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Caracterização de Phaeomoniella de videira no Brasil

n° SGP 1506

A viticultura brasileira tem se tornado uma atividade importante na sustentabilidade da pequena propriedade. A produção de videira no país está concentrada nas regiões Sul, Nordeste e Sudeste, com destaque para os Estados do Rio Grande do Sul, Pernambuco e São Paulo. Fitopatógenos têm prejudicado seriamente as vinhas com doenças, dentre essas, as de tronco causadas por fungos agridem o tecido vascular ameaçando a viticultura. Recentemente, a doença de Petri, que além de complexa e de difícil controle, tem causado sérios problemas fitossanitários, reduzindo a produtividade e a longevidade e, consequentemente, causando a morte de vinhas. A doença de Petri é causada pela combinação de vários fungos, sendo os mais importantes o fungo Phaeomoniella e espécies de Phaeoacremonium. Há poucos estudos com os agentes causais da doença de Petri, principalmente com o fungo Phaeomoniella. A recente detecção deste fungo no Brasil mostra a necessidade de novas pesquisas focando conhecer melhor a sua população. Assim, o objetivo do presente projeto será efetuar uma caracterização dos isolados brasileiros deste fungo.

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  César Júnior Bueno      IB

VERIDIANA VICTÓRIA ROSSETTI: A PIONEIRA NA AGRICULTURA PAULISTA ? UMA CONTRIBUIÇÃO À CIÊNCIA AGRÍCOLA. 1941?2000.

n° SGP 1502

O presente projeto tem como objetivo a produção de uma ampla pesquisa sobre a vida científica da Pesquisadora Científica Veridiana Victória  Rossetti, a partir de documentos pertencentes ao acervo do Museu/Centro de Memória do Instituto Biológico (IB) e de outros documentos e objetos de vária ordem, doados pela família  e outros já existentes por doação da própria pesquisadora. O acervo institucional conta com cerca de 3.500 documentos textuais e iconográficos. Do material doado, constam slides, fotografias, documentos textuais, medalhas e troféus, que recebeu por seu trabalho na agricultura do Estado de São Paulo. Junto da sua história, permanece a história da fitopatologia, que agrega a trajetória científica de vários pesquisadores como Agesilau Antonio Bitancourt, Álvaro dos Santos Costa e tantos outros que atuaram incansavelmente na área da fitopatologia. Assim, pretende-se, a partir do material já discriminado anteriormente, e mais a pesquisa a ser feita em outras fontes, documentar a trajetória de Veridiana Victória Rossetti, Pesquisadora Científica do Instituto Biológico, formada em agronomia pela ESALQ. Victória Rossetti foi uma das maiores autoridades em fitopatologia no Brasil e no exterior, deixando, como legado, uma enorme bagagem de trabalhos nessa área do conhecimento

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  Nayte Vitiello      IB

Estudo da interação entre o sistema agroindustrial do amendoim e da cana-de-açúcar

n° SGP 1501

O projeto de pesquisa tem por objetivo analisar a interação entre a produção de amendoim e o comportamento do sistema agroindustrial da cana-de-açúcar no Estado de São Paulo, especialmente, no que se refere às áreas de renovação de canaviais. Para tanto, toma como referência a metodologia para estudos das relações de mercado em sistemas agroindústrias, proposta pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) que destaca duas categorias de análise, as estruturas de mercado e de governança. Dessa forma, serão reunidas informações secundárias sobre produção, processamento e comercialização relacionadas ao sistema agroindustrial do amendoim e da cana-de-açúcar a fim de compor a análise das estruturas de mercado; e informações primárias e secundárias para mapear as estruturas de governança. Os resultados alcançados poderão contribuir para a melhor compreensão dos elementos de interação entre os dois sistemas agroindustriais a fim de oferecer subsídios ao planejamento da produção de amendoim e à formulação de políticas públicas.

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  Renata Martins Sampaio      IEA

ANTONIO BATISTA FILHO E A SUA CONTRIBUIÇÃO PARA O SETOR DE CONTROLE DE PRAGAS COM MICRO-ORGANISMOS NO ESTADO DE SÃO PAULO

n° SGP 1497

O Centro de Memória do Instituto Biológico (CEMIB), criado em agosto de 2007, reúne aproximadamente 180.000 documentos textuais, 60.000 fotografias, 17.000 slides em vidro e 3.000 documentos sobre a construção do Instituto Biológico, desde o início do século XX até a presente data. Estes documentos, em sua maioria, são fontes primárias de informações referentes às atividades de pesquisa e prestação de serviços das áreas de atuação da Instituição: sanidade animal e sanidade vegetal e sua relação com meio ambiente. Atuando como um laboratório de pesquisa científica em História da Ciência. O acervo é organizado em várias coleções compostas por nomes de funcionários ou assuntos relacionados às atividades de pesquisa científica com culturas de interesse econômico, técnicas para controle de pragas e doenças, atenção á produtores e criadores, divulgação científica, entre outros. A criação do Instituto Biológico (IB), em 1927, foi devido ao sucesso da “Comissão de Estudo e Debellação para praga Cafeeira” (1924), que foi criada para controle da broca-do-café (Hypothenemus hampei), que atacava os cafezais paulistas. Na época, foram utilizados métodos químico e biológico para controle da broca-do-café. Sendo que o método de controle biológico considerado como inovação teve como um de seus pioneiros o naturalista Adolph Hempel (1870-1949), assistente chefe da Seção de Entomologia e Parasitologia do Museu Paulista, que utilizou a vespinha (Prorops nasuta) para controle da broca, após três anos de trabalho (Rebouças e Bacilieri). Controle Biológico, Objeto de estudo Antonio Batista Filho, engenheiro agrônomo graduado, em 1981, mestre em 1990 e doutor em 1997 pela Escola de Agronomia Luiz de Queiroz/USP. Ingressou no na década dos anos 80 no Instituto Biológico, especialista em agronomia com ênfase na área de entomologia agrícola e atualmente é pesquisador científico nível VI

Os trabalhos do IB em controle biológico mostram que a aliança entre produção e preservação ambiental dá resultados positivos. As pesquisas seguem as orientações do governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, de produzir mais, melhor, com segurança do trabalhador e preservação do ambiente”, afirma Arnaldo Jardim, secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

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  Nayte Vitiello      IB

Estudo citológico, anatomopatológico e molecular do papiloma vírus bovino (BPV) no trato reprodutivo de vacas.

n° SGP 1496

Os papilomavírus (PV) compõem um grupo altamente diverso de vírus que infectam os epitélios cutâneos e da mucosa, sendo capaz de induzir a lesão hiperplásica na maioria dos mamíferos e aves. No entanto, tem sido relatado que os PV podem ser detectados na pele saudável de seres humanos e animais como agentes comensais. 

O papiloma vírus bovino (BPV) é um agente etiológico associado com diversas formas de papilomas cutâneos e de mucosas. Há seis diferentes tipos de BPV que têm sido distinguidos com base na sequência de DNA. Cada BPV é associado a lesões de tipos específicos: BPV-1 e BPV-2 são classificados como genes Deltapapillomavirus e infectam o epitélio e a derme, dando origem a fibropapilomas; BPV-3, BPV-4, BPV-6 e BPV12 são classificados no gênero Xipapillomavirus e são estritamente epiteliotrópicos, induzindo verdadeiros papilomas epiteliais. O BPV-5 é classificado no gênero Epsilonpapillomavirus e infecta o epitélio e derme, ambos induzindo fibropapilomas e papilomas da pele.

