Projetos APTA no Instituto de Pesca

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Solicitação do uso de águas públicas para fins de aquicultura no sistema de tanques-rede

n° SGP 2265

A caracterização das unidades produtivas e o prognóstico de produção serão obtidos a partir da análise das informações disponibilizadas no processo de regularização/licenciamento das pisciculturas. A legalização dos projetos aquícolas deve servir de ferramenta para a elaboração de políticas públicas, a qual deve ser embasada em informações concretas sobre os sistemas produtivos visando o desenvolvimento da aquicultura. O processo de regularização (Decreto Federal nº 4.895/2003 e Instrução Normativa nº 6/2004) e o licenciamento ambiental dos empreendimentos aquícolas no Estado de São Paulo (Decreto n° 62.243/2016) envolvem informações sobre as unidades produtivas que podem servir como importante ferramenta para caracterização da atividade. Nos projetos para a solicitação de legalização junto aos órgãos competentes são apresentados os projetos técnicos das criações, com detalhamento de informações sobre a espécie criada, a quantidade e capacidade de produção das unidades produtivas, área dos empreendimentos e técnicas e manejo de produção adotadas. Além disso, são apresentados mapas, informações, documentos e formulários específicos. A partir das informações coletadas das pisciculturas nos processos de regularização/licenciamento é possível delinear um perfil da atividade e um prognóstico da produção, dados de importância para o ordenamento da atividade. Assim, o objetivo do estudo é a elaboração de projetos para a regularização da aquicultura e a caracterização dos empreendimentos aquícolas em processo de licenciamento no estado de São Paulo, visando subsidiar políticas públicas.

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  DAERCY MARIA MONTEIRO DE REZENDE AYROZA      IP

Importância das atividades pesqueiras comerciais, de pequena escala e industriais, nas Áreas de Proteção Ambiental Marinhas (APAMs) do Estado de São Paulo (de 2010 a 2019) e região costeira do Estado do Paraná (de 2015 a 2019)

n° SGP 2257

A caracterização da importância da pesca voltada ao manejo dos recursos pesqueiros e das pescarias e à gestão ambiental e territorial tem sido frequentemente demandada, notadamente no âmbito da gestão de Unidades de Conservação e da política de Licenciamento Ambiental, local, regional e nacional. Na última década para o Estado de São Paulo, destacam-se as demandas nas Áreas de Proteção Ambiental Marinhas (APAMs) paulista e nos licenciamentos de produção de Petróleo e Gás e Portuário, para definir critérios e subsidiar a pesquisa e gestão ambiental em seus territórios de uso e de influência (CARNEIRO et al., 2013; FAGUNDES et al., 2014; CARNEIRO & ÁVILA-DA-SILVA, 2015; CARNEIRO et al., 2015; ÁVILA-DA-SILVA et al., 2016), a partir de critérios analíticos diagnósticos e prognósticos. Dessa maneira o Programa de Monitoramento da Atividade Pesqueira Marinha e Estuarina de São Paulo (PMAP/SP) executado pelo Instituto de Pesca (IP) assume um protagonismo histórico no Brasil, decorrentes de ser o único sistema a ser mantido sem interrupção e pertencente da mesma esfera pública de governo desde o seu início no ano 1944 (VIEIRA et al., 1945, STEMPNIEWSKI, 1997). Em decorrência do reconhecimento desta expertise e seguindo a mesma linha de atuação, o IP através e em parceira com a FUNDEPAG, vem desde 2013 executando ações direcionadas à realização da caracterização socioeconômica e implementação do Monitoramento Pesqueiro no Estado do Paraná (em execução desde 2017). Desta forma, além de consolidar uma análise temporal e espacial da atividade pesqueira nas APAMs paulista e região costeira do paraná, pretende-se através da exploração dos dados e informações disponibilizados pelos PMAPs SP e PR consolidar um “produto referencial de consultoria precificado”, para atendimento de demandas iguais ou similares às já submetidas e executadas pelos referidos PMAPs.

