Projetos APTA no Instituto Biológico

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Detecção histopatológica dos fungos Beauvariabassiana e Metarhiziumanisopliae no carrapato Amblyommasculptum infectados em laboratório

n° SGP 2049

O agente etiológico da febre maculosa brasileira é o carrapato Amblyomma sculptum na região sudeste brasileira, e Amblyomma cajennense no restante do Brasil. Devido à sua importância para a saúde pública, o Amblyomma sculptum é atualmente um objeto de estudos quanto à sua susceptibilidade à infestação pelos fungos entomopatogênicos Metarhizium anisopliae e Beauveria bassiana em uma tentativa do uso destas espécies fúngicas como agentes de controle biológico a campo. A demonstração da presença de hifas fúngicas nos tecidos internos de carrapatos submetidos à aplicação controlada destes fungos entomopatogênicos torna-se assim um indicador importante da capacidade infectante destes fungos em relação ao A. sculptum. Esta avaliação também nos permite investigar a extensão desta infecção, a sua dinâmica temporal, a susceptibilidade das diferentes fases de desenvolvimento do A. sculptum (larvas, ninfas e animais adultos), bem como quaisquer outros parâmetros isolados sob controle em condições experimentais. Neste projeto propomos a detecção do DNA do fungo Metarhizium anisopliae nos tecidos de A. sculptum pela técnica de CISH (Hibridização in situ com detecção cromogênica) utilizando um oligonucleotídeo biotinilado correspondente à região do RNA ribosomal de M. anisopliae. A detecção deste oligonucleotídeo após a hibridização será feita com um kit comercial contendo estreptavidina, peroxidase e tiramida.

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  Leonardo Costa Fiorini      IB

Cerrado "stricto sensu" versus ecótono Cerrado-Floresta Amazônica: composição, riqueza e diversidade de himenópteros parasitoides (Insecta, Hymenoptera)

n° SGP 2024

O Brasil é um dos países com maior biodiversidade do planeta e sua perda é um dos grandes problemas ambientais da atualidade. A necessidade de exploração dos recursos naturais com vistas ao desenvolvimento do país tem levado à fragmentação de grandes áreas dos ecossistemas brasileiros, muitos dos quais transformados em pequenas manchas remanescentes, com conseqüências negativas para a biota como as mudanças climáticas que podem gerar mais perdas de biodiversidade. As áreas naturais da região Sudeste brasileira são formadas basicamente pelos biomas Mata Atlântica e Cerrado, cujas importâncias foram recentemente reconhecidas com suas inclusões na lista de hotspots. Apesar de a fragmentação de áreas naturais ser responsável pelo desaparecimento de muitas espécies, muitas das quais sem sequer serem conhecidas, parte da biodiversidade original ainda está presente nos fragmentos remanescentes. Os insetos compreendem mais da metade de todos os organismos vivos descritos e muitos ainda estão por serem descobertos. Considera-se inseto parasitóide aquele cuja larva se desenvolve alimentando-se dentro ou junto a um hospedeiro artrópode que, na maioria das vezes, é morto com o desenvolvimento da larva parasitoide. No aspecto econômico, os himenópteros parasitóides incluem muitas espécies utilizadas em programas de controle biológico em ecossistemas agrícolas tropicais e subtropicais.

Esta proposta tem por objetivos: comparar a fauna de himenópteros parasitoides de duas áreas core de Cerrado stricto sensu, localizadas nos Parques Nacionais da Chapada dos Veadeiros e Grande Sertão Veredas, nos municípios de Alto Paraíso, Goiás e Chapada Gaúcha, Minas Gerais com uma área de ecótono Cerrado-Floresta Amazônica localizada na Ilha de Maracá, Roraima; reunir esforços para consolidar informações a respeito da diversidade biológica do Cerrado e identificar lacunas do conhecimento; aplicar métodos de análise filogenética e biogeográfica para estudar a congruência entre os padrões de diferentes grupos taxonômicos; disponibilizar a informação obtida para públicos de diferentes níveis de interesse nos insetos ou em conservação; identificar áreas e ações prioritárias para a conservação; contribuir para a avaliação da utilização e de alternativas para uso dos recursos naturais compatíveis com a conservação da biodiversidade e, promover a conscientização e participação da comunidade na conservação da biodiversidade do Cerrado.

Esta proposta pretende reunir especialistas em estudos taxonômicos e sistemáticos de diferentes grupos de Hymenoptera, um dos grupos de insetos mega diversos nos ecossistemas terrestres. Os pesquisadores participantes formam um grupo coeso, experiente e com histórico de participação conjunta em projetos anteriores, de forma que suas experiências prévias em pesquisa permitem antever que haverá importante incremento para o conhecimento da biodiversidade das áreas estudadas: esses pesquisadores, em projetos anteriores, descobriram número expressivo de novos táxons, inclusive gêneros, o que demonstra a necessidade da continuidade nessa linha de trabalho.

É outra importante ação desta proposta de pesquisa ampliar o acervo testemunho da riqueza biológica de áreas de cerrados, ambiente perigosamente ameaçado por ações antrópicas.

Com aproximadamente dois milhões de km2 - cerca de 20% do território nacional - (Carvalho, 1987) o Cerrado é o segundo maior bioma do país; ocorre latitudinalmente do Amapá e Roraima ao Paraná e, no sentido das longitudes, do Sergipe a de encraves na floresta amazônica; é a savana mais biodiversa do mundo (Coutinho, s.d.p.) e, por isso foi incluso na lista das regiões biologicamente ricas em espécies endêmicas e com grande perda de habitat (Myers et al., 2000); sua vegetação vem sofrendo intenso antropismo devido à expansão da fronteira agrícola, que converteu em pastagens cultivadas e lavouras diversas cerca de 50% de sua área (Coutinho, s.d.p.) e transformou o bioma em ilhas isoladas. Somente cerca de 3% de sua extensão original estão protegidos em parques e reservas federais ou estaduais (Conservation International, s.d.p).

Em virtude da rapidez de sua devastação, é premente a necessidade de estudos a respeito de sua composição faunística e a ampliação do número de exemplares depositados em coleções biológicas, de forma a documentar e retratar o mais fielmente possível sua fauna.

As florestas tropicais tem prioridades nos planos mundiais de conservação (Joly, 1999) mas são poucas as publicações científicas sobre levantamentos faunísticos de artrópodes, cuja fauna nos Cerrados é diversa, desconhecida e com grande número de espécies endêmicas.

