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Caracterização da Diversidade Genética e Composição Quí­mica dos Óleos Essenciais de Lychnophora pinaster Mart. em Função da Sazonalidade.

n° SGP 344

Lychnophora pinaster Mart., vulgarmente conhecida como arnica-mineira, é uma espécie botânica rupí­cola restrita ao Estado de Minas Gerais, ameaçada de extinção e amplamente empregada pela população em contusões, hematomas . Sob o ponto de vista biológico, estudos descritos na literatura tem comprovado as atividades anti-inflamatória, analgésica e cicatrizante de extratos e recentemente, o potencial uso odontológico do óleo essencial e extrato vegetal contra microorganismos causadores da cárie bucal. Motivados pelo potencial uso fitoterápico, risco de extinção, necessidade de conservação e a falta de estudos voltados para a domesticação, caracterização da diversidade genética e dos óleos essenciais para a espécie, pesquisadores do Instituto Agronômico, tem, desde 2006, efetuado estudos sob o ponto de vista quí­mico e diversidade genética com populações naturais de L.pinaster. O presente projeto consiste na continuidade dos estudos com populações de L.pinaster, tendo como objetivos: a caracterização da diversidade genética e morfologicamente as folhas, avaliação da composição quí­mica dos óleos essenciais em função da sazonalidade de populações naturais e estudos de propagação e domesticação. A diversidade genética será efetuada por meio de marcador microssatélite, os óleos essenciais serão extraí­dos e analisados por hidrodestilação e cromatografia gasosa, respectivamente. As análises da morfologia do indumento foliar serão realizadas em microscópio eletrônico de varredura e propagação via germinação de sementes.

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  Marcia Ortiz Mayo Marques      IAC

Seleção de cafeeiros resistentes a nematoides

n° SGP 337

Diversas fitonematoides têm sido identificados associados À s raí­zes de cafeeiros no Brasil, sendo que aqueles do gênero Meloidogyne os mais prejudiciais À cafeicultura basileira. As espécies M. incognita e M. paranaensis inviabilizam o cultivo onde ocorrem e M. exigua, embora menos patogênica, causa maiores perdas totais a nossa cafeicultura em função de sua ampla disseminação nas lavouras das principais regiões produtoras de café. Os trabalhos de pesquisas que visam o manejo dos nematóides parasitos do cafeeiro em execução no Centro de Café Alcides Carvalho do IAC visam principalmente, o desenvolvimento de cultivares de café com resistência simultânea ou especí­fica a estas três espécies de Meloidogyne, para serem utilizadas de maneira integrada com outras táticas de manejo desses parasitos. A metodologia utilizada consta de avaliações em laboratório, casa de vegetação (avaliações nematológicas) e de campo. As pesquisas iniciadas na década de 70 já alcançaram resultados bastante expressivos e devem permitir o lançamento de cultivares pé-franco e porta-enxerto com resistência simultânea ou a espécies especí­ficas de Meloidogyne.

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  Oliveiro Guerreiro Filho      IAC

Melhoramento Genético da Cana-de-açúcar: Seleção e validação tecnológica de novos clones IAC em diferentes regiões edafoclimáticas do Centro-Sul do Brasil.

n° SGP 334

O projeto tem como finalidade selecionar genótipos superiores oriundos de nove â??sites de seleçãoâ? regional do Programa Cana IAC, a saber: Ribeirão Preto, Jaú, Piracicaba, Mococa, Pindorama, Assis, Adamantina, Goianésia (GO) e Cocos (BA). Os melhores clones das diversas séries de hibridação, de cada site, serão introduzidos em uma rede experimental, que conta com o apoio de 45 empresas nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul, Paraná, Mato Grosso, Bahia, Tocantins e Maranhão. A cada ano, um grupo de ensaios com épocas de colheita (Outono, Inverno e Primavera) serão instalados, com tratamentos se constituindo nos clones delineados em blocos ao acaso nestes locais e colhidos durante quatro ciclos (cortes) para testar os mesmos sob diversas condições edafoclimáticas. As testemunhas serão variedades escolhidas dentre as de maior expressão comercial, aptas para cada uma das épocas de colheita. Os parâmetros quantificados serão: a) Produtividade agrícola (tonelada de cana/hectare), Teor de sacarose (Pol%Cana), Fibra % Cana, caracterização biométrica dos componentes de produção (altura e diâmetro de colmos e número de colmos), hábito de crescimento, ocorrência de florescimento e isoporização, resistência as principais doenças. Estes dados permitirão a caracterização da futura cultivar de cana quanto À longevidade, densidade de colmos, adaptação ao plantio e a colheita mecânica. As análises dos dados agroindustriais serão realizadas para cada um dos ensaios e também para grupo de ensaios segundo a similaridade regional e de ambientes de produção. Também serão realizadas analises de estabilidade usando para tanto métodos como: Eberhart e Russel, análise de regressão bissegmentada e o AMMI.

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  Marcos Guimarães de Andrade Landell      IAC

Tecnologia de aplicação de agrotóxicos

n° SGP 331

O uso de agrotóxicos é prática habitual na agricultura e pode representar cerca de 50% dos custo de produção de diferentes culturas. As técnicas utilizadas para esta aplicação, por diferentes fatores, nem sempre é a mais adequada, sendo que os trabalhos desenvolvidos pelo Centro de Engenharia e Automação identificado perdas que em média estão entre 30 e 70% do produto aplicado, com todas as implicações À contaminação ambiental, do trabalhador e do alimento que está perda representa. O objetivo deste trabalho é desenvolver tecnologias bem como transferir aquelas já existentes com a finalidade de elevar a eficácia e a eficiência da aplicação de agrotóxicos.

Subprojeto: Unidade de referência em tecnologia e segurança na aplicação de agrotóxicos 

Preocupado em desmistificar o lado negativo da aplicação de agrotóxico e mostrar que grande parte do problema vem do desconhecimento do agricultor, o CEA trabalha, para que uma aplicação bem realizada seja entendida como função de uma boa máquina, bem regulada e operada por um trabalhador capacitado.  O trabalho será feito por meio desta ação de treinamento a multiplicadores do conhecimento. Em que se pese a relevância do trabalho que vem sendo realizado por diversas entidades e empresas envolvidas no processo de transferência de tecnologia, nota-se uma falta de atualização técnica e metodológica de ensino nos professores, extensionistas e instrutores envolvidos na transferência de tecnologias sobre tecnologia de aplicação de agrotóxicos e segurança do trabalhador em manipulação direta e indireta de agrotóxicos. Estes treinamentos vivenciais podem ser considerados essenciais para melhoria da responsabilidade na aplicação de agrotóxicos no Brasil, gerando benefícios incalculáveis à agricultura brasileira e à saúde ocupacional e ambiental nas regiões agrícolas. A ação se dará por meio da elaboração de conteúdos programáticos e realização de cursos teórico-práticos de nível avançado sobre os referidos temas voltados professores universitários e de ensino técnico de nível médio, extensionistas e instrutores das diversas instituições envolvidas na transferência de tecnologia.