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  Marcus Henrique Carneiro      IP

Padrões de diversidade da ictiofauna de ambientes lóticos da Bacia do Tietê (SP)

n° SGP 2255

O Brasil é conhecido pela megadiversidade de peixes de água doce, sendo que grande parte desta diversidade está concentrada em rios e riachos de pequeno porte. Embora nos últimos anos a quantidade de estudos sobre esta parcela da ictiofauna tenha aumentado, um dos problemas para pesquisadores e formuladores de políticas públicas que utilizam as informações científicas disponíveis sobre a biodiversidade, é que estas informações estão, na maioria das vezes, dispersas e fragmentadas em centenas de trabalhos e publicações, em formatos que praticamente inviabilizam uma aplicação direta. O presente projeto visa realizar uma revisão sistemática de dados relativos a estudos sobre a ictiofauna de rios e riachos realizados na Bacia do Tietê (SP), com o objetivo de identificar os locais onde se concentram os estudos realizados, os padrões de riqueza das comunidades e sua relação com os principais biomas, unidades de conservação e uso do solo. Será realizada uma busca bibliográfica avaliando os estudos indexados na base de dados ISI Web of Science (Coleção Principal), ASFA e SciELO usando-se o modo “Avançado” para combinação dos termos de busca. Também serão realizadas pesquisas no Google Acadêmico usando as mesmas palavras-chave, a fim de incluir dissertações, livros e outros materiais não publicados como bases de dados ou relatórios. Será analisada a distribuição dos estudos nas diferentes sub-bacias, os padrões de riqueza e sua relação com dados de uso do solo, unidades de conservação e bioma, permitindo identificar relações e lacunas nas abordagens realizadas até o momento, bem como as relações dos padrões encontrados com atividades antrópicas na área de estudo.

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  Katharina Eichbaum Esteves      IP

Tecnologia QR CODE como suporte para educação ambiental: Caça ao Tesouro no Museu de Pesca

n° SGP 2250

O Museu de Pesca localizado em Santos – SP, é considerado uma das atrações turísticas mais famosas de Santos, litoral paulista, e recebe cerca de 50 mil visitantes por ano. O Museu desenvolve atividades educativas não formais, com o intuito de promover a preservação ambiental. O público alvo compreende jovens, adultos e crianças, que são consideradas agentes multiplicadores junto à escola, amigos externos e familiares.

Em um mundo cada vez mais conectado, é inevitável que a relação tecnologia e educação esteja cada vez mais próxima. O celular, antes malvisto no ambiente escolar, vem ocupando cada vez mais espaço em ambientes de aprendizagem: em 2016, 52% das escolas utilizavam o aparelho em atividades com os alunos, segundo a pesquisa TIC Educação 2016, do Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação (Cetic). O QR CODE consiste num código de barras em 2D que pode ser escaneado por aparelhos celulares ou tablete, e representa uma das tecnologias que pode ser utilizada com sucesso junto ao público.

O objetivo deste projeto, com apoio de empresas/fundações amigas do Museu, é disponibilizar aos visitantes de forma atrativa, rápida e fácil, com o suporte da tecnologia QR CODE, informações que sedimentem a importância da preservação ambiental e estimulem a sustentabilidade pela correta utilização dos recursos naturais.

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  Thaís Moron Machado      IP

Determinação de características físicas das unidades produtivas a partir de seus padrões operacionais de pesca, com uma abordagem baseada em modelos probabilísticos

n° SGP 2249

As características físicas das embarcações determinam em grande parte seu poder de pesca e são utilizadas na categorização da atividade pesqueira e no estabelecimento de diversas políticas públicas para o desenvolvimento sustentável do setor pesqueiro. Embora importantes, os dados sobre as características físicas destas embarcações (referidas no restante do texto como unidades produtivas - UPs) nem sempre estão disponíveis, o que limita em muito as possibilidades de análise dos dados pesqueiros. O presente projeto tem como objetivo elaborar e avaliar diferentes modelos probabilísticos, que permitam a estimação das características físicas de comprimento total (CT) e arqueação bruta (AB) das unidades produtivas (UPs) que utilizam os pontos de descarga ao longo das costas dos estados de São Paulo e do Paraná. Os modelos poderão ser elaborados sob abordagens frequentista (clássica) e Bayesiana. Para ajustar estes modelos, serão utilizadas as informações sobre as características operacionais destas UPs, rotineiramente coletadas no Programa de Monitoramento da Atividade Pesqueira – PMAP.