As amostragens serão realizadas durante dois anos consecutivos, em duas áreas core de Cerrado stricto sensu, localizadas nos Parques Nacionais da Chapada dos Veadeiros e Grande Sertão Veredas, nos municípios de Alto Paraíso, Goiás e Chapada Gaúcha, Minas Gerais com outra área de ecótono Cerrado-Floresta Amazônica localizada na Ilha de Maracá, Roraima. Serão utilizadas cinco armadilhas Malaise, com troca do frasco coletor a cada 15 dias (3650 dias/armadilha/localidade); a cada três meses serão utilizadas 300 armadilhas de Moericke ativas por 48 horas (1600 dias/armadilha/localidade), três armadilhas luminosas modelo Jermy (lâmpadas fluorescentes, de cor branca, de 40 W, controladas por fotocélulas e alimentadas por gerador), adaptadas daquelas descritas por Szentkiralyi (2002), que permaneceram ativas por duas noites (24 horas)/estação do ano (48 noites/armadilha/localidade de coleta) e varredura da vegetação (duas horas de varredura em 24 ciclos de 5 minutos cada, desconsiderando-se o tempo necessário para a remoção dos insetos e detritos da rede), o que totalizará 16 horas/localidade de coleta.

Os locais de coleta serão georeferenciados e, quando possível, serão obtidos registros de temperaturas máxima, mínima e média, umidade relativa e precipitação.

Os himenópteros serão triados e separados em superfamílias no Laboratório de Sistemática e Bioecologia de Parasitoides e Predadores, do Instituto Biológico em Ribeirão Preto, conservados em ETOH a 100% e encaminhados aos demais especialistas participantes do projeto. Serão objeto de estudo as espécies de Ichneumonoidea, Chalcidoidea e Bethylidae.

O material obtido será incorporado às coleções entomológicas do Departamento de Ecologia e Biologia Evolutiva da Universidade Federal de São Carlos (DCBU), em São Carlos, SP; do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZSP) em São Paulo, SP; da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e do Instituto Biológico em Ribeirão Preto (LRRP) e em Campinas, SP. Os grupos não estudados serão mantidos em meio líquido, sob refrigeração, nas coleções do DCBU, LRRP e MZSP e disponíveis para estudo.

 

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  Nelson Wanderley Perioto      IB

ESTUDOS SOBRE VÍRUS QUE INFECTAM FUNGOS FITOPATOGÊNICOS

n° SGP 1968

Rhizoctoniose de gramados, causada pelo fungo cosmopolita Rhizoctonia solani, internacionalmente denominada “large patch”, é uma doença comum e severa que ocorre em Zoyzia japonica, (grama Esmeralda), em todas as regiões onde é cultivada.  No Brasil, grama Esmeralda corresponde a 74% da grama comercializada e a doença está sempre presente nos períodos de temperaturas amenas, sob condições de umidade.  R. solani é um complexo de espécies, dividido em grupos e sub-grupos de compatibilidade somática variada (grupos de anastomose).   R. solani é um dos fungos fitopatogênicos parasitados por micovirus. Micovírus são vírus que se replicam em células de fungos.  Como os fungos, durante grande parte de seus ciclos de vida, produzem muitos tipos de esporos e trocam material citoplasmático na fusão de hifas vegetativamente compatíveis, os micovírus, parasitas obrigatórios, tiveram sua disseminação e dispersão garantidas. Representantes de micovírus encontram-se em todos os filos de fungos verdadeiros e também nos gêneros Pythium e Phytophthora de oomicetos, e já foram relatados em cogumelos comestíveis,  em leveduras, em fungos de importância médica, em fungos entomopatogêncios, em fungos endofíticos e em muitos fungos fitopatogêncos).   R. solani é um dos fungos fitopatogênicos parasitados por micovirus. Rhizoctoniose de gramados, causada pelo fungo cosmopolita Rhizoctonia solani, internacionalmente denominada “large patch”, é uma doença comum e severa que ocorre em Zoyzia japonica, (grama Esmeralda), em todos as regiões onde é cultivada.  No Brasil, grama Esmeralda corresponde a 74% da grama comercializada e a doença está sempre presente nos períodos de temperaturas amenas, sob condições de umidade.  R. solani é um complexo de espécies, dividido em grupos e sub-grupos de compatibilidade somática variada (grupos de anastomose).   R. solani encontra-se entre os fungos fitopatogênicos parasitados por micovirus, cuja hipovirulência, modulada pela espécie M2, pertencente ao gênero Mitovirus, foi relatada em isolados do fungo que causam doença em batata. Para identificar e caracterizar R. solani em grama Esmeralda, será empregado o isolamento direto e a preservação em tiras de papel filtro e para a detecção da presença de micovírus que poderiam estar relacionados à virulência deste fungo, será empregado o método de cromatografia em celulose não iônica. O presente projeto tem o objetivo de identificar e caracterizar isolados de R. solani  em amostras de grama Esmeralda coletadas nos municípios de São Paulo, Cotia, Bragança Paulista, Ilhabela e Itapetininga e também, detectar e identificar micovírus que podem ocorrer nestes isolados e que podem estar relacionados à virulência do fungo.

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  Addolorata Colariccio      IB

Ocorrência de Micobacterium spp e Francisella spp em doença granulomatosa píscea na aquicultura criatória e silvestre paulista. Implementação de técnicas diagnósticas.

n° SGP 1899

O projeto abrangerá o estudo de doenças granulomatosas provocadas pelas bactérias Micobacterium spp e Francisella spp e que têm graves implicações em Saúde Animal, Saúde Pública e no Agronegócio. São escassos os trabalhos em nosso meio que visaram detectá-los e caracterizá-los em maior amplitude. Será desenvolvido em estudos com o propósito de implantar técnicas diagnósticas e verificar a ocorrência dessas bactérias em aquiculturas criatórias (estudo 1), animais de água doce silvestres do Estado de São Paulo(estudo 2) e em materiais arquivados no nosso laboratório (estudo 3). Nesse sentido, pretende-se determinar a ocorrência das amostras circulantes dessas bactérias a partir de fragmentos de órgãos oriundos do estudo1, estudo2 e estudo3 do Estado de São Paulo, mediante o emprego da reação da Hibridização in situ (IHS), Imunoistoquimica (IHQ), Microscopia optica (MO) (H&E e Ziehl Nielsen ou Fite-Faraco), Microscopia Eletrônica (ME) de contrastação negativa e ME com imunomarcação com ouro coloidal. Os resultados obtidos contribuirão para o entendimento da epidemiologia das doenças granulomatosas písceas, principalmente no tocante ao delineamento de medidas profiláticas mais efetivas como, por exemplo, a imunoprofilaxia, aprimoramento de ações de vigilância e fornecimento de informações acerca de suas relações com outras espécies animais.

