Exibindo todos os projetos ativos na APTA

Página Inicial / Busca de Projetos

702 projetos ativos encontrados - pág. 4 de 24

Efeito letal e subletal da ammonia em Deuterodon iguape (Eigenmann 1907), espécie potencial para aquicultura brasileira

n° SGP 1981

Com a finalidade de se avaliar o efeito letal e subletal de diferentes concentrações de nitrogênio amoniacal (amônia não ionizada mais amônia ionizada) D. Iguape serão expostos a esse xenobiótico. Serão calculados os  valores de CL50 para os tempos de exposição de 24, 48, 72, 96 h de amônia-N. Os valores de 24, 48, 72, 96h LC50 de NH3-N (amônia não ionizada como nitrogênio) também serão calculados. Após esse procedimento serão calculados o  consumo específico de oxigênio estabelecidos pela LC50  das concentrações de amônia-N.  Também serão avaliados a excreção de amônia em relação ao aumento da concentração de nitrogênio amoniacal. Após estabelecidos os valores de consumo de oxigênio e excreção de amônia calcularemos a relação O:N. Espera-se que os resultados indiquem qual é a concentração de amônia segura para o cultivo do Lambari.

Ver detalhes do projeto

  Edison Barbieri      IP

EFEITO DA MATRIZ NA VEICULAÇÃO E FUNCIONALIDADE DE PRE E PROBIÓTICOS: ESTUDO EM MODELO COLÔNICO DINÂMICO E COM VOLUNTÁRIOS DA ESCOLA PREPARATÓRIA DE CADETES DO EXÉRCITO DE CAMPINAS

n° SGP 1980

O objetivo do presente trabalho é comparar uma matriz alimentar (sorvete obtido em escala semi-industrial) e um suplemento alimentar liofilizado ambos contendo quantidades equivalentes de inulina, Lactobacillus acidophilus LA-5 e Bifidobacterium animalis subsp. lactis BB-12. Inicialmente serão empregadas digestão simulada estática (banho metabólico) e dinâmica (simulador do trato gastrointestinal humano). Estado metabólico, morfologia celular e viabilidade dos probióticos (por técnicas baseadas ou não em cultivos) serão comparadas. Na etapa final da pesquisa será conduzido ensaio clínico controlado aleatorizado duplo cego para avaliar efeito da suplementação de voluntários da Escola Preparatória de Cadetes de Campinas/SP em parâmetros de microbiota, do eixo intestino-cérebro e saúde geral.

Ver detalhes do projeto

  Darlila Aparecida Gallina      ITAL

SELEÇÃO DE GENÓTIPOS DE BATATA-DOCE ORIUNDOS DE SEMENTES BOTÂNICAS

n° SGP 1979

Com bom conteúdo nutricional, principalmente como fonte de energia, proteínas e vitaminas, a batata-doce tem grande importância na alimentação humana e animal, podendo ser utilizada também na produção industrial de farinha, amido e álcool. É considerada uma cultura rústica, pois apresenta grande resistência a pragas, pouca resposta à aplicação de fertilizantes, e cresce em solos pobres e degradados.

Apesar de serem cultivadas muitas variedades autóctones no Brasil, a batata-doce é a quarta hortaliça mais importante e o Estado de São Paulo seu 2º maior produtor. Além da baixa produtividade no Brasil, ou seja, 500.000 toneladas em aproximadamente 48.000 hectares, suas variedades são de polpas predominantemente brancas. A batata-doce de polpa alaranjada tem benefícios nutricionais a alimentação humana. A cor laranja representa uma fonte de Betacaroteno que no organismo humano se converte em vitamina A.

Desta forma, as características a serem melhoradas serão: produtividade; cor da casca e polpa; formato das raízes; incidência de danos causados por insetos e teor de matéria seca. Tais avaliações serão realizadas em sementes botânicas resultantes da coleta em um campo de multiplicação envolvendo as variedades cultivadas: IAC 2-71; IAC Monalisa; Beauregard (polpa alaranjada); Centenial (polpa alaranjada); Rio II e; Canadense.

A colheita do ensaio será realizada aos 130 dias após o plantio sendo avaliado as seguintes características: - A) Produtividade, avaliada pelo peso das raízes obtidas em cada parcela, convertendo-se os valores para t/ha; - B) Cor da casca, avaliada segundo uma escala de notas, em: branca, rosada, salmão e roxa; - C) Cor da polpa que seria definida após um corte transversal das raízes; - D) Formato das raízes, definido conforme escala de notas em que: 1 - Atribuída para raízes com formato fusiforme, regular; 2 - Raízes com formato considerado bom; 3 - Raízes com formato desuniforme; 4 - Raízes muito grandes, com veias e rachaduras; 5 - Raízes totalmente fora dos padrões comerciais, muito irregulares e deformadas; - E) Incidência de danos causados por insetos, segundo uma escala de notas, em que: 1 - Atribuída para raízes livres de danos; 2 - Raízes com poucos danos; 3 - Raízes com danos verificados sem muito esforço visual; 4 - Raízes com muitos danos; 5 - Raízes totalmente imprestáveis para fins comerciais; - F) Determinação do teor de matéria seca dos clones que será feito através da equação: Matéria seca (%) = (1 – (peso da amostra fresca – peso da amostra seca) / (peso da amostra fresca)) x 100; G) E por fim a quantificação exata dos teores de carotenoides totais e pro vitamina A, segundo metodologia de CARVALHO et al. (1990), será feita apenas nos genótipos.

Parte do trabalho de avaliação da qualidade dos matérias será feita: - 1) Em conjunto com a ESALQ – USP, onde serão avaliados teores de beta-caroteno; Carboidratos; Proteínas; Gordura total; Fibra dietética; e Minerais (Cálcio; Ferro; Magnésio; Manganês; Fósforo; Zinco); 2) Em conjunto com UNESP – Botucatu, onde serão avaliados os teores de antioxidantes; pigmentos e vitaminas.

Ver detalhes do projeto

  Valdemir Antonio Peressin      IAC

Biofortificação agronômica de hortaliças folhosas

n° SGP 1978

Fase 1 - Biofortificação com zinco em alface (novas fases serão acrescentadas oportunamente, como a biofortificação de rúcula com ferro)

A baixa ingestão de zinco causa severos problemas de saúde, estima-se 800.000 mortes de crianças por ano relacionadas à deficiência de zinco. Uma estratégia simples e rápida para combater este problema seria a biofortificação agronômica com zinco nas partes comestíveis das plantas. A alface é a hortaliça folhosa mais produzida e consumida no Brasil e tem potencial para absorver grandes quantidades de zinco. O objetivo deste trabalho será verificar o efeito de diferentes doses de zinco (0, 5, 10, 20, 30 e 40 mg dm-3) na produtividade, nos teores de zinco nas folhas e no metabolismo antioxidante de duas cultivares de alface (grupo crespa cv. Vanda e grupo crocante cv. Saladela), visando a biofortificação agronômica. Serão realizados dois experimentos independentes, um durante o verão e outro durante o inverno. O delineamento experimental será o de blocos casualizados, em esquema fatorial 6 x 2, com quatro repetições. Os dados obtidos em cada experimento serão analisados estatisticamente através da análise de variância e por meio do teste F. Caso haja significância para as doses de Zn, será feita análise de regressão, definindo o melhor ajuste segundo combinação de significância e maior coeficiente de determinação. Caso haja significância para as cultivares, será aplicado o teste de Tukey (5%) para comparar as médias dos tratamentos. Se houver efeito da interação, o efeito de um tratamento será estudado dentro de outro. Existe a possibilidade de análise conjunta entre épocas experimentais.