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  Laura Villwock de Miranda      IP

Avaliação a exposição ao ar e ao transporte para panga

n° SGP 2239

O presente trabalho tem por objetivo avaliar o efeito da relação entre a respiração facultativa aérea:oxigênio, durante o tempo de exposição ao ar e do transporte em sistema aberto e fechado do panga, Pangasius hypophthalmus. O experimento terá início previsto para janeiro de 2020 e será conduzido em São José do Rio Preto, no Centro de Pesquisa do Pescado Continental do Instituto de Pesca, pertencente à Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Para o desenvolvimento deste trabalho, serão utilizados 140 exemplares de panga, Pangasius hypophthalmus, com peso médio de 4 g. Para avaliação da taxa de resistência ao estresse (RE), sessenta alevinos que estarão em jejum por 24 horas serão capturados e expostos a três tempos de exposição ao ar: 0 minutos, 3 minutos, 5 minutos, 7 minutos, sobre papel secante, após o teste os alevinos voltaram para seus respectivos aquários de 10 litros com temperatura controlada e oxigenação constante, durante 72 horas. As observações comportamentais serão: forma de nadar, aceitação a alimentação exógena, aparecimento de fungos ou bactérias e sobrevivência. Para transporte de 12 horas, sessenta alevinos ficarão em jejum por 24 horas.  Os alevinos de panga com peso médio de 4,0 gramas serão transferidos para doze aquários de 20 litros, na densidade de estocagem de cinco peixes por aquário Serão adotadas duas formas de transportes: T1 sistema aberto: 100% do volume liquido no aquário os pangas livres no aquário podendo utilizar sua respiração complementar aérea. T2 sistema fechado: 100% do volume liquido no aquário os pangas ficarão em um gaiola não podendo utilizar de sua respiração aérea. Ao final de 24 horas os peixes do tratamento dois serão retirados das gaiolas e ambos os tratamentos serão avaliados por 120 horas. As mesmas observações realizadas para taxa de residência ao estresse. O experimento será conduzido em delineamento inteiramente casualizado com dois tratamentos e seis repetições.

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  Antonio Fernando Gervasio Leonardo      IP

Exigência em proteína bruta para juvenis de pangasius (Pangasianodon hypophthalmus)

n° SGP 2235

A pesquisa terá como objetivo avaliar seis diferentes níveis de proteína bruta em ração para juvenis de Pangasius (Pangasianodon hypophthalmus). O experimento será realizado no Laboratório de Nutrição de Peixes do Centro Avançado do Pescado Continental do Instituto de Pesca – SP - São José do Rio Preto - SP. Serão utilizados 576 juvenis de Pangasius, com peso inicial de 50,0g obtidos por meio da reprodução induzida realizada em parceria com Centro Paula Souza (ETEC) de Monte Aprazível. Os peixes foram obtidos ainda na fase de larvas e de uma mesma reprodução. Serão previamente classificados, contados, pesados e distribuídos nas unidades experimentais.  O sistema experimental será constituído de 24 tanques em PVC com capacidade de 310L, sendo estes instalados em sistema fechado de recirculação de água com controle de temperatura, sistema de aeração e filtragem física e biológica da água.

Para o experimento serão utilizadas rações com seis diferentes níveis de proteína bruta (20; 24; 28; 32; 36 e 40%), sendo o delineamento experimental inteiramente casualisado com seis tratamentos e quatro repetições.

Após 90 dias os peixes serão anestesiados em Eugenol® (solução 5,0%) na proporção de 1 ml/L de água. Depois de anestesiados os peixes serão contados, medidos e pesados individualmente para avaliação dos parâmetros: peso final (PF), ganho em peso (GP), sobrevivência (SOB), consumo de ração (CR), conversão alimentar (CA),taxa de crescimento específico (TCE) e avaliações morfométricas. Para as análises estatísticas dos parâmetros avaliados será utilizado o programa Statistical Analysis System (SAS, 1995) e os resultados submetidos à análise de variância e quando observada diferença (P<0,05) a estimativa do melhor valor de percentual de proteína bruta na dieta, será realizada por meio dos modelos de regressão polinomial e LRP (Linear Response Plateau).