 

 

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  Ana Maria Cristina Rebello Pinto da Fonseca Martins      IB

Resistência de ácaros fitófagos (Tetranychus urticae) e predadores (Phytoseiulus macropilis) a acaricidas e estratégias de manejo de ácaros-praga com uso de ácaros predadores (Phytoseiidae) em ornamentais e citros

n° SGP 1884

Um dos fatores que dificultam a produção e a comercialização de diversas culturas agrícolas de importância econômica no Brasil é o ataque de diversas espécies de ácaros-praga, com destaque para os ácaros das famílias Tetranychidae (ex.: Tetranychus, Panonychus) e Tenuipalpidae (ex.: Brevipalpus). O ácaro-rajado, Tetranychus urticae Koch (Acari: Tetranychidae), causa sérios prejuízos em diversas culturas, incluindo morango, mamão, pêssego, uva, feijão, algodão, rosa, crisântemo, gérbera, orquídea, entre outras, no País. Os ácaros Brevipalpus spp. (Acari: Tenuipalpidae) são considerados pragas-chave de culturas como citros, café, diversas fruteiras e ornamentais, e estão associados à transmissão de várias viroses, incluindo o vírus da leprose dos citros (Citrus leprosis virus - CiLV) e o da mancha angular do cafeeiro (Coffee ringspot virus - CoRSV). Os ácaros predadores da família Phytoseiidae são considerados os principais inimigos naturais de ácaros-praga de importância agrícola. Um dos sérios problemas enfrentados pelos agricultores tem sido a dificuldade para o controle de ácaros-praga através do uso de agroquímicos. O desequilíbrio biológico causado pela eliminação de inimigos naturais e o rápido desenvolvimento de resistência dessas pragas aos acaricidas estão entre as principais razões para essa dificuldade de controle. O objetivo geral do projeto é obter subsídios para o estabelecimento de programas de manejo de ácaros-praga (Tetranychidae, Tenuipalpidae) em diversas culturas, com ênfase em ornamentais e citros. Os objetivos específicos são: 1) estudar a resistência de T. urticae a acaricidas, em várias culturas de importância econômica; 2) estudar a resistência de ácaros predadores, principalmente Phytoseiulus macropilis (Banks), a acaricidas (incluindo estudos de caracterização bioquímica e molecular da resistência, com análise de transcriptoma em linhagens S e R de P. macropilis); 3) avaliar o efeito de agroquímicos, produtos naturais (extratos de plantas) e entomopatógenos (fungos, bactérias) sobre ácaros fitófagos (T. urticae, Brevipalpus yothersi, Brevipalpus papayensis) e predadores (Neoseiulus transversus, Neoseiulus californicus, Euseius citrifolius); 4) avaliar estratégias de manejo de ácaros-praga nas culturas de gérbera, orquídea e citros, incluindo a liberação de ácaros predadores (Phytoseiidae) para o controle biológico de ácaros-praga.

 

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  Mário Eidi Sato      IB

Ácaros associados a cultura da macadâmia no estado de São Paulo

n° SGP 1883

Os levantamentos serão conduzidos na região de Dois Corregos, Bocaina, Campinas, Ribeirão Preto SP e Guaxupé MG.  Serao amostrados Folhas e inflorescencia a cada dois meses durante o período de 4 anos. As amostras serão avaliadas no laboratório de Acarologia do Centro Experimental Central do Instituto Biologico em Campinas SP. Os ácaros predadores e pragas serao quantificados e identificados pelo Doutor Andre L. Matioli.

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  Andre Luis Matioli      IB

AVALIAÇÃO IN VITRO DA EFETIVIDADE DE FITOTERÁPICOS E DA TERRA DIATOMÁCEA, DISPONÍVEIS NO MERCADO, CONTRA Alphitobius diaperinus (COLEOPTERA:TENEBRIONIDAE)

n° SGP 1809

A expansão da avicultura industrial intensiva propiciou habitat ideal para o Alphitobius diaperinus, popularmente conhecido como “cascudinho” e atualmente considerado uma das maiores pragas da indústria aviária em diversos países. O uso de produtos químicos tem sido utilizado para o controle dessa praga, porém, tratamentos alternativos tem sido procurados e estudados. O presente projeto de pesquisa tem como objetivo avaliar, in vitro, a efetividade de produtos fitoterápicos e da terra diatomácea, disponíveis no mercado,  contra adultos e larvas de Alphitobius diaperinus.

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  Giane Serafim da Silva      IB

CONTAMINAÇÃO DE PASTAGENS CULTIVADAS SOB DIFERENTES SISTEMAS DE SOMBREAMENTO POR LARVAS DE NEMATÓDEOS PARASITOS DE BOVINOS

n° SGP 1808

O Brasil possui condições ideais para o crescimento e desenvolvimento das forrageiras tropicais, por possuir temperaturas elevadas, alta luminosidade e precipitação suficientes para garantir altas produções. Tais condições podem, ao mesmo tempo, propiciar o desenvolvimento máximo, em menor tempo, das fases imaturas dos parasitos, as quais estão presentes no ambiente. A ação e prejuízos econômicos causados pelas parasitoses à espécie bovina são amplamente conhecidos e divulgados. A capacidade de sobrevivência de larvas de nematódeos em pastagens é a chave para o entendimento da epidemiologia de infecção de bovinos e outros ruminantes. A presente proposta tem como objetivo acompanhar o status parasitário de helmintos parasitos de bovinos em pastagens sob diferentes sistemas de produção (Integração-Lavoura-Pecuária-Silvicultura (ILPS), Integração Silvo-Pastoril (ISP) com e sem rotação de culturas e sistemas tradicionais (sem sombramento). A pesquisa será desenvolvida em área de pastagem do CAPTA - Seringueira e Sistemas Agroflorestais/IAC/APTA, localizado no município de Votuporanga e no "Laboratório de Parasitologia Animal de Votuporanga/IB/APTA. Avaliação das larvas na pastagem serão realizadas a cada três meses, durante um ano. No início, meio e final do período experimental serão realizados exames coproparasitológicos dos bovinos, objetivando a comprovação do parasitismo dos animais por nematódeos. Parâmetros ambientais, como temperatura e umidade também serão acompanhados.  

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  Giane Serafim da Silva      IB

Estudo do efeito isolado e da interação de Meloidogyne incognita, Pratylenchus brachyurus e P. jaehni em três genótipos de cafeeiros.

n° SGP 1787

Objetivo geral

 

Os objetivos principais do projeto são estudar as interações de diferentes densidades populacionais de nematoides das lesões P. brachyurus e P. jaehni  e ácaros no desenvolvimento de cafeeiros. Também, será estudada o efeito da infestação conjunta de P. brachyurus, P. jaehni  e M. incognita em diferentes genótipos de cafeeiros.Objetivos específicos

 

1) plano de gestão do projeto

2) Estudar a interação da infestação conjunta de nematoides das lesões radiculares (P. brachyurus e P. jaehni) e ácaros em C. arabica e C. canephora

2.1) estudo da interação da infestação conjunta de diferentes níveis populacionais de  P. brachyurus e P. jaehni  e ácaros em C. arabica Catuaí Vermelho.

2.2) estudo da interação da infestação conjunta de diferentes níveis populacionais de  P. brachyurus e P. jaehni  e ácaros em genótipo comercial de C. canephora .

 

3) Estudar o efeito da infestação isolada e conjunta de P. brachyurus, P. jaehni e M. incognita em três genótipos de cafeeiros.

3.1) efeito da infestação isolada e conjunta de P. brachyurus, P. jaehni e M. incognita em cafeeiro com porta enxerto C. canephora cv. Apoatã enxertado com C. arábica cv. Catuaí Vermelho

3.2) efeito da infestação isolada e conjunta de P. brachyurus, P. jaehni e M. incognita em C. arábica cv. Catuaí Vermelho

3.3) efeito da infestação isolada e conjunta de P. brachyurus, P. jaehni e M. incognita em clone de genótipo 

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  Roberto Kazuhiro Kubo      IB

Avaliação de protocolos de processamento de amostras clínicas sugestivas de tuberculose bovina para isolamento de Mycobacterium bovis

n° SGP 1775

A tuberculose bovina é uma enfermidade zoonótica, granulomatosa crônica, causada pelo Mycobacterium bovis. Esta bactéria possui a maior diversidade de hospedeiros domésticos e silvestres dentro do Complexo Mycobacterium tuberculosis ao qual pertence, causando portanto, graves prejuízos econômicos ao setor agropecuário e de saúde pública. O isolamento do agente é considerado padrão ouro de diagnóstico, embora possa ser difícil, principalmente em lesões paucibacilares. Devido a esta dificuldade, uma ampla-gama de pré-tratamentos e de procedimentos de processamento (homogeneização, descontaminação e concentração) e o uso de um meio de cultura que iniba a contaminação por outros microrganismos são empregados para facilitar a recuperação das micobactérias da amostras clínica. Desta forma, o presente estudo tem por objetivo avaliar diferentes protocolos de centrifugação, e descontaminação das amostras, com a finalidade de aumentar a sensibilidade da técnica e melhorar o diagnóstico da tuberculose bovina.

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  Cristina Corsi Dib      IB

Avaliação de diferentes estratégias de manejo da sarna da batata no Brasil

n° SGP 1769

    As tentativas de controle da sarna têm sido efetuadas de várias maneiras, como utilização de produtos químicos, irrigação do terreno após o início da tuberização, adição de matéria orgânica ao solo, tolerância de variedades, aumento da acidez do solo, rotação de culturas, controle biológico e nutrição das plantas. Dessa forma, inúmeros trabalhos visando o controle da sarna estão descritos na literatura mundial, entretanto, os resultados obtidos são muito limitados, principalmente devido às condições de cultivo da batata e a complexidade de fatores envolvidos no processo da doença tais como a densidade de inóculo no solo, espécie de patógeno envolvida, variedades de batata e condições ambientais (umidade e temperatura do solo).

     Na realidade, nenhuma das práticas mencionadas tem possibilitado o controle efetivo da doença se empregada isoladamente.

    Com a grande frequência da ocorrência da sarna no cultivo da batata no Brasil, o produtor vem procurando técnicas para controlar a doença e a grande variabilidade patogênica de diferentes espécies Streptomyces dificulta a obtenção de sucesso dos vários métodos existentes. Consequentemente, na maioria das vezes, o produtor utiliza alternativas, como o uso do controle químico (D’AGOSTINO; MORANDI, 2008). Embora existam alguns trabalhos na literatura mundial versando sobre o controle químico de Streptomyces, não há estratégia de controle da sarna da batata baseada na utilização de defensivos, uma vez que os compostos químicos utilizados atualmente têm mostrado variação no grau de eficácia, relação custo/benefício, além dos diversos fatores que influem no desenvolvimento da sarna.

            Com relação ao controle biológico da sarna, há alguns relatos por meio da utilização de agentes antagônicos (ex. Streptomyces melanosporofaciens, S. diastatochromogenes, S. albidoflavus, Bacillus sp., Pseudomonas sp.,Trichoderma sp.), entretanto não há resultados conclusivos. Importante ressaltar que os resultados até o momento indicam que métodos de controle biológico não são efetivos se aplicados isoladamente, isto é, devem ser aplicados em combinação com outras formas de manejo da cultura.

            Uma outra estratégia de biocontrole seria a utilização de bactérias promotoras de crescimento de plantas (BPCP). Essas bactérias são residentes epifíticas ou endofiticas, não patogênicas, que atuam diretamente promovendo o crescimento ou indiretamente como agentes de controle biológico de doenças de plantas. Nesse sentido, a investigação da resposta de defesa da planta frente ao patógeno torna-se uma questão de suma importância para um melhor entendimento desse patossistema.

 

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  Suzete Aparecida Lanza Destefano      IB

Caracterização da fitotoxina taxtomana A produzida por linhagens de Streptomyces spp. E avaliação da resistência de cultivares comerciais de batata à sarna da batata

n° SGP 1768

A batata é uma cultura de grande importância econômica e um dos alimentos mais completos em temos nutricionais, representando o quarto principal cultivo, após o arroz, milho e trigo (FIERS et al., 2012). Devido às suas características nutricionais a batata é um dos vegetais mais importantes na dieta de muitos países e além disso, é um alimento de fácil cultivo com alto rendimento por área, quando comparada a outros alimentos e com demanda crescente da sua produção (FAO, 2010).  
 Mesmo que a produtividade da batata esteja aumentando, ainda é considerada baixa devido a doenças em que ela é suscetível sendo causadas principalmente por bactérias. Dentre as doenças bacterianas, a sarna da batata, causada por diferentes espécies de Streptomyces, é uma das mais comuns e economicamente importantes (HOOKER, 1981). Essa doença já foi relatada em grande parte das áreas produtoras de batata no mundo e tem por característica a depreciação do produto devido à formação de lesões nos tubérculos, tanto superficiais quanto profundas. As perdas econômicas causadas afetam diversos setores, não só o mercado de produto fresco, mas também a produção de batata semente e batata processada (batata frita e chips) (WANNER; KIRK, 2015). 
O gênero Streptomyces está composto por 668 espécies (EUZÉBY, 2013), sendo que sua grande maioria é saprófita habitante do solo, produzindo enzimas hidrolíticas com importante papel no ciclo de carbono (LORIA; KERS; JOSHI, 2006). Ainda, essas bactérias produzem metabólitos secundários como antibióticos, antifúngicos e agentes antitumorais; e podem também atuar no controle biológico de fungos e bactérias (EVANGELISTA-MARTINEZ, 2014; LIU; ANDERSON; KINKEL, 1995; WANNER; KIRK, 2015). As bactérias do gênero Streptomyces são filamentosas, Gram positivas com alta proporção de citosina e guanina no DNA (66 a 78%) e produzem esporos (WANNER; KIRK, 2015). 
A principal espécie causadora da sarna comum da batata e amplamente distribuída no mundo é Streptomyces scabiei (LAMBERT; LORIA, 1989), entretanto, outras espécies associadas a essa doença também já foram descritas. Embora existam diferentes espécies de bactérias deste gênero que causam sintomas semelhantes, um dos fatores chave dessa virulência é a toxina denominada de taxtomina A (STEWART; GLOBIG, 2011). 
Durante os últimos 20 anos, diversas revisões abordaram a seleção in vitro de genótipos de plantas resistentes a doenças (WENZEL, 1985; DAUB, 1986) e a utilização de fitotoxinas na seleção de plantas resistentes a fitopatógenos (DURBIN, 1981; HENSEL; HOLDEN, 1996; WALTON, 1996; HUANG, 2001). O avanço da biotecnologia e a utilização destes compostos fitotóxicos podem auxiliar na seleção de plantas resistentes ao patógeno. Assim, uma direção interessante para estes estudos é a seleção de material vegetal resistente em sistemas in vitro e a consequente aplicação no controle genético da doença (LEBEDA et al., 2001). A resistência varietal representa uma das principais formas de controle de doenças. O controle genético proporciona redução no uso de defensivos e o consequente aumento de lucro para o produtor. A sarna da batata era uma doença considerada por muitos anos sem importância no Brasil, mas recentemente, a sua importância vem crescendo estrondosamente. 