Adicionalmente, a Unidade trabalhará para a constituição de materiais padronizados de treinamento e avaliação de instrutores bem como na elaboração de esquemas padronizados de estruturação física e financeira de outros centros de referência a serem constituídos no Brasil.

 

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  Hamilton Humberto Ramos      IAC

Qualidade de adjuvantes utilizados na aplicação de agrotóxicos

n° SGP 330

Atualmente no Brasil os adjuvantes da pulverização são considerados agrotóxicos, o que causa grande problema a fabricantes e usuários uma vez que estes produtos apenas auxiliam na eficácia dos agrotóxicos mas, por si só, não controlam pragas. Tal fato tem feito com que grande parte dos fabricantes opte por registrá-los como fertilizantes foliares, o que também trás problemas ao agricultor uma vez que não se sabe realmente a eficácia dos produtos utilizados. Dessa forma, o estudo e desenvolvimento de métodos que permitam avaliar os diferentes modos de ação dos adjuvantes (espalhante, tensoativo, molhante, adesionante, penetrante, etc) tornam-se importante como forma de trazer ao usuário informações úteis e de qualidade. O presente projeto tem por objetivo desenvolver sistemas de avaliação da qualidade para adjuvantes da pulverização.

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  Hamilton Humberto Ramos      IAC

Manejo de moscas-brancas em culturas de expressão econômica

n° SGP 328

Atualmente encontram-se descritas mais de 1500 espécies de moscas-brancas, distribuí­das em 161 gêneros e divididas nas subfamí­lias Aleyrodinae e Aleyrodicinae (Martin & Mound, 2007). Entre as moscas-brancas mais importantes como pragas, destacam-se as espécies polí­fagas Bemisia tabaci (Genn.) e Trialeurodes vaporariorum (West.), sendo ambas transmissoras de fitoví­rus para plantas de importância econômica. Para B. tabaci, a partir da década de 50, verificou-se a existência de populações dessa espécie com comportamento e caracterí­sticas biológicas diferentes, o que motivou a proposta de alguns autores da ocorrência de biótipos (Brown et al., 1995). Contudo, as diferenças observadas entre as populações de B. tabaci, levaram a uma readequação da taxonomia, sendo hoje considerada um complexo de diferentes espécies (De Barro et al., 2011). No Brasil, trabalhos de caracterização molecular têm apontado a ocorrência predominante da espécie Middle East-Asia Minor 1, que compreende o biótipo B, nas principais áreas agrícolas do paí­s (Fontes et al., 2010; Valle et al., 2011). Como ainda não houve definição oficial do nome dessa espécie, será usada a denominação B. tabaci biótipo B para esse inseto. Devido à ampla distribuição em nosso paí­s, aos danos causados a diferentes culturas (hortaliças, leguminosas, cucurbitáceas entre outras), às altas infestações e à dificuldade de controle, serão abordados aspectos de caracterização molecular (identificação de espécies dentro do complexo B. tabaci), controle biológico (levantamento de inimigos naturais e avaliação de sua eficiência), resistência varietal (avaliação de germoplasma para resistência) e controle químico (avaliação da ação de novas moléculas nas diferentes fases de desenvolvimento de moscas-brancas).

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  André Luiz Lourenção      IAC

Resistência de plantas de interesse econômico a pragas e doenças

n° SGP 327

A resistência de plantas a insetos é considerado o método ideal de controle de pragas . Para desenvolvimento de uma cultivar, é necessária a formação de equipes multidisciplinares, envolvendo pelo menos melhoristas e entomologistas (Ortman & Peters, 1980). O IAC tem tradição nessa linha de pesquisa, tendo desenvolvido e liberado várias cultivares com resistência a insetos (Miranda et al., 2003; Valle et al., 2012) e também a doenças. Pretende-se atuar nessa linha, avaliando-se coleções pertencentes aos bancos de germoplasma do IAC e de outras instituições envolvidas no projeto, enfocando-se culturas de interesse econômico, como soja, milho, algodoeiro, batata e tomateiro, entre outras. Procurar-se-á também incluir avaliações para resistência a doenças, caso haja incidência de patógenos. Neste caso, serão convidados a participar fitopatologistas ou virologistas, conforme o agente. Após as avaliações, os genótipos que forem identificados como portadores de resistência e que tiverem também boas caracterí­sticas agronômicas, poderão ser recomendados para plantio. Os genótipos apenas resistentes, sem caracterí­sticas para cultivo, serão recomendados aos melhoristas para uso em programas de melhoramento.

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  André Luiz Lourenção      IAC

AVALIAÇÃO EXPLORATÓRIA DO TEOR DE AMILOSE EM AMIDOS DE ACESSOS DE MANDIOCA

n° SGP 322

A mandioca é uma das mais tradicionais culturas agrícolas brasileiras adaptadas às condições quentes dos trópicos, sendo cultivada pela excelente capacidade de armazenar amido nas raízes. O amido é usado por várias indústrias na forma bruta ou modificada por processos físico-químicos ou biológicos. É constituído por dois polímeros de glicose, a amilose (Am) e amilopectina (Ap), cuja proporção variada afeta as propriedades funcionais do amido, definindo sua aplicabilidade, principalmente em produtos do setor alimentício. Amidos waxy, com apenas Ap, são empregados em produtos submetidos a longo tempo de armazenamento, em que a formação de precipitados torna-se indesejável. O aumento dos níveis de Am resulta em amidos de lenta digestibidade ou amidos resistentes, os quais não são digeridos pelo trato intestinal dos humanos. Outra aplicação nobre para os amidos com altos teores de Am, está no interesse atual de usá-los como matéria-prima para o desenvolvimento de produtos termoplásticos que, ao contrário dos polímeros usados em embalagens convencionais, são biodegradáveis e obtidos a partir de fontes renováveis. A diversidade genética do amido do germoplasma de mandioca, em comparação com outras espécies de plantas, ainda é pouco conhecida. Há apenas dois relatos na literatura científica de mutantes waxy naturais na espécie. Recentemente, há relatos de amido com alto teor de Am em mutantes de mandioca, induzidos por raios gama. Diante do exposto, uma fonte de amido de mandioca, com características especiais na relação Am/Ap, poderá abrir novos mercados e incentivar mais essa cultura e o mercado de amido.