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  Giovani Sampaio Gonçalves      IP

Mercado de filés de tilápia na cidade de São José do Rio Preto

n° SGP 2229

Objetivo deste trabalho é conhecer o potencial da comercialização de filés de tilápia em hipermercados, supermercados, restaurantes e food trucks, identificando e quantificando o número de estabelecimentos que comercializam e compram este produto, bem como os volumes comercializados e consumidos, e o preço do filé. O experimento terá início previsto para agosto de 2019 e será conduzido em São José do Rio Preto, no Centro de Pesquisa do Pescado Continental do Instituto de Pesca, pertencente à Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo em parceria com o Centro Universitário de Rio Preto – UNIRP. Será realizada uma setorização da cidade em Zona Norte e Zona Sul para verificar se há diferença relevante no perfil no consumidor. Mensalmente durante cinco meses (agosto a dezembro de 2019), serão realizadas visitas nos locais selecionados que contemplarão observação dos seguintes parâmetros: Verificar nas embalagens de filé de tilápia se há Selo de Inspeção: Serviço de Inspeção Municipal (S.I.M.), Serviço de Inspeção de Produtos de Origem Animal Estadual (S.I.S.P.), Serviço de Inspeção Federal (S.I.F.); Se no rótulo contém todas as informações necessárias em um produto segundo Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA): Origem do produto, Lote, Prazo de Validade, Conteúdo liquido, Tabela Nutricional; (valor energético em Kcal e kJ; carboidratos; proteínas; gorduras totais; gorduras saturadas; gorduras trans; fibra alimentar; sódio) e Alergênicos; Quantidade de filé comprado pelas empresas no mês; Preço por quilo de filé vendido pelos hipermercados e supermercados para o consumidor; Valor pago pelos restaurantes e food trucks no quilo do filé.

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  Antonio Fernando Gervasio Leonardo      IP

PROJETO PORQUINHO DO INSTITUTO DE PESCA - Domesticação de Geophagus sveni, para uma produção racional e sustentável

n° SGP 2228

Com o objetivo de fomentar alternativas mais rentáveis para pequenos e médios aquicultores, o presente projeto propõe o desenvolvimento de um pacote tecnológico para a produção sustentável do peixe porquinho de água doce Geophagus sveni, por meio de sua domesticação, avaliações reprodutivas e de desempenho. As matrizes serão coletadas em ambiente natural em dois diferentes rios (Grande e Tietê). Os peixes passarão por um período de quarentena e posteriormente serão acondicionados em hapas de acasalamento para reprodução. Após a descrição e avaliação dos dados de incubação de ovos e larvicultura, os alevinos serão utilizados para um ensaio de desempenho, que visa primeiramente descrever seus dados zootécnicos e avaliar seu potencial para a atividade de piscicultura, por meio de rendimento do filé e análise econômica.Com o objetivo de fomentar alternativas mais rentáveis para pequenos e médios aquicultores, o presente projeto propõe o desenvolvimento de um pacote tecnológico para a produção sustentável do peixe porquinho de água doce Geophagus sveni, por meio de sua domesticação, avaliações reprodutivas e de desempenho. As matrizes serão coletadas em ambiente natural em dois diferentes rios (Grande e Tietê). Os peixes passarão por um período de quarentena e posteriormente serão acondicionados em hapas de acasalamento para reprodução. Após a descrição e avaliação dos dados de incubação de ovos e larvicultura, os alevinos serão utilizados para um ensaio de desempenho, que visa primeiramente descrever seus dados zootécnicos e avaliar seu potencial para a atividade de piscicultura, por meio de rendimento do filé e análise econômica.