O objetivo do trabalho é caracterizar a fitotoxina taxtomina A produzida por diferentes linhagens de Streptomyces e avaliar a resistência de variedades comerciais de batata à sarna da batata. 

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  Suzete Aparecida Lanza Destefano      IB

INFLUENCIA DA LINHAGEM NA CRIAÇÃO DE POEDEIRAS NAO DEBICADAS E ALIMENTADAS COM DIETAS CONTENDO EXTRATOS VEGETAIS CALMANTES

n° SGP 1767

O objetivo do trabalho será avaliar o efeito de extratos vegetais calmantes (EV- valeriana, maracujá doce, camomila e capim cidreira) no desempenho, características econômicas, na qualidade de ovos, no bem estar, no comportamento e na imunidade de galinhas poedeiras debicadas ou não. Para isto, serão utilizados 432 pintos de um dia de idade, fêmeas, de duas linhagens comerciais (mais e menos agressiva), que a partir da 13ª semana de idade serão distribuídos em esquema fatorial 2x2x3 (duas linhagens; com ou sem debicagem e três níveis de inclusão de extratos vegetais calmantes (0, 1 e 2%) com seis repetições de seis aves cada. Os parâmetros de desempenho produtivo avaliados serão: idade à maturidade sexual (5% de postura), produção e peso dos ovos, consumo de ração, conversão alimentar (consumo/dz e kg de ovos) e porcentagem de ovos quebrados, do início de produção durante 4 ciclos de 28 dias. Serão verificados parâmetros de qualidade de ovos: gravidade específica, percentagem de gema, percentagem de albume, percentagem de casca, espessura da casca, unidades Haugh, índice gema e coloração da gema . Ao final do experimento amostras de sangue de uma ave por parcela serão coletadas para avaliação de oxidação lipídica das aves, relação hidrófilo: linfócito, níveis plasmáticos de corticosterona e título de anticorpos contra doença da Síndrome da New Castle. As características de vida de prateleira dos ovos serão avaliadas por ovos coletados no último dia do experimento e armazenados por 14 dias. Serão realizadas análise de peroxidação lipídica dos ovos, colesterol e lipídeos totais nas gemas. Com relação ao comportamento serão observados e registrados tempo em imobilidade tônica (TIT), observação das atividades realizadas segundo etograma e  ferimentos corporais. A análise econômica será avaliada utilizando-se o índice nutricional bio-econômico. A análise dos dados será realizada utilizando-se programa estatístico SAS 9.2 (2004). Os dados de desempenho e qualidade de ovos serão analisados por ANOVA e comparados pelo teste de Tukey ao nível de 5% de significância. As análises estatísticas não paramétricas de atividades realizadas e escores corporais das aves serão feitas pela comparação de médias pelo teste de Qui-quadrado a 5% de probabilidade. Para as análises estatísticas dos resultados obtidos será utilizado o procedimento GLM do SAS. Para se verificar a significância entre as médias dos tratamentos será utilizado o teste de Tukey a 5% de probabilidade.

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  Christine Laganá      Apta Regional / IB

IDENTIFICAÇÃO DO VIRUS DA GASTROENTERITE TRANSMISSÍVEL SUÍNA (TGEV) PELAS TÉCNICAS DE MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE TRANSMISSÃO, EM SUÍNOS PROVENIENTES DE MATADOUROS OU DE GRANJAS.

n° SGP 1740

A gastroenterite transmissível (TGE) é uma doença altamente contagiosa e aguda dos suínos, causada pelo vírus da família Coronaviridae, gênero Coronavírus. A forma epizoótica da doença está associada a uma alta mortalidade, podendo alcançar uma taxa de até 100% em leitões com menos de duas semanas de idade e que podem vir a óbito por severa desidratação. Este projeto tem por objetivo detectar a presença do vírus da gastroenterite transmissível suína (TGEV) em amostras provenientes de matadouros ou de casos clínicos de diarreias e vômitos. No Laboratório de Microscopia Eletrônica serão processadas técnicas de microscopia eletrônica de transmissão de contrastação negativa, imunomicroscopia e de imunocitoquímica (imunomarcação com partículas de ouro coloidal), visando contribuir para posteriores exames de rotina dessas viroses nos suínos, determinando as áreas de risco no Estado de São Paulo e colaborando desta maneira com o Agronegócio Suinícola Nacional, dando embasamento a programas sanitários.

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  Marcia Helena Braga Catroxo      IB

DESENVOLVIMENTO DE TÉCNICAS DE MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE TRANSMISSÃO PARA IDENTIFICAÇÃO DE ROTAVÍRUS, EM SUÍNOS PROVENIENTES DE MATADOUROS OU DE GRANJAS.

n° SGP 1739

Os rotavírus são os principais agentes etiológicos de grave diarreia neonatal e do pós desmame dos suínos, ocasionando altos índices de morbidade e mortalidade. São vírus  RNA pertencentes à família Rotaviridae e ao gênero Rotavírus. A rotavirose suína tem um importante impacto econômico na Indústria Suinícola, causando consideráveis prejuízos econômicos às granjas. Os suínos representam um reservatório potencial de transmissão zoonótica para os seres humanos. Este projeto tem por objetivo detectar a presença do rotavírus suíno em amostras provenientes de matadouros ou de casos clínicos de diarreia ou vômitos. No Laboratório de Microscopia Eletrônica serão processadas técnicas de microscopia eletrônica de transmissão de contrastação negativa, imunomicroscopia Eletrônica e de imunocitoquímica (imunomarcação com partículas de ouro coloidal), visando contribuir para posteriores exames de rotina dessas viroses nos suínos, determinando as áreas de risco no Estado de São Paulo e colaborando desta maneira com o Agronegócio Suinícola Nacional, dando embasamento a programas sanitários.

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  Marcia Helena Braga Catroxo      IB

IMPLEMENTAÇÃO DAS TÉCNICAS DE MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE TRANSMISSÃO PARA IDENTIFICAÇÃO DO CIRCOVÍRUS TIPO 2 (PCV-2), EM SUÍNOS PROVENIENTES DE MATADOUROS OU DE GRANJAS

n° SGP 1738

O circovírus suíno tipo – 2 é o agente etiológico de uma patologia emergente, a Síndrome multisistêmica do definhamento do leitão desmamado (SMDLD) ou Síndrome multisistêmica caquetizante pós desmame. A circovirose suína tem sido relatada em vários países, associada ou não a achados patológicos. É considerada uma doença emergente que pode tornar-se um fator limitante para o desenvolvimento da suinocultura mundial, com mortalidade entre 3% a 10%, mas podendo atingir até 35%. Este projeto tem por objetivo detectar a presença do circovírus suíno tipo 2 em amostras provenientes de matadouros ou de casos clínicos. No Laboratório de Microscopia Eletrônica serão processadas técnicas de microscopia eletrônica de transmissão de contrastação negativa, imunomicroscopia eletrônica e de imunocitoquímica (imunomarcação com partículas de ouro coloidal), visando contribuir para posteriores exames de rotina dessas viroses nos suínos, determinando as áreas de risco no Estado de São Paulo e colaborando desta maneira com o Agronegócio Suinícola Nacional, dando embasamento a programas sanitários.