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  Cássia Regina Limonta Carvalho      IAC

Reguladores de Crescimento

n° SGP 319

As unidades produtoras precisam, na maioria das vezes, antecipar o perí­odo de safra para iní­cio de março e faz-se necessárias aplicações de reguladores de crescimento sobre a cultura para que ocorra a maturação antecipada. Os maturadores, como são conhecidos os reguladores de crescimento, precisam ser aplicados entre fevereiro a março para que a maturação na cana-de-açúcar ocorra entre 40 a 45 dias após aplicação dos produtos. Também existe a possibilidade de serem aplicados entre outubro/novembro para anteciparem o final da safra, para que não se estenda até dezembro prejudicando as operações de plantio. Entretanto, os maturadores precisam ter a eficácia estudada, pois existem cultivares que podem ter respostas diferentes a ação do produto, a exemplo da seletividade dos herbicidas. Assim, o objetivo geral desse estudo é a eficácia dos reguladores de crescimento na maturação da cana-de-açúcar e especificamente almeja-se estudar a eficácia e seletividade de novas moléculas de reguladores de crescimento. Os experimentos serão instalados em DBC com os tratamentos em 4 repetições, de acordo com a IN-42 do MAPA. As parcelas serão constituí­das por 5 linhas de cana-de-açúcar com 8m de comprimento. Serão avaliados aos 60 DAA os sintomas de intoxicação nas gemas apicais de 06 colmos, atribuindo-se notas percentuais e visuais variando de 0 a 100%, sendo que 0% corresponde À ausência de injúrias e 100% corresponde À morte das plantas (ROLIM, 1989). Sendo necessário também pode-se fotografar as gemas apicais expostas para cada tratamento, elucidando melhor a avaliação. A altura, obtida aferindo-se o comprimento em centí­metros da superfí­cie do solo até a primeira folha completamente desenvolvida, geralmente aos 20, 40 e 60 DAA. O estande, pela contagem do número de perfilhos na área útil das parcelas. A produção será estimada na parcela utilizando-se do método da biometria (LANDEL, 2008). A análise tecnológica (Brix, Pol, Pureza, Ar%caldo, Fibra%cana e ATR). Os dados originarão laudos de eficácia agronômica segundo a IN-42/MAPA e que poderão ser transcritos também na forma de trabalhos cientí­ficos e disponibilizados À sociedade em geral.

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  Carlos Alberto Mathias Azania      IAC

Seletividade de Herbicidas

n° SGP 318

Os herbicidas podem apresentar nas plantas de cana-de-açúcar sintomas visí­veis ou invisí­veis que prejudicam o desenvolvimento e a qualidade da cana-de-açúcar. Assim, esse projeto tem como objetivo geral estudar a seletividade de herbicida nos diferentes cultivares de cana-de-açúcar. Como objetivos especí­ficos almeja-se estudar (perí­odo de 2013 a 2023) a seletividade de novas moléculas herbicidas em cana-de-açúcar e também estudar a tolerância dos cultivares de cana-de-açúcar aos diferentes herbicidas registrados a cultura. Os experimentos serão instalados em DBC com os tratamentos em 4 repetições, de acordo coma IN-42/MAPA. As parcelas serão constituí­das por 5 linhas de cana-de-açúcar com 8m de comprimento. Serão avaliados os sintomas de intoxicação atribuindo-se notas percentuais e visuais variando de 0 a 100%, sendo que 0% corresponde À ausência de injúrias e 100% corresponde À morte das plantas (ROLIM, 1989). Essa avaliação é realizada visando À cultura em intervalos de 30 dias, iniciando-se com 7 a 15 dias após a aplicação dos herbicidas (DAA) e finalizando-se quando não se observar mais sintomas de intoxicação nas folhas da cultura, geralmente, próximo aos 90 DAA. A altura, obtida aferindo-se o comprimento em centí­metros da superfí­cie do solo até a primeira folha completamente desenvolvida, iniciando-se com 7 a 15 DAA e finalizando-se com o final do perí­odo de duração do experimento ou ciclo da cultura, para experimentos em condição de vasos e campo, respectivamente. Em condições de vasos os intervalos entre as avaliações são de 15 dias e em condições de campo 30 a 60 dias, de modo que englobe o iní­cio, meio e final do experimento. O estande, pela contagem do número de perfilhos na área útil das parcelas também de modo que envolva o iní­cio, meio e final do experimento. Em condições de campo as avaliações podem iniciar entre os 30 aos 90 DAA e terminar entre os 150 e 180 DAA, perí­odo em que o perfilhamento da cultura já se estabilizou. Em condições controladas a contagem pode ser realizada a cada 15 ou 30 dias até o final do experimento. A produção será estimada na parcela utilizando-se do método da biometria (LANDEL, 2008). A análise tecnológica ( Brix, Pol, Pureza, Ar%caldo, Fibra%cana e ATR). Os dados serão submetidos À análise de variância pelo teste F e as médias comparadas pelo teste Tukey. Os dados originarão laudos de eficácia agronômica segundo a IN-42/MAPA e que poderão ser transcritos também na forma de trabalhos cientí­

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  Carlos Alberto Mathias Azania      IAC

Biologia e Manejo de Plantas Daninhas

n° SGP 317

Na cultura da cana-de-açúcar, dentre as inúmeras necessidades de aprimoramento, o controle de plantas daninhas é fundamental para evitar perdas de produção de até 85%. Para o melhor manejo de plantas daninhas há a necessidade de apresentar aos produtores as diferentes moléculas dos herbicidas, sua fí­sico-quí­mica, o espectro de espécies daninhas controladas, além da dinâmica no solo e planta. Somente conhecendo-se cada uma das caracterí­sticas das moléculas herbicidas que poder-se-á recomendar corretamente o uso dos herbicidas. Nesse sentido, propõem-se no projeto o objetivo de testar a eficácia agronômica de formulações e moléculas de herbicidas sobre plantas daninhas infestantes de canaviais, bem como o melhor modo de aplicação e época do ano. Os experimentos serão instalados diretamente nos canaviais (plantio ou soqueiras) em delineamento em blocos casualizados com número mí­nimo de 7 tratamentos em quatro repetições, de acordo com a Instrução Normativa 42 do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. As parcelas serão constituí­das por no mí­nimo 5 linhas de cana-de-açúcar com 5m de comprimento e nas entre linhas semeadas as espécies daninhas alvo. Nas entre linhas de cada parcelas serão semeadas as sementes das plantas daninhas alvo, adquiridas em empresas especializadas. Na sequencia os tratamentos herbicidas serão aplicados, em pré ou pós-emergência das plantas daninhas, de acordo com a especificidade de cada molécula. Utilizar-se-á de equipamento costal pressurizado para garantir vazão constante (média de 200 L ha-1). Os tratamentos constarão sempre de uma testemunha capinada (tratamento padrão de excelência), uma testemunha com plantas daninhas (tratamento que demonstra a infestação), 4 doses da formulação ou molécula alvo e ao menos 01 tratamento com um herbicida padrão de mercado (de uso tradicional). As avaliações serão feitas a partir dos 15 dias após aplicação (DAA), mensalmente até aos 120 DAA, atribuindo-se notas percentuais e visuais de acordo com a escala da SBCPD (1995). No final do experimento também far-se-á a estimativa de produção segundo metodologia de Landell (2008) e a contagem de plantas daninhas nas parcelas testemunhas. Os dados serão submetidos À análise de variância pelo teste F e as médias comparadas pelo teste Tukey. Os dados originarão laudos de eficácia agronômica segundo a IN-42/MAPA e que poderão ser transcritos também na forma de trabalhos cientí­ficos e disponibilizados à sociedade em geral.

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  Carlos Alberto Mathias Azania      IAC

SUSTENTABILIDADE DA PRODUÇÃO DA LIMA íCIDA TAHITI: MANEJO DA ENTRELINHA E LINHA DE PLANTIO

n° SGP 316

As entrelinhas dos pomares de citros no Brasil são, em geral, manejadas com roçadeiras lateriais (convencionais), enquanto que nas linhas se utilizam principalmente o herbicida glifosato. Há grande predominância de Brachiaria decumbens nas entrelinhas dos pomares. Como existem relatos de alelopatia de B. decumbens aos citros e de danos acarretados pelo uso, contí­nuo, de glifosato em outras culturas, pretende-se com esse projeto estudar duas vegetações intercalares (braquiárias), manejadas com diferentes roçadeiras, com e sem herbicida, nas entrelinhas de pomar de lima ácida Tahiti. Para tanto, ensaio foi instalado em 2010, utilizando-se o esquema de parcela sub subdivididas, em delineamento de blocos ao acaso, com seis repetições. Nesse experimento, as parcelas são compostas por dois tipos de braquiárias: Brachiaria decumbens e B. ruziziensis; as sub parcelas por dois tipos de roçadeiras laterais: convencional e ecológica; e as sub sub parcelas: pela aplicação e ausência do herbicida glifosato na linha de plantio. As braquiárias foram semeadas em janeiro de 2010 e o pomar de lima ácida Tahiti implantado no mês de março desse mesmo ano. As avaliações foram iniciadas em novembro de 2012 e prosseguirão até 2016. Serão aferidas: massa seca da parte aérea e das raí­zes das braquiárias; taxa de decomposição e mineralização dos nutrientes (palhada); composição quí­mica (macro e micronutrientes) do solo na linha e entrelinha do pomar e folhas da lima ácida Tahiti; controle de plantas daninhas e por fim, teores de ácido chiquí­mico e clorofila (folhas), desenvolvimento radicular, vegetativo (altura e diâmetro) e produtivo nas plantas de lima ácida Tahiti. Pretende-se com esse projeto elucidar os possí­veis efeitos maléficos do uso contí­nuo de glifosato (linha de plantio) e Brachiaria decumbens (entrelinhas) em pomares de citros.

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  Fernando Alves de Azevedo      IAC

SELETIVIDADE DE HERBICIDAS INCORPORADOS AO SOLO PARA HORTALIÇAS

n° SGP 309

No Estado de São Paulo, em diversos municí­pios, bem como em outros Estados tem-se observado anormalidades em diversas espécies de plantas hortí­colas (tais como: Mandioca, Abóbora, Pepino, Tomate, Morango, Batata, etc.) . Tais anormalidades tem sido atribuí­das aos herbicidas derivados das Sulfoniluréias e/ou das Imidazolinonas que são inibidores da enzima acetolactato sintase (ALS), que é a primeira da rota da sí­ntese dos aminoacidos de cadeia ramificada (valina, leucina e isoleucina). O uso de produtos desses grupos tem sido crescente nas agriculturas paulista, brasileira e mundial tornando-se imprescindí­vel a realização de avaliações ecotoxicológicas destes herbicidas nos agroecossistemas, no que diz respeito a sua persistência no solo, acúmulo de resí­duos, dissipação e mobilidade desses produtos no solo, bem como avaliações de susceptibilidade e tolerância das plantas hortí­colas a esses herbicidas, tendo em vista que os mesmos podem provocar injurias em plantas susceptí­veis em concentrações de até partes por trilhão (Thornton & Eberlein, 2001). Com o objetivo principal de se estudar preliminarmente a tolerância das Plantas Hortí­colas a doses crescentes de herbicidas, (incorporados de maneira uniforme no perfil do solo), utilizados em culturas cultivadas em sucessão e/ou rotação com as Plantas hortí­colas elaborou-se o presente projeto.

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  Valdemir Antonio Peressin      IAC

Eficácia de herbicidas, aplicados em pré-emergência, no controle de espécies de plantas infestantes e sua seletividade para as plantas hortí­colas, em condições de campo

n° SGP 308

Entre os métodos disponí­veis para o controle das plantas infestantes, nas plantas hortí­colas, o uso de herbicidas é, atualmente, o menos estudado. Desta forma, torna-se indispensável a obtenção das informações referentes a eficácia dos herbicidas sobre o controle das principais espécies de plantas infestantes, bem como, um acompanhamento mais detalhado sobre sua seletividade, uma vez que a seletividade é função de diversos fatores tais como: - fatores de seletividade ligados a planta; - fatores de seletividade ligados aos herbicidas; - fatores de seletividade ligados ao ambiente; - das interações entre produtos afetando a seletividade e, - das possí­veis interações dos fatores ligados a seletividade. Os experimentos têm por objetivo avaliar a eficácia de herbicidas, aplicados em pré-emergência, no controle de espécies de plantas infestantes e sua seletividade para as plantas hortí­colas, em condições de campo.

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  Valdemir Antonio Peressin      IAC

Avaliação preliminar de seletividade de herbicidas, aplicados em pré-emergência, para as plantas hortí­colas, em condições de campo

n° SGP 307

A expansão das plantas hortí­colas, entre outros fatores depende da incorporação de novas tecnologias ao sistema produtivo, em especial no sentido de se gerar um pacote tecnológico para o controle de plantas infestantes que também envolva o uso de herbicí­das, permitindo desta forma reduzir os picos de demanda de mão de obra por ocasião da realização do controle do mato, aumentar a produtividade e baixar os custos de produção, desta forma torna-se indispensável a obtenção das informações preliminares referentes a seletividade de herbicidas, aplicados em pré emergência nas plantas hortí­colas em condições de campo, estes experimentos serão realizados para produzir a informação preliminar se o herbicida pode ou não ser seletivo para plantas hortícolas.

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  Valdemir Antonio Peressin      IAC

Uso de modelos matemáticos para a estimativa da biomassa e análise das adversidades meteorológicas na cultura da cana-de-açúcar

n° SGP 306

O modelo PREVCANA simula o crescimento potencial da cana-de-açúcar baseado em parâmetros biológicos da planta e edafo-climáticos do local de estudo considerando radiação solar, IAF – índice de área foliar, coeficiente de extinção, taxa fotossintética, temperatura, respiração, idade da planta, disponibilidade hídrica e partição de fotoassimilados. A calibração e a implementação no sistema de gerenciamento das áreas das unidades do modelo Prevcana é feita individualmente em cada unidade estimando os valores de produtividade usando o modelo e as previsões climáticas, validando com a biomassa medida no campo para as principais variedades, ciclos e ambientes de produção. Através das previsões climáticas, constroem-se cenários de produtividade para toda a safra, re-estimando no decorrer dos meses.

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  Maximiliano Salles Scarpari      IAC

Caracterização de germoplasma

n° SGP 305

A caracterização do germoplasma de um programa de melhoramento é fundamental para garantir a exploração de todo o seu potencial para o desenvolvimento de novos cultivares. Desta forma, a caracterizacao, quer seja de acessos exóticos ou de genótipos (clones elites e cultivares comerciais) é fundamental para auxiliar o melhorista na escolha de genitores que contemplam as caracteristicas desejadas a serem reunidas no novo genótipo que se deseja desenvolver.O  presente Projeto abrange diversas açoes (sub-projetos) visando caracterizar o banco ativo de germmoplasma do Programa Cana -IAC. Estas ações contemplam: identificação de fontes de resistencia (estoques de resistencia)  às viroses da cana com ênfase ao Mosaico e ao Amarelinho e avaliação quanto à resistência ao seu inseto vetor; caracterização agronômica, citogenética, molecular de acessos exóticos de cana-de-açúcar para auxiliar nos programas de introgressao genética;  investigacao da presenca do gene Bru1 (confere resistencia a ferrugem marrom) nas cultivares de cana-de-açúcar e acessos exóticos, entre outras.

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  Luciana Rossini Pinto      IAC

Monitoramento de pragas quarentenárias em plantas introduzidas no Brasil através do Quarentenário IAC

n° SGP 302

O Quarentenário IAC tem como atribuição efetuar a quarentena de materiais genéticos ou substratos que serão introduzidos no Brasil por empresas privadas ou instituições públicas, com objetivo de pesquisa cientí­fica. Esses materiais são importados após permissão do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA) e aceite do Quarentenário. Estes permanecerão em quarentena durante um perí­odo suficiente para se realizar testes de sanidade, com o objetivo de detectar, identificar e conter impedindo assim, a introdução de novas pragas no paí­s. São realizados testes de sanidade de sementes, de avaliação de presença de insetos, plantas daninhas, fungos, bactérias, nematoides e ví­rus, em amostras retiradas do material de origem. Para isso as plantas são mantidas em casa de vegetação para observação de aparecimento de algum sinal ou sintoma de doença ou presença de patógenos, enquanto se realizam os testes de laboratório. O perí­odo de permanência do material em observação é de aproximadamente 3 a 4 meses. Durante esse perí­odo os materiais permanecem armazenados em salas ou câmaras frias dentro da infraestrutura do Quarentenário IAC. Será realizado um levantamento das espécies introduzidas e das pragas quarentenárias detectadas. Os procedimentos para detectar e identificar as possí­veis pragas serão constantemente comparados e avaliados para melhorar a eficiência e agilidade do processo.

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  Christina Dudienas      IAC

O Impacto do Instituto Agronômico no Desenvolvimento das Regiões Cafeeiras Brasileiras

n° SGP 299

O projeto de pesquisa contempla a análise dos impactos socioeconômicos e ambientais do Instituto Agronômico - IAC (APTA - SAA), no desenvolvimento das principais regiões cafeeiras brasileiras. Serão analisados os impactos da adoção das principais tecnologias para o setor cafeeiro desenvolvidas no IAC desde a sua fundação, em 1887, até 2011, bem como os impactos resultantes da atuação do IAC na capacitação e formação de recursos humanos, no mesmo perí­odo. O dimensionamento desses impactos é relevante para o reconhecimento e fortalecimento do Instituto e, principalmente, para avaliar e atualizar as diretrizes dos seus programas de pesquisa, treinamento técnico e pós-graduação.

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  Flávia Maria de Mello Bliska      IAC

Coleção de Myrtaceae do Jardim Botânico IAC

n° SGP 291
A famí­lia Myrtaceae é uma das famí­lias com maior número de espécies na flora brasileira, apresentando cerca de 26 gêneros e 1000 espécies. Em termos globais este número ultrapassa 4000 espécies.É uma das famí­lias mais complexas do ponto de vista taxonômico, tanto pelo número de sp como pela escassez de estudos e utilização econômica. Ao longo do tempo, desde o iní­cio de funcionamento da Seção de Introdução de Plantas há mais de 60 anos e que deu origem ao Jardim Botânico, passando pela criação do Complexo Monjolinho,também com mais de 50 anos, e novas introduções de Myrtaceas até os dias atuais, existem centenas de espécies plantadas no CEC. Na área passando pelo Quarentenário indo em direção ao Monjolinho existia uma faixa de eucaliptos que foi cortado apos a queda dos mesmos devido a um vendaval. Esta área foi disponibilizada pelo CEC para a implantação de uma coleção de Myrtaceas. As mudas já estavam prontas e são de diversas procedências resultantes de viagens de coletas.
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  José Eduardo de Arruda Bertoni      DGE

Restauração de áreas alteradas no cerrado da Fazenda Santa Elisa do IAC: Módulos experimentais em busca de técnicas adequadas

n° SGP 290
O cerrado remanescente na Fazenda Sta.Elisa (IAC)encontra-se bastante alterado. A principal causa é o fogo que anualmente ocorre. E após este, as áreas alteradas são invadidas por gramí­neas exóticas,principalmente a Brachiaria sp, que dificultam/impedem a regeneração natural do cerrado. Esta proposta tem por objetivo encontrar técnicas viáveis de interferência sobre as gramí­neas invasoras, de maneira a dar condições e acelerar o processo de recuperação da vegetação primitiva. Utilizar leguminosas para adensamento das áreas recobertas por gramí­neas na tentativa de controle das mesmas. A restauração da paisagem e da flora deste bioma, permitirá que o Jardim Botânico,e o IAC, tenha uma amostra representativa do cerrado como coleção "in situ", para uso nos programas de pesquisas, coleções de espécies, banco de sementes, educação ambiental, abrigo da fauna e outros.
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  José Eduardo de Arruda Bertoni      DGE

AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA DE FONTES DE POTÁSSIO NA AGRICULTURA

n° SGP 281

O uso racional dos fertilizantes é uma das formas mais eficientes de aumentar os resultados econômicos de um cultivo. O potássio é um elemento essencial para todos os organismos vivos. O KCl tem sido a fonte de potássio mais utilizada na adubação de culturas no Paí­s, principalmente por seu baixo custo. Porém, em algumas culturas, a utilização dessa fonte tem afetado a qualidade do produto devido ao excesso de cloro. Para corrigir esse problema recomenda-se a utilização de sulfato de potássio em substituição ao cloreto. O sulfato de potássio é uma fonte de potássio bastante eficiente, mas apresenta custo elevado, o que diminui sua adoção em larga escala pelos produtores. Sendo assim, faz-se necessária a busca por novas fontes alternativas de potássio. O objetivo principal deste trabalho é avaliar a eficiência e influência na produção e qualidade do produto de diferentes fontes e formas de aplicação de K na agricultura brasileira. Para isso, serão conduzidos experimentos onde serão avaliadas fontes alternativas de K2O e formas de aplicação em cultivos hortí­colas, cana-de-açúcar e cultivos de grãos. Serão determinados os efeitos na produção e na qualidade dos produtos, além de determinadas as curvas de resposta das culturas À aplicação de potássio e a eficiência agronômica das fontes testadas.

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  Estêvão Vicari Mellis      IAC

SISTEMA DE MULTIPLICAÇÃO DE CANA DE AÇÚCAR COM USO DE MUDAS PRÉ BROTADAS - MPB

n° SGP 276

Mudas pré- brotadas (MPB) de cana-de-açúcar é um sistema de multiplicação rápida de mudas, associando elevado padrão de fitossanidade, vigor e uniformidade de plantio. É uma nova tecnologia em desenvolvimento pelo Programa Cana do Instituto Agronômico - IAC direcionado a aumentar a eficiência e ganhos econômicos na implantação de viveiros, replantio de áreas comerciais e possivelmente renovação e expansão de áreas de cana-de-açúcar. Esse sistema aumenta uniformidade nas linhas de plantio e consequentemente redução de falhas, diminui o número de gemas, atualmente 15 a 21 gemas/metro e de toneladas de colmos na operação de plantio mecanizado, em torno de 20 t/ha. Os minirrebolos utilizados para dar origem ao sistema de produção são extraí­dos de colmos sementes provenientes de viveiros básicos com 6 a 10 meses de idade. O viveiro recebe acompanhamento técnico em todas as práticas de manejo e protocolos direcionados para obtenção de mudas livres de doenças e pragas. Dos colmos colhidos são selecionados os minirrebolos que recebem os tratamentos a base de fungicidas, podendo associar inclusive outros produtos promotores de enraizamento. Os minirrebolos são acondicionados em caixas de brotação e mantidos em casa de vegetação com, respectivamente, temperatura e irrigação controladas, 32 ºC e 8 mm/dia. Este perí­odo varia entre 10 a 15 dias. As gemas brotadas são transferidas individualmente para os tubetes e as não brotadas, eliminadas do processo. A partir dessa etapa inicia-se a aclimatação das mudas, definida em duas fases: fase 1, em casa de vegetação e fase 2, a pleno sol. A fase 1 caracteriza-se por progressiva exposição das mudas a luz, controle de irrigação de acordo com o desenvolvimento vegetativo e poda de folhas para estimular o desenvolvimento do sistema radicular. Essa fase tem duração de 21 dias. Na fase 2 de aclimatação as mudas são expostas a pleno sol, as irrigações são reduzidas a 4,4 mm dia e as podas ocorrem com freqí¼ência semanal para finalizar o processo de produção, ciclo que totaliza aproximadamente 60 dias. Simultaneamente ao desenvolvimento do sistema estará sendo implementado através de seus desdobramentos e sub projetos, estudos de espaçamentos, modelos econômicos de produção, avaliações de insumos, equipamentos e estruturas que terão por objetivo gerar um novo pacote tecnológico que contribua com a sustentabilidade técnica e econômica do sistema de multiplicação MPB.

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  Mauro Alexandre Xavier      IAC

ESTAÇÃO DE HIBRIDAÇÃO E PRODUÇÃO DE SEMENTES DE CANA PARA FINS DE MELHORAMENTO GENÉTICO

n° SGP 275

A manutenção de um programa de melhoramento da cana-de-açúcar se estabelece a partir da realização continua de hibridações. As condições geodésicas e climáticas necessárias para atender a fisiologia da planta, garantindo o processo de indução, florescimento e viabilidade das estruturas florais se encontram no litoral do nordeste brasileiro. A partir dessas necessidades as estações de hibridações da cana-de-açúcar em atividade atualmente no Brasil ali se concentraram. A estrutura que tem permitido produzir sementes, gerando variabilidade genética para a continuidade do Projeto de melhoramento da cana-de-açúcar do Instituto Agronômico e de seus projetos correlatos está localizado no distrito de Serra Grande, municí­pio de Uruçuca - Bahia. Nesta estação estão alocados 1300 genótipos, constituindo o banco ativo de germoplasma de cana da instituição, a partir do qual se estabelece a campanha anual de hibridação. Para o estabelecimento de uma rotina que possibilite a consolidação de uma campanha faz se necessário a realização de diversas etapas técnicas e administrativas que ocorrem de forma continuada ao longo do ano. As etapas pré-campanha se concentram principalmente no perí­odo de agosto a abril e estão assim identificadas: 1 - Planejamento das coleções; 2 â?? Introdução e plantio dos genótipos; 3 â?? Manutenções e manejos culturais; 4 â?? Planejamento e desenvolvimento de novos processos; 5 â?? Manutenções de estruturas e equipamentos; 6 â?? Avaliações fitopatológicas; 7 â?? Administração e gestão de recursos humanos; O perí­odo efetivo de realização da campanha, que ocorre no perí­odo entre a segunda quinzena de abril ao final de julho constitui-se das seguintes etapas técnicas: 1 â?? Censo de paní­culas; 2 â?? Sexagem; 3 â?? Planejamento das hibridações; 4 â?? Transporte e identificação das paní­culas; 5 â?? Emasculação; 6 â?? Montagem das combinações; 7 â?? Hibridação propriamente; 8 â?? Maturação; 9 â?? Secagem; 10 â?? Beneficiamento; 11 â?? Teste de germinação; 12 â?? Armazenamento e transporte; A estrutura da estação de hibridação foi planejada para receber 2500 genótipos e atender a produção de 1000 hibridações/ano, o que possibilitará a continuidade dos projetos existentes e a ampliação das interações com grupos de pesquisa nacional e internacional. Para dar suporte técnico cientí­fico a essas atividades são necessárias o envolvimento de um grupo de servidores formados por pesquisadores, engenheiros agrônomos e t

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  Mauro Alexandre Xavier      IAC

Melhoramento Genético do Maracujazeiro: seleção de cultivares para agroindústria

n° SGP 262

Avaliação agronômica e mercadológica de seleções pré-comerciais de maracujazeiro. Visa a obtenção de novos produtos para a agricultura familiar, direcionadas a nichos de mercado onde a qualidade é o diferencial. Estão sendo estudadas seleções produtoras de frutos com  elevado teor de vitamina C (alimento) e produtividade superior, obtidas por cruzamentos direcionados realizados em estufa e avaliados em campos experimentais. Cultivares com este perfil é uma demanda constante do setor produtivo familiar, que busca  produtos de alto valor agregado para pequenas áreas. Pré-seleções resultantes do Programa de Melhoramento de Passifloras conduzido de 2000 a 2010 foram multiplicadas de forma controlada e bidirecional, formando-se uma população de 20 plantas de cada uma. Os frutos das suas progênies tem sido avaliados para confirmação do diferencial mercadológico e recombinados entre si para ampliar a base genética do valor nutracêutico e da coloração diferenciada de polpa. A viabilidade do cultivo comercial está sendo avaliada em sistema de pesquisa participativa com produtores e com a EPAGRI-SC (Estação de Urussanga, SC).

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  Laura Maria Molina Meletti      IAC

Nutrição e adubação de frutí­feras com foco em produção e saúde do solo

n° SGP 260

A despeito da importância econômica da fruticultura, a experimentação com nutrição e adubação ainda é insuficiente no Brasil diante da demanda do setor produtivo. O problema de pesquisa a ser abordado neste projeto consiste em aumentar a eficiência do manejo da fertilidade do solo, visando à sustentabilidade da produção nas condições de cultivo de São Paulo. Solo e clima são os principais condicionantes da produção em fruticultura. A complexidade das relações planta / ambiente exige conhecimento profundo e multidisciplinar para o desenho de práticas agronômicas que visem à sustentabilidade da produção.Tem-se como hipótese de trabalho que o manejo da fertilidade de acordo com as necessidades das culturas e caracterí­sticas edafoclimáticas possibilita aumentar a produção por área (qualidade e quantidade), a eficiência dos fertilizantes, promovendo a saúde do solo. Em experimentos em condições de campo, pretende-se estudar o manejo da fertilidade do solo, avaliando-se a economicidade e os efeitos dos tratamentos nas plantas (nutrição, crescimento, desenvolvimento, sanidade e produção) e no ambiente edáfico.

Inicialmente, este projeto envolve ações de pesquisa com bananeira (Vale do Ribeira, Aguaí, Jales, Cândido Mota e São Bento do Sapucaí), videira (Jundiaí e Botucatu), abacaxizeiro (Bauru) e amoreira (Jundiai).

Os experimentos com bananeira estão sendo realizados em parceria com a CNPMA e CNPMF da Embrapa. Estes trabalhos são formados por um conjunto de experimentos visando criar ambientes edáficos por meio de diferentes práticas de manejo e avaliar o comportamento agronômico de cultivares de bananeira. O objetivo é estimar em que medida a saúde do solo afeta a nutrição, produção e sanidade das plantas. Os ensaios de campo sob responsabilidade do IAC estão implantados em Pariquera-açu e em Aguaí. Há outros experimentos análogos a estes implantados em Corupá, SC e em Jaíba, MG. Outra ação de pesquisa com bananeira diz respeito à caracterização do mal-do-Panamá da bananeira visando o desenho de estratégias de manejo da doença, levado em consideração fatores bióticos e abióticos. Este projeto está sendo financiado pela FAPESP e o IAC é responsável pelo estudo dos fatores abióticos envolvidos na incidência e severidade do mal-do-Panamá. Desenvolvem-se ações de campo em Jales, São Bento do Sapucaí, Cândido Mota e no Vale do Ribeira.

Na área de nutrição e adubação de bananeira, está sendo realizado um experimento de campo na unidade da Apta no Vale do Ribeira, com objetivo de avaliar o impacto de fontes e doses de K na qualidade do solo, nutrição das plantas, rendimento e qualidade dos frutos.

As ações de pesquisa com videira envolvem dois experimentos no Centro de Frutas/IAC com apoio da iniciativa privada e em parceria com os pesquisadores da área de Fruticultura e outro em Botucatu em parceria com a UNESP. Em um dos experimentos de Jundiaí, estão sendo estudadas fontes de N para a cultura durante três anos. O outro experimento com videira visa estudar modos de aplicação de fertilizantes (fertirrigação e adubação sólida via solo) em videira sob cultivo protegido. Esta área está sendo estabelecida também no Centro de Frutas/IAC. O experimento instalado em Botucatu visa estudar fontes de potássio para videira e foi submetido à apreciação de um parceiro da iniciativa privada. Esta área já está montada e sendo preparada para a aplicação dos tratamentos.

O experimento com abacaxizeiro teve sua fase de campo encerrada recentemente e está em fase de elaboração de publicações. Este projeto teve apoio da FAPESP e foi estabelecido em parceria com um produtor da região de Bauru. Estudaram-se formas de aplicação (adubação sólida via solo e fertirrigação) e doses de fertilizantes com N e K.

A cultura da amoreira está sendo trabalhada num experimento visando estudar a interação genótipos X adubação. Serão estudados quatro genótipos num fatorial com doses de N e K sob irrigação. As avaliações envolvem análise econômica da produção, efeitos dos tratamentos no ambiente edáfico e no comportamento agronômico dos genótipos. Esta área foi instalada no CEA/IAC e conta com financiamento do CNPQ.

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  LUIZ ANTONIO JUNQUEIRA TEIXEIRA      IAC

Estudo do comportamento agronômico e genético de plantas das gerações F2 e F1RC1 de cruzamentos entre cultivares elite e mutantes AC

n° SGP 259

Como parte de um projeto anteriormente financiado pelo CBP&D-Café procedeu-se um abrangente screening em um banco de germoplasma, originalmente proveniente da Etiópia, para o teor de cafeí­na nas sementes. O resultado mais significativo deste trabalho foi a identificação de três plantas, denominadas AC1, AC2 e AC3, com reduzido teor de cafeí­na no endosperma (Silvarolla et al., 2004). O aproveitamento deste germoplasma no melhoramento do cafeeiro através de cruzamentos dirigidos com cultivares elite, visando melhorar seu potencial produtivo já indicou que a caracterí­stica é recessiva uma vez que o conteúdo de cafeí­na nos grãos dos hí­bridos F1 é normal, ou seja, 1,2%. Os estudos de biologia molecular realizados até o presente por Oliveira (2007) vêm indicando que o controle genético do conteúdo de cafeí­na nas plantas AC parece ser bastante complexo (Mazzafera et al., 2009), justificando a necessidade de um estudo de genética clássica. Assim, plantas da geração F2, provenientes da autofecundação dos F1 e retrocruzamentos dos F1 para os pais foram plantadas no campo de forma a se obter indicações sobre o número de genes condicionadores da caracterí­stica analisando-se a segregação obtida com relação aos teores de cafeí­na nos grãos.  Para a avaliação e seleção de progênies nas gerações F3  e F4 , instaladas em ensaios no Centro Experimental de Campinas, é que se solicita a presente prorrogação.  

 

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  Maria Bernadete Silvarolla      IAC

Seleção de café arábica e introgressões de espécies visando a qualidade da bebida para São Paulo, Rondônia, Minas Gerais e Espírito Santo

n° SGP 257

O projeto visa dar continuidade e incrementar o programa de melhoramento do café Arábica com o objetivo de desenvolver cultivares adaptadas, produtivas, com diferentes portes e maturações e melhor qualidade da bebida, para as condições de São Paulo, Rondônia, Minas Gerais e Espírito Santo, explorando a variabilidade genética existente, já identificada e direcionada para o programa de melhoramento. Envolve recombinações elite e seleções em gerações segregantes das cultivares Obatã, Tupi, IPR100, Ouro Amarelo, Ibairi (Mokka), Bourbon, Catuaí­ Amarelo, Catuaí­ Vermelho, Pacas, Mundo Novo, acessos Glaucia, Geisha e BA10, Arabustas, híbridos de Timor e Icatus (C. canephora x C. arabica), Coffea eugenioides x C. arabica e C. liberica x C. arabica, seleções regionais de materiais promissores e seleções genealógicas avançadas. O projeto consolida a colaboração e integração de atividades de P&D&I entre o Centro de Café do IAC, Embrapa Rondônia e produtores particulares.

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  Herculano Penna Medina Filho      IAC

CARACTERIZAÇÃO QUíMICA DAS FOLHAS DAS PRINCIPAIS VARIEDADES DE OLIVEIRA

n° SGP 255

Os estudos sobre a olivicultura no Brasil iniciaram-se na década de 1940, e a partir de 2000 alavancaram-se com estudos de zoneamento agroclimático e econômico de órgãos ligados ao Ministério da Agricultura. Atualmente há produções de oliva em vários estados brasileiros e as principais cultivares encontradas são: Arbequina, Arbosana, Koroneiki, Picula, Grapollo, Coratina, Ascollana. A área paulista de plantio de oliveiras esta sob a influência da EPAMIG e sob orientação em ní­vel de pesquisas da APTA- Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios e abrange mais de 15 municí­pios, entre eles: São Bento do Sapucaí­, Campos do Jordão, Silveiras, Lorena, Natividade da Serra, Espí­rito Santo do Pinhal, íguas da Prata, contando com 50.000 plantas de oliveiras. Alguns destes municí­pios encontram-se em microclimas adequados e outros na Serra da Mantiqueira, cadeia montanha com cerca de 500 km de extensão, com altitudes variando de 1000 a 2.798m, microclima que proporciona horas de frio necessárias para o florescimento das plantas de oliveiras. 60% da serra encontram-se no estado de Minas Gerais, 30% no estado de São Paulo e 10% no estado do Rio de Janeiro (Teramoto, 2010).Muitos produtores paulistas estão necessitando de orientação para o manejo e produção adequada da cultura, bem como para o melhor aproveitamento desta cultura. Estudos cientí­ficos evidenciam cada vez mais as propriedades benéficas da cultura, seja na forma do azeite de oliva,(contendo ácido oleico, ácidos graxos essenciais, compostos fenólicos, antioxidantes naturais, entre outros) seja nas folhas e ramos ( compostos fenólicos, compostos antioxidantes, etc). Pesquisas com a cultura da oliveira no Brasil ainda são escassas e incipientes para atender a demanda do mercado interno. O trabalho terá como objetivos a caracterização quí­mica das folhas de oliva, verificando a extração e composição de seu óleo.

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  Juliana Rolim Salomé Teramoto      IAC

Estado nutricional, manejo do pomar e doenças estratégicas na citricultura: bases para a produção sustentável

n° SGP 254

A citricultura contribui com o maior volume da produção brasileira de frutas, obtido com alta produtividade dos pomares, resultado da adoção de tecnologias como adensamento de plantio, adubação e irrigação. Porém, o aumento na incidência de problemas fitossanitários pressiona o aumento dos custos de produção, o que acarreta diminuição da sustentabilidade do setor. Apesar dos avanços no manejo de nutrientes, pouco foi abordado sobre a relação estado nutricional e severidade de doenças dos citros. Assim, faz-se necessário caracterizar processos e relações entre o estado nutricional e a predisposição de plantas cítricas a doenças de grande importância para a citricultura brasileira (cancro cítrico, huanglongbing, podridão floral, pinta preta e mancha marrom), e estabelecer estratégias racionais de manejo do pomar que minimizem os prejuízos causados por estas doenças à quantidade e qualidade da produção de citros do País. A proposta de pesquisa, apoiada por resultados de campo de longa duração e outros desenvolvidos pela equipe proponente, está organizada em estudos desenvolvidos em campo, para avaliação de respostas das plantas ao manejo nutricional diferencial com N, Ca e Mg, além de alguns micronutrientes, sobre estrutura e integridade de tecidos, respostas bioquímicas (metabolismo de carboidratos e estresse oxidativo) e fisiológicas, e partição de biomassa de biomassa que possam resultar na maior tolerância e/ou resistência das plantas em diferentes porta-enxertos a estresses e reduzir a predisposição dessas ao progresso das doenças nos pomares. Esses estudos são apoiados por outros desenvolvidos em casa-de-vegetação e laboratório. A definição de melhores práticas de manejo das adubações para minimizar impactos dessas doenças poderá prolongar a vida útil dos pomares, e ainda contribuir com a redução do uso de defensivos agrícolas e seu impacto ambiental.

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  Dirceu Mattos Jr.      IAC
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O SGP (Sistema de Gestão de Pesquisa) foi implementado em todas as unidades APTA, para centralizar o controle de todos os projetos desenvolvidos sob sua supervisão. [Ler mais]

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