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  Eduardo Gianini Abimorad      IP

Mercado do pescado: consumo e sustentabilidade

n° SGP 2212

Há uma grande falta de estudos que tratem do tema sociedade, meio ambiente e mercados, a partir da fronteira de conhecimento entre sociologia e economia, referenciado pelo tema do consumo alimentar. Neste grande eixo de reflexão, a análise que pode centralizada na identificação de quais são os obstáculos estruturais que se erguem nos mercados para sua adesão à sustentabilidade ambiental - apesar da disposição do consumidor em aderir à uma ética ambiental em sua relação com o mundo material no cotidiano que não esteja limitada à ações voluntaristas – mostra-se ainda mais rara.

Neste projeto de pesquisa parte-se do sub-campo da sociologia econômica e procura-se empreender uma leitura das fronteiras entre a Economia das Convenções e a Economia das Singularidades, com vistas a compreender a legitimação e consolidação da problemática do consumo nas análises dos mercados de qualidade dos alimentos. Serão enfatizados limites da teoria econômica neoclássica quanto à autonomia social do fenômeno do consumo e as dificuldades de reconhecimento que este objeto de investigação enfrentou dentro das ciências sociais em geral.

A reflexão volta-se em torno da sustentabilidade ambiental como um novo referencial de qualidade do pescado para o consumo deste alimento, possibilidade que demonstra garantir a reprodução da própria atividade pesqueira a médio e longo prazo. Além dos impactos imediatos da pesca sobre a biodiversidade, a aquicultura e a gradativa e crescente quebra das barreiras morais, éticas e ambientais à transgenia ou edição de genoma demonstram a importância das análises sobre o consumo do pescado e a criação de novos dispositivos de mercado. A inespecificidade no consumo – característica do consumo de pescado no Brasil - conduz ao caráter de excelência de alguns alimentos e ao mesmo tempo restritivo quanto ao seu acesso por amplos segmentos populacionais. É a característica dos produtos de mercados de qualidade de alta agregação de valor, normalmente assegurados e submetidos à políticas públicas específicas. Situações particulares no mercado do pescado e ao nível das organizações envolvidas dificultam esta adesão no caso do pescado.

Para avançar na compreensão de como a sustentabilidade ambiental opera nos mercados, estes últimos devem ser considerados como planos de produção de vínculos sociais que, implicados na atividade econômica, resultam em redução das margens de lucro, em redistribuição da riqueza e em repartição social dos ganhos. A sustentabilidade torna ainda mais importante a compreensão destes vínculos porque indica o esforço de coordenação nos mercados em um ambiente de racionalidade limitada, complexidade e incerteza, oportunismo e a especificidade dos ativos. A sustentabilidade requer um contra-movimento social protetor à idéia de um mercado auto-regulável. Ao enfatizar o segmento do consumo e os instrumentos de mercado necessários para contrapor-se à sobrepesca, visando inclusive a reprodução da própria atividade pesqueira e o papel do Estado neste sentido, vamos nos reportar à definição dos mercados contestados.

A pesca extrativista marinha ou continental integra um mercado de qualidade sem, no entanto, que o fenômeno da sobrepesca tenha sido incorporado como tal pelos agentes econômicos e pelas políticas públicas, incorporação necessária para atenuar a pressão sobre os recursos pesqueiros que os instrumentos de política tradicional não têm conseguido alcançar.

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  Marie Anne Najm Chalita      IP

Subsídios para o ordenamento da pesca de ?iriko? (manjuba, família Engraulidae) no litoral sul de São Paulo e litoral do Paraná