Em bovinos, a citologia oncótica e a histopatologia são pouco empregadas em estudo de lesões pré-cancerígenas.  O que se tem comprovado até o momento é a infecção do BPV no útero de bovinos (PCR), porem não foi comprovada a associação do patógeno às lesões uterinas, por técnicas citológicas e de IHQ.

O conhecimento do impacto reprodutivo do BPV é uma etapa fundamental para justificar o diagnóstico e implantação de ações preventivas contra este agente. 

O projeto objetiva realizar o estudo citológico, anatomopatológico e molecular do BPV no trato reprodutivo de fêmeas bovinas. Será avaliado o  trato reprodutor feminino de bovinos abatidos em frigoríficos, a fim de identificar lesões macroscópicas, realizar as técnicas de Hematoxilina e Eosina (H.E.), Imunohistoquímica através de marcadores anticorpo anti-proteína para identificar o BPV em tecidos, análise de esfregaço de colo uterino para diagnóstico citomorfológico utilizando a coloração de Papanicolaou, utilizar a técnica de PCR para analisar a presença de BPV nas regiões do aparelho reprodutor e sangue, e sequenciamento genômico das amostras positivas de BPV.

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  Claudia Del Fava      IB

Pesquisa da toxina ?2 de Clostridium perfringens isolados de animais domésticos e silvestres

n° SGP 1493

O C. perfringens é uma bactéria anaeróbia que faz parte da microbiota intestinal, porém quando em situações de desequilíbrio desta microbiota o C. perfringens se multiplica rapidamente e se difunde via sanguínea, produzindo toxinas rápidas e letais (Popoff, 1989). Nos animais, o quadro de enterotoxemia é caracterizado por uma alta taxa de fatalidade provocando mortes súbitas, lesões de enterite hemorrágica do intestino delgado e, quase sempre, uma ausência de outros sinais clínicos (Songer, 1996).

O C. perfringens é classificado em 5 tipos (A,B,C,D e E) com base na produção de 4 toxinas principais (α, β, ε e ι). Recentemente descobriu-se uma nova toxina  β2 cujo papel na patogenicidade do microrganismo ainda é desconhecido, portanto  o presente estudo propõe caracterizar a presença e quantidade de C. perfringens em amostras de intestino dos animais cuja morte suspeita-se de enterotoxemia, e a presença do gene da toxina β2. 

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  Simone Miyashiro      IB

Avaliação do Mycosorb A+ sobre o desempenho e respostas fisiopatológicas de tilápia-do-Nilo alimentadas com rações contendo micotoxinas.

n° SGP 1369

A pesquisa terá como objetivo avaliar o adsorvente de micotoxinas Mycosorb A+ em rações para tilápia do Nilo e sua ação frente aos possíveis fatores deletérios das micotoxinas presentes no alimento. Atualmente é muito comum a presença de várias micotoxinas em matérias primas utilizadas nas formulações de rações para peixes e pouco se sabe sobre a sua ação no metabolismo nutricional. Serão utilizados seis tratamentos T1: Ração a base de milho com micotoxina natural; T2: Ração a base de milho com micotoxina natural + MA+ 0,75 kg/ton; T3: Ração a base de milho com micotoxina natural + MA+ 1,75 kg/ton; T4: Ração a base de milho com micotoxina natural + Afla 1ppm/Fumo 20 ppm, sem MA+; T5: Ração a base de milho com micotoxina natural + Afla 1ppm/Fumo 20 ppm, 0,75 kg MA+ e T6: Ração a base de milho com micotoxina natural + Afla 1ppm/Fumo 20 ppm, 1,75kg MA+. O delineamento será inteiramente casualisado com seis tratamentos e seis repetições.  Os peixes (peso inicial 50g) serão mantidos em um sistema de recirculação de água composto por caixas em PVC com capacidade para 310L, com controle de temperatura, oxigenação e filtro físico e biológico. As rações serão extrusadas no Instituto de Pesca e ao final do período experimental serão avaliados os parâmetros de desempenho produtivo, histopatologia, bioquimica e hematologia clínica.

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  Giovani Sampaio Gonçalves      IP

Bioacessibilidade de ferro em bebidas elaboradas a partir de Fe-peptídeos quelados.

n° SGP 1367

      A alimentação e a nutrição são requisitos essenciais para a promoção e proteção da saúde. Muitos nutrientes são considerados essenciais à vida, já que participam de funções bioquímico-metabólicas vitais, como é o caso do ferro. Deficiências de minerais, em geral, podem ocorrer de forma primária, quando a ingestão do mineral é inadequada, ou secundária, quando outros fatores da dieta interferem na absorção ou no metabolismo. Como estratégia para reparar algumas deficiências nutricionais tem se instituído a suplementação mineral. A fortificação de alimentos com ferro para o combate da anemia tem sido um desafio, pois, empregado na forma de sal, a maioria das vezes, o mineral apresenta baixa biodisponibilidade, além de poder acarretar alterações sensoriais e atuar como pró-oxidante lipídico. Por outro lado, os minerais veiculados na forma de complexos ou quelatos apresentam maior biodisponibilidade e estabilidade. Neste contexto, a proposta deste estudo é utilizar hidrolisados proteicos, quelados ao ferro, sintetizados e caracterizados em projeto anterior, para o desenvolvimento de suplementos de ferro na forma de misturas secas para bebidas. As proteínas soro lácteas serão hidrolisadas com o a enzima proteolítica Alcalase® em condições já estabelecidas. Após atingirem ao redor de 20% de grau de hidrólise, o hidrolisado será ultrafiltrado e a fração peptídica com massa molecular menor que 5 kDa será utilizada para reação de síntese dos quelatos com o ferro, neste caso utilizando 0,1% de ferro, proveniente de cloreto ferroso (FeCl2) e o sulfato ferroso (FeSO4). Essas frações serão submetidas a secagem por spray dryer, utilizando um excipiente na secagem para garantir a proteção do composto (encapsulação), as amostras serão caracterizadas e utilizadas como ingrediente para a elaboração de suplementos de ferro, no preparo de misturas em pó solúveis, para comporem misturas secas para bebidas acondicionadas em sachês (20 g). As misturas secas solúveis depois de desidratadas serão avaliadas quanto aos aspectos físico-químicos das partículas, biodisponibilidade do ferro in vitro, a estabilidade do ferro durante o processo de estocagem e análise sensorial com jovens. A bioacessibilidade do ferro ligado nos hidrolisados será avaliada pelas técnicas in vitro de solubilidade e dialisabilidade. Ao final pretende-se desenvolver um suplemento nutricional de elevada biodisponibilidade do ferro, direcionando sua utilização para aplicação na prevenção e combate da anemia ferropriva, utilizando-se as proteínas do soro do leite, uma matéria prima alimentar de alta disponibilidade e elevado valor nutricional.  

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  Maria Teresa Bertoldo Pacheco      ITAL

Diversidade genética de fitopatógenos da cultura da cana-de-açúcar

n° SGP 1363

Alguns fitopatógenos da cana-de-açúcar são bem conhecidos quanto a sua forma de ocorrência e dispersão. Mais conhecidos ainda são os problemas que eles causam e a perda de produtividade a estes relacionados. Contudo, as mudanças contínuas no modo de produção de cana-de-açúcar (mecanização, mudanças em leis ambientais, alterações climáticas e outras) criam novos cenários e ambientes mais ou menos propícios a este ou a aquele patógeno.
Estas alterações no meio de produção, proporciona o aparecimento de “novas doenças” ou mudanças comportamentais nas doenças já conhecidas.
Para a grande maioria destes casos, não se sabe se o fitopatógeno presente é o mesmo de anos anteriores ou se houve alguma mudança em sua diversidade.
É neste contexto, que procuramos atuar. Identificando e caracterizando o fitopatógeno quanto a sua diversidade genética para fornecer subsídios para o controle da doença.
Para tanto serão utilizados tanto os métodos clássicos de isolamento e diagnóstico laboratorial, quanto os métodos moleculares.
 