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  Marcia Helena Braga Catroxo      IB

Pesquisa de doenças infecciosas virais em aves por microscopia eletrônica de transmissão

n° SGP 1737

As aves silvestres e de cativeiro são consideradas reservatórios virais e potenciais disseminadores de doenças. Este fato se deve à adaptação de seus membros anteriores ao vôo e à sua característica migratória, possibilitando viagens a longas distâncias, podendo, desta maneira, introduzir viroses de grande importância epidemiológica em locais onde estas não são endêmicas.

            Uma vez introduzidas em um novo local, tais viroses podem ser transmitidas a outras espécies, incluindo as domésticas, as de criações comerciais e de criadouros e, inclusive aquelas que se encontram em extinção, promovendo grandes prejuízos, tanto à economia, quanto aos esforços feitos até hoje para a conservação da natureza.

            Nestas condições, a justificativa deste projeto se apóia nas pesquisas de ultraestrutura e imunomicroscopia eletrônica com o intuito de estabelecer diagnóstico seguro, obtendo dados significativos que levem ao estabelecimento de condutas adequadas de controle e prevenção dos agentes patogênicos que causam doenças em diversas espécies aviárias.

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  Marcia Helena Braga Catroxo      IB

Estudos ultraestruturais e imunoeletromicroscópicos na diagnose e pesquisa de patologias animais casadas por vírus e organismos procariontes

n° SGP 1736

Os materiais enviados, provenientes de diversas espécies de animais de produção, serão processados pelas técnicas de contrastação negativa (preparação rápida), imunomicroscopia eletrônica, imunocitoquímica (imunomarcação com partículas de ouro coloidal) e de inclusão em resina para microscopia eletrônica de transmissão.

            O projeto visa detectar a presença de agentes virais, além de estudar as alterações citológicas, morfologia do agente (características e dimensões) e sua relação com as organelas e estruturas celulares objetivando sua identificação ou reconhecimento de seu grupo taxonômico.

            Os resultados desses estudos bem como a divulgação da freqüência com que ocorrem as doenças infecciosas de origem viral serão de extrema importância, uma vez que propiciam subsídios para a implantação de sistemas de controle e estudos epidemiológicos, visando minimizar as perdas econômicas na pecuária, bem como a melhoria dos sistemas de saúde, de prestação de cuidados à saúde dos animais e da comunidade.

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  Marcia Helena Braga Catroxo      IB

CONTROLE BIOLÓGICO DE Sphenophorus levis EM CANA-DE-AÇÚCAR COM FUNGOS ENTOMOPATOGÊNICOS

n° SGP 1726

Sphenophorus levis (Coleoptera: Curculionidae), é uma importante praga dos canaviais no estado de São Paulo, Brasil. As larvas desse inseto destroem rizoma da planta, causando prejuízos da ordem de 30 toneladas de cana por hectare, além de reduzir a longevidade do canavial. O controle biológico desta praga é uma ferramenta importante no manejo integrado. Dessa forma, os objetivos dessa pesquisa são: desenvolver iscas atrativas aos adultos de S. levis a partir de materiais fermentativos da cana-de-açúcar como torta de filtro, bagacilho, bagaço, colmo de cana ou com substâncias atrativas a partir do caldo de cana. Testar a compatibilidade e estabilidade dos isolados IBCB 383 de M. anisopliae e IBCB 170 de B. bassiana nas iscas para S. levis. Avaliar a eficiência da isca atrativa em condições de campo em conjunto com aplicações dos fungos em área total para controle de adultos de S. levis durante diferentes épocas do ano. 

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  José Eduardo Marcondes de Almeida      IB

ESTUDO DE NOVA FORMULAÇÃO DE Metarhizium anisopliae PARA O CONTROLE DE CIGARRINHA-DE-RAIZ (Mahanarva fimbriolata) NA CULTURA DE CANA-DE-AÇÚCAR

n° SGP 1725

A presente proposta de trabalho contempla o estudo de uma nova formulação granular contendo microescleródios de Metarhizium anisopliae desenvolvida e patenteada pelo United States Department os Agriculture (USDA) e adquirida pela empresa Koppert Biological Systems para ser usada em cultura de cana-de-açúcar no controle de cigarrinha-de-raiz.  - Estudar a formulação contendo microescleródios de M. anisopliae para seu uso no controle de cigarrinha-de-raiz na cultura de cana-de-açúcar. Determinar as melhores condições ambientais (temperatura, umidade e radiação UV) da formulação contendo microescleródios de M. anisopliae a fim de avaliar o efeito da germinação do micro-organismo e consequentemente obter alta performance no controle de cigarrinha-de-raiz; Determinar as dosagens mínimas e máximas da formulação para o controle de cigarrinha-de-raiz em condições laboratoriais e de campo, bem como a frequência de aplicação do produto; Avaliar a vida de prateleira (Shelf-life) do produto sob diferentes temperaturas.

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  José Eduardo Marcondes de Almeida      IB

Estudos epidemiológicos e manejo de vírus transmitidos pelo complexo "mosca branca" em tomateiro no cinturão verde de São Paulo : assentamento rural chácara Santo Ângelo

n° SGP 1722

A principal área fornecedora de hortaliças para a capital paulista, entre elas tomate (Solanum lycopersicon), se encontra no cinturão verde de São Paulo (Mogi das Cruzes, Ibiúna, Suzano, entre outras). Nestas áreas a cultura de tomateiro é feita por pequenos produtores, em pequena escala de forma intensiva sendo comercializado principalmente nos CEAGESP e CEASA´s da Região. No entanto, nos últimos anos, danos indiretos provocados por fitovírus principalmente os transmitidos por mosca branca, tanto Bemisia tabaci (Biotipo B ou MEAM 1) como Trialeurodes vaporiarorium (“mosca branca da casa de vegetação”), tem auxiliado na redução da produção e na qualidade do produto final, desta forma prejudicando os produtores. Entre os begomovírus que atacam a cultura no Brasil, se encontram o Tomato yellow vein streak virus (ToYVSV), causando prejuízos expressivos aos produtores em diversas áreas de plantio de tomateiros em Monte Mor, Elias Fausto e Sumaré, SP, sendo também detectada em lavouras de outras hortaliças (batata, pimentão, berinjela), o Tomato severe rugose vírus (ToSRV), que vem predominando no Estado de São Paulo, juntamente com um crinivírus, Tomato chlorosis virus (ToCV). O presente projeto tem o objetivo de estudar aspectos epidemiológicos destes vírus e de seus insetos vetores em áreas de produção de tomate na região de Mogi das Cruzes, permitindo assim, determinar algumas táticas de manejo junto a pequenos produtores no assentamento rural Chácara Santo Ângelo, este, que é o maior assentamento da região com 532,25 hectares e aproximadamente 400 famílias

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  FERNANDO JAVIER SANHUEZA SALAS      IB

ESTUDO DE ESTRATÉGIAS QUE INTERFIRAM NO POUSO DE Diaphorina citri EM POMARES CÍTRICOS EM FORMAÇÃO

n° SGP 1721

O psilídeo D. citri é considerado a principal praga dos citros por ser vetor das bactérias associadas ao HLB. O manejo da doença depende da prevenção da infecção e da redução de fontes de inóculo nos pomares, que são alcançados pelo plantio de mudas sadias, inspeção e erradicação de plantas com sintomas da doença e controle da população de psilídeos.

Atualmente, o controle químico é a tática mais efetiva de manejo de D. citri. Este se inicia no viveiro, com a aplicação de inseticidas sistêmicos nas mudas. Nos pomares em formação aplicam-se inseticidas sistêmicos e de contato, e em pomares em produção somente inseticidas de contato (3).  Nos últimos anos, o aumento nas aplicações de inseticidas contra o psilídeo elevou o custo de produção. 

Uma das alternativas para o controle do pouso do inseto e o uso de agrotextil, que são filamentos contínuos de polipropileno ou polietileno soldados termicamente, permeáveis à água e ao ar, e que permite passagem de luz. Este material vem sendo usado com sucesso por produtores de melão no manejo de viroses transmitidas por insetos vetores (F. J. S. Salas, comunicação pessoal), com significativa redução na população de vetores de vírus em cultivos hortícolas (17,18). Em laboratório e casa de vegetação o agrotextil impediu alimentação de D. citri sem interferir no desenvolvimento dos citros (M. P. Miranda, dados não publicados), com potencial de uso como barreira de acesso à planta pelo psilídeo.

O Objetivo principal  do projeto é avaliar a viabilidade do agrotextil como barreira de disseminação do HLB em pomar em formação

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  FERNANDO JAVIER SANHUEZA SALAS      IB

Epidemiologia de fitovírus em espécies da vegetação espontânea do Parque Nacional da Serra do Cipó (encerrado)

n° SGP 1720

A presente proposta de trabalho refere-se à realização de um estudo sobre aspectos gerais da incidência de fitovírus (i.e., vírus ocorrentes plantas) em uma das mais importantes Unidades de Conservação do Brasil, que é O Parque Nacional da Serra do Cipó, MG. Até o momento, nenhum estudo foi realizado acerca da relação entre fitovírus / ecossitemas naturais no Brasil, especialmente em UCs. Assim, tendo em vista que a UNIP já vem realizando estudos botânicos no PARNA do Cipó (p.e., o “Guia de identificação das pteridófitas da Serra do Cipó”, sob coordenação do botânico Mateus Paciencia, curador do Herbário UNIP), propõe-se aqui estabelecer uma parceria entre a UNIP e o Instituto Biológico de São Paulo, visando a elucidação de questões relacionadas aos mecanismos reguladores da incidência de vírus nas plantas do Cipó e áreas agrícolas adjacentes. Acredita-se que os produtos gerados por este estudo poderão ser ferramentas fundamentais para o planejamento de ações conservacionistas na área, bem como para a proposição de melhorias de manejo e produção agrícola nas zonas que cercam o Parque. 

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  FERNANDO JAVIER SANHUEZA SALAS      IB

Transmissão de vírus de plantas por insetos

n° SGP 1719

O projeto propõe-se a contribuir para o conhecimento da biologia de alguns insetos-vetores de vírus, investigar as diferentes associações vírus-vetor e fornecer subsídios para estudos epidemiológicos. Considerando que uma das metodologias empregadas no combate as doenças de etiologia viral consiste no controle dos vetores, o conhecimento de sua interação com a planta hospedeira tem papel fundamental na minimização de danos nas regiões produtoras. Neste projeto, renovado, se buscam novas alternativas de manejo cultural, entre elas: à resistência das plantas (antibiose e/ou antixenose) aos insetos vetores; resistência de plantas aos fitovírus, além de novas metodologias de controle, com ênfase nas barreiras físicas, como, por exemplo, às coberturas flutuantes ou agrotêxtil e telas impregnadas com inseticidas. além destes métodos de controle serão observados aspectos epidemiológicos e padrões de distribuição de fitovírus.

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  FERNANDO JAVIER SANHUEZA SALAS      IB

Estudos sobre vírus isolados de leguminosas de importância econômica e de seus insetos-vetores

n° SGP 1718

A família Fabaceae possui uma diversidade grande de espécies (cerca de 18000), sendo muitas delas utilizadas na alimentação humana e animal. O intenso cultivo de leguminosas seja para adubação verde, forragem ou alimentos tem proporcionado a ocorrência de pragas e doenças que ocasionam danos as culturas. No Brasil, tem sido constatada a ocorrência de vírus que têm causado sérios danos a culturas e, possivelmente, devido a grande diversidade de espécies, muitos vírus que podem constituir num sério problema, sequer foram descritos, Com base nestes fatos, pretende-se, através da utilização de técnicas para identificação e caracterização de fitovírus, agilizar o diagnóstico destes agentes, bem como realizar indexação de sementes e levantamento das principais viroses de leguminosas cultivadas e nativas. Além disso serão avaliados quanto a resistência aos fitovírus, detectados nas regiões produtoras e, seus insetos-vetores. 

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  FERNANDO JAVIER SANHUEZA SALAS      IB

Avaliação da eficácia do DPX-HGW86 20 % SC para o controle do psilidio Diaphorina citri na cultura dos citros, em aplicação em esguicho

n° SGP 1695

O objetivo deste trabalho é estudar o efeito do DPX-HGW86 20 % SC para o controle do psilidio Diaphorina citri na cultura dos citros, em várias idades, em aplicação em esguicho, em comparação com produto padrão comercial registrado.Os trabalhos serão desenvolvidos em Ribeirão Preto, pelos técnicos do Pólo Regional de Desenvolvimento Tecnológico dos Agronegócios do Centro Leste, e constará da condução de experimento, na safra agrícola 2017-2018 instalados os campos conforme metodologia normalmente utilizada, descrita a seguir. Os ensaios serão em blocos ao acaso, constando de oito tratamentos e quatro repetições e tratamentos conforme protocolos em anexo.

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  José Roberto Scarpellini      Apta Regional / IB

Efeito de BIOLSA (Isaria fumosorosea) no controle de pragas da cultura do feijoeiro

n° SGP 1694

O objetivo deste trabalho é estudar o Efeito de BIOLSA (Isaria fumosorosea)  no controle de  pragas da cultura do feijoeiro, especialmente a mosca branca Bemisia tabaci biótipo B. Os trabalhos serão desenvolvidos na área experimental da Estação Experimental de Ribeirão Preto, do Pólo Regional de Desenvolvimento Tecnológico dos Agronegócios do Centro Leste, em  Ribeirão Preto-SP e constará da condução de experimentos, na safra agrícola (2017), instalados os campos conforme metodologia normalmente utilizada. O experimento será em blocos ao acaso, constando de oito tratamentos. As aplicações serão com pulverizador costal manual pressurizado com CO2 à pressão constante. Haverá também aplicações com atomizador costal (manutenções), tomando-se horário inicial e final das aplicações, umidade relativa e temperatura (inicial e final), em cada aplicação.As avaliações serão realizadas nas ruas centrais (3), observando-se o desenvolvimento das plantas, anotando-se o número de pragas, conforme a praga visada, e danos. Serão realizadas  avaliações aos  3, 7, 15 e 21 dias após a primeira aplicação, visando observar o efeito dos tratamentos sobre a população de adultos, contando o número dos mesmos em 10 plantas por parcela e anotado o número de ninfas de Bemisia tabaci biótipo B vivas por parcela, após o exame das folhas em microscópio estereoscópio sob 10 aumentos. Os resultados obtidos foram submetidos aos testes F de variância e ao teste de tukey a 5 % de probabilidade, após serem transformados em . As porcentagens de eficiência (% E) calculadas utilizando-se a fórmula de ABBOTT (1925), conforme citado por NAKANO et al. (1981).

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  José Roberto Scarpellini      Apta Regional / IB

Estudo das encefalites e encefalopatias dos equídeos

n° SGP 1686

O estudo de enfermidades que afetam o sistema nervoso central de equídeos tem o objetivo dar suporte laboratorial aos estudos epidemiológicos executados sistematicamente para diagnóstico de situação sanitária e vigilância epidemiológica das encefalites e encefalopatias visando sua profilaxia e controle. E também apoio laboratorial aos programas sanitários federais e fornecer subsídios aos órgãos competentes e propor as diretrizes para ações sanitárias relacionadas à prevenção destas doenças, além de divulgar e disponibilizar o diagnóstico e informações sobre as enfermidades estudadas. As análises serão realizadas a partir de sistema nervoso central e LCR (líquido cefalorraquidiano) encaminhados para diagnóstico laboratorial. Os métodos serão utilizados conforme a suspeita clínica.

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  Maria do Carmo Custodio de Souza Hunold Lara      IB

"Preparação de alto rendimento automatizada de amostras para determinação de contaminantes multiressíduos em carne bovina"

n° SGP 1676

Em julho de 2016 o Brasil e Estados Unidos assinaram um acordo bilateral para venda da carne bovina in natura. Um contrato desse tipo define regras sanitárias e comerciais para ambos países envolvidos, que inclui temperatura de armazenamento e transporte, forma de armazenamento e outros aspectos relacionados a garantia da qualidade e segurança alimentar de produtos destinados ao consumidor final. A determinação de contaminantes na carne é parte do processo de certificação da segurança alimentar do produto, auxiliando no processo de exportação ou importação, além de auxiliar em políticas públicas em casos positivos. Neste contexto o treinamento pleiteado junto ao Residue Chemistry and Predictive Microbiology Research (RCPMR) do United State Department of Agriculture (USDA) visa contribuir para a cadeia de proteína animal do agronegócio paulista e brasileiro. Este projeto tem como objetivo o desenvolvimento de uma metodologia para determinação de resíduos de 149 contaminantes orgânicos (pesticidas, drogas veterinárias e PCBs) em carne bovina utilizando um novo sistema de automação de clean-up de alta capacidade (ITSP) com Mini cartuchos de extração em fase sólida (Mini-SPE), acoplados on-line a um sistema de cromatografia gasosa de baixa pressão (LPGC-MS/MS) e por cromatografia liquida de ultra alta pressão (UHPLC-MS/MS) acoplados a espectrômetros de massas. Os produtos serão extraídos da carne utilizando o método QuEChERS modificado e o método validado será aplicado em amostras de carne oriundas do Brasil e USA. Este treinamento trará benefícios não só a mim e ao Laboratório de Resíduos de Pesticidas do Instituto Biológico (LRP-IB) mas também a toda comunidade científica brasileira afim, pois pretendo disseminar os conhecimentos adquiridos através de apresentação de trabalhos e treinamentos e modernização da capacitação do Brasil em determinação de resíduos de contaminantes em carne, principalmente para exportação, trazendo divisas ao nosso país.

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  Sergio Henrique Monteiro      IB

Levantamento da ocorrência do Banana streak virus (BSV) e do Cucumber mosaic virus (CMV) em cultivo convencional e orgânico de Musa spp no Vale do Ribeira, SP

n° SGP 1633

A ocorrência do Banana streak virus (BSV) e Cucumber mosaic virus (CMV), cujos sintomas em bananeiras são conhecidos, respectivamente, como estria e mosaico, pode ser considerada um fator limitante na produção e qualidade dos frutos e um entrave para a movimentação de germoplasma no país e no exterior. O presente trabalho teve como objetivo estudar a incidência destes vírus em dois sistemas de cultivo, um convencional no município de Registro e um orgânico no município de Sete Barras, Vale do Ribeira. No cultivo orgânico foram avaliadas dez mudas de bananeiras ‘Galil 7’ introduzidas aleatoriamente e dez bananeiras ‘Prata’ jovens. No cultivo convencional foram avaliadas dez mudas de bananeiras ‘Galil 7’ introduzidas, cinco bananeiras ‘Nanica’ e cinco ‘Prata’ jovens. A ocorrência do CMV foi detectada em 58,7% das bananeiras ‘Prata’ jovens e 35,9% das mudas de ‘Galil 7’ introduzidas e o BSV foi detectado em 87,5% das bananeiras ‘Prata’ jovens e 75% das mudas de ‘Galil 7’ introduzidas, no cultivo orgânico. Enquanto, no cultivo convencional, a ocorrência do CMV foi detectada em 42,50% das amostras de bananeiras ‘Nanica’ jovens, 44,4% das bananeiras ‘Prata’ jovens e 23% das mudas de ‘Galil 7’ introduzidas e o BSV foi detectado em 50% das bananeiras ‘Nanica’ jovens, 57,1% das bananeiras ‘Prata’ jovens e 62,5% das mudas de ‘Galil 7’ introduzidas.  Pelo monitoramento realizado nos dois municípios do Vale do Ribeira constatou-se que o BSV e o CMV ocorrem com alta incidência nas, cultivares comerciais de bananeiras mais cultivadas e foi possível detectar a presença dos vírus nas amostras coletadas, antes da manifestação dos sintomas nas folhas. 

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  Addolorata Colariccio      IB
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O SGP (Sistema de Gestão de Pesquisa) foi implementado em todas as unidades APTA, para centralizar o controle de todos os projetos desenvolvidos sob sua supervisão. [Ler mais]

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