n° SGP 2209

A pesca no litoral sul de São Paulo e norte do Paraná é a principal atividade econômica, tendo como característica a utilização das áreas costeiras, principalmente as áreas internas do Complexo Estuarino-lagunar. Entre as pescarias mais significativas e tradicionais desta região está a pesca de iriko (manjuba). No litoral sul de São Paulo a pesca de iriko já tem regulamentação, mas necessita de nova avaliação e possíveis ajustes devido a mudança no ambiente que tem permissão para a pesca. No litoral norte do Paraná a atividade não é regulamentada e tem a regulamentação uma das grandes demandas do setor pesqueiro. O projeto visa avaliar e subsidiar o ordenamento da pesca de iriko nas unidades de conservação da APA de Cananeia, Iguape e Peruíbe, no litoral sul de São Paulo e a APA de Guaraqueçaba, no litoral norte do Paraná. O projeto será desenvolvido no litoral sul de São Paulo e norte do Paraná, nas unidades de conservação da APA de Cananeia, Iguape e Peruíbe e a APA de Guaraqueçaba, no período de 2019 e 2020. Para isto, serão utilizados os dados do Programa de Monitoramento da Atividade Pesqueira do Instituto de Pesca (PMAP), desenvolvido no litoral de São Paulo (desde 2008) e do Paraná (desde 2016), e apresentará as seguintes etapas: 1. Levantamento de dados pesqueiros; 2. Análise das capturas; 3. Análise da dinâmica da pescaria; e 4. Construção de uma proposta de ordenamento para a atividade. Como resultado esperado o projeto subsidiará a discussão do ajustes necessários da regulamentação da pesca do iriko no litoral sul de São Paulo e criará subsídios para a discussão e regulamentação desta pesca no litoral norte do Paraná.   

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  Jocemar Tomasino Mendonça      IP

Monitoramento da densidade de larvas do mexilhão-dourado em piscicultura no reservatório Canoas II, rio Paranapanema, SP/PR

n° SGP 2208

O mexilhão-dourado, Limnoperna fortunei (Dunker 1857), é uma espécie originária da Ásia com características de espécie invasora. No Brasil, sua dispersão estende-se pelos ecossistemas aquáticos das regiões sul, sudeste, centro-oeste e nordeste, causando impactos ambientais e econômicos. Objetiva-se nesse trabalho identificar os picos de reprodução do mexilhão-dourado, por meio da determinação da densidade de larvas do tipo D (véliger de charneira reta, umbonada e plantígrada) presentes na coluna d’água de piscicultura localizada no reservatório Canoas II, rio Paranapanema (SP/PR). Em continuidade às atividades desenvolvidas entre janeiro e dezembro de 2018, mensalmente, de janeiro a março de 2019, serão coletadas quatro amostras de plâncton na profundidade de 1,5 a 2,0 m da coluna d’água, utilizando-se bomba de sucção e rede com abertura de 40 µm de abertura. Serão filtrados 1000 litros de água, concentrados em frascos de 150 mL, aos quais será adicionado formol 4% para fixação das larvas. Na Unidade Laboratorial de Referência em Limnologia, do Instituto de Pesca, em São Paulo/SP, será feita a determinação da densidade larval e a identificação dos estágios larvais valvados, sob microscópio estereoscópico modelo EK4.2SB/ST (80X). Paralelamente, em campo, serão medidos: temperatura, pH, condutividade elétrica, turbidez e oxigênio dissolvido a cada 0,5 metro da coluna d’água com o equipamento multiparamétrico da marca Horiba modelo U-52 e coletadas amostras na superfície para determinação de clorofila-a. Pretende-se ampliar o conhecimento sobre os picos reprodutivos e os estágios larvais do mexilhão-dourado em nossas condições de clima tropical para subsidiar estudos e ações de mitigação do impacto dessa bioinvasão nas pisciculturas.

Palavras-chave: espécies invasoras, Limnoperna fortunei, densidade de larvas, larvas valvadas, tanques-rede