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  Luciana Oliveira Souza Anjos      IAC

ESTUDO DA VARIABILIDADE GENÉTICA DE THUNNUS OBESUS E THUNNUS ALALUNGA NO LITORAL SUDESTE E SUL DO BRASIL

n° SGP 1362

Atuns são animais pelágicos pertencentes a família Sconbridae, possuem ampla distribuição mundial devido a grande migração da espécie. São considerados um importante recurso pesqueiro, principalmente na área alimentícia. As espécies de maior valor comercial pertencem ao gênero Thunnus, dentre eles duas espécies analisadas neste estudo: Thunnus obesus, e Thunnus alalunga, popularmente conhecidos como albacora-bandolim e albacora-branca, respectivamente. Considerando a relação direta entre a variabilidade genética de um estoque e sua produtividade total, o presente projeto visa caracterizar a diversidade molecular destas espécies na costa sudeste sul do Brasil, utilizando marcadores moleculares do DNA mitocondrial. Os resultados do presente estudo deverão contribuir com o ordenamento pesqueiro pela delimitação de populações e caracterização de áreas favoráveis à pesca sustentável.

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  Alberto Ferreira de Amorim      IP

Avaliação do crescimento e aproveitamento integral de quatro diferentes linhagens da macroalga fresca Kappaphycus alvarezii cultivadas no Litoral Norte de São Paulo

n° SGP 1354

~~Resumo da proposta (até 1.600 caracteres):
 Kappaphhycus alvarezii é uma macroalga vermelha cultivada comercialmente em mais de 20 países pela sua importância como fonte de carragenana kapa, um hidrocolóide industrial utilizado como espessante e emulsificante.  Essa alga também pode ser utilizada como biofertilizante, na composição de rações e fármacos, na extração do bioetanol ou ainda consumida fresca. A espécie foi introduzida no Brasil em 1995 pelo Instituto de Biociências da USP em parceria com o Instituto de Pesca e vem sendo mantida para pesquisa em sistema de cultivo “ tie tie”  na Fazenda Marinha Experimental do Núcleo de Pesquisa e Desenvolvimento do Litoral Norte do Instituto de Pesca. Entretanto, a despeito do interesse dos maricultores, o cultivo desta espécie ainda não se consolidou como alternativa produtiva e econômica na região, em razão do desconhecimento dos parâmetros de crescimento e da tecnologia necessária para o seu aproveitamento integral. Neste sentido, o aproveitamento integral desta macroalga no desenvolvimento de produtos de grande potencial no mercado atual, como o extrato de biofertilizante e a farinha, poderá contribuir para a geração de renda e incentivo à implantação de novos cultivos, consolidando a atividade no litoral norte de SP. Os objetivos deste projeto são: 1. A avaliação das taxas de crescimento de quatro linhagens da macroalga ao longo de um ano.; 2. O desenvolvimento de tecnologias de processamento do extrato de biofertilizante e da farinha a partir da macroalga

 

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  Valeria Cress Gelli      IP

Desenvolvimento ordenado e potencial da produção da macroalga Kappaphycus alvarezii no Estado de São Paulo para extração do biofertilizante

n° SGP 1353

Resumo

 

A extração dos recursos marinhos passou de uma atividade equilibrada e aceitável a uma dimensão drástica de sobrexplotação. A implantação da atividade do cultivo de algas pode ser uma alternativa viável para mitigar o problema. Esse trabalho tem como objetivo fornecer subsídios técnicos para o desenvolvimento ordenado e responsável da algicultura no Litoral Norte de São Paulo, estudando o efeito do extrato na cultura de alface na agricultura, analisando o potencial e os impactos econômicos da algicultura para a produção de estimulante agrícola propondo o ordenamento espacial das fazendas marinhas de macroalga K. alvarezii utilizando geotecnologias. Serão considerados dados ambientais e tecnológicos da produção de macroalga, a caracterização do sistema produtivo, a situação atual dos cultivos já implantados, a legislação vigente e dados pretéritos de ordenamento. Serão estimados também a viabilidade econômica e o custo da produção, e, por análise prospectiva, serão avaliados cenários considerando-se a produção total de algas para bioestimulante agrícola nas áreas potenciais. Este trabalho poderá contribuir na elaboração de projetos em Políticas Públicas para a implantação de programas que incentivem o desenvolvimento responsável da cadeia produtiva da algicultura contribuindo com a geração de renda e incentivo à implantação de novos cultivos, consolidando a atividade no Litoral Norte de SP.

Palavras-Chave: políticas públicas, ordenamento espacial, maricultura, geotecnologia 

 

 

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  Valeria Cress Gelli      IP

AVALIAÇÃO DA PESCA NÃO REPORTADA MARINHA E ESTUARINA NA BAIXADA SANTISTA

n° SGP 1339

Como capturas pesqueiras entende-se o que foi retirada da água, ainda que possa não ser descaregado em terra. Dados de capturas pesqueiras são importantes para emprego  em estudos de avaliação de estoques pesqueiros, bem como no dimensionamento de frotas. Entretanto, somente o que é descarregado (desembarcado) é registrado na estatistica oficial, subestimando as reais capturas. Além disso, existem descargas que não são conhecidas e, mesmo apresentando o melhor e mais antigo registro de capturas pesqueiras no país, diversas lacunas ainda persistem quanto ao conhecimento dos desembarques pesqueiros a longo do Estado de São Paulo. Esta proposta objetiva conhecer e estimar as capturas não reportadas da pesca no litoral da Baixada Santista, motivadas seja pela pulverização dos desembarques da pesca artesanal, de subsistência, da descartada a bordo e da recreativa. Serão empregadas diferentes estratégias de coleta de dados para cada tipo de pesca, consideradas as suas características, incluindo a experiência e a colaboração dos atores envolvidos nessas atividades. Este projeto envolve estudantes de graduação (bolsistas de iniciação científica) e de pós-graduação.

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  Acácio Ribeiro Gomes Tomás      IP

Sustentabilidade em propriedades cafeeiras na região nordeste paulista

n° SGP 1327

A importância da cafeicultura brasileira é reconhecida mundialmente, o país é o maior produtor mundial de café, segundo levantamento da CONAB (2015), com uma produção de 44,57 milhões de sacas, sendo o café arábico responsável por 72,4% da produção total. O país também é o maior exportador de café em grão e segundo maior consumidor mundial, com a marca de 20,08 milhões de sacas consumidas no mercado interno em 2013 (ABIC, 2014). O BRASIL é responsável por 35% da produção mundial de café e 27% das exportações, responsável por 5,3% das exportações do agronegócio nacional (CECAFÉ, 2016).  

Devido à queda dos preços internacionais nos últimos anos, a falta de uma política nacional de apoio à cafeicultura e o aumento gradual nos preços dos insumos químicos são fatores que vêm, causando a perda na rentabilidade econômica da atividade e o consequente abandono das lavouras, principalmente pelos pequenos produtores.
Dentro deste contexto observa-se que nos últimos anos os produtores vêm se agrupando em cooperativas e ou associações para tentar permanecer na atividade e a adoção de novas tecnologias e novos processos como: mecanização, irrigação, novos adensamentos e a certificação são ferramentas utilizadas frequentemente pelos produtores, para melhoria da sua renda e permanência na atividade.

