticas agronômicas. .

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  Margarida Fumiko Ito      IAC

Avaliação da resistência e manejo das principais doenças da cultura da soja.

n° SGP 77

O Brasil participa com grande parcela na produção mundial de soja, com cultivo em praticamente todo o paí­s. Esta expansão trouxe também o aumento no número e severidade de doenças nessa cultura, que em certas condições têm causado danos econômicos significativos. Como exemplo, a doença cancro da haste,logo após sua constatação, causou até 100 % de perdas em muitas lavouras brasileiras e mais recentemente a ferrugem-asiática-da-soja que tem causado perdas de até 80 % na produção. Muitos patógenos podem causar doenças na cultura da soja, na parte aérea, como Cercospora sojina, C. kikuchii, Colletotrichum truncatum, Diaporthe phaseolorum f. sp. meridionalis, Microsphaera diffusa, Septoria glycines, Peronospora manshurica, Phomopsis phaseoli e Phakopsora pachyrhizi. Como fungos de solo encontram-se os patógenos como Fusarium spp., Macrophomina phaseolina, Rhizoctonia solani, Sclerotinia sclerotiorum e Sclerotium rolfsii. O método ideal de controle das doenças é o uso de cultivares resistentes aos patógenos, porém na falta desse material, procura-se realizar o manejo integrado das doenças. Neste projeto serão realizados estudos das principais doenças da cultura da soja, para o seu controle; para isso, serão coletadas plantas com sintomas de doenças para o isolamento dos patógenos. Alguns patógenos serão classificados em raças fisiológicas para posterior triagem de material de soja para fontes de resistência a esses patógenos, dando suporte aos trabalhos de melhoramento genético da soja do IAC, visando incorporar resistência a patógenos e com maior produtividade e boas caracterí­sticas agronômicas.

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  Margarida Fumiko Ito      IAC

Análise estatí­stica de séries temporais (agro)meteorológicas

n° SGP 73

A correta compreensão da dinâmica do clima é um dos fatores fundamentais aos avanços da produção agropecuária. Entretanto, devido as recentes evidências de mudanças na variabilidade dos parâmetros climáticos (que podem implicar em maiores ocorrências de adversidades), o estudo de séries temporais meteorológicas deve também considerar (ou tentar detectar), a existência de possí­veis alterações no regime dos parâmetros sob análise. Assim, o objetivo do estudo é analisar e caracterizar a variabilidade espaço-temporal de séries meteorológicas. Será dado enfoque À detecção de possí­veis tendências nos valores dos parâmetros (agro)meteorológicos. Por meio de ferramentas estatí­sticas que reconhecem a dinâmica climática, tais como: funções densidade de probabilidade, análise espectral e o teste Mann-Kendall, espera-se diminuir a vulnerabilidade dos diversos setores da sociedade, em especial o agrícola, em relação À s flutuações climáticas, auxiliando no aprofundamento do conhecimento da inter-relação entre as condições atmosféricas e o homem.

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  Gabriel Constantino Blain      IAC

Melhoramento genético de Macadâmia (Macadamia integrifolia)

n° SGP 66

A Macadâmia (Macadamia integrifolia) é uma noz de origem australiana muito apreciada no mercado internacional e, apesar do Brasil estar entre os maiores produtores, ainda é pouco conhecida pelo consumidor brasileiro. O programa de domesticação e melhoramento genético de macadâmia teve iní­cio no Instituto Agronômico (IAC) na década de 40 com a introdução de sementes de variedades desenvolvidas no Havai/EUA (Marino Neto & Dierberger, 1981). Desde então foram selecionados 16 materiais, podendo ser destacadas as variedades IAC 4-12B, IAC 1-21 e IAC 9-20 pela sua expressiva produtividade e qualidade de nozes (Piza et al., 2006). Por as primeiras variedades desenvolvidas no IAC terem sido selecionadas a partir de sementes de poucas matrizes, indaga-se que exista baixa variabilidade genética no Banco de Germoplasma da instituição. A formação de um banco de dados com a catalogação de variedades existentes no Brasil e no exterior pode ser o ponto de partida para introdução de novos materiais, e dessa forma, ampliar a base genética da população. A falta de informações sobre o pedigree das atuais variedades é outro empecilho para o programa de melhoramento, pois não há informações sobre o grau de parentesco entre a maioria das variedades, o que dificulta a tomada de decisão sobre a escolha dos genótipos parentais. Portanto, como a condição básica do melhoramento é a existência de variabilidade genética, torna-se indispensável a coleta dessa variabilidade, sua caracterização, avaliação e principalmente, sua conservação. Desta forma, objetiva-se no presente projeto obter um pool de diversidade genética, caracterizado e apto a fornecer genótipos para ingressar no programa de melhoramento genético do IAC.

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  Graciela da Rocha Sobierajski      IAC

Agrometeorologia e alternativas tecnológicas para a vitivinicultura do leste paulista

n° SGP 64

O aumento do agroturismo na região de Jundiaí e municípios pertencentes ao Circuito das Frutas do Estado de São Paulo têm levado os viticultores a diversificar suas atividades aumentando a necessidade de informações técnicas principalmente para o processo produtivo enfocando uvas para suco e vinho (Bordô, Isabel, Isabel Precoce, Concord) e vinho fino (Syrah). Dentro desse contexto, verifica-se que os diferentes sistemas de cultivo e de sustentação das videiras podem provocar alterações microclimáticas que necessitam serem melhor estudadas para orientar o uso de cultivo protegido e cultivares mais adaptados ao clima regional, com relação ao processo de maturação das uvas, visando melhoria da renda na propriedade. Ao lado da produção de uvas para mesa, a vertente: uva rústica para elaboração de suco e vinho vem mostrando com grande potencial de desenvolvimento na região. Porém, devido ao alto custo das terras e da constante diminuição da mão de obra são necessários estudos sobre as cultivares mais adequadas ao clima regional que propiciem obtenção de elevados níveis de produtividade e teores de açúcar nas uvas para tornar as pequenas (familiares) empresas agrícolas rentáveis auxiliando a fixação do homem ao campo. Portanto serão desenvolvidos experimentos para avaliar a influência das variáveis climáticas no processo de maturação de cultivares rústicas de uvas para suco e vinho sustentadas em espaldeira. Equações de regressão serão desenvolvidas para estimativa do teor de sólidos solúveis e da acidez titulável total em função de graus-dia, radiação solar e chuva. Espera-se, com o conjunto de dados obtidos, poder melhor orientar o viticultor na escolha da cultivar com base técnica. Ainda, serão desenvolvidos experimentos com para cultivar de uva fina (Syrah) visando determinar os requerimentos térmicos desta cultivar conduzida sob cultivo protegido. Como o cultivo protegido e o manejo de cultivares de uva fina em safras seqüenciais de verão e de inverno estão se tornando realidade na região torna-se necessário avaliar uvas precoces e de potencial enológico elevado como é o caso da Tempranillo. Outra preocupação diz respeito ao conhecimento das características climáticas locais e sua influência na viticultura. Portanto serão feitas análises em série de dados históricos e aplicação do Sistema Geovitícola para identificar microrregiões mais favoráveis à produção de uvas finas para vinho.

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  Mário José Pedro Júnior      IAC

INTEGRANDO ASPECTOS FISIOLÓGICOS, MORFOLÓGICOS E ANATÔMICOS PARA ENTENDIMENTO DO ACÚMULO DIFERENCIAL DE SACAROSE EM GENÓTIPOS DE CANA-DE-AÇÚCAR

n° SGP 57

Nosso propósito é estudar alguns aspectos fisiológicos, morfológicos e anatômicos relacionados com a produção de sacarose em genótipos de cana-de-açúcar. A compreensão dos aspectos ecofisiológicos relacionados com a produção de fitomassa e de sacarose em cana-de-açúcar é desejável para o desenvolvimento do setor sucro-alcooleiro brasileiro. Entretanto, hoje pouco é conhecido sobre as relações entre caracterí­sticas da planta e produção de sacarose nos genótipos de cana-de-açúcar brasileiros. Este conhecimento é importante para os programas de melhoramento, manejo e de modelagem. As seguintes questões são relevantes para um programa de melhoramento: por que genótipos de cana-de-açúcar acumulam quantidades diferentes de sacarose nos colmos? Este acúmulo diferencial é devido a caracterí­sticas, fisiológica e/ou anatômicas e/ou morfológicas? Esta relacionado com as relações fonte-dreno? O alto acúmulo de sacarose esta relacionado com respostas diferenciais À s condições estressantes (seca e frio) durante o inverno? A tolerância diferencial esta relacionada com estádios fenológicos especí­ficos ou durante todo o ciclo? Para responder estas questões estudos integrado da cana-de-açúcar são essenciais no sentido de aumentar o conhecimento relativo ao acúmulo de sacarose. Estes estudos serão feitos com genótipos com capacidades diferencial de produção de sacarose sob condições de campo, de casa de vegetação e em câmara de crescimento. Várias caracterí­sticas fisiológicas, morfológicas e anatômicas relacionadas com a fotossí­ntese e metabolismo da sacarose serão avaliados, sendo este projeto um estudo multidisciplinar e integrado no sentido de entender a ecofisiologia

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  Eduardo Caruso Machado      IAC
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O SGP (Sistema de Gestão de Pesquisa) foi implementado em todas as unidades APTA, para centralizar o controle de todos os projetos desenvolvidos sob sua supervisão. [Ler mais]

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