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  DAERCY MARIA MONTEIRO DE REZENDE AYROZA      IP

SISTEMA DE PRODUÇÃO INTENSIVO DE TILÁPIA UTILIZANDO TANQUES-REDE DE GRANDE VOLUME-TRGV FISHER-PIPE3

n° SGP 2198

A Fisher desenvolveu entre 2011 a 2014, os projetos de engenharia a serem utilizados na UIP Água Vermelha, o licenciamento ambiental e o processo de obtenção da concessão para utilização da área aquícola. A Fisher piscicultura, em parceria com a FAPESP (PIPE I e PIPE II), coordenado por pesquisadores da APTA, investiu em pesquisa e desenvolvimento do tanque-rede de grande volume (TRGV), o TRGV Fisher®. O projeto focou na racionalização, mecanização e automação dos principais passos na rotina de uma piscicultura. Um protótipo foi construído e testado, os testes foram bem sucedidos e concluídos em outubro de 2015 e avaliou o funcionamento de três TRGV, com 450 m3 cada, em estrutura de alumínio, que tem o diferencial de possuir tecnologia especifica, facilitando os manejos de classificação, retirada de peixes mortos, autolimpeza de telas e despesca. As atividades com os TRGV foram desenvolvidas no período de agosto de 2014 a agosto de 2015. Em um segundo momento, o protótipo recebeu a implementação de um dispersador automático de ração, e a Fisher realizou um piloto com densidades de povoamento de 50.000 e 60.000 juvenis, onde foram observados resultados distintos do primeiro teste. Com aplicação do princípio de otimização de espaço e da melhor biomassa econômica, testou-se densidades maiores visando à adequação de manejo e capacidade de suporte. O PIPE II avaliou três densidades de estocagem (60.000; 80.000 e 100.000, tilápia por TRGV), em dois ciclos de produção (verão e inverno), contendo novo componente, o dispersador de ração automático um equipamento inovador. O objetivo deste projeto é aperfeiçoar o sistema de produção de tilápias em TRGV, trazendo inovação tecnológica e possibilitando a produção em escala com menor custo Aplicar o Plano de Negócios para viabilizar a comercialização do TRGV e aplicação do sistema de produção desenvolvido para o equipamento.

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  Celia Maria Doria Frascá Scorvo      Apta Regional / IP

Novas rotinas do software AQUISYS para Boas Práticas de Manejo para a produção de tambaqui em viveiros do nordeste e de tilápia em tanques redes.

n° SGP 2192

Este projeto tem por objetivo desenvolver e validar 2 novas rotinas (ou módulos) para os sistemas de produção de tambaqui em viveiro e tilápia em tanque rede para o sistema informatizado AQUISYS v.1.3 (http://www.cnpma.embrapa.br/aquisys/). A estrutura modular do Aquisys v1.3 previu acrescentar novas rotinas para outras espécies ou sistemas de cultivos de importância nacional, como as aqui propostas. As 2 rotinas serão fundamentadas em protocolos mínimos de Boas Práticas de Manejo (BPM), definidos  a partir da identificação e seleção de elementos essenciais aos sistemas de produção considerados e que lhes confiram a intensificação da sustentabilidade em áreas produtoras dessas pisciculturas. O acesso dinâmico online via Web, já disponível aos usu   ários do Aquisys v1.3 (pesquisadores/produtores/estudantes/extensionistas/público geral) em linguagem computacionais e formatos de interface já validados por esses diferentes públicos (foco no piscicultor), fornecerá, a partir de respostas dos usuários (em questionários online), informações ou diagnósticos e avaliações expeditas e cálculos que os orientem se as práticas atualmente em uso nas suas propriedades estão em conformidade com os protocolos mínimos de BPM para as novas rotinas. Informações do projeto e práticas sustentáveis validadas (existentes e dispersas e/ou inéditas obtidas) serão analisadas para as novas rotinas, atendendo à demanda de áreas produtoras. OBJ ESPECÍFICO : Desenvolver e validar 2 novas rotinas do software Aquisys baseado em BPM para a produção de tambaqui em viveiros e tilápia em tanque-rede.

Uma nova versão incorporará as duas rotinas para os sistemas de produção de tilapia em tanques rede e para tambaqui em viveiros no nordeste no Plano de ação 12 - Aquisys, do Projeto Componente Manejo e Gestão Ambiental no âmbito do projeto financiado pelo BNDES denominado BRS - Aqua. em andamento 21.17.02.001. 05 - 12.