Desta maneira, objetivo deste estudo é avaliar as características e analisar o perfil dos produtores de café da região Noroeste do Estado de São Paulo, nos municípios de Caconde, Divinolândia e São Sebastião da Grama, visando auxiliar o desenvolvimento da cafeicultura regional. objetiva-se com este trabalho realizar um diagnostico da sustentabilidade em propriedade cafeeiras na região Nordeste Paulista, utilizando o método de Indicadores de Sustentabilidade de Agroecossistemas-ISA.objetiva-se com este trabalho realizar um diagnostico da sustentabilidade em propriedade cafeeiras na região Nordeste Paulista, utilizando o método de Indicadores de Sustentabilidade de Agroecossistemas-ISA.

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  Sebastião de Lima Junior      IAC

Efeitos fisiológicos e bioquímicos da substituição do óleo de peixe por óleo de Plukenetia volubilis em juvenis de truta arco-íris Oncorhynchus mykiss

n° SGP 1320

O óleo de peixe (OP), principalmente de origem marinha, pode ser considerado uma excelente fonte de ácidos graxos altamente insaturados (HUFA) de cadeia longa e essencial nos processos fisiológicos e desempenho produtivo em animais.Contudo, devido à escassez deste produto em decorrência da diminuição dos estoques naturais marinhos, esse recurso limitado é considerado insuficiente para o uso contínuo. Alguns teleósteos dulcícolas têm a capacidade de sintetizar HUFA a partir de ácidos graxos essenciais (EFA) encontrados em alguns óleos vegetais. A Plukenetia volubilis, sacha inchi (SI) é uma planta oleaginosa amazônica, recentemente estudada e produzida no Brasil, com alto teor de EFA e de razão n3/n6 equilibrada representando um potencial alternativa ao uso de OP, no entanto, é necessário investigar os benefícios da sua inclusão em dietas para teleósteos. Com base no exposto, o objetivo deste projeto é avaliar as respostas metabólicas da substituição do OP por diferentes níveis de inclusão do óleo de SI (0, 40, 60 e 100%) na dieta de juvenis de truta arco-íris Oncorhynchus mykiss. Serão avaliados os substratos energéticos, as vias enzimáticas envolvidas na síntese de ácidos graxos (FA) e o balanço corporal de FA no oferecimento deste óleo. O experimento será realizado em duas etapas, na primeira, será avaliada a aceitação das dietas pelas trutas e confirmar os níveis de inclusões propostos. Na etapa seguinte, serão utilizados 240 juvenis distribuídos em oito tanques compondo os quatro tratamentos, durante 12 semanas. Serão realizadas biometrias a cada 14 dias para avaliar o crescimento e, aos 45 e 90 dias serão coletados oito peixes de cada tratamento para análise da composição corporal, e oito peixes para avaliação dos índices somáticos, variáveis bioquímicas, metabolismo lipídico, assim como as enzimas de elongação e dessaturação dos ácidos graxos.

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  Neuza Sumico Takahashi      IP

ESTUDO DOS EFEITOS DO CONGELAMENTO SOBRE AS CARACTERÍSTICAS CENTESIMAIS DO PESCADO

n° SGP 1313

O pescado nas apresentações “fresco” e “congelado” são as mais comumente consumidas no país, e sabe-se que o tempo de estocagem e a temperatura são os principais fatores que afetam a perda de qualidade e tempo de vida útil do pescado. Considerando este contexto, o presente estudo pretende estudar os efeitos do processo de congelamento sobre as características centesimais do pescado. Amostras de pescado mantidas sob condições controladas de congelamento (-18º C) serão analisadas após um ano de estocagem, para verificar possíveis perdas nutricionais em função deste processo de industrialização. Serão realizadas análises de umidade, teor de proteína, teor de cinzas e teor de lipídios. As análises serão realizadas em triplicata empregando-se metodologias oficiais. Será verificada a existência de diferença significativa entre os dados obtidos para cada espécie na condição fresco e congelado, utilizando-se teste t.

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  Rúbia Yuri Tomita      IP

Diagnóstico da fauna íctica do Reservatório de Três Irmãos (Baixo rio Tietê), no período de 2000-2019: subsídios às medidas de manejo sustentável.

n° SGP 1305

A construção de reservatórios com suas barragens têm alterado de forma drástica o curso dos rios, ao longo dos anos, provocando respostas ambientais diversas, como a sucessão de comunidades e a extinção de espécies. Tais mudanças provocam desequilíbrios na estrutura das comunidades, determinando o desaparecimento ou proliferação de espécies e a instalação de organismos invasores de tal forma que algumas espécies, que ocorrem naturalmente em rios, são eliminadas ou reduzidas em sua abundância, enquanto outras encontram no novo ambiente um habitat favorável e tornam-se abundantes. As populações de peixes atingidas por essas modificações acabam sofrendo profundas alterações na composição específica e na estrutura das comunidades de peixes nativos, sendo que as espécies mais atingidas são as reofílicas, ou seja, aquelas que vivem em águas correntes, e que precisam delas para realizar o seu metabolismo geral, sobretudo para a reprodução (piracema). Este trabalho tem como objetivo fazer um levantamento da fauna ictica presente no reservatório de Três Irmãos, pela pesca experimental, com emprego de redes de espera. Para tanto, serão realizadas amostragens sazonais em quatro pontos no corpo do reservatório, representativos dos ambientes lêntico, de transição e lótico, identificando a fauna em termos quali-quantitativos. Com base nos dados disponíveis em Relatórios Técnicos da CESP, será levantada a fauna íctica passada e comparada aos dados atuais, considerando os mesmos pontos de coleta. Após essa etapa e com base na bibliografia disponível, as principais espécies presentes serão caracterizadas em termos bioecológicos, conhecendo suas variações espaciais e temporais, base para a elaboração de um diagnóstico consistente que poderá subsidiar medidas de manejo sustentáveis no uso múltiplo dos recursos aquáticos para este corpo d’água.

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  Paula Maria Gênova de Castro Campanha      IP

Seleção de "seedlings" e de clones de cana-de-açúcar na região de Jaú

n° SGP 1303

 A  hibridação de cana-de-açúcar possibilita a obtenção de famílias em alto grau de heterose e ampla variabilidade. Como cultura propagada vegetativamente, a cana-de-açúcar possibilita a fixação do componente genético e as variações fenotípicas serão muito influenciadas pelo ambiente.  Cabe ao melhorista, selecionar os indivíduos superiores, tarefa muitas vezes dificultada quando se trabalha em diferentes ambientes indistintamente, sem a preocupação de caracteriza-los em relação ao seu potencial  edafoclimático.  Nesse projeto propõem-se estudar populações de “seedling”, famílias e clones de cana-de-açúcar para a região de Jaú, estado de São Paulo. Para tanto serão utilizandos critérios conceituais, biométricos, avaliações fitopatológicas e agrotecnológicas para a caracterização e mensuração do potencial  agroindustrial do conjunto de progênies e indivíduos.   A acumulação de dados resultantes  de  observações  em  anos  sucessivos será usada como principal ferramenta para a identificação de variedades regionais. 

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  Mauro Alexandre Xavier      IAC

DETERMINAÇÃO DE PROCESSO DE SECAGEM DE FOLHAS DE OLIVEIRA (Olea europaea L.)

n° SGP 1299

Introdução

As oliveiras conhecidas cientificamente como Olea europaea L., família Oleaceae., são árvores nativas da parte oriental do Mar Mediterrâneo. O chá das folhas de oliveiras possui grandes quantidades de potássio, magnésio, maganês, fósforo, selênio, cobre e zinco, sendo considerado 300% mais poderoso que o chá verde. Possui ação antioxidante sendo indicado em afecções cardiovasculares, hipertensões moderadas, prevenção de arteriosclerose além de possuir efeito diurético, ação hipotensora, hipoglicemiante, antisséptico, antiobiótico, antipirético e simpaticolítico. O chá também pode ser utilizado no alívio do cansaço, fadiga, estresse, prisão de ventre, e auxilia no fortalecimento dos cabelos, unhas e sobre a pele, diminuindo marcas de expressão (GEORGIA, 2016).

A nutricionista Lucilia Diniz (DINIZ, 2016) afirma em seu blog que estudos da University of Michigan Health System apontam evidências de que a substância oleuropeína limpa o açúcar do sangue, ou seja, a infusão age com muito rigor nas gorduras acumuladas na região abdominal. As substâncias minerais presentes em alta concentração nas folhas são altamente antioxidantes, sendo ultra eficientes contra o envelhecimento e ainda estimulantes do metabolismo, que elimina gorduras com mais rapidez. Ela ainda arrisca recomendar que para o chá começar a mostrar seus benefícios, o indicado é que se ingira de 3 a 4 xícaras por dia, em um período de 3 a 4 meses.

De acordo com estudos de Brown et al. (2010), de Bock et al. (2013), El & Karakaya (2009), Soler-Rivas et al. (2000), Mijatovik et al. (2011) e Dekanski et al. (2009) é possível listar os 10 maiores benefícios do chá de oliveira para boa forma e saúde, e entender para que serve e quais propriedades se destacam.

1. Auxilia no emagrecimento

A folha de oliveira é rica em diversos compostos (sendo o principal a oleuropeína) que estão presentes em quantidades bem menores no óleo de oliva, motivo pelo qual as propriedades do chá de oliveira podem ser um pouco diferentes daquelas do azeite. É possível afirmar que o chá de oliveira pode ajudar a emagrecer por 3 motivos:

a) Diminuição das inflamações - ainda que mais pesquisas sejam necessárias, o mais importante estudo sobre os efeitos da folha de oliveira no emagrecimento foram feitos na Universidade de Southern Queensland, na Austrália. No artigo publicado em 2010 no American Journal of Nutrition, pesquisadores afirmam terem descoberto importantes propriedades do extrato de folha de oliveira na luta contra o sobrepeso. Para a Dra. Lindsay Brown, pesquisadora que liderou o estudo, as folhas de oliveira podem ajudar a emagrecer graças às suas propriedades anti-inflamatórias, uma vez que as inflamações são umas das maiores vilãs do sobrepeso.

b) Aumento da sensibilidade à insulina - em um estudo feito com pessoas acima do peso, a suplementação com extrato de folhas de oliveira (com alta concentração de oleuropeína e hidroxitirosol) feita durante seis semanas foi responsável por um aumento de 15% na sensibilidade à insulina. E apesar de haver menos insulina em circulação, ainda assim os níveis de glicose na corrente sanguínea chegaram a cair quase que pela metade, evidenciando a atuação da folha de oliveira no controle da glicemia sanguínea. Na prática, menos insulina significa um menor acúmulo de gordura na região abdominal e uma necessidade também menor de consumir mais calorias para regular os níveis de glicose.

c) Aceleração do metabolismo - ainda que o mecanismo de ação não seja totalmente conhecido, acredita-se que o chá de oliveira estimule o metabolismo devido à sua atuação na glândula tireoide e nas catecolaminas, que são neurotransmissores (como a adrenalina e a noradrenalina) secretados pela glândula suprarrenal e que podem acelerar a queima de gorduras. Por esse motivo, diz-se que o chá de oliveira queima gorduras, pois o metabolismo acelerado exige mais energia, e se esta não chega através da alimentação, o corpo é obrigado a retirá-la do excesso de gordura.

2. Protege o coração

Além de colaborar com a perda de peso, podemos dizer que esse é um dos maiores benefícios do chá de oliveira: a diminuição dos riscos de complicações cardíacas. Alguns dos compostos presentes na folha da oliveira inibem a oxidação do LDL – o mau colesterol – e evitam assim que ele se deposite nas paredes das artérias, causando arteriosclerose e infarto.

3. Controla a Pressão

Os compostos fitoquímicos do chá de oliveira (sobretudo a oleuropeína) também reduzem as inflamações (que por sinal são a maior causa de doenças cardíacas) e estimulam a circulação, relaxando as artérias e causando uma diminuição na pressão arterial. Além de evidentemente reduzir os riscos de condições associadas à pressão alta, esses benefícios do chá de oliveira também trazem mais proteção ao coração, que poderá se ver livre de variações no fluxo sanguíneo e também nas arritmias.

4. Diminui o Colesterol

A oleuropeína, substância encontrada na folha de oliveira, reduz a oxidação das lipoproteínas de baixa densidade – ou LDL, o colesterol ruim. Ao ser oxidada, a molécula de colesterol vai diretamente para a parede das artérias, onde irá estimular o acúmulo de células inflamatórias e causar a formação de uma placa, o que, como já vimos, poderá eventualmente causar entupimento do vaso sanguíneo e provocar um infarto.

5. Protege o Fígado

Mais um dos benefícios do chá de oliveira para quem está precisando emagrecer é a sua propriedade hepatoprotetora, ou seja, o chá mantém o fígado trabalhando de maneira adequada, o que evita o acúmulo de gordura no órgão (condição conhecida como esteatose hepática) e permite que as toxinas sejam eliminadas de maneira eficiente.

6. Previne o Envelhecimento Precoce

O chá de oliveira é rico em antioxidantes que protegem o corpo contra a ação dos radicais livres, prolongando assim a saúde e prevenindo o envelhecimento precoce. Nas folhas de oliveira podemos encontrar os antioxidantes resveratrol (o mesmo que também está presente na uva), tirosol, oleuropeína e hidroxitirosol, sendo estes dois últimos dois dos fitoquímicos mais importantes para nossa saúde. Embora pouco conhecido, o hidroxitirosol é certamente merecedor de mais atenção por nossa parte, uma vez que seu potencial antioxidante é maior inclusive que o do chá verde. Apesar da importância das duas bebidas, o hidroxitirosol tem uma capacidade de absorção de radicais livres 10 vezes maior que a do chá verde.

7. Fortalece o Sistema Imunológico

Alguns compostos encontrados na folha de oliveira (oleuropeína, hidroxitirosol, flavonóides e polifenóis) são responsáveis pelo fortalecimento das linhas de defesa do organismo contra vírus, fungos e bactérias. Assim, o consumo regular de chá de oliveira pode fortalecer o sistema imunológico e auxiliá-lo na prevenção e combate a diversas doenças, como herpes, pneumonia, gripe, infecções dentárias e de ouvido.

8. Combate a Osteoporose

Em um estudo publicado recentemente na revista “Osteoporosis International” pesquisadores demonstraram que a oleuropeína presente nas folhas de oliveira foi capaz de estimular tanto um aumento do número quanto da atividade das células ósseas (osteoblastos). Ainda de acordo com os responsáveis pelo estudo, a oleuropeína pode ser utilizada para aumentar a produção de osteoblastos, o que por sua vez pode prevenir a perda de massa óssea associada ao envelhecimento e também à osteoporose.

9. É um diurético natural

Estudos têm evidenciado outra propriedade da oleuropeína: sua capacidade para atuar como um diurético natural. O consumo regular de chá de oliveira pode ajudá-lo a reduzir a retenção de líquido e também aumentar a eliminação de toxinas – dois fatores importantes para quem está precisando perder peso. E graças às suas propriedades antibacterianas e antivirais, o chá de oliveira pode atuar na prevenção e tratamento das infecções urinárias e dos cálculos biliares.

10. Possui Propriedades anti-inflamatórias

Os mesmos flavonoides que fornecem tantos outros benefícios do chá de oliveira também conferem a ele propriedades anti-inflamatórias. E você já sabe que, ao reduzir inflamações no corpo, você pode diminuir significativamente as causas e os sintomas de inúmeras doenças, como a dor crônica, artrite, doença cardíaca e até mesmo alguns tipos de câncer.

Objetivo

O objetivo do estudo é avaliar o processo de secagem de folhas de oliveira em secador de bandeja de gabinete, com circulação e renovação de ar.

Metodologia

As folhas recém-colhidas serão encaminhadas ao laboratório de pós-colheita e processamento do Polo Centro Sul/APTA sendo então lavadas em água corrente. O excesso de água será removido por agitação dos galhos e as folhas serão separadas manualmente. A seguir, serão pesadas porções de 100g de amostras de folhas colocadas em sacos de papel Kraft, sendo separadas quatro amostras para controle, o qual será pesado de hora em hora até 12 horas de secagem a 40ºC em secador de bandeja de gabinete, com circulação e renovação de ar. Também serão preparadas amostras em triplicata que serão retiradas de hora em hora para determinação da umidade e consequentemente da curva de secagem das folhas.

Todo esse material será submetido à análise de sólidos totais e umidade, além de cinzas pelas seguintes metodologias:

a) teor de sólidos totais (%): determinado pelo método gravimétrico no 964.22 da AOAC, 2000;

b) teor de umidade (%): determinado por diferença do numeral 100 e o teor de sólidos totais;

c) cinzas (%): pelo método gravimétrico nº 940.26 da AOAC (1997).

Paralelamente, será efetuada a secagem natural, por exposição ao sol, procedendo-se da mesma maneira no preparo do material, o qual será arranjado em superfície limpa até secagem completa das folhas.

Referências

AOAC.  ASSOCIATION OF OFICIAL ANALYTICAL CHEMISTS.  Official methods of analysis.  16th ed. Washington D.C.: AOAC, 1997. v.2.

AOAC. Association of Official Analytical Chemists. Official methods of analysis.  Edited by Patricia Cunniff .17th ed., v.2., cap.37, 42 e 44, 2000.

BROWN, L; CAMPBELL, F.; POUDYAL, H. Olive leaf extract attenuates cardiac, hepatic, and metabolic changes in high carbohydrate–, high fat–fed rats. The Journal of Nutrition (2010) n.140, p.946-953 (may). doi:10.3945/jn.109.117812.  Disponível em http://jn.nutrition.org/content/140/5/946.full.

de BOCK M.; DERRAIK, J.G.; BRENNAN C.M.; BIGGS, J.B.; MORGAN, P.E.; HODGKINSON, S.C.; HOFMAN, P.L.; CUTFIELD, W.S. Olive (Olea europaea L.) leaf polyphenols improve insulin sensitivity in middle-aged overweight men: a randomized, placebo-controlled, crossover trial. PLoS One (2013), v.8, n.3. doi: 10.1371/journal.pone.0057622. Disponível em http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23516412.

DEKANSKI, D.; JANICIJEVIC-HUDOMAL, S.; TADIC, V.; MARKOVIC, G.; ARSIC, I.; MITROVIC, D.M. Phytochemical analysis and gastroprotective activity of an olive leaf extract. Journal of the Serbian Chemical Society (2009), v.74, n.4, p.367 (apr.). Disponível em http://connection.ebscohost.com/c/articles/39342378/phytochemical-analysis-gastroprotective-activity-

DINIZ, L. O poder do chá de folha de oliveira. Acessado em 22/08/2016. Disponível em http://luciliadiniz.com/o-poder-cha-de-folha-de-oliveira/

EL, S.N.; KARAKAYA, S. Olive tree (Olea europaea) leaves: potential beneficial effects on human health. Nutrition Review (2009), n.67, p.632–638. Disponível em http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19906250.

GEORGIA, N. Chá de oliveira – para que serve? Acessado em 11/08/2016. Disponível em http://www.remedio-caseiro.com/cha-de-oliveira-para-que-serve/

MIJATOVIC, S.A.; TIMOTIJEVIC, G.S.; MILJKOVIC, D.M.; RADOVIC, J.M.; MAKSIMOVIC-IVANIC, D.D.; DEKANSKI, D.P.; STOSIC-GRUJICIC, S.D. Multiple antimelanoma potential of dry olive leaf extract . Intitute of Journal of Cancer (2011), v.128, n.8, p.1955-1965 (apr.). doi: 10.1002/ijc.25526.. Disponível em http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/20568104.

SOLER-RIVAS, C.; ESPIN, J.C.; WICHERS, H.J. Oleuropein and related compounds. Journal of Science and Food Agriculture (2000), v.80, n.715, p.1013–1023 (may). Disponível em  http://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/%28SICI%291097-0010%2820000515%2980:7%3C1013::AID-JSFA571%3E3.0.CO;2-C/abstract.

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  Patricia Prati      Apta Regional / ITAL

Agropolo Campinas-Brazil: roadmap of the strategic areas of research aiming at creating a world-class bioeconomy ecosystem

n° SGP 1294

In this research project will be developed scientific and technological knowledge to structure the Agropolo Campinas-Brasil initiative based on detailed studies about the research already carried out in the Bioeconomy areas (Agriculture, Food, Health, Green Chemistry, and Bioenergy). From this project, it is also expected that Agropolo will create a greater connection between higher education and research institutions and private sector in Campinas city and its region, resulting in differentiated technological research to provide better opportunities to employment and income for Bioeconomy activities in Campinas region. Agropolo Campinas-Brazil is an interinstitutional platform, created on June 26th, 2015. It is based on the concept of "collaborative innovation", inspired on Montpellier, France Agropolis International model. The objective of the Agropolo Campinas-Brazil is to develop Technical Cooperation Projects (TCP) in agriculture, food, biodiversity, bioenergy, chemical green and sustainable areas aiming at the research, development and technological innovation, with extension to other research institutions and companies based in Campinas region, working in selected segments for this cooperation. The Public Policies Project in Bioeconomy (PPPBio) aims:
? to help making this transition from a fossil-based economy to a new sustainable bio-based economy;
? to help on the creation of a series of sustainable bio-based value added products that will all together, combined with the existing present bioeconomy in Brazil, compose the new bioeconomy;
? to integrate the existing knowledge from the Brazilian research institutes and universities with the interests of the private sector, making an economic revolution in Brazil;
? to offer a significant contribution to reduction of GHG. Brazil has already come a long way in this direction but can create wealth, reduce GHG and become a model for other countries.

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  Sérgio Augusto Morais Carbonell      IAC

Estudo da obtenção de pães de forma sem glúten à base de derivados de mandioca e avaliação de sua estabilidade

n° SGP 1293

O segmento de produtos sem glúten teve um crescimento significativo na última década, alinhados a tendência de mercado relacionada ao desejo dos consumidores por alimentos mais saudáveis, autênticos e naturais, entre esses os produtos livres de alergênicos. A substituição da rede de glúten é um desafio tecnológico, esta proteína é o principal componente responsável pela estrutura e crescimento do pão, ou seja, pela extensibilidade, tolerância ao amassamento e capacidade de retenção de gás da massa. Assim, torna-se necessário o emprego de múltiplas estratégias. Devido ao alto teor de amido nos produtos sem glúten há uma elevada tendência a retrogradação, refletindo em um envelhecimento mais rápido. Neste projeto pretende-se desenvolver uma formulação de pão de forma sem glúten à base de derivados de mandioca (fécula e polvilho) com características similares ao produto tradicional, estudando a influência dos aditivos: emulsificantes, hidrocoloides e enzimas no produto, visando uma estabilidade de 15 dias.

 

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  Carla Lea de Camargo Vianna Cruz      ITAL

Pesquisa de anticorpos contra o vírus da peste suína clássica em matadouros do Estado de São Paulo.

n° SGP 1288

~~Em 26 de maio de 2016, São Paulo e outros 15 Estados do Brasil foram certificados pela Organização Mundial de Sanidade Animal (OIE), como livres de PSC tendo o MAPA publicado em DOU de 20/07/2016.
Atualmente no Brasil têm ocorrido focos em alguns estados da região Nordeste e Norte, entretanto, esforços estão sendo empregado para tornar todo o território área livre da doença. (OLIVEIRA,2014)
Foi incontestável a atuação do Instituto Biológico de São Paulo em todas as etapas deste processo, tanto no respaldo laboratorial para um diagnóstico preciso, quanto na recomendação de adoção de medidas de controle dos surtos da doença, ao nível das criações, bem como na tomada de importantes decisões junto ao Comitê Estadual de Sanidade Suína.
Atualmente, o status de área livre é garantido neste Estado através de monitoramento sorológico em granjas de suínos certificadas pelo MAPA, monitoramento sorológico de reprodutores em matadouros, controle de trânsito de animais através de barreiras sanitárias e demais ações de vigilância sanitária. Com esta pesquisa estariam sendo também monitorados suínos de granjas comerciais e de criações familiares cujos resultados dariam importantes subsídios ao Serviço de Defesa Animal do Estado.Assim estaremos realizando a vigilância ativa do vírus da PSC, através de pesquisa de anticorpos, em suínos encaminhados à matadouros do Estado de São Paulo.

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  Josete Garcia Bersano      IB

Interação Xylella fastidiosa-inseto vetor-planta hospedeira e abordagens para o controle da clorose variegada dos citros e cancro cítrico

n° SGP 1285

A clorose variegada dos citros (CVC) causada pela bactéria Xylella fastidiosa subsp. pauca é uma das doenças mais preocupantes da citricultura brasileira, acarretando danos econômicos na ordem de 100 milhões de dólares por ano com erradicação de plantas doentes, replantio e controle químico dos vetores. A CVC é um problema principalmente brasileiro, pois outros países da América do Sul ou Central onde a doença já foi descrita a atividade citrícola não tem a dimensão da citricultura brasileira. Dessa forma cabe à pesquisa no Brasil estudar e propor alternativas para o controle e/ou manejo mais eficiente, sustentável e com menores custos de produção. Nestes 15 anos do sequenciamento do genoma da X. fastidiosa causadora da CVC, muitos conhecimentos básicos sobre a bactéria foram gerados, posicionando-a entre os dez fitopatógenos bacterianos mais importantes do mundo. Porém, poucos desses estudos focalizaram a interação entre os componentes desse patossistema, bactéria-planta-vetor. Este projeto visa integrar os trabalhos com X. fastidiosa para ampliar e associar as informações sobre os mecanismos genéticos que contribuem para a eficiência adaptativa dessa bactéria, a relação entre sua colonização no hospedeiro e expressão da doença, a interação molecular com o inseto vetor e as respostas genéticas da planta que podem ser usadas, a médio e longo prazo, para controlar de forma mais sustentável e com menor custo de produção os danos causados pela CVC. Ainda, além da X. fastidiosa, o projeto propõe ampliar os estudos com Xanthomonas citri subsp. citri, causadora do Cancro Cítrico, um outro problema fitossanitário que vem tomando proporções cada vez maiores nos pomares paulistas, devido às mudanças recentes de legislação em relação ao controle dessa doença. Assim, devido às similaridades entre os dois fitopatógenos e hospedeiro em comum, algumas abordagens de estudo e estratégias de controle serão usadas para os fitopatógenos X. fastidiosa e X. citri.A clorose variegada dos citros (CVC) causada pela bactéria Xylella fastidiosa subsp. pauca é uma das doenças mais preocupantes da citricultura brasileira, acarretando danos econômicos na ordem de 100 milhões de dólares por ano com erradicação de plantas doentes, replantio e controle químico dos vetores. A CVC é um problema principalmente brasileiro, pois outros países da América do Sul ou Central onde a doença já foi descrita a atividade citrícola não tem a dimensão da citricultura brasileira. Dessa forma cabe à pesquisa no Brasil estudar e propor alternativas para o controle e/ou manejo mais eficiente, sustentável e com menores custos de produção. Nestes 15 anos do sequenciamento do genoma da X. fastidiosa causadora da CVC, muitos conhecimentos básicos sobre a bactéria foram gerados, posicionando-a entre os dez fitopatógenos bacterianos mais importantes do mundo. Porém, poucos desses estudos focalizaram a interação entre os componentes desse patossistema, bactéria-planta-vetor. Este projeto visa integrar os trabalhos com X. fastidiosa para ampliar e associar as informações sobre os mecanismos genéticos que contribuem para a eficiência adaptativa dessa bactéria, a relação entre sua colonização no hospedeiro e expressão da doença, a interação molecular com o inseto vetor e as respostas genéticas da planta que podem ser usadas, a médio e longo prazo, para controlar de forma mais sustentável e com menor custo de produção os danos causados pela CVC. Ainda, além da X. fastidiosa, o projeto propõe ampliar os estudos com Xanthomonas citri subsp. citri, causadora do Cancro Cítrico, um outro problema fitossanitário que vem tomando proporções cada vez maiores nos pomares paulistas, devido às mudanças recentes de legislação em relação ao controle dessa doença. Assim, devido às similaridades entre os dois fitopatógenos e hospedeiro em comum, algumas abordagens de estudo e estratégias de controle serão usadas para os fitopatógenos X. fastidiosa e X. citri.

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  Alessandra Alves de Souza      IAC

Características fenológicas, morfogênicas e estruturais de leguminosas forrageiras para uso em pastagens submetidas a adubação nitrogenada

n° SGP 1284

O uso de leguminosas forrageiras que são conhecidas por incorporar nitrogênio (N) ao solo por meio da fixação biológica e ciclagem deste nutriente, pode ser uma alternativa ao uso de fertilizantes nitrogenados. Nesse contexto, o conhecimento do crescimento e desenvolvimento das leguminosas forrageiras através do estudo fenológico e de características morfogênicas e estruturais é importante para fornecer subsídios para a definição de estratégias de manejo adequadas ao seu cultivo, visto que não foram encontrados na literatura trabalhos que estudaram a fenologia do Arachis pintoi, Macrotyloma axillare e Neonotonia wightii, sendo este um trabalho inédito. A hipótese do trabalho é que o uso da adubação nitrogenada na semeadura pode contribuir com melhoria na velocidade de estabelecimento das leguminosas forrageiras, e que a definição da fenologia das leguminosas possa contribuir com trabalhos que possuam como objetivo definir critérios de manejo para seu uso exclusivo ou em integração com gramíneas forrageiras. O experimento será realizado em casa de vegetação do Centro de Pesquisa em Nutrição Animal e Pastagens do Instituto de Zootecnia/APTA/SAA, em Nova Odessa/SP. Serão realizados dois experimentos,  sendo os tratamentos de ambos correspondentes a três doses de nitrogênio, zero, 40 e 80 kg de N/ha aplicados em três leguminosas forrageiras, Arachis pintoi cv. Belmonte, Macrotyloma axillare NO 279 e Neonotonia wightii NO 2348, em delineamento de blocos completos casualizados com quatro repetições em esquema fatorial 3x3, compreendendo um total de 36 vasos para cada experimento (total geral de 72 vasos). O Experimento 1 será realizado para as avaliações fenológicas,  morfogênicas e estruturais, com as plantas em crescimento livre.  Outro experimento será iniciado após término do primeiro para corte de tecidos vegetais e avaliação de conteúdo de N e micronutrientes de folhas e estolões nas principais fases fenológicas A análise de variância será realizada utilizando-se o PROC MIXED (modelos mistos) do pacote estatístico SAS (Statistical Analysis System), versão 9.3. O nível de significância adotado para a análise de variância será de 5%. Os graus de liberdade referentes às doses de nitrogênio serão decompostos em polinômios ortogonais.