Ver detalhes do projeto

  Luis Felipe Villani Purquerio      IAC

Probiótico Bacillus sp. na dieta e na água de pós-larvas de tilápia-do-nilo, Oreochromis niloticus durante a fase de reversão sexual

n° SGP 1977

Objetiva-se com este trabalho avaliar os efeitos da administração de probiótico composto de Bacillus sp. em pós-larvas de tilápia-do-nilo durante a fase de reversão sexual em condições de estresse pela alta densidade. Os experimentos serão realizados no Instituto de Pesca de São Paulo, no Laboratório de sistemas de recirculação para aquicultura. Os delineamentos experimentais serão inteiramente casualizados com três tratamentos e nove repetições para cada ensaio realizados em sistemas fechados de recirculação de água. No primeiro ensaio três grupos de tilapias receberão ração comercial suplementada com o hormônio 17-α-metiltestosterona. Os tratamentos serão: 1) adição de probiótico na proporção de 0,2% do peso da ração ; 2) adição de probiótico na proporção de 0,4% do peso da ração; 3) adição do veículo sem probiótico na proporção do peso da ração (controle). No segundo ensaio três grupos receberão ração comercial suplementada com o hormônio 17-α-metiltestosterona. Os tratamentos serão: 1) adição de probiótico na água do sistema de recirculação na mesma proporção de 0,2% do ensaio anterior; 2) adição de probiótico na água do sistema de recirculação na mesma proporção de 0,4% do ensaio anterior; 3) adição do veículo sem probiótico na proporção utilizada (controle). Nos dois ensaios serão avaliados os parâmetros  de microbiologia quantitativa e qualitativa dos organismos presentes na microbiota intestinal das pós-larvas; ganho em peso, fator de condição, taxa de crescimento específico, comprimento total e sobrevivência; lisozima e cortisol das pós-larvas. No caso do ensaio da adição na água do probiótico serão levados em consideração as diferenças obtidas em relação aos parâmetros de qualidade da água (O2, pH, NH3, NH2, alcalinidade e dureza) Os dados serão submetidos à análise de variância e comparados pelo teste de Tukey (p<0,05).

Ver detalhes do projeto

  Eduardo de Medeiros Ferraz      IP

Avaliação da pesca recreativa em trechos do Alto rio Paraná e Baixo rio Tietê: bases ao Ordenamento Pesqueiro Continental no Estado de São Paulo

n° SGP 1973

O presente projeto de pesquisa visa avaliar a pesca amadora voltada ao lazer (pesca recreativa) em trechos do Alto rio Paraná, entre os municípios de Castilho e Ilha Solteira e, do Baixo rio Tietê, entre os municípios de Itapura e Sud Menucci. Por se tratar de regiões com amplas áreas alagadas, ainda consideradas piscosas e com boa qualidade ambiental, acredita-se que atraiam tanto os moradores locais, como o público de outras regiões, principalmente na pesca dos tucunarés (Cichla piquiti e C. kelberi), espécies alóctones à Bacia do rio Paraná, porém, abundantes e alvo da maioria dos pescadores esportivos que contam com diversas pousadas, marinas, ranchos, embarcações e guias de pesca (piloteiros) que atendem a este público e que constituem uma cadeia produtiva pouco caracterizada e mensurada.

Evidências que comprovem como tais espécies foram introduzidas e quais impactos podem estar causando à biota nativa local ainda são insuficientes, no entanto, devido a sua fácil adaptação, estabelecimento e boa aceitação no mercado consumidor, estas e outras espécies alóctones e exóticas, tais como a corvina (Plagioscion squamosissimus), e o porquinho (Geophagus surinamensis), têm sustentado as comunidades de pescadores artesanais e são consideradas umas das principais capturadas e presentes na produção pesqueira profissional da região. Em contrapartida, existente também a preocupação e o interesse por outra parte da população que direciona suas pescarias nas espécies nativas e visam à sua recuperação, principalmente nas migradoras, como o pintado (Pseudoplatystoma corruscans) e o dourado (Salminus brasiliensis), onde têm sido observados decréscimos em seus estoques pesqueiros ao longo dos anos, embora em algumas regiões pescadores ainda declarem capturar estas espécies com freqüência, principalmente pela pesca amadora subaquática. Fica evidente, portanto, que os resultados de levantamentos da pesca profissional revelam apenas parte da real situação dos estoques pesqueiros não apenas nesta região, mas também no restante do Estado.

Com base no exposto, a pesca recreativa será caracterizada quanto à sua composição, abundância, produção e dinâmica de sua captura, bem como da importância socioeconômica, ambiental e lazer na região. É esperado que os resultados obtidos neste projeto piloto colaborem com a implantação de um sistema de monitoramento e com a complementação de dados sobre a produção pesqueira, dando subsídios às normas quanto à manutenção e à conservação das espécies ameaçadas de extinção e, gere informações sobre a ocorrência de espécies alóctones, exóticas e híbridas, auxiliando no ordenamento e manejo da pesca e recursos pesqueiros continentais no Estado de São Paulo.

Ver detalhes do projeto

  Lídia Sumile Maruyama      IP

HORTIFRUTÍCOLAS - PADRÕES DE QUALIDADE, BOAS PRÁTICAS DE PÓS-COLHEITA E MANUSEIO E REDUÇÃO DO DESPERDÍCIO na CEASA CAMPINAS

n° SGP 1970

A Ceasa Campinas é o 4º maior entreposto de frutas e hortaliças do Brasil segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab/MAPA), contando com aproximadamente 920 permissionários (comerciantes) que, em 2016, movimentaram 610.983 toneladas de frutas e hortaliças que correspondem a R$1.677 bilhão/ano (CEASA CAMPINAS, 2016).

Mesmo dispondo de infraestrutura adequada para a comercialização de perecíveis, verifica-se a heterogeneidade quanto aos padrões de qualidade e de classificação dos hortifrutícolas. No caso específico do tomate, produto que será avaliado nesse projeto, observa-se também o manuseio intensivo – na forma de “retrabalho” – e o baixo índice de aplicação de Boas Práticas de Pós-Colheita. A conjunção desses fatores resulta em baixa valoração dos produtos ao longo da cadeia de comercialização e altos índices de desperdício.

O projeto tem por objetivos:

  • Levantamento e diagnóstico, de forma qualitativa, dos principais gargalos tecnológicos e pontos críticos no segmento pós-colheita de hortifruticolas, desde a produção/campo,manuseio, classificação, transporte, ponto de comercialização no CEASA-Campinas até pontos de venda, por meio de questionários e entrevistas.

  • Auxiliar na definição de padrões de qualidade e de classificação para os principais hortifrutícolas comercializados na CEASA-Campinas, visando a valoração dos produtos ao longo da cadeia de comercialização, maior credibilidade dos clientes e consumidores, com rastreabilidade e redução dos índices de desperdício.
  • Elaborar um Plano de Boas Práticas de Manuseio e logística para os hortifrútis comercializados no CEASA e auxiliar na implementação por meio de treinamento.
  • Buscar alternativas para o manuseio-mínimo dos produtos hortifrútis no segmento pós-colheita, com padronização eficiente no campo, de modo a evitar o “retrabalho” no CEASA Campinas
  • Analisar possibilidades de uso comercial e valoração para frutos aparentemente imperfeitos ou desconsiderados na classificação, porém com qualidade, seguros para consumo humano e viável para comercialização por nichos especiais de mercado.
Ver detalhes do projeto

  Silvia Regina de Toledo Valentini      IAC

Leprose dos citros e seu vetor: Aspectos moleculares e biológicos

n° SGP 1969

A leprose dos citros, comumente causada pelo Citrus leprosis virus C (Cilevirus), é atualmente a doença viral de maior de impacto à citricultura, devido ao alto custo com uso de acaricidas para o manejo e controle do vetor. A doença está associada a ácaros pertencentes ao gênero Brevipalpus (Acari: Tenuipalpidae), os quais são polífagos, cosmopolitas, e têm tido maior atenção dada à sua capacidade de transmitir outros fitovírus para diferentes espécies de plantas. Faz-se necessário entender cada vez mais este ácaro dentro do patossistema leprose, com vistas a redução de sua ocorrência e a consequente dispersão do inóculo CiLV-C no campo, refletindo em um menor impacto ambiental e financeiro aos produtores. Nos últimos anos, diversos estudos possibilitaram ampliar o conhecimento sobre a leprose e seu vetor, destacando-se a recente revisão taxonômica para a espécie B. phoenicis, a qual teve algumas sinonímias recuperadas e novas espécies descritas para o grupo. Este reposicionamento teve implicação direta nesta interação vírus-vetor, voltando-se a investigação aos estudos de diversidade e de uma possível especificidade na aquisição e inoculação do vírus da leprose, por essas espécies revisadas e as recém descritas. Resultados preliminares de pesquisas no Centro de Citricultura Sylvio Moreira-IAC (CCSM-IAC), em parceria com outras instituições, indicaram fortemente a possibilidade do uso dos marcadores moleculares no contexto taxonômico integrativo, e de utilizar a genômica e transcriptômica como estratégias para avançar no conhecimento e controle do vetor. Espera-se com a continuidade destes trabalhos, com foco na interação vírus-vetor, explorando a genômica funcional e os dados de expressão gênica, agregar ainda mais informações sobre o patossistema leprose. A expectativa é fornecer subsídios para que, em um futuro próximo, possam ser disponibilizadas ferramentas inovadoras ao manejo sustentável da doença nos pomares.A leprose dos citros, comumente causada pelo Citrus leprosis virus C (Cilevirus), é atualmente a doença viral de maior de impacto à citricultura, devido ao alto custo com uso de acaricidas para o manejo e controle do vetor. A doença está associada a ácaros pertencentes ao gênero Brevipalpus (Acari: Tenuipalpidae), os quais são polífagos, cosmopolitas, e têm tido maior atenção dada à sua capacidade de transmitir outros fitovírus para diferentes espécies de plantas. Faz-se necessário entender cada vez mais este ácaro dentro do patossistema leprose, com vistas a redução de sua ocorrência e a consequente dispersão do inóculo CiLV-C no campo, refletindo em um menor impacto ambiental e financeiro aos produtores. Nos últimos anos, diversos estudos possibilitaram ampliar o conhecimento sobre a leprose e seu vetor, destacando-se a recente revisão taxonômica para a espécie B. phoenicis, a qual teve algumas sinonímias recuperadas e novas espécies descritas para o grupo. Este reposicionamento teve implicação direta nesta interação vírus-vetor, voltando-se a investigação aos estudos de diversidade e de uma possível especificidade na aquisição e inoculação do vírus da leprose, por essas espécies revisadas e as recém descritas. Resultados preliminares de pesquisas no Centro de Citricultura Sylvio Moreira-IAC (CCSM-IAC), em parceria com outras instituições, indicaram fortemente a possibilidade do uso dos marcadores moleculares no contexto taxonômico integrativo, e de utilizar a genômica e transcriptômica como estratégias para avançar no conhecimento e controle do vetor. Espera-se com a continuidade destes trabalhos, com foco na interação vírus-vetor, explorando a genômica funcional e os dados de expressão gênica, agregar ainda mais informações sobre o patossistema leprose. A expectativa é fornecer subsídios para que, em um futuro próximo, possam ser disponibilizadas ferramentas inovadoras ao manejo sustentável da doença nos pomares.

Ver detalhes do projeto

  Valdenice Moreira Novelli      IAC

ESTUDOS SOBRE VÍRUS QUE INFECTAM FUNGOS FITOPATOGÊNICOS

n° SGP 1968

Rhizoctoniose de gramados, causada pelo fungo cosmopolita Rhizoctonia solani, internacionalmente denominada “large patch”, é uma doença comum e severa que ocorre em Zoyzia japonica, (grama Esmeralda), em todas as regiões onde é cultivada.  No Brasil, grama Esmeralda corresponde a 74% da grama comercializada e a doença está sempre presente nos períodos de temperaturas amenas, sob condições de umidade.  R. solani é um complexo de espécies, dividido em grupos e sub-grupos de compatibilidade somática variada (grupos de anastomose).   R. solani é um dos fungos fitopatogênicos parasitados por micovirus. Micovírus são vírus que se replicam em células de fungos.  Como os fungos, durante grande parte de seus ciclos de vida, produzem muitos tipos de esporos e trocam material citoplasmático na fusão de hifas vegetativamente compatíveis, os micovírus, parasitas obrigatórios, tiveram sua disseminação e dispersão garantidas. Representantes de micovírus encontram-se em todos os filos de fungos verdadeiros e também nos gêneros Pythium e Phytophthora de oomicetos, e já foram relatados em cogumelos comestíveis,  em leveduras, em fungos de importância médica, em fungos entomopatogêncios, em fungos endofíticos e em muitos fungos fitopatogêncos).   R. solani é um dos fungos fitopatogênicos parasitados por micovirus. Rhizoctoniose de gramados, causada pelo fungo cosmopolita Rhizoctonia solani, internacionalmente denominada “large patch”, é uma doença comum e severa que ocorre em Zoyzia japonica, (grama Esmeralda), em todos as regiões onde é cultivada.  No Brasil, grama Esmeralda corresponde a 74% da grama comercializada e a doença está sempre presente nos períodos de temperaturas amenas, sob condições de umidade.  R. solani é um complexo de espécies, dividido em grupos e sub-grupos de compatibilidade somática variada (grupos de anastomose).   R. solani encontra-se entre os fungos fitopatogênicos parasitados por micovirus, cuja hipovirulência, modulada pela espécie M2, pertencente ao gênero Mitovirus, foi relatada em isolados do fungo que causam doença em batata. Para identificar e caracterizar R. solani em grama Esmeralda, será empregado o isolamento direto e a preservação em tiras de papel filtro e para a detecção da presença de micovírus que poderiam estar relacionados à virulência deste fungo, será empregado o método de cromatografia em celulose não iônica. O presente projeto tem o objetivo de identificar e caracterizar isolados de R. solani  em amostras de grama Esmeralda coletadas nos municípios de São Paulo, Cotia, Bragança Paulista, Ilhabela e Itapetininga e também, detectar e identificar micovírus que podem ocorrer nestes isolados e que podem estar relacionados à virulência do fungo.

Ver detalhes do projeto

  Addolorata Colariccio      IB

Modificação das propriedades físicas e térmicas da manteiga de cacau

n° SGP 1964

Dentre as matérias-primas que compõem o chocolate, a manteiga de cacau é uma das mais importantes. Representa a fase contínua do produto, servindo de matriz dispersante para as partículas sólidas de cacau, açúcar e leite, sendo responsável por diversas características de qualidade no produto final como dureza e quebra à temperatura ambiente (snap), completa fusão na boca, contração durante o desmolde, brilho e rápido desprendimento de aroma e sabor na degustação. É também uma das matérias-primas mais caras, podendo participar com 28 a 40% da composição, correspondendo de 25 a 36% do custo do produto acabado.  É sabido que algumas manteigas de cacau apresentam propriedades físicas indesejáveis, sobretudo devido à sua baixa curva de sólidos, tornando-o chocolate macio e reduzindo o seu valor comercial. O objetivo central desta pesquisa é estudar técnicas capazes de modificar a manteiga de cacau e melhorar as suas propriedades físicas e térmicas. 

 

Ver detalhes do projeto

  valdecir luccas      ITAL

Elaboração de custo de produção e análise de resultado econômico da produção de borracha nas regiões do estado do Tocantins

n° SGP 1963

De acordo com a Secretaria do Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária (Seagro) no estado do Tocantins existem mais de 131 mil hectares (ha) de florestas plantadas, localizadas principalmente nas regiões do Bico do Papagaio, Meio Norte, Sudeste, Sul e Jalapão. A espécie mais plantada comercialmente é o eucalipto, com uma área superior a 120 mil ha, mas o grande destaque da atividade é a cultura da seringueira que foi a que mais cresceu nos últimos anos em área no Estado, saiu de 1.372 ha, em 2009, para 5.108 ha, em 2014. Um crescimento de quase quatro vezes da área.

O objetivo desse projeto é o de traçar um perfil sócio econômico dos produtores de borracha e realizar um levantamento de campo para elaboração estimativas de custo de implantação, formação e produção de seringueira e realizar uma análise de resultados econômicos em função desses custos de produção, preços recebidos pelos produtores e diferentes níveis de produtividade nos diferentes sistemas de produção identificados nas regiões produtoras.

Ver detalhes do projeto

  Marli Dias Mascarenhas Oliveira      IEA

Estudo da relação entre o comportamento tixotrópico e a capacidade de recomposição da viscosidade de fluidos não newtonianos

n° SGP 1961

A determinação dos parâmetros reológicos dos fluidos é um dos requisitos para os cálculos de dimensionamentos de linhas de processamento, equipamentos de bombeamento e troca térmica, influenciando diretamente no cálculo das perdas por atrito, e, portanto, na potência requerida por um sistema de bombeamento. A tixotropia está relacionada com a capacidade do produto exibir baixa viscosidade em função do cisalhamento, e sua habilidade de ter sua estrutura restabelecida em um curto período de tempo. Uma maneira de quantificar a tixotropia de um fluido é calcular a histerese, que é a diferença entre as áreas abaixo das curvas ascendente e descendente dos valores de taxa de deformação em função da tensão de cisalhamento. Entretanto, pouco se sabe sobre a correlação de valores de histerese com a capacidade de recuperação da viscosidade dos fluidos após o mesmo ser submetido à um período de cisalhamento, e consequentemente recomposição de sua estrutura. Dentro deste contexto, esse trabalho propõe um aprofundamento do entendimento do comportamento tixotrópico de fluidos através do estudo da relação entre valores de histerese e de recomposição da viscosidade de fluidos não-Newtonianos após o cisalhamento

Ver detalhes do projeto

  Maria Isabel Berto      ITAL

Avaliação do desempenho ambiental da produção de leite oriunda de agroindústrias familiares

n° SGP 1960

      Sabe-se que o setor de leite e derivados oriundo de agroindústrias familiares tem expressiva participação no Estado de São Paulo. O leite é um alimento rico nutricionalmente, grandemente consumido desde a primeira infância, sob sua forma crua ou processada, como queijos, iogurtes, leite em pó, entre outros. Dada a representatividade e importância da produção de leite no país e no Estado de São Paulo, o objetivo deste estudo é mensurar as interfaces ambientais da produção de leite produzido em agroindústrias paulistas, preocupação que afeta todos os setores produtivos, desafiados pelas mudanças climáticas a tornarem-se mais eficientes. Este estudo será conduzido através da utilização de princípios da ferramenta de Avaliação de Ciclo de Vida, que tem como fundamento mensurar os impactos de um determinado produto ou processo, desde suas matérias primas básicas de fabricação até o fim do uso, para caracterização dos perfis ambientais desse setor, relativas principalmente, ao uso de energia, água, e produção de resíduos. 

Ver detalhes do projeto

  Anna Lucia Mourad      ITAL

PRODUÇÃO DE ANTICORPOS IGY CONTRA LEVEDURA NA SILAGEM DE CANA

n° SGP 1956

Este trabalho tem como objetivo produzir e avaliar anticorpos IgY contra cepas de leveduras visando a redução de perdas na ensilagem da cana-de-açúcar. Para a produção de anticorpos serão utilizadas 300 galinhas da raça White Leghorn, com 25 semanas de idade. As galinhas serão divididas aleatoriamente em quatro grupos experimentais de 75 animais que serão subdivididos em três grupos de 25 animais. Cada grupo experimental será imunizado com um tipo de vacina: controle (injeção apenas com adjuvantes), adjuvantes mais leveduras que catabolizam ácido lático (gênero Candida, Endomycopsis, Hansenula e Pichia), adjuvantes mais leveduras que utilizam açucares (gênero Torulopsis) e adjuvantes mais cepas de leveduras primitivas. A subdivisão em grupos de 25 aves será utilizada para avaliar a produção de IgY em intervalos de 14, 28 e 42 dias entre imunizações, sendo realizadas 6, 3 e 2 imunizações, respectivamente, em um período de 84 dias. A gema contendo IgY será desengordurada e liofilizada. Serão realizados ensaios imunológicos para avaliar a concentração e ensaios microbiológicos para avaliar o efeito antimicrobiano das IgYs. Quarenta silos experimentais serão utilizados para avaliar a estabilidade aeróbia de 8 silagens da cana IAC 86-2480, sendo com ou sem IgY e com ou sem L. buchneri (de acordo com as recomendações do fabricante). Os silos serão expostos ao ar após no mínimo 100 dias de fermentação, as silagens serão homogeneizadas e colocadas e caixas de poliestireno e transferida para câmara climática com temperatura constante (25± 1oC) para avaliar a temperatura e pH. Termômetros serão inseridos a 10 cm de profundidade na silagem e as medidas de temperaturas da silagem serão registradas a cada 5 minutos e os valores de pH serão registrados 2 vezes ao dia durante 5 dias. As variáveis serão perda de matéria seca, concentração de ácidos orgânicos, população de leveduras e fungos, composição química e estabilidade aeróbia. A estabilidade aeróbica será definida como tempo mínimo para elevação de 2C da temperatura da silagem em relação ao ambiente. Além disso serão determinadas a temperatura máxima alcançada pela massa de silagem, tempo em a temperatura máxima será atingida e taxa de aquecimento. Os dados serão analisados de acordo com medidas repetidas no tempo em delineamento experimental inteiramente ao acaso com 8 tratamentos e 5 repetições, em arranjo fatorial 2 x 2. Os dados serão submetidos a análise de variância pelo PROC GLM do SAS e ao teste Tukey com nível de significância de 5%.

Ver detalhes do projeto

  Geraldo Balieiro Neto      IZ

FLUXO GÊNICO E ENTOMOFAUNA ENTRE CULTURAS DE SOJA TRANSGÊNICAS E CONVENCIONAIS

n° SGP 1955

A competitividade proporcionada pela resistência a pragas e/ou herbicidas fez com que a soja transgênica ocupasse significativa parte das áreas agricultáveis do país em curto espaço de tempo. O Brasil é o segundo maior produtor mundial de soja e a taxa de adesão de cultivares transgênicos foi de 93%. Essas lavouras não são totalmente isoladas reprodutivamente ou geograficamente, de forma que a dispersão de pólen seja biótica ou abiótica, pode resultar em contaminação e fluxo gênico. Embora a soja seja uma espécie essencialmente autógama, a polinização cruzada entre plantas transgênicas também é possível. Além disso, Alguns estudos demonstraram diferença estatística entre os grupos soja convencional e soja transgênica quanto aos teores de isoflavonas. Se por um lado, isoflavonas são capazes de ajudar na queda do colesterol e na melhora da osteoporose, diminuindo sintomas da TPM e menopausa, por outro, este composto com estrutura química semelhante ao hormônio estrógeno dos mamíferos, pode agir como desregulador endocrino, em especial para vegetarianos e crianças, aumentando as chances de desenvolvimento sexual prematuro em meninas, pelo aumento de hormônio feminino na corrente sanguínea, e no retardamento do desenvolvimento sexual em meninos, pela inibição da produção de testosterona. Este trabalho tem como objetivo avaliar a concentração de isoflavona, o fluxo gênico e a entomofauna em culturas de soja transgênicas (RR e BtRR2) cultivadas em ambiente aberto ao longo dos anos em glebas vizinhas.

Ver detalhes do projeto

  Geraldo Balieiro Neto      Apta Regional / IB

A PRODUÇÃO E O MERCADO DE HORTALIÇAS EM SÃO PAULO: Estacionalidade e uso da água na irrigação

n° SGP 1950

O consórcio IEA-CATI da SAA realiza 5 levantamentos estatísticos para previsão de safras. Propõe-se que a cada levantamento (fevereiro, abril, junho, setembro e novembro) realizar a tabulação das estatísticas da produção por regiões do estado (EDR) e comparar a evolução da área e produção durante o ano, indicando as culturas que mais utilizam água na irrigação com avaliação nas estações e se há excesso de chuva ou seca. Ao final do ano (novembro) será elaborado planilha com 54 espécies cultivadas que serão divulgadas junto aos órgãos da SAA, CATI, IBGE, EMBRAPA.

Ver detalhes do projeto

  Waldemar Pires de Camargo Filho      IEA

Aproveitamento Integral de subprodutos da extração de óleo de matrizes oleaginosas

n° SGP 1949

Este trabalho propõe um processo de utilização integral de todas as partes que compõe as matrizes oleaginosas, resultantes da extração do óleo. O delineamento tecnológico consiste no processamento e isolamento de frações com diferentes características para destinações apropriadas, permitindo a obtenção de novos produtos ou ingredientes alimentares. Para tal, o estudo propõe três matrizes: o palmiste, a castanha de caju quebrada e o girassol, cujo setor se encontra em expansão. De acordo com as características da matriz serão utilizados diferentes processos tecnológicos. Para a matriz girassol serão utilizadas diferentes soluções para recuperação dos compostos fenólicos, antes da extração proteica. Para o farelo de palmiste empregado um processo hidrolítico  para aumentar a extração da proteína e para a castanha extração proteica com solução alcalina. A água utilizada no processo será recuperada para reuso pela técnica de ultrafiltração. Separada e concentrada a proteína resultará a fração fibrosa para todas as matrizes. A seguir as frações serão caracterizadas quanto as suas propriedades nutritivas, tecnológicas e bioativas para serem destinadas para elaboração de novos produtos e ingredientes alimentares, visando à obtenção de produtos saudáveis e inovadores.Este trabalho propõe um processo de utilização integral de todas as partes que compõe as matrizes oleaginosas, resultantes da extração do óleo. O delineamento tecnológico consiste no processamento e isolamento de frações com diferentes características para destinações apropriadas, permitindo a obtenção de novos produtos ou ingredientes alimentares. Para tal, o estudo propõe três matrizes: o palmiste, a castanha de caju quebrada e o girassol, cujo setor se encontra em expansão. De acordo com as características da matriz serão utilizados diferentes processos tecnológicos. Para a matriz girassol serão utilizadas diferentes soluções para recuperação dos compostos fenólicos, antes da extração proteica. Para o farelo de palmiste empregado um processo hidrolítico  para aumentar a extração da proteína e para a castanha extração proteica com solução alcalina. A água utilizada no processo será recuperada para reuso pela técnica de ultrafiltração. Separada e concentrada a proteína resultará a fração fibrosa para todas as matrizes. A seguir as frações serão caracterizadas quanto as suas propriedades nutritivas, tecnológicas e bioativas para serem destinadas para elaboração de novos produtos e ingredientes alimentares, visando à obtenção de produtos saudáveis e inovadores.

Ver detalhes do projeto

  Maria Teresa Bertoldo Pacheco      ITAL

Uso de aditivos nutricionais na dieta de aves poedeiras e de suínos

n° SGP 1945

PROJETO FUNDAG 1269 - Um dos fatores que contribuíram para a obtenção da alta produtividade apresentada pela indústria avícola foi sem duvida a utilização de aditivos nas dietas, que quando adicionadas as rações, são capazes de melhorar o desempenho animal, as características físicas dos alimentos e até mesmo possibilitar maior utilização de ingredientes alternativos. Certamente a capacidade dos nutricionistas de utilizarem a enorme variedade de aditivos como probióticos, prebióticos, simbióticos, ácidos orgânicos, extratos vegetais e enzimas exógenas, vêm sendo, bastante enfatizado na alimentação animal (MILTENBURG, 1999; ARAÚJO et al, 2007).
Usa-se o termo acidificantes ou acidulantes para designar de forma genérica de produtos compostos por ácidos orgânicos associados ou não a ácidos inorgânicos (FLEMMING, 2010), que podem otimizar tanto as condições ambientais do galpão como auxiliar nos processos de digestão e absorção dos nutrientes das rações, contribuindo no desenvolvimento de microrganismos benéficos no trato gastrintestinal, permitindo uma adequação do estado imunológico e promovendo a saúde do animal, evitando assim, a ocorrência de resíduos de medicamentos em carcaças, além de prevenir o aparecimento de microrganismos resistentes (FERKET, 2004). Além do controle específico sobre a salmonela, a manutenção de um pH gastrintestinal mais baixo decorrente da adição dos ácidos orgânicos, possibilita ainda um controle maior sobre os microrganismos que se desenvolvem no interior do estômago animal (agem diretamente como bactericidas no englúvio das aves, Adams, 1999). Isto não ocorre apenas com a salmonela, mas também com E. coli e demais agentes patogênicos. Ainda, na adição de agentes acidificantes, ocorre a quelação de minerais fazendo com que a absorção destes seja facilitada com melhor aproveitamento para os animais. O mecanismo de contato com o agente altera a membrana celular inibindo a respiração oxidativa da célula. Esta ação somada a acidificação ocorrida no meio permite o controle sobre a população bacteriana patógena havendo assim uma seleção da flora gastrintestinal (DIBNER e BUTTIN, 2002).
O uso de ácidos orgânicos, simbióticos, probióticos e prebióticos, extratos vegetais e enzimas exógenas, em substituição aos antibióticos nas dietas de aves é frequentemente discutido por nutricionistas e patologistas, com resultados aceitos por uns (GAMA et al, 2000.; BELLAVER et al, 2003; VAN IMMERSEEL et al., 2004 citados por VIOLA et al, 2008; VIOLA e VIEIRA, 2007; BONATO et al, 2008; VIOLA et al, 2008, SILVA et al, 2010), e contestados por outros (LIMA et al., 2003; SALAZAR et al., 2008; GRAVENA et al, 2009, MARQUES et al, 2010). De uma maneira geral, o emprego destes aditivos tem crescido no mundo inteiro, estabelecendo uma situação em que os técnicos devem estar preparados para avaliar os benefícios inerentes do emprego destas substâncias (PENZ JÚNIOR, 1991).
As inúmeras possibilidades de combinações com ácidos representam achados importantes na literatura quanto aos seus efeitos melhoradores de desempenho e promotores da saúde do trato gastrintestinal das aves, principalmente sob condições de estresse. Assim, os acidificantes surgem como alternativa na melhoria nos índices de desempenho e a possibilidade da utilização de produtos menos agressivos a saúde das aves, e ao meio ambiente.

Ver detalhes do projeto

  José Evandro de Moraes      IZ

Desenvolvendo uma compreensão multidisciplinar da resistência antimicrobiana em fazendas brasileiras

n° SGP 1944

Neste projeto pretendemos fornecer dados preliminares sobre a extensão da resistência antibacteriana (RAB), encontrados em três diferentes ecossistemas agrícolas em três estados do Brasil (São Paulo, Minas Gerais e Paraná). Esses dados preliminares irão delinear a extensão do desafio RAB nesses ambientes e formar a base de estudos mais aprofundados a serem abordados num projeto mais amplo, abrangendo mais estados brasileiros, maior número de fazendas e estudos longitudinais de monitoramento de RAB, junto com a obtenção de informações de propriedades agrícolas, manejo e uso de antimicrobianos.

 

Ver detalhes do projeto

  MARIA EUGENIA ZERLOTTI MERCADANTE      IZ

DESEMPENHO GERMINATIVO DE SEMENTES DE GRAMÍNEAS E LEGUMINOSAS SUBMETIDAS A CINCO ÓLEOS ESSENCIAIS (CARVACROL, TIMOL, MENTOL, EUGENOL E 1,8-CINEOL)

n° SGP 1942

Avaliar o efeito dos óleos essenciais (Carvacrol, Timol, Mentol, Eugenol e 1,8-Cineol) no poder germinativo de sementes de milho (Zea mays), soja (Glycine max), braquiária (Brachiaria decumbens) e calopogônio (Calopogônio mucunoides) submetidos a diferentes doses.Estas substâncias podem ser utilizadas como promotoras da germinação em gramíneas e leguminosas e a aplicação exógena destes produtos podem influenciar uma série de processos nas plantas, incluindo a germinação das sementes e o crescimento das plantas. 

Ver detalhes do projeto

  Waldssimiler Teixeira de Mattos      IZ

Desenvolvimento de protocolo de cultivo do mero Epinephelus itajara (Lichtenstein, 1822)?

n° SGP 1940

O desenvolvimento da piscicultura marinha através do cultivo de espécies ameaçadas pode contribuir como um instrumento estratégico para a conservação, além de ser uma alternativa para fomentar oportunidades de agronegócios, beneficiando a expansão da produção e a geração de emprego e de renda para comunidades litorâneas. No caso do mero Epinephelus itajara (Lichtenstein, 1822), entretanto, não existem muitas informações sobre sua manutenção em cativeiro. Este tem sido um dos maiores desafios enfrentados pelo Instituto de Pesca e por diversos Aquários Públicos do Brasil. Não são conhecidas suas características hematológicas (que podem indicar seu estado de saúde ou de stress), pouco se sabe sobre os fatores bióticos e abióticos ideais para sua manutenção em tanques e é totalmente desconhecida a dieta ideal para seu crescimento em cativeiro. Esta ausência de informações gera um alta taxa de mortalidade nos exemplares mantidos em tanques, notadamente nos Aquários Públicos, impedindo que o grande público possa ter contato com a espécie e que sejam desenvolvidas atividades de educação ambiental nestes ambientes. O objetivo deste projeto de pesquisa é ampliar o conhecimento sobre a manutenção do mero Epinephelus itajara em cativeiro, contribuindo para adoção de práticas de bem estar animal nos empreendimentos que mantém esta espécie em cativeiro. Para isto serão realizados experimentos de caracterização hematológica e estudos de variáveis bióticas (presença de abrigos e outras espécies de peixes) e abióticas (salinidade e temperatura) para a manutenção do mero em sistema de recirculação de água salgada. Paralelamente serão investigadas as  condições em que são mantidos os meros em Aquários Públicos visando definir um protocolo de manutenção desta espécie. Atualmente esta espécie se apresenta como um desafio para a comunidade científica. Após vasta pesquisa na literatura existente, não foi possível identificar nenhum trabalho científico relatando os parâmetros ideais para manutenção do mero em cativeiro. O desenvolvimento de um protocolo de manutenção em cativeiro para esta espécie permitirá a adoção de práticas de bem estar animal, contribuindo para ampliação do conhecimento sobre esta espécie ameaçada e reduzindo a mortalidade dos exemplares expostos ao público.

Ver detalhes do projeto

  Eduardo Gomes Sanches      IP

Estratégia inovadora em microencapsulação para inserção de ingredientes funcionais em alimentos processados

n° SGP 1932

Os ácidos graxos ômega-3 e ômega-6 exercem inúmeros efeitos positivos sobre diferentes aspectos fisiológicos e do metabolismo. No entanto, a alta instabilidade dos ácidos graxos poli-insaturados é o grande desafio para sua aplicação em produtos alimentícios. O objetivo desta pesquisa é utilizar uma alternativa acessível que viabilize a incorporação dos ácidos graxos ômega-3 e 6 em alimentos processados, a fim de contribuir para a ingestão equilibrada destas substâncias funcionais pela população. Para tanto, será utilizada uma estratégia inovadora, ou seja, uso de métodos combinados de microencapsulação (spray drying e spray chilling). Serão utilizados como fonte do ômega-3 o óleo de peixe (EPA e DHA) e como fonte de ômega-3 (ALA)/ômega-6 (LA) o óleo da amêndoa da sacha inchi. As micropartículas obtidas serão caracterizadas, terão sua estabilidade estudada e os melhores resultados serão aplicados em produtos alimentícios para que possam ser avaliadas sua aceitação sensorial.

Ver detalhes do projeto

  Ana Lúcia Fadini      ITAL

Articulação e organização de estratégias e ações de extensão do IEA

n° SGP 1927

Esse projeto-atividade tem por objetivo estruturar e disponibilizar a oferta de mecanismos de promoção das atividades de extensão do Instituto de Economia Agrícola (IEA), visando a maior interação com a sociedade, especialmente, para a formação de pessoas. Dessa forma, serão organizados e minstrados cursos de curta duração, de conteúdo teórico conceitual e aplicado, relacionado à agricultura. Para tanto, a elaboração dos cursos toma como base a organização dos cursos por meio de módulos, sendo, preferencialmente, inclusos conteúdos teóricos e conceituais no módulo inicial e na sequencia os módulos destinados às aulas práticas. A edição de cursos junto às dependências do IEA soma-se aos outros mecanismos de transferência do conhecimento mantidos e em estruturação pela Instituição, a exemplo, das parcerias com organizações de ensino e pesquisa, certificadoras, cooperativas e associações, visando a construção de ações conjuntas voltadas à capacitação, pesquisa e compartilhamento de infraestrutura, tecnologias e instrumentos tecnico-científicos. 

Ver detalhes do projeto

  Renata Martins Sampaio      IEA

Emprego de extratos e óleos essenciais obtidos de resíduos de frutas como conservantes naturais em queijo Petit Suisse

n° SGP 1926

Este trabalho visa avaliar a inclusão de extratos e óleos essenciais obtidos de cascas de frutas, como conservantes naturais em queijo petit suisse. Os extratos e/ou óleos ou suas misturas (blendas) mais ativas contra diferentes espécies de leveduras e lactobacilos serão avaliadas como conservantes no preparado de frutas, que em seguida será adicionado em queijo petit suisse, em comparação ao sorbato de potássio.

Ver detalhes do projeto

  Patricia Blumer Zacarchenco Rodrigues de Sá      ITAL

Associação entre escore de condição corporal e características produtivas e reprodutivas em vacas da raça Holandesa.

n° SGP 1925

Um dos fatores determinantes na reprodução das vacas é o balanço energético negativo (BEN) no pós-parto. No inicio da lactação a vaca passa por um período de déficit energético, denominado BEN, que ocorre devido ao fato de que a ingestão de energia não acompanha o aumento contínuo da produção de leite. Esse aumento na mobilização das reservas do corpo no início da lactação tem sido associado a problemas de saúde e redução no desempenho reprodutivo (HANSEN, 2000; PRYCE et al., 2001; INGVARTSEN et al., 2003). Sendo assim, o presente projeto tem por objetivos empregar modelos multicaracterísticas envolvendo a produção de leite no dia do controle (PLDC) de vacas de primeira cria da raça Holandesa e associando-a com características ligadas ao escore de condição corporal, força leiteiro, angulosidade, estatura, entre outras de tipo funcional. Busca-se com estas análises, obter medidas alternativas para avaliar-se o animal mais robusto, que sofre menos com o balanço energético negativo. Serão empregados modelo de regressão aleatória para característica contínua (PLDC) e modelos tradicionais para as características pontuais. As informações empregadas neste estudo serão provenientes do banco de dados da Associação Brasileira dos Criadores de Gado Holandês do Paraná.

Ver detalhes do projeto

  Lenira El Faro Zadra      IZ

Imunoestimulação da tilápia-do-nilo, Oreochromis niloticus alimentada com probióticos e vacinadas contra Streptococcus agalactiae

n° SGP 1924

A intensificação na produção de peixes aumenta os surtos de doenças infecciosas que acometem o setor aquícola. O Streptococcus agalactiae é considerado a bactéria patogênica de maior ocorrência e importância econômica para piscicultura intensiva. Desta forma, objetiva-se avaliar a resposta imunológica e a sobrevivência da tilápia-do-nilo (Oreochromis niloticus) alimentada com dietas contendo probiótico e vacinada contra Streptococcus agalactiae, sendo submetida ao desafio de infecção experimental. O experimento será realizado no SAA/APTA – Pólo Centro Leste – UPD de Pirassununga - SP. O trabalho será dividido em três ensaios: 1°) teste de inibição in vitro e escolha do probiótico; 2°) desenvolvimento de anti IgM de tilápia-do-nilo in vitro; 3°) ensaio in vivo de infecção experimental com S. agalactiae. O delineamento experimental do terceiro ensaio será inteiramente casualizado com cinco tratamentos  (Grupo 1 = sem probiótico + sem vacina; Grupo 2 = vacinadas com adjuvante, sem probiótico, sem vacina; Grupo 3 = com probiótico e sem vacina; Grupo 4= sem probiótico e com vacina; Grupo 5 = com probiótico e com vacina) e quatro repetições. Serão realizadas análises de lisozima, análise de detecção de imunoglobulinas por soroaglutinação e ELISA. A análise de proteção relativa será avaliada considerando-se a sobrevivência após a infecção experimental. Os dados do primeiro e terceiro ensaio serão submetidos à análise de variância e comparados pelo teste de Tukey (p<0,05).

Ver detalhes do projeto

  Leonardo Tachibana      IP

Avaliação da durabilidade química de frascos de vidro tipo I

n° SGP 1923

Os frascos de vidro de borossilicato, também denominados frascos tipo I, destinados ao acondicionamento de produtos injetáveis de uso parenteral apresentam um histórico de sucesso como material de embalagem seguro e eficaz na proteção das características do medicamento. Nos últimos anos foi observado um aumento significativo no número de “recalls” de produtos de uso parenteral, devido à presença de partículas de vidro, fenômeno este denominado por “delaminação do vidro”. Mesmo considerados um material de elevada estabilidade química, os frascos de vidro tipo I são susceptíveis à ocorrência de ataque químico sob certas condições favoráveis e, assim, o presente estudo tem como objetivo avaliar a alcalinidade e durabilidade química dessas embalagens, visando correlacionar o potencial de ocorrência de delaminação ao processo produtivo/composição química da embalagem, à capacidade volumétrica e à utilização de tratamentos superficiais.

 

Ver detalhes do projeto

  Sandra Balan Mendoza Jaime      ITAL

Criação de Pangasius hypotalamus com diferentes teores de proteína bruta. Viabilidade técnica, econômica e avaliação de enfermidades?

n° SGP 1913

O Pangasius hypotalus, popularmente conhecido como panga que já esta sendo produzido  no Brasil , no entanto na literatura não se encontram dados científicos nacionais. Os coeficientes  técnicos e econômicos são dados importantes para  o bom desempenho zootécnico e produção responsável de peixe.Para avaliação da  viabilidade técnica, econômica e sanitária da produção do Panga. Inicialmente  será estudada a melhor densidade de estocagem 200, 300 e 400 alevinos m-3  ate os peixes atingirem 100 g de peso médio. A partir de 100 g de peso medio, os peixes serão redistribuídos nos tanques-rede e será iniciado novo ensaio onde será avaliado o melhor teor de proteína bruta da ração. A proteína é o nutriente de maior custo na ração de peixes, portanto é necessário conhecer a concentração proteica ideal para cada espécie e a situação de criação, com o objetivo de obter bom desempenho zootécnico, minimizar o custo, bem como, a descarga de nitrogênio no ambiente de criação. O objetivo deste trabalho é avaliar  a viabilidade técnica econômica e sanitária da produção de Pangasius hypotalus .

 

Ver detalhes do projeto

  Celia Maria Doria Frascá Scorvo      Apta Regional / IP

Estudo das propriedades das estruturas de parede na microencapsulação de compostos hidrofóbicos por spray drying

n° SGP 1910

Para contornar alguns dos problemas associados da incorporação de substâncias com propriedades funcionais de saúde em matrizes alimentícias, a microencapsulação, com suas funções de proteção e liberação controlada, pode ser uma alternativa eficiente. O projeto pretende gerar informações mais objetivas sobre as características das matrizes (parede) formadas na microencapsulação de compostos hidrofóbicos pelo processo de spray drying.  O projeto inicia uma cooperação entre o Labobatório de Produção e Caracterização de Partículas (Centro de Tecnologia de Cereais e Chocolates - ITAL), o Departamento de Engenharia de Alimentos da Faculdade de Engenharia de Alimentos (UNICAMP) e o Departamento de Ciência de Alimentos e Nutrição da Universidade de Minnesota (USA).

 

 

Ver detalhes do projeto

  Izabela Dutra Alvim      ITAL

DESENVOLVIMENTO, REFINAMENTO E PRÉ-VALIDAÇÃO DE UMA ESCALA DE DOR NA DESCORNA COM FERRO QUENTE EM BEZERROS DAS RAÇAS LEITEIRAS

n° SGP 1903

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - UNESP
FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA - FMVZ
Campus de Botucatu - SP

PROJETO TEMÁTICO FAPESP Nº 2017/12815-0
 DOR E QUALIDADE DE VIDA EM ANIMAIS
 Pesquisador Responsável: Stelio Pacca Loureiro Luna

SUB-PROJETO Nº 8. "DESENVOLVIMENTO, REFINAMENTO E PRÉ-VALIDAÇÃO DE UMA ESCALA DE DOR NA DESCORNA COM FERRO QUENTE EM BEZERROS DAS RAÇAS LEITEIRAS." 

Coordenador junto ao Instituto de Zootecnia: Jackson Barros do Amaral

Na prática de campo o controle da dor na descorna com ferro quente em bezerros tem sido rotineiramente negligenciado, porém, este controle é aconselhável por questões humanitárias, éticas e legais. Apesar de vários estudos terem o comportamento de bovinos acometidos pela dor, há apenas uma escala validada para avaliar a dor na orquiectomia de bovinos e não há escalas da dor validadas para descorna. Sendo assim, este estudo objetiva elaborar, refinar e pré-validar uma escala de avaliação da dor na descorna de bezerros leiteiros. Para tanto, será estudada a etologia clínica pelos indicadores comportamentais, fisiológicos e de desempenho no ganho de peso, utilizando 60 bezerros com idade aproximada de 60 dias. Os animais serão distribuídos em dois grupos de 30 bezerros, sendo 20 para cada protocolo experimental e 10 controles. No protocolo anestesia local associada à sedação (PS) os animais serão submetidos à aplicação intramuscular de 0,04 mg/kg de cloridrato de xilazina a 2%. Após cinco minutos proceder-se-á a aplicação da anestesia local e a realização da descorna. Os animais do protocolo anestesia local associada à sedação e anti-inflamatório meloxicam (PM) serão submetidos aos procedimentos do protocolo sedativo (PS), sendo o anti-inflamatório meloxicam 0,5mg/kg aplicado por via intravenosa, simultaneamente a aplicação do cloridrato de xilazina e 24 horas após. No protocolo controle experimental (PC) os animais serão submetidos aos  mesmos procedimentos do PM, exceto descorna. Os indicadores comportamentais, fisiológicos e de desempenho no ganho de peso serão avaliados em três períodos: antes, durante e após o procedimento da descorna. Os indicadores comportamentais serão registrados pelas filmagens e os indicadores fisiológicos de frequência cardíaca e temperatura por equipamentos específicos. Os indicadores de desempenho de ganho de peso serão registrados pela procura de alimentos, ingestão de leite e pelas pesagens dos animais. As análises serão realizadas utilizando-se o teste T pareado com GraphPad Prism 5 e Sigma Stat 3.5 e coeficiente de confiabilidade Kappa ponderando, com 95% de intervalo de confiança de Coohen para cada item da escala, considerando-se todos os momentos da avaliação agrupados em cinco momentos (M1, M2, M3, M4 e M5). Os resultados do coeficiente Kappa será interpretado de acordo com as classificações de Altman, 0,81- 1,0, muito boa; 0,61 – 0,8, boa; 0,41 -0,6, moderada; 0,21 – 04, razoável;  < 0,2, pobre.

Ver detalhes do projeto

  Jackson Barros do Amaral      IZ
  Sobre

O SGP (Sistema de Gestão de Pesquisa) foi implementado em todas as unidades APTA, para centralizar o controle de todos os projetos desenvolvidos sob sua supervisão. [Ler mais]

Endereço APTA – São Paulo

Praça Ramos de Azevedo, 254, 2º andar - República, São Paulo - SP

Fone : (11) 5067-0447 e 5067-0427

  Endereço APTA – Campinas

Avenida Barão de Itapura, 1481 - Botafogo, Campinas - SP

Fone : (19) 2137-8930