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  Celia Maria Doria Frascá Scorvo      Apta Regional / IP

Avaliação do rendimento e caracterização do filé e CMS da carcaça do panga (Pangasius hypotalamus)

n° SGP 2184

O panga foi introduzido no mercado brasileiro em 2009, é um peixe de carne branca, sabor suave e isento de espinhas, características que indicam potencial uma demanda crescente. Porém, existem ainda deficiências em relação à falta de padronização do produto e informações para o consumidor, gerando desconhecimento quanto às características de sabor, presença ou não de espinhas, forma de preparo e valor nutricional. A apresentação na forma de filé e CMS representam boas alternativas para consolidar esta espécie no mercado. O objetivo deste estudo é de avaliar o rendimento e caracterizar físico-quimicamente o filé e a CMS de carcaça de panga. Serão avaliados peixes produzidos na Apta Regional do Vale do Paraíba, provenientes de 3 tratamentos com diferentes concentrações de proteína bruta na ração: 28, 32 e 40%. Quinze peixes de cada tratamento, com peso entre 700 g e 1 kg, serão abatidos com choque térmico, acondicionados em camadas de gelo e pescado em embalagem térmica (0 ºC) e transportados até a Unidade Laboratorial de Referência em Tecnologia do Pescado – ULRTP – Instituto de Pesca – SAA-SP, Santos, onde serão eviscerados e filetados. A carcaça será utilizada para produção de CMS. Posteriormente, os filés e a CMS dos diferentes tratamentos serão submetidos às análises para avaliação do rendimento e caracterização físico- química.

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  Thaís Moron Machado      IP

Mulheres pescadoras: avaliação da pesca artesanal na Baixada Santista sob a perspectiva de gênero

n° SGP 2158

Considerando a atual conjuntura que envolve as condições estabelecidas na cadeia produtiva de pesca artesanal e os estudos consideráveis sobre pesca e gênero em alguns estados do Brasil. Ainda são escassas ferramentas de estudo que possibilitem avaliar a dimensão das questões que envolvem gênero e representatividade na pesca artesanal, mais especificamente no trabalho desenvolvido pelas mulheres em todo o processo de produção pesqueira. As comunidades costeiras que são dependentes da pesca, têm papel fundamental no desenvolvimento econômico sustentável de muito Estados do Brasil, entretanto a falta de compreensão da importância dos papéis desenvolvidos entre gêneros deixa uma lacuna no que diz respeito as relações de gênero na pesca. Desse modo, o objetivo do estudo é elucidar questões sobre o reconhecimento da mulher na pesca artesanal além de identificar a importância da representatividade do gênero contribuindo para a ampliação do conhecimento científico e para a construção de políticas públicas para o setor pesqueiro.

O PROJETO É DE BAIXO CUSTO, POR ENVOLVER APENAS ENTREVISTAS NA REGIÃO, PORTANTO, APENAS CUSTO DE DESLOCAMENTO. SERÁ ONERADO JUNTO A SOBRAS DE RECURSOS DE PROJETOS FUNDEPAG - Centro de Custo 2016-1799, coordenado pleo PqC Sérgio Tutui

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  Ingrid Cabral Machado      IP

Avaliação da inclusão de produtos BRF Ingredients na dieta de salmonídeos

n° SGP 2157

A farinha de peixe constitui a principal fonte de proteína empregada na fabricação de rações de peixes, particularmente das espécies carnívoras. Na dieta dos salmonídeos de 25 a 45% da proteína são supridos pela farinha de peixe. A aquicultura é o setor de produção de alimentos de origem animal que mais cresce no mundo, entretanto, esse crescimento não vem sendo acompanhado pela geração desse insumo, gerando um aumento da demanda com consequente elevação dos preços. Para garantir o ritmo de crescimento do setor aquícola, a FAO recomenda uma redução da inclusão da farinha de peixe nos componentes da dieta para trutas e salmões para 12%, até o ano de 2020. Diante deste cenário, várias pesquisas vêm sendo desenvolvidas visando a substituição desse insumo por outros mais sustentáveis. Além da proteína derivada de plantas como a soja, a proteína de subprodutos de animais terrestres vem sendo estudada como fonte de nutrientes na formulação de dietas para peixes.

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  Neuza Sumico Takahashi      IP

Carne mecanicamente separada - CMS de Pescado: caracterização e padronização da tecnologia de obtenção

n° SGP 2150

A obtenção da  CMS  é uma tecnologia que permite maior recuperação de carne em comparação à obtida pelos métodos de processamento convencionