Projetos APTA no Instituto Biológico

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AVALIAÇÃO IN VITRO DA EFETIVIDADE DE FITOTERÁPICOS E DA TERRA DIATOMÁCEA, DISPONÍVEIS NO MERCADO, CONTRA Alphitobius diaperinus (COLEOPTERA:TENEBRIONIDAE)

n° SGP 1809

A expansão da avicultura industrial intensiva propiciou habitat ideal para o Alphitobius diaperinus, popularmente conhecido como “cascudinho” e atualmente considerado uma das maiores pragas da indústria aviária em diversos países. O uso de produtos químicos tem sido utilizado para o controle dessa praga, porém, tratamentos alternativos tem sido procurados e estudados. O presente projeto de pesquisa tem como objetivo avaliar, in vitro, a efetividade de produtos fitoterápicos e da terra diatomácea, disponíveis no mercado,  contra adultos e larvas de Alphitobius diaperinus.

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  Giane Serafim da Silva      IB

CONTAMINAÇÃO DE PASTAGENS CULTIVADAS SOB DIFERENTES SISTEMAS DE SOMBREAMENTO POR LARVAS DE NEMATÓDEOS PARASITOS DE BOVINOS

n° SGP 1808

O Brasil possui condições ideais para o crescimento e desenvolvimento das forrageiras tropicais, por possuir temperaturas elevadas, alta luminosidade e precipitação suficientes para garantir altas produções. Tais condições podem, ao mesmo tempo, propiciar o desenvolvimento máximo, em menor tempo, das fases imaturas dos parasitos, as quais estão presentes no ambiente. A ação e prejuízos econômicos causados pelas parasitoses à espécie bovina são amplamente conhecidos e divulgados. A capacidade de sobrevivência de larvas de nematódeos em pastagens é a chave para o entendimento da epidemiologia de infecção de bovinos e outros ruminantes. A presente proposta tem como objetivo acompanhar o status parasitário de helmintos parasitos de bovinos em pastagens sob diferentes sistemas de produção (Integração-Lavoura-Pecuária-Silvicultura (ILPS), Integração Silvo-Pastoril (ISP) com e sem rotação de culturas e sistemas tradicionais (sem sombramento). A pesquisa será desenvolvida em área de pastagem do CAPTA - Seringueira e Sistemas Agroflorestais/IAC/APTA, localizado no município de Votuporanga e no "Laboratório de Parasitologia Animal de Votuporanga/IB/APTA. Avaliação das larvas na pastagem serão realizadas a cada três meses, durante um ano. No início, meio e final do período experimental serão realizados exames coproparasitológicos dos bovinos, objetivando a comprovação do parasitismo dos animais por nematódeos. Parâmetros ambientais, como temperatura e umidade também serão acompanhados.  

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  Giane Serafim da Silva      IB

IDENTIFICAÇÃO DO VIRUS DA GASTROENTERITE TRANSMISSÍVEL SUÍNA (TGEV) PELAS TÉCNICAS DE MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE TRANSMISSÃO, EM SUÍNOS PROVENIENTES DE MATADOUROS OU DE GRANJAS.

n° SGP 1740

A gastroenterite transmissível (TGE) é uma doença altamente contagiosa e aguda dos suínos, causada pelo vírus da família Coronaviridae, gênero Coronavírus. A forma epizoótica da doença está associada a uma alta mortalidade, podendo alcançar uma taxa de até 100% em leitões com menos de duas semanas de idade e que podem vir a óbito por severa desidratação. Este projeto tem por objetivo detectar a presença do vírus da gastroenterite transmissível suína (TGEV) em amostras provenientes de matadouros ou de casos clínicos de diarreias e vômitos. No Laboratório de Microscopia Eletrônica serão processadas técnicas de microscopia eletrônica de transmissão de contrastação negativa, imunomicroscopia e de imunocitoquímica (imunomarcação com partículas de ouro coloidal), visando contribuir para posteriores exames de rotina dessas viroses nos suínos, determinando as áreas de risco no Estado de São Paulo e colaborando desta maneira com o Agronegócio Suinícola Nacional, dando embasamento a programas sanitários.

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  Marcia Helena Braga Catroxo      IB

DESENVOLVIMENTO DE TÉCNICAS DE MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE TRANSMISSÃO PARA IDENTIFICAÇÃO DE ROTAVÍRUS, EM SUÍNOS PROVENIENTES DE MATADOUROS OU DE GRANJAS.

n° SGP 1739

Os rotavírus são os principais agentes etiológicos de grave diarreia neonatal e do pós desmame dos suínos, ocasionando altos índices de morbidade e mortalidade. São vírus  RNA pertencentes à família Rotaviridae e ao gênero Rotavírus. A rotavirose suína tem um importante impacto econômico na Indústria Suinícola, causando consideráveis prejuízos econômicos às granjas. Os suínos representam um reservatório potencial de transmissão zoonótica para os seres humanos. Este projeto tem por objetivo detectar a presença do rotavírus suíno em amostras provenientes de matadouros ou de casos clínicos de diarreia ou vômitos. No Laboratório de Microscopia Eletrônica serão processadas técnicas de microscopia eletrônica de transmissão de contrastação negativa, imunomicroscopia Eletrônica e de imunocitoquímica (imunomarcação com partículas de ouro coloidal), visando contribuir para posteriores exames de rotina dessas viroses nos suínos, determinando as áreas de risco no Estado de São Paulo e colaborando desta maneira com o Agronegócio Suinícola Nacional, dando embasamento a programas sanitários.

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  Marcia Helena Braga Catroxo      IB

IMPLEMENTAÇÃO DAS TÉCNICAS DE MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE TRANSMISSÃO PARA IDENTIFICAÇÃO DO CIRCOVÍRUS TIPO 2 (PCV-2), EM SUÍNOS PROVENIENTES DE MATADOUROS OU DE GRANJAS

n° SGP 1738

O circovírus suíno tipo – 2 é o agente etiológico de uma patologia emergente, a Síndrome multisistêmica do definhamento do leitão desmamado (SMDLD) ou Síndrome multisistêmica caquetizante pós desmame. A circovirose suína tem sido relatada em vários países, associada ou não a achados patológicos. É considerada uma doença emergente que pode tornar-se um fator limitante para o desenvolvimento da suinocultura mundial, com mortalidade entre 3% a 10%, mas podendo atingir até 35%. Este projeto tem por objetivo detectar a presença do circovírus suíno tipo 2 em amostras provenientes de matadouros ou de casos clínicos. No Laboratório de Microscopia Eletrônica serão processadas técnicas de microscopia eletrônica de transmissão de contrastação negativa, imunomicroscopia eletrônica e de imunocitoquímica (imunomarcação com partículas de ouro coloidal), visando contribuir para posteriores exames de rotina dessas viroses nos suínos, determinando as áreas de risco no Estado de São Paulo e colaborando desta maneira com o Agronegócio Suinícola Nacional, dando embasamento a programas sanitários.

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  Marcia Helena Braga Catroxo      IB

Pesquisa de doenças infecciosas virais em aves por microscopia eletrônica de transmissão

n° SGP 1737

As aves silvestres e de cativeiro são consideradas reservatórios virais e potenciais disseminadores de doenças. Este fato se deve à adaptação de seus membros anteriores ao vôo e à sua característica migratória, possibilitando viagens a longas distâncias, podendo, desta maneira, introduzir viroses de grande importância epidemiológica em locais onde estas não são endêmicas.