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  Flavia Maria de Andrade Gimenes      IZ

ESTUDO DE CARACTERÍSTICAS LIGADAS AO ESTRESSE TÉRMICO EM TOUROS JOVENS DA RAÇA GIR LEITEIRO.

n° SGP 1280

Este projeto tem por objetivo estudar parâmetros fisiológicos e celulares em 70 touros da raça Gir Leiteiro, candidatos ao Programa Nacional de Melhoramento Genético da raça Gir Leiteiro – PNMGL, visando verificar a existência de variação individual para a expressão das HSP 70 e HSP 90 após a exposição dos animais à condições de estresse térmico. Com o advento do aquecimento global, a prospecção de características que sejam importantes para adaptação dos animais ao novo ambiente de produção se torna necessária para inclusão das mesmas nos objetivos de seleção dos programas de melhoramento animal. Os animais serão levados ao curral de manejo logo pela manhã (sem estresse) e depois de submetidos ao sol durante o período de duas horas (de 11:00 às 13:00hs). Após a identificação dos animais, serão anotadas as informações de temperatura retal e freqüências respiratória e cardíaca. Serão coletadas amostras de sangue periférico antes e após a exposição ao sol para dosagem sérica de ATCH e cortisol. Para análise da expressão das Proteínas do Choque Térmico (Heat Shock Proteins – HSP), serão utilizadas amostras de DNA das células brancas do sangue coletado antes e após a exposição ao sol. As análises laboratoriais serão realizadas no Laboratório de Fisiologia Animal da USP - Pirassununga

 

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  Anibal Eugênio Vercesi Filho      IZ

Avaliação da praticabilidade de uso e eficiência agronômica do herbicida ethoxysulfuron no controle da tiririca Cyperus rotundus L

n° SGP 1277

Os ensaios com o herbicida ethoxysulfuron, avaliarão o controle deste aplicado de forma isolada ou em mistura com outros herbicidas,  em função do estádio de desenvolvimento da Cyperus rotundus, com o objetivo de alcançar índices mínimos de controle desta planta daninha ≥ 90%.

 

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  Flavio Martins Garcia Blanco      IB

Determinação da persistência do ethoxysulfuron no solo, em condições de campo

n° SGP 1276

Em condições de campo será instalado um ensaio, com os seguintes tratamentos: testemunha e doses do ethoxysulfuron aplicado na forma comercial Gladium (produto comercial) g.ha-1; 125, 250, 500 g.ha-1.

Neste ensaio as amostragens serão realizadas: 0; 15; 30; 45; 60; 75; 90; 120 DAT, continuamente durante 30 dias até o final da persistência do herbicida ethoxysulfuron.

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  Flavio Martins Garcia Blanco      IB

Verificar a ação do herbicida ethoxysulfuron sobre a cultura do alho

n° SGP 1275

Verificar a ação do herbicida ethoxysulfuron sobre a cultura do alho, comparando visualmente se os sintomas são compatíveis com aqueles fornecidos por agricultor que acusa este herbicida como causador de injúria em sua área comercial.

Em área comercial em que foi aplicado o herbicida ethoxysulfuron um ano após o plantio da cultura do alho, este apresentou sintomas de injúria no período inicial da cultura, nas folhas e no final do ciclo, na colheita, com os bulbos com aparência menor.

Assim é proposto o seguinte um ensaio, onde x é a dose máxima de campo indicada do etoxysulfuron com dois fatores:

Fator um, tratamentos: Testemunha 0x, x/100, x/25, x/50, x/25 e x.

Fator dois, tamanho dos bulbilhos: grande e pequeno

Desta forma o ensaio terá 6 x 2 = 12 tratamentos, utilizando o delineamento em fatorial 6 x 2, em blocos ao acaso com três repetições, conduzido em casa de vegetação do Instituto Biológico durante 4 meses.

Na comparação visual dos sintomas no ciclo inicial da cultura do ensaio, correlacionando com as fotos enviadas pelo produtor, além do aspecto dos bulbilhos por ocasião da colheita, será possível correlacionar se o herbicida ethoxysulfuron pode causar a fitotoxicidade na cultura do alho na área do agricultor.

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  Flavio Martins Garcia Blanco      IB

Determinar a persistência do ethoxysulfuron em condições tropicais

n° SGP 1274

As culturas hortícolas de modo geral apresentam ciclo curto, quando se utilizam herbicidas nestas culturas, isto pode ser um problema de fitotoxicidade para as culturas utilizadas em sucessão, desta forma, o conhecimento do comportamento no solo do herbicida utilizado em hortícolas, notoriamente a sua persistência com ação biológica é importante para a indicação de uso segura dos herbicidas nestas culturas.

Desta forma para atingir este objetivo, em relação ao herbicida ethoxysulfuron será determinada uma planta-teste específica para este, assim avaliar-se-á a sensibilidade de plantas, com obtenção de um modelo matemático que comprove a sensibilidade biológica destas plantas ao herbicida. Para a construção deste modelo serão realizados bioensaios em condições controladas, fitotron, onde quatro candidatas a planta-teste serão submetidas a doses decrescentes do herbicida ethoxysulfuron, determinando-se assim, qual a mais sensível, e desta forma, indicada como planta-teste para determinação da persistência do herbicida ethoxysulfuron no solo.

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  Flavio Martins Garcia Blanco      IB

Avaliar a planta mostarda como planta-teste para o nicosulfuron

n° SGP 1273

Avaliar a planta mostarda como planta-teste para o nicosulfuron, contribuindo assim, como argumento para a defesa judicial que isenta a possibilidade que a injúria causada na cultura da batata, acusação de um produtor, tenha sido causada pelo herbicida tembotrione, aplicado na cultura de milho, anterior a Batata.

Em ensaio prévio, realizado pelo autor desta proposta, foi determinado no solo coletado na área de suspeita de fitotoxicidade com o herbicida tembotrione, que este herbicida não mais persistia com ação biológica, e sim o nicosulfuron, pois afetou a planta de mostarda, planta teste específica para a classe deste herbicida.

Assim, será realizado um ensaio em condições controladas (Fitotron), qualificando e quantificando a sensibilidade da mostarda para o herbicida nicosulfuron, para tal, será obtido um modelo de regressão apropriado para explicar a correlação de doses crescentes de nicosulfuron com a massa fresca epígea de planta de mostarda crescendo em fitotron. Número de tratamentos a serem avaliados, 10 com em delineamento inteiramente casualizados com sete repetições.

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  Flavio Martins Garcia Blanco      IB
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