            Uma vez introduzidas em um novo local, tais viroses podem ser transmitidas a outras espécies, incluindo as domésticas, as de criações comerciais e de criadouros e, inclusive aquelas que se encontram em extinção, promovendo grandes prejuízos, tanto à economia, quanto aos esforços feitos até hoje para a conservação da natureza.

            Nestas condições, a justificativa deste projeto se apóia nas pesquisas de ultraestrutura e imunomicroscopia eletrônica com o intuito de estabelecer diagnóstico seguro, obtendo dados significativos que levem ao estabelecimento de condutas adequadas de controle e prevenção dos agentes patogênicos que causam doenças em diversas espécies aviárias.

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  Marcia Helena Braga Catroxo      IB

Estudos ultraestruturais e imunoeletromicroscópicos na diagnose e pesquisa de patologias animais casadas por vírus e organismos procariontes

n° SGP 1736

Os materiais enviados, provenientes de diversas espécies de animais de produção, serão processados pelas técnicas de contrastação negativa (preparação rápida), imunomicroscopia eletrônica, imunocitoquímica (imunomarcação com partículas de ouro coloidal) e de inclusão em resina para microscopia eletrônica de transmissão.

            O projeto visa detectar a presença de agentes virais, além de estudar as alterações citológicas, morfologia do agente (características e dimensões) e sua relação com as organelas e estruturas celulares objetivando sua identificação ou reconhecimento de seu grupo taxonômico.

            Os resultados desses estudos bem como a divulgação da freqüência com que ocorrem as doenças infecciosas de origem viral serão de extrema importância, uma vez que propiciam subsídios para a implantação de sistemas de controle e estudos epidemiológicos, visando minimizar as perdas econômicas na pecuária, bem como a melhoria dos sistemas de saúde, de prestação de cuidados à saúde dos animais e da comunidade.

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  Marcia Helena Braga Catroxo      IB

CONTROLE BIOLÓGICO DE Sphenophorus levis EM CANA-DE-AÇÚCAR COM FUNGOS ENTOMOPATOGÊNICOS

n° SGP 1726

Sphenophorus levis (Coleoptera: Curculionidae), é uma importante praga dos canaviais no estado de São Paulo, Brasil. As larvas desse inseto destroem rizoma da planta, causando prejuízos da ordem de 30 toneladas de cana por hectare, além de reduzir a longevidade do canavial. O controle biológico desta praga é uma ferramenta importante no manejo integrado. Dessa forma, os objetivos dessa pesquisa são: desenvolver iscas atrativas aos adultos de S. levis a partir de materiais fermentativos da cana-de-açúcar como torta de filtro, bagacilho, bagaço, colmo de cana ou com substâncias atrativas a partir do caldo de cana. Testar a compatibilidade e estabilidade dos isolados IBCB 383 de M. anisopliae e IBCB 170 de B. bassiana nas iscas para S. levis. Avaliar a eficiência da isca atrativa em condições de campo em conjunto com aplicações dos fungos em área total para controle de adultos de S. levis durante diferentes épocas do ano. 

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  José Eduardo Marcondes de Almeida      IB

ESTUDO DE NOVA FORMULAÇÃO DE Metarhizium anisopliae PARA O CONTROLE DE CIGARRINHA-DE-RAIZ (Mahanarva fimbriolata) NA CULTURA DE CANA-DE-AÇÚCAR

n° SGP 1725

A presente proposta de trabalho contempla o estudo de uma nova formulação granular contendo microescleródios de Metarhizium anisopliae desenvolvida e patenteada pelo United States Department os Agriculture (USDA) e adquirida pela empresa Koppert Biological Systems para ser usada em cultura de cana-de-açúcar no controle de cigarrinha-de-raiz.  - Estudar a formulação contendo microescleródios de M. anisopliae para seu uso no controle de cigarrinha-de-raiz na cultura de cana-de-açúcar. Determinar as melhores condições ambientais (temperatura, umidade e radiação UV) da formulação contendo microescleródios de M. anisopliae a fim de avaliar o efeito da germinação do micro-organismo e consequentemente obter alta performance no controle de cigarrinha-de-raiz; Determinar as dosagens mínimas e máximas da formulação para o controle de cigarrinha-de-raiz em condições laboratoriais e de campo, bem como a frequência de aplicação do produto; Avaliar a vida de prateleira (Shelf-life) do produto sob diferentes temperaturas.

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  José Eduardo Marcondes de Almeida      IB

Estudos epidemiológicos e manejo de vírus transmitidos pelo complexo "mosca branca" em tomateiro no cinturão verde de São Paulo : assentamento rural chácara Santo Ângelo

n° SGP 1722

A principal área fornecedora de hortaliças para a capital paulista, entre elas tomate (Solanum lycopersicon), se encontra no cinturão verde de São Paulo (Mogi das Cruzes, Ibiúna, Suzano, entre outras). Nestas áreas a cultura de tomateiro é feita por pequenos produtores, em pequena escala de forma intensiva sendo comercializado principalmente nos CEAGESP e CEASA´s da Região. No entanto, nos últimos anos, danos indiretos provocados por fitovírus principalmente os transmitidos por mosca branca, tanto Bemisia tabaci (Biotipo B ou MEAM 1) como Trialeurodes vaporiarorium (“mosca branca da casa de vegetação”), tem auxiliado na redução da produção e na qualidade do produto final, desta forma prejudicando os produtores. Entre os begomovírus que atacam a cultura no Brasil, se encontram o Tomato yellow vein streak virus (ToYVSV), causando prejuízos expressivos aos produtores em diversas áreas de plantio de tomateiros em Monte Mor, Elias Fausto e Sumaré, SP, sendo também detectada em lavouras de outras hortaliças (batata, pimentão, berinjela), o Tomato severe rugose vírus (ToSRV), que vem predominando no Estado de São Paulo, juntamente com um crinivírus, Tomato chlorosis virus (ToCV). O presente projeto tem o objetivo de estudar aspectos epidemiológicos destes vírus e de seus insetos vetores em áreas de produção de tomate na região de Mogi das Cruzes, permitindo assim, determinar algumas táticas de manejo junto a pequenos produtores no assentamento rural Chácara Santo Ângelo, este, que é o maior assentamento da região com 532,25 hectares e aproximadamente 400 famílias

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  FERNANDO JAVIER SANHUEZA SALAS      IB

ESTUDO DE ESTRATÉGIAS QUE INTERFIRAM NO POUSO DE Diaphorina citri EM POMARES CÍTRICOS EM FORMAÇÃO

n° SGP 1721

O psilídeo D. citri é considerado a principal praga dos citros por ser vetor das bactérias associadas ao HLB. O manejo da doença depende da prevenção da infecção e da redução de fontes de inóculo nos pomares, que são alcançados pelo plantio de mudas sadias, inspeção e erradicação de plantas com sintomas da doença e controle da população de psilídeos.

Atualmente, o controle químico é a tática mais efetiva de manejo de D. citri. Este se inicia no viveiro, com a aplicação de inseticidas sistêmicos nas mudas. Nos pomares em formação aplicam-se inseticidas sistêmicos e de contato, e em pomares em produção somente inseticidas de contato (3).  Nos últimos anos, o aumento nas aplicações de inseticidas contra o psilídeo elevou o custo de produção. 

Uma das alternativas para o controle do pouso do inseto e o uso de agrotextil, que são filamentos contínuos de polipropileno ou polietileno soldados termicamente, permeáveis à água e ao ar, e que permite passagem de luz. Este material vem sendo usado com sucesso por produtores de melão no manejo de viroses transmitidas por insetos vetores (F. J. S. Salas, comunicação pessoal), com significativa redução na população de vetores de vírus em cultivos hortícolas (17,18). Em laboratório e casa de vegetação o agrotextil impediu alimentação de D. citri sem interferir no desenvolvimento dos citros (M. P. Miranda, dados não publicados), com potencial de uso como barreira de acesso à planta pelo psilídeo.

O Objetivo principal  do projeto é avaliar a viabilidade do agrotextil como barreira de disseminação do HLB em pomar em formação

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  FERNANDO JAVIER SANHUEZA SALAS      IB

Epidemiologia de fitovírus em espécies da vegetação espontânea do Parque Nacional da Serra do Cipó (encerrado)

n° SGP 1720

A presente proposta de trabalho refere-se à realização de um estudo sobre aspectos gerais da incidência de fitovírus (i.e., vírus ocorrentes plantas) em uma das mais importantes Unidades de Conservação do Brasil, que é O Parque Nacional da Serra do Cipó, MG. Até o momento, nenhum estudo foi realizado acerca da relação entre fitovírus / ecossitemas naturais no Brasil, especialmente em UCs. Assim, tendo em vista que a UNIP já vem realizando estudos botânicos no PARNA do Cipó (p.e., o “Guia de identificação das pteridófitas da Serra do Cipó”, sob coordenação do botânico Mateus Paciencia, curador do Herbário UNIP), propõe-se aqui estabelecer uma parceria entre a UNIP e o Instituto Biológico de São Paulo, visando a elucidação de questões relacionadas aos mecanismos reguladores da incidência de vírus nas plantas do Cipó e áreas agrícolas adjacentes. Acredita-se que os produtos gerados por este estudo poderão ser ferramentas fundamentais para o planejamento de ações conservacionistas na área, bem como para a proposição de melhorias de manejo e produção agrícola nas zonas que cercam o Parque. 

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  FERNANDO JAVIER SANHUEZA SALAS      IB

Transmissão de vírus de plantas por insetos

n° SGP 1719

O projeto propõe-se a contribuir para o conhecimento da biologia de alguns insetos-vetores de vírus, investigar as diferentes associações vírus-vetor e fornecer subsídios para estudos epidemiológicos. Considerando que uma das metodologias empregadas no combate as doenças de etiologia viral consiste no controle dos vetores, o conhecimento de sua interação com a planta hospedeira tem papel fundamental na minimização de danos nas regiões produtoras. Neste projeto, renovado, se buscam novas alternativas de manejo cultural, entre elas: à resistência das plantas (antibiose e/ou antixenose) aos insetos vetores; resistência de plantas aos fitovírus, além de novas metodologias de controle, com ênfase nas barreiras físicas, como, por exemplo, às coberturas flutuantes ou agrotêxtil e telas impregnadas com inseticidas. além destes métodos de controle serão observados aspectos epidemiológicos e padrões de distribuição de fitovírus.

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  FERNANDO JAVIER SANHUEZA SALAS      IB

Estudos sobre vírus isolados de leguminosas de importância econômica e de seus insetos-vetores

n° SGP 1718

A família Fabaceae possui uma diversidade grande de espécies (cerca de 18000), sendo muitas delas utilizadas na alimentação humana e animal. O intenso cultivo de leguminosas seja para adubação verde, forragem ou alimentos tem proporcionado a ocorrência de pragas e doenças que ocasionam danos as culturas. No Brasil, tem sido constatada a ocorrência de vírus que têm causado sérios danos a culturas e, possivelmente, devido a grande diversidade de espécies, muitos vírus que podem constituir num sério problema, sequer foram descritos, Com base nestes fatos, pretende-se, através da utilização de técnicas para identificação e caracterização de fitovírus, agilizar o diagnóstico destes agentes, bem como realizar indexação de sementes e levantamento das principais viroses de leguminosas cultivadas e nativas. Além disso serão avaliados quanto a resistência aos fitovírus, detectados nas regiões produtoras e, seus insetos-vetores. 

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  FERNANDO JAVIER SANHUEZA SALAS      IB

Estudo das encefalites e encefalopatias dos equídeos

n° SGP 1686

O estudo de enfermidades que afetam o sistema nervoso central de equídeos tem o objetivo dar suporte laboratorial aos estudos epidemiológicos executados sistematicamente para diagnóstico de situação sanitária e vigilância epidemiológica das encefalites e encefalopatias visando sua profilaxia e controle. E também apoio laboratorial aos programas sanitários federais e fornecer subsídios aos órgãos competentes e propor as diretrizes para ações sanitárias relacionadas à prevenção destas doenças, além de divulgar e disponibilizar o diagnóstico e informações sobre as enfermidades estudadas. As análises serão realizadas a partir de sistema nervoso central e LCR (líquido cefalorraquidiano) encaminhados para diagnóstico laboratorial. Os métodos serão utilizados conforme a suspeita clínica.

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  Maria do Carmo Custodio de Souza Hunold Lara      IB

"Preparação de alto rendimento automatizada de amostras para determinação de contaminantes multiressíduos em carne bovina"

n° SGP 1676

Em julho de 2016 o Brasil e Estados Unidos assinaram um acordo bilateral para venda da carne bovina in natura. Um contrato desse tipo define regras sanitárias e comerciais para ambos países envolvidos, que inclui temperatura de armazenamento e transporte, forma de armazenamento e outros aspectos relacionados a garantia da qualidade e segurança alimentar de produtos destinados ao consumidor final. A determinação de contaminantes na carne é parte do processo de certificação da segurança alimentar do produto, auxiliando no processo de exportação ou importação, além de auxiliar em políticas públicas em casos positivos. Neste contexto o treinamento pleiteado junto ao Residue Chemistry and Predictive Microbiology Research (RCPMR) do United State Department of Agriculture (USDA) visa contribuir para a cadeia de proteína animal do agronegócio paulista e brasileiro. Este projeto tem como objetivo o desenvolvimento de uma metodologia para determinação de resíduos de 149 contaminantes orgânicos (pesticidas, drogas veterinárias e PCBs) em carne bovina utilizando um novo sistema de automação de clean-up de alta capacidade (ITSP) com Mini cartuchos de extração em fase sólida (Mini-SPE), acoplados on-line a um sistema de cromatografia gasosa de baixa pressão (LPGC-MS/MS) e por cromatografia liquida de ultra alta pressão (UHPLC-MS/MS) acoplados a espectrômetros de massas. Os produtos serão extraídos da carne utilizando o método QuEChERS modificado e o método validado será aplicado em amostras de carne oriundas do Brasil e USA. Este treinamento trará benefícios não só a mim e ao Laboratório de Resíduos de Pesticidas do Instituto Biológico (LRP-IB) mas também a toda comunidade científica brasileira afim, pois pretendo disseminar os conhecimentos adquiridos através de apresentação de trabalhos e treinamentos e modernização da capacitação do Brasil em determinação de resíduos de contaminantes em carne, principalmente para exportação, trazendo divisas ao nosso país.

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  Sergio Henrique Monteiro      IB

Levantamento da ocorrência do Banana streak virus (BSV) e do Cucumber mosaic virus (CMV) em cultivo convencional e orgânico de Musa spp no Vale do Ribeira, SP

n° SGP 1633

A ocorrência do Banana streak virus (BSV) e Cucumber mosaic virus (CMV), cujos sintomas em bananeiras são conhecidos, respectivamente, como estria e mosaico, pode ser considerada um fator limitante na produção e qualidade dos frutos e um entrave para a movimentação de germoplasma no país e no exterior. O presente trabalho teve como objetivo estudar a incidência destes vírus em dois sistemas de cultivo, um convencional no município de Registro e um orgânico no município de Sete Barras, Vale do Ribeira. No cultivo orgânico foram avaliadas dez mudas de bananeiras ‘Galil 7’ introduzidas aleatoriamente e dez bananeiras ‘Prata’ jovens. No cultivo convencional foram avaliadas dez mudas de bananeiras ‘Galil 7’ introduzidas, cinco bananeiras ‘Nanica’ e cinco ‘Prata’ jovens. A ocorrência do CMV foi detectada em 58,7% das bananeiras ‘Prata’ jovens e 35,9% das mudas de ‘Galil 7’ introduzidas e o BSV foi detectado em 87,5% das bananeiras ‘Prata’ jovens e 75% das mudas de ‘Galil 7’ introduzidas, no cultivo orgânico. Enquanto, no cultivo convencional, a ocorrência do CMV foi detectada em 42,50% das amostras de bananeiras ‘Nanica’ jovens, 44,4% das bananeiras ‘Prata’ jovens e 23% das mudas de ‘Galil 7’ introduzidas e o BSV foi detectado em 50% das bananeiras ‘Nanica’ jovens, 57,1% das bananeiras ‘Prata’ jovens e 62,5% das mudas de ‘Galil 7’ introduzidas.  Pelo monitoramento realizado nos dois municípios do Vale do Ribeira constatou-se que o BSV e o CMV ocorrem com alta incidência nas, cultivares comerciais de bananeiras mais cultivadas e foi possível detectar a presença dos vírus nas amostras coletadas, antes da manifestação dos sintomas nas folhas. 

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  Addolorata Colariccio      IB

Seletividade de Altacor e Verimark na cultura da cana-de-açúcar

n° SGP 1618

Os ensaios serão em blocos ao acaso, constando de oito tratamentos e quatro repetições e tratamentos conforme protocolos em anexo. As aplicações serão realizadas “em esguicho” no colo da planta ou convencional, realizadas com pulverizador costal CO2 à pressão constante. A cultura será examinada quanto à presença de sintomas de fitotoxicidade em relação às parcelas não tratadas (testemunhas) e estimando um percentual de injúria usando escala de 0 (sem injúria) a 100% (completa injúria) de fitotoxicidade, descrevendo onde observa-se fitoxicidade detalhadamente (clorose, deformação, etc.). Serão avaliados o número de entrenós com danos de larvas da broca da cana dos entrenós quantificados em 15 colmos aos 120 e 180 dias após a emergência, bem como quantificados o numero total de entre-nós, número de lagartas presentes e número de colmos com danos.

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  José Roberto Scarpellini      Apta Regional / IB

Indexação de vírus em plântulas de mandioca obtidas por cultura de meristemas, pertencentes aos BAG da EPAGRI visando a introdução de material genético livre de vírus para produtores.

n° SGP 1604

No Brasil, a mandioca sempre foi cultivada em vários sistemas agrícolas, desde cultivo de fundo de quintal, passando pela agricultura tradicional praticada em pequenas escalas por produtores do semiárido do Nordeste ou da região da Amazônia, até cultivo em grande escala no sul do Brasil, com colheita semi-mecanizada (CHUZEL, 2001). Cultivada em todas as regiões brasileiras, a mandioca é utilizada para a produção de farinha, extração de amido e, uma pequena parte, consumo in natura. Os Estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul formam um complexo agroindustrial que produz e processa cerca de 5 milhões de toneladas de raízes de mandioca para a produção de farinha e amido (IBGE, 2006).

As plantas de propagação vegetativa apresentam sérios danos causados por vírus porque estes se acumulam durante os sucessivos ciclos da cultura. Várias pragas e doenças da mandioca (Manihot esculenta),  têm como principal fonte disseminadora o material de plantio. Os mais importantes são os patógenos sistêmicos: fungos, bactérias, fitoplasmas e vírus. Mas não deve ser negligenciada a disseminação de organismos aderidos a superfície da maniva como cochonilhas, ácaros e esporos de fungos.

Na cultura já foram descritos, dezesseis vírus diferentes, dentre estes três foram descritos pela primeira vez no Brasil: o Cassava common mosaic virus (CsCMV), pertence ao gênero Potexvirus , o Cassava vein mosaic virus (CsVMV), pertencente ao gênero Caulimovirus e em Manihot spp. Cassava symptomless Rhaddovirus (CsSLV).

Essa três espécies ocorrem por todo o Brasil, sendo o CsVMV prevalente nos Estados do Ceará, Pernambuco, Piauí, Bahia e Alagoas. O CsCMV apresenta-se distribuído também  em outros países da América latina, Taiwan e nos Estados Unidas no Estado da Flórida. O CsCMV causa sintomas de mosaico cloróticos nas folhas,  ocasionando perdas de produtividade acima de 60% sendo considerado portanto o principal vírus que ocorre na América do Sul em mandioca. O CsVMV causa sintomas de mosaico de nervuras , deformação foliar e epinastia da planta. A manifestação dos sintomas sofre grande influência do clima ocorrendo principalmente no nordeste brasileiro.

As viroses de mandioca existentes na América, (mosaico comum ou americano, couro de sapo e mosaico das nervuras) e fitoplasmas (superbrotamento) não possuem vetor conhecido e se disseminam fundamentalmente, através do plantio de material contaminado. Os vírus que ocorrem na cultura podem ser parcialmente controlados pela eliminação recorrente de plantas sintomáticas nos campos de produção de sementes, a fim de minimizar os prejuízos causados tanto na produção quanto na qualidade das raízes.

Sendo importante ressaltar que para a sanidade do material de plantio a técnica de cultura de tecidos merece destaque porque permite obter material praticamente isento de quase todos os patógenos, principalmente se utilizado conjuntamente com a termoterapia, sendo que para o controle das viroses em plantas de vegetação propagativa a técnica mais utilizada é a cultura de meristemas, que pode ser empregada em associação com a termoterapia e/ou substâncias antivirais, O uso de plantas livres de vírus em associação com práticas culturais adequadas, e o uso de variedades resistentes pode reduzir  a disseminação de vírus no campo, uma vez que os vírus se transmitem mecanicamente e por enxertia e se disseminam a partir de manivas infectadas, indicando que o vírus se perpetua e se transmite pela utilização de ferramentas contaminadas. Entretanto, mesmo com o uso de manivas e clones livres de vírus, as plantas devem ser monitoradas no campo, para evitar a disseminação das principais viroses que ocorrem na cultura. O presente projeto tem por objetivo  indexar variedades de mandioca pertencentes ao BAG EPAGRI Urussanga, SC e do BAG IAC quanto a presença de vírus, visando à obtenção de um estoque de mandioca-semente livre deste vírus e realizar um levantamento em São Paulo e santa Catarina da ocorrência de vírus na cultura.

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  Addolorata Colariccio      IB

MORMO: AVALIAÇÃO CLÍNICA, EPIDEMIOLÓGICA, ANATOMOPATOLÓGICA E MICROBIOLÓGICA

n° SGP 1591

O mormo é uma doença infectocontagiosa, de caráter agudo ou crônico, que acomete os equídeos. Pode também acometer o homem, os carnívoros e eventualmente pequenos ruminantes. É causada pela bactéria Burkholderia mallei, que desencadeia formação de nódulos e úlceras principalmente no trato respiratório ou na pele dos animais. Essa enfermidade é de notificação obrigatória, contudo não há disponível no mercado kits validados para sua análise laboratorial, gerando problemas na confirmação de focos da doença e na condução do programa de controle e erradicação do mormo. Com o aumento da ocorrência de casos clínicos na região sudeste e questionamento de resultados de exames laboratoriais, houve demanda do Ministério da Agricultura e Abastecimento para estudar equídeos com resultados diferente de negativo (inconclusivo, anticomplementar e positivo) para B. mallei visando levantar dados e esclarecer aspectos quanto à patogenia, imunidade, diagnóstico e epidemiologia da doença. Coordenado pelo Instituto Biológico e em parceria com MAPA, Coordenadoria de Defesa Agropecuária de São Paulo e Agência de Inspeção Alimentar Canadense, este estudo tem por objetivos o monitoramento de animais provenientes de focos; desenvolver, padronizar e validar métodos sorológicos e moleculares para identificação da B. mallei; buscar uma definição de caso de mormo a partir da análise dos métodos avaliados (clínicos, epidemiológicos e detecção direta e indireta do agente);  e desenvolver material técnico e didático para auxiliar no diagnóstico precoce da  doença. Serão analisados 26 equinos provenientes de focos em saneamento nos Estados de São Paulo, Espírito Santo e Rio de Janeiro, mantidos na Estação Quarentenária do MAPA localizada em Cananéia, SP. Amostras de sangue e suabe nasal estão sendo coletadas a cada quinze dias, havendo previsão de acompanhamento por 2 anos, com a finalidade de desenvolver, padronizar e validar ensaios de imunodiagnóstico (Fixação de Complemento a quente e a frio, Western-blotting, ELISA) e biologia molecular. Quando houver linfoadenomegalia, o conteúdo será analisado para detecção da B. mallei. Em caso de óbito dos equinos será realizada necropsia para avaliação anatomo-patológica e diagnóstico diferencial com doenças confundíveis. Com os resultados, o presente trabalho contribuirá para geração do conhecimento sobre a epidemiologia do mormo e no estabelecimento de métodos laboratoriais, mais sensíveis e específicos. Ainda, serão disponibilizadas às autoridades sanitárias melhores escolhas de métodos confirmatórios desta doença, que poderão ser incluídos na legislação para conduzir as ações de controle e erradicação. Destaca-se que o Brasil acumulou experiências e poderá auxiliar outros países com essas informações inéditas adquiridas.O mormo é uma doença infectocontagiosa, de caráter agudo ou crônico, que acomete os equídeos. Pode também acometer o homem, os carnívoros e eventualmente pequenos ruminantes. É causada pela bactéria Burkholderia mallei, que desencadeia formação de nódulos e úlceras principalmente no trato respiratório ou na pele dos animais. Essa enfermidade é de notificação obrigatória, contudo não há disponível no mercado kits validados para sua análise laboratorial, gerando problemas na confirmação de focos da doença e na condução do programa de controle e erradicação do mormo. Com o aumento da ocorrência de casos clínicos na região sudeste e questionamento de resultados de exames laboratoriais, houve demanda do Ministério da Agricultura e Abastecimento para estudar equídeos com resultados diferente de negativo (inconclusivo, anticomplementar e positivo) para B. mallei visando levantar dados e esclarecer aspectos quanto à patogenia, imunidade, diagnóstico e epidemiologia da doença. Coordenado pelo Instituto Biológico e em parceria com MAPA, Coordenadoria de Defesa Agropecuária de São Paulo e Agência de Inspeção Alimentar Canadense, este estudo tem por objetivos o monitoramento de animais provenientes de focos; desenvolver, padronizar e validar métodos sorológicos e moleculares para identificação da B. mallei; buscar uma definição de caso de mormo a partir da análise dos métodos avaliados (clínicos, epidemiológicos e detecção direta e indireta do agente);  e desenvolver material técnico e didático para auxiliar no diagnóstico precoce da  doença. Serão analisados 26 equinos provenientes de focos em saneamento nos Estados de São Paulo, Espírito Santo e Rio de Janeiro, mantidos na Estação Quarentenária do MAPA localizada em Cananéia, SP. Amostras de sangue e suabe nasal estão sendo coletadas a cada quinze dias, havendo previsão de acompanhamento por 2 anos, com a finalidade de desenvolver, padronizar e validar ensaios de imunodiagnóstico (Fixação de Complemento a quente e a frio, Western-blotting, ELISA) e biologia molecular. Quando houver linfoadenomegalia, o conteúdo será analisado para detecção da B. mallei. Em caso de óbito dos equinos será realizada necropsia para avaliação anatomo-patológica e diagnóstico diferencial com doenças confundíveis. Com os resultados, o presente trabalho contribuirá para geração do conhecimento sobre a epidemiologia do mormo e no estabelecimento de métodos laboratoriais, mais sensíveis e específicos. Ainda, serão disponibilizadas às autoridades sanitárias melhores escolhas de métodos confirmatórios desta doença, que poderão ser incluídos na legislação para conduzir as ações de controle e erradicação. Destaca-se que o Brasil acumulou experiências e poderá auxiliar outros países com essas informações inéditas adquiridas.

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  Edviges Maristela Pituco      IB

FORMIGAS CORTADEIRAS, UMA VELHA PRAGA EM UMA NOVA CULTURA EM EXPANSÃO NO BRASIL: A OLIVEIRA

n° SGP 1581

Uma nova cultura vem tentando se firmar no Estado de São Paulo. A cultura da oliveira. Dentre o pouco que se sabe sobre as doenças e pragas que a acometem, as formigas cortadeiras parecem ser limitantes para a sua implantação e manutenção. Assim, este projeto visa entender o que o agricultor sabe sobre elas e o que tem feito para controlá-las. Ainda, poderá fornecer subsídios para um manejo adequado, entendendo quais espécies causam danos e a densidade e distribuição dos ninhos, de forma a organizar protocolos para estimar o problema em cada situação. O conhecimento sobre o efeito da desfolha nas plantas e quais as variedades são mais atrativas para as formigas também auxiliará o agricultor. Finalmente, para iniciar um plano alternativo, quem sabe com menor impacto ao ambiente, será analisada a comunidade de fungos  e bactérias endofíticos que a planta mantém nas diferentes áreas cultivadas no Estado de São Paulo. Espera-se que tais microrganismos possam sinalizar um plano anti-herbivoria para esta cultura. 

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  Ana Eugênia de Carvalho Campos      IB

APLICAÇÃO DE ÓLEOS ESSENCIAIS POR VOLATILIZAÇÃO PARA CONSERVAÇÃO DA SANIDADE DE UVAS PÓS-COLHEITA.

n° SGP 1571

A cultura da videira reveste-se de especial importância econômica e social no Brasil, na medida em que envolve um grande volume de negócios voltados para os mercados interno e externo. Podridões, perda de massa e degrana das bagas de uva são responsáveis por significativas perdas na pós-colheita. Tratamentos alternativos aos fungicidas, para controle de doenças em frutos pós-colheita, vêm sendo estudados como óleos essenciais e extratos vegetais com propriedades antimicrobianas. Este projeto tem por objetivo avaliar o efeito de constituintes voláteis de diferentes óleos essenciais, puros e blends, sobre o controle de mofo cinzento (Botrytis cinerea) em uvas pós-colheita. Para tanto, serão realizados ensaios in vitro, com cinco óleos essenciais  por volatilização sobre o crescimento micelial do patógeno. Os óleos também serão testados em bagas de uva individualizadas e inoculadas, acondicionadas em caixas plásticas e seladas. Posteriormente, o óleo essencial de melhor performance será testado em cachos de uva inoculados, dispostos individualmente em bandejas de poliestireno, acrescidas de óleo essencial e envolvidos por filme PVC, com armazenamento sob condições ambiente (25°C). Os resultados serão avaliados estatisticamente (Tukey, p<0,05). 

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  ELIANE APARECIDA BENATO RODRIGUES DA SILVA      IB

Investigação epidemiológica de Coxiella burnetii em propriedades rurais na região noroeste paulista após surto de febre Q em trabalhadores de um frigorífico

n° SGP 1567

A febre Q é uma zoonose mundial, causada pela bactéria intracelular obrigatória Coxiella burnetii. As principais fontes de infecção para humanos são bovinos, ovinos e caprinos, que eliminam o agente em grande quantidade nos fluidos do parto ou abortamento e em menor quantidade no leite, fezes e urina. A bactéria é eliminada no ambiente em uma forma altamente resistente, que permanece infecciosa por muito tempo. O principal modo de transmissão é a inalação de aerossóis ou poeiras contendo o agente. Em humanos, a fase aguda da doença tem como manifestação clínica mais comum a síndrome gripal autolimitante, enquanto a forma crônica desencadeia mais frequentemente endocardite. Em ruminantes domésticos, a bactéria provoca abortamentos e outros problemas reprodutivos. Apesar da doença provavelmente ser subnotificada, eventualmente surtos em humanos são relatados, caracterizados por alta morbidade e baixa letalidade, porém com possibilidade de infecções persistentes e formas crônicas da doença. Em 2015, um surto de febre Q foi detectado em trabalhadores de um frigorífico no município de Barbosa, localizado no noroeste do estado de São Paulo. Pretende-se, no presente trabalho, pesquisar, em propriedades rurais que enviaram bovinos para abate ao frigorífico de Barbosa 7 a 30 dias antes do início do surto, a presença de anticorpos IgG contra C. burnetii em animais e humanos, os possíveis fatores de risco associados com a soropositividade e a presença de DNA da bactéria em amostras de sangue, leite, swab vaginal e carrapatos dos animais, além de tentar o isolamento de C. burnetii a partir dos carrapatos coletados dos animais. 

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  Tatiana Evelyn Hayama Ueno      Apta Regional / IB

Manejo de Cosmopolites sordidus (Germ., 1824) com o fungo Beauveria bassiana (Bals.) Vuill., na cultura da banana

n° SGP 1564

A banana tem importância econômica para o Brasil, destacando-se como a segunda fruta em área colhida, quantidade produzida, valor da produção e consumo. A produção nacional de banana está distribuída nas 27 unidades da Federação, com área colhida de 485 mil hectares, produção de 6,9 milhões de toneladas e rendimento médio de 14,2 kg ha-1.

A broca-do-rizoma Cosmopolites sordidus (Germar, 1824) (Coleoptera: Curculionidae) é um inseto disseminado por todas as regiões do Brasil e constitui-se a principal praga da bananicultura. As larvas de C. sordidus abrem galerias no rizoma e na base do pseudocaule e, os sintomas manifestam-se como amarelecimento, com posterior seca das folhas e morte da gema apical. Verifica-se também diminuição no tamanho e peso dos frutos, com perdas de 20 a 50% na produção. Indiretamente, os prejuízos são devidos ao tombamento de plantas, por falta de um sistema radicular vivo e, por propiciar a entrada de micro-organismos fitopatogênicos, entre os quais se destaca o fungo Fusarium oxysporum f. sp. cubense, causador da doença conhecida como “Mal do Panamá”. Em variedades suscetíveis como a banana “Maçã”, as perdas devido ao “Mal do Panamá”, podem chegar a 100% na produção.

Dentre os métodos de controle para a broca-do-rizoma, se destaca o controle biológico com o fungo Beauveria bassiana (Bals.) Vuill. (Deuteromycotina: Hyphomycetes). A aplicação de B. bassiana é recomendada pela utilização do fungo em grãos de arroz inteiros ou moídos, ou pincelamento de suspensão do inóculo (pasta) sobre a superfície de iscas tipo “telha” ou “queijo”, na proporção de 100 a 150 iscas ha-1.

Entretanto, o objetivo do presente estudo será de validar a tecnologia de aplicação de B. bassiana em formulação granulada (arroz + fungo), em iscas tipo “telha”, bem como de avaliar a aplicabilidade do microrganismo na formulação pó molhável, em sistema de “fertirrigação” (quimigação), junto a produtor de banana, na região Noroeste do Estado de São Paulo.

Para tanto, será conduzido um ensaio de campo em cultura de banana, cultivada sob espaçamento de 2,0 x 2,0m, com dez meses de idade, na Estância Vidal, do Produtor Márcio de Paula Vidal, no Município de Aparecida D’Oeste, SP, no período de fevereiro a maio de 2017.

O modelo experimental será em três setores de aproximadamente 3.333m2, totalizando 10.000m2, considerando a divisão da área cultivada em função do sistema de irrigação por micro aspersão. Os tratamentos aplicados nos respectivos setores serão: 1 – B. bassiana em iscas tipo “telha” + quimigação; 2 – B. bassiana em iscas tipo “telha” e; 3 – quimigação + convencional (método de controle utilizado pelo produtor).

As aplicações do bioinseticida serão efetuadas em iscas tipo “telha” (0,40 a 0,50m de comprimento), na dose de 20g. isca-1 de fungo + arroz (formulação granulada), distribuindo o equivalente a 100 iscas ha-1 (setores 1 e 2). As iscas serão colocadas com a parte seccionada voltada para o solo, ao lado das touceiras. No sistema de quimigação - via irrigação por micro aspersão (setores 1 e 3) o produto microbiano, na formulação pó molhável, será diluído em caixa d’água de 300L (exclusiva para a finalidade), na dose equivalente a 5,0 kg p.c. ha-1.

As aplicações dos métodos de controle descritos deverão ser conduzidas de janeiro a maio de 2017, em intervalos quinzenais, levando em consideração a infestação de C. sordidus na cultura da banana e condições climáticas favoráveis a fungos entomopatogênicos.

Amostragens da broca-do-rizoma serão efetuadas quinzenalmente, nas próprias iscas tratadas com B. bassiana, contando os insetos vivos e infectados pelo fungo. Ainda, ao término das aplicações, serão distribuídas iscas sem o fungo no setor com aplicação apenas em quimigação (setor 3) para quantificação do inseto-praga.

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  Marcelo Francisco Arantes Pereira / APTA      Apta Regional / IB

Metarhizium anisopliae (Metsch.) Sorokin formulado em microescleródios e pó molhável, no manejo da cigarrinha-das-raízes (Hemiptera: Cercopidae) em pastagem

n° SGP 1547

As cigarrinhas das raízes (Hemiptera: Cercopidae) são consideradas as principais pragas das pastagens, causando danos em cerca de 10 milhões de hectares de gramíneas, com prejuízos de até 90% nas pastagens. As principais espécies de cigarrinhas que atacam as pastagens são: Deois flavopicta, D. schach, Zulia entreriana e Mahanarva fimbriolata, sendo as três primeiras as mais importantes para o Centro-Sul, especialmente em pastagens de Urochloa (syn. Brachiaria) decumbens.

O controle biológico, com o fungo Metarhizium anisopliae é uma alternativa cada vez mais recomendada para o manejo da população de cigarrinhas, reduzindo-a a níveis de danos não econômicos. A recomendação de dosagem de M. anisopliae pode variar de 50 a 500g de conídios puros ha-1, sendo aplicado no início da estação chuvosa, devendo-se reaplicar visando melhores condições para atuação do fungo sobre as ninfas e adultos do inseto. Ainda, fungo entomopatogênico deve ser aplicado em pastagens com 25 a 40 cm de altura, com o objetivo de evitar a ação indesejável da radiação ultravioleta. A condição climática também é indispensável, com umidade relativa do ar acima de 60% e temperaturas de 25 a 27oC.

Entretanto, propõe-se o desenvolvimento desta pesquisa com o objetivo de avaliar a eficiência agronômica de bioinseticida a base do fungo M. anisopliae formulado em microescleródios e pó molhável, nas doses de 1,0 e 2,0 kg p.c. ha-1, no controle de ninfas de cigarrinhas das raízes.

Para tanto, será conduzido um experimento em pastagem de U. decumbens com histórico de ocorrência da cigarrinha-das-raízes, na região Noroeste do Estado de São Paulo, no período de dezembro de 2016 a abril de 2017.

O delineamento experimental será em blocos casualizados com seis tratamentos e quatro repetições. As unidades experimentais serão constituídas por área de oito metros de largura e dez metros de comprimento, totalizando 80m2.

Previamente, será efetuada amostragem para detecção de infestação e distribuição populacional da cigarrinha-das-raízes na pastagem. Posteriormente, ponderando a infestação de ninfas de cigarrinhas na área experimental, será realizada a aplicação dos produtos. Para o bioinseticida formulado em microescleródios, a aplicação deverá ser efetuada por atomizador costal motorizado, enquanto que para o bioinseticida na formulação pó molhável e o inseticida padrão tiametoxam + lambdacialotrina será utilizado pulverizador pressurizado a CO2, com barra equipada com quatro pontas de pulverização do tipo leque (XR 11003), espaçadas de 0,50m, sob pressão constante de 2,0 bar e volume de calda de 300 L ha-1.

A aplicação será conduzida no período da tarde (anoitecer), evitando radiação solar, ou seja, considerando condições climáticas (umidade relativa e temperatura) favoráveis à aplicabilidade de fungos entomopatogênicos, as quais deverão ser registradas na ocasião da aplicação.

O produto tiametoxam + lambdacialotrina (Engeo Pleno®), devidamente registrado para o controle de cigarrinha-das-pastagens, será utilizado como padrão de controle, ponderando recomendação técnica.

Em caso de reinfestação do inseto-praga na área experimental, poderá ser efetuada a reaplicação dos defensivos.

Para avaliação populacional da cigarrinha-das-raízes serão realizadas contagens quinzenais de ninfas em ponto amostral de 0,25 x 0,25m (0,0625m2) por parcela, aos 0, 15, 30, 45, 60, 75 e 90 dias após a primeira aplicação.

Os dados obtidos serão extrapolados para população de ninfas m2-1 e, submetidos à análise de variância pelo teste F e comparação de médias pelo teste de Duncan (P ≤ 0,05), utilizando o programa AgroEstat.

A porcentagem de eficiência dos defensivos no controle da cigarrinha das raízes em pastagem de U. decumbens, em relação à área sem aplicação de defensivo (testemunha), será calculada pela fórmula de Abbott (1925).

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  Marcelo Francisco Arantes Pereira / APTA      Apta Regional / IB

Título do Projeto: Levantamento e caracterização de espécies e raças de Xanthomonas spp em tomate de mesa nas principais regiões produtoras do Estado de São Paulo e avaliação da sensibilidade à casugamicina isolada e em associação com fertilizantes foliar

n° SGP 1544

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Poucos trabalhos foram feitos para caracterização de espécies de Xanthomonas spp em tomate para mesa.  A própria recomendação de produtos registrados para cultura e doença é genérica.  Consultando a base de dados do MAPA (Ministério da Agricultura  Pecuária e Abastecimento) para mancha-bacteriana o agente causal é citado como Xanthomonas vesicatoria sendo que 4 espécies estão envolvidas como causadoras de mancha-bacteriana e não se conhece para a região produtora de tomate in natura do Estado de São Paulo, que representa 25% da produção nacional, como  estas populações estão distribuídas e a sensibilidade ao tratamento químico.   Pereira (2010) faz uma ampla avaliação de isolados, para tomate de mesa, mas dos 81 isolados avaliados, somente 1 (CNPH 2008-35) é de São Paulo. Diversos autores estudaram a sensibilidade destes isolados à estreptomicina e cúpricos, mas uma nova busca de ativos, quer utilizados isoladamente ou em associação com outras linhas de produtos, tais como indutores de resistência, bioestimulantes ou fertilizantes abre uma nova frente de possibilidades,  paralelamente aos trabalhos de melhoramento genético e métodos culturais.  Dada a pouca disponibilidade de produtos registrados no mercado, a avaliação mais criteriosa da casugamicina, em associação com fertilizantes e indutores de resistência por ser uma alternativa, uma vez que, esta molécula encontra-se registrada para várias culturas no Brasil, entre elas o tomate, tem ação fungicida e bactericida e não se conhece as possíveis interações com fertilizantes foliares e indutores de resistência, que afetam vários processos fisiológicos e morfológicos nas plantas.  Um ponto que deve ser considerado é que este levantamento deve ser especifico para as macro-regiões produtoras de São Paulo aonde poderemos saber, em cada macro-região, quais são as espécies e raças envolvidas.
 

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  LUIS OTÁVIO SAGGION BERIAM      IB

IDENTIFICAÇÃO DE BACTÉRIAS DO GÊNERO Dickeya CAUSADORAS DE QUADROS DE PODRIDÃO MOLE EM NÍVEIS ESPECÍFICOS E INFRA-SUBESPECIFICOS

n° SGP 1541

~~Há várias ocorrências da antiga E. chrysanthemi, num grande número de plantas hospedeiras, sem que se tenha feito a identificação em nível de patovar  ou então de biovar. Praticamente, todas as referências bibliográficas de ocorrências de Dickeya spp. em nosso país são anteriores a 2005, quando foi proposto o gêneroDickeya em substituição à antiga Erwinia chrysanthemi, subdividindo-o em seis novas espécies (chrysanthemi, dianthicola, dieffenbacheae, paradisíaca, parthenii e zeae),. Além disso, em 2014 também foi proposta a criação de uma nova espécie -  D solani. Da mesma maneira, as linhagens incorporadas à Coleção de Culturas do Instituto Biológico também apresentaram o mesmo problema e deverão ter sua identificação refeita, à luz das novas regras de identificação para o gênero. Todas essas linhagens tiveram a patogenicidade confirmada em seus respectivos hospedeiros homólogos. Essas linhagens deverão ser submetidas a testes bioquímicos com o objetivo de enquadrá-las dentro das novas espécies descritas (D. chrysanthemi, D. dadantii, D. dianthicola, D. dieffenbachiae, D. paradisíaca e D. zeae). Juntamente com a caracterização fenotípica, essas linhagens também serão estudadas pela técnica de análise de multilocus, baseada nos genes gyrB, recA, rpoD e dnaX, utilizando-se como padrões as linhagens tipo de cada uma das novas espécies de Dickeya, que estão incorporadas na Coleção de Culturas IBSBF. Além disso, também serão conduzidos testes biológicos, através de inoculações nos hospedeiros homólogos e enfoque especial deverá ser dado para as inoculações cruzadas entres as linhagens originárias de plantas ornamentais, com o objetivo de se determinar se há ou não especificidade entre linhagens/hospedeiros.

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  LUIS OTÁVIO SAGGION BERIAM      IB

ESTUDO DO EFEITO DE DE NITROGENIO POR HIDROPONIA EM CAFEEIROS COM MANCHA AUREOLADA

n° SGP 1540

A mancha aureolada do cafeeiro, descrita no Brasil pela primeira vez em 1956, era doença de importância secundária, causando problemas principalmente em viveiros, na produção de mudas, porém sem ter importância econômica. Nos últimos dez anos, essa bacteriose vem se tornando importante problema fitossanitário para a cultura, principalmente nos Estados de São Paulo e de Minas Gerais. Por se tratar de um problema relativamente novo, em cultura de interesse econômico para São Paulo, Minas Gerais e para o Brasil, ampliar os conhecimentos sobre a interação deste patógeno com o cafeeiro e com fatores que o favorecem ou desfavorecem é de suma importância.Observações prévias indicam que o excesso de nitrogênio pode aumentar a incidência da mancha aureolada em cafeeiros, e, embora este fenômeno seja conhecido em outras espécies, ainda não foi estudado para este patossistema.Já existem materiais genéticos de café com resistência total ou parcial à mancha aureolada, no entanto estes materiais ainda não foram estudados com relação ao seu comportamento quando submetidos à deficiência ou excesso de N.Há diferenças significativas de virulência entre linhagens, contudo é de grande importância relacionar estes dados e avaliar os efeitos da variação nutricional na severidade das linhagens.Estudos para avaliar o efeito de aumento ou redução do nitrogênio sobre a incidência da mancha aureolada, bem como sobre o comportamento de cultivares resistentes e suscetíveis em condições de falta ou excesso de nitrogênio poderão auxiliar o desenvolvimento de um manejo adequado para o controle desta moléstia, visando à sustentabilidade da cafeicultura brasileira.

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  LUIS OTÁVIO SAGGION BERIAM      IB

Extração, isolamento e caracterização bioquímica, estrutural e molecular de proteínas biologicamente ativas do casulo de Bombyx mori

n° SGP 1529

A produção brasileira de casulos do bicho-da-seda atingiu, segundo o IBGE, cerca de 7 mil toneladas em 2006. O processamento deste material produz, além da seda, resíduos proteicos que são considerados subprodutos industriais e posteriormente descartados. A busca por aplicações biomédicas destes subprodutos motivou vários estudos neste sentido, tendo sido relatadas atividades cicatrizante (2007 e 2013), emoliente (1995 e 2000), protetora de raios UVB (2003) e promotora de crescimento em cultivos laboratoriais de células de mamíferos (2005). A sericina apresenta atividades imunoestimuladora, cicatrizante (2002), antibacteriana,anti-inflamatória e antifúngica interrompendo a reações de oxidação dos radicais livres e inibindo o crescimento de microrganismos causadores de doenças (SAROVART et al., 2003). A sua aplicação, como antisséptico e protetor da superfície de tetos, poderia ser uma nova alternativa e uma solução prática para prevenção da mastite, reduzindo a incidência dessa enfermidade na bovinocultura leiteira. A utilização de sericina é recente e está em considerável crescimento em todo mundo, principalmente no continente Asiático. Nas últimas décadas cresceu a procura pelas diversas modalidades de medicina alternativa, cientificamente denominada “medicina complementar”. Daí o interesse em implementar políticas públicas e preservação ambiental, desenvolvendo atividades de pesquisa e extensão, voltadas a agroecologia, através do uso da sericina. Não localizamos nenhum trabalho na literatura científica ligando o uso de sericina ao tratamento ou prevenção da mastite bovina. Neste sentido, o presente trabalho pretende avaliar essa proteína natural, a fim de desenvolver um produto antimicrobiano e antisséptico contra a mastite. No Brasil, embora a medicina veterinária venha trabalhando com medidas alternativas para controle de doenças, nossa tentativa é pioneira. Considerando as propriedades orgânicas descritas sobre a sericina na literatura como sendo de fácil digestão e biocompatível possuindo ação antioxidante e atividades antimicrobianas contra determinados fungos e bactérias, este trabalho pretende avaliar também a sua ação contra Mycobacterium leprae, utilizando modelo experimental murino.

 

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  Sumika Kiyota      IB

Identificação, isolamento e caracterização bioquímica e estrutural de toxinas protéicas e/ou peptídicas com atividades antimicrobianas ou inibidoras de proteases na busca de possíveis ferramentas biotecnológicas de uso veterinário

n° SGP 1526

Diversas toxinas protéicas ou peptídicas de interesse veterinário têm sido identificadas em plantas consideradas tóxicas ou ervas daninhas. O presente projeto visa à prospecção desses compostos nos extratos aquosos e/ou metanólicos derivados de materiais vegetais e animais pela realização de: 1) extração, fracionamento e quantificação de proteínas; 2) análises e purificações por cromatografia líquida de alta eficiência de proteínas e/ou peptídeos potencialmente tóxicos ou bioativos presentes nesses extratos; 3) ensaios biológicos in vitro específicos para a detecção, monitoramento da purificação e caracterização biológica e estrutural dos componentes ativos.

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  Sumika Kiyota      IB
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O SGP (Sistema de Gestão de Pesquisa) foi implementado em todas as unidades APTA, para centralizar o controle de todos os projetos desenvolvidos sob sua supervisão. [Ler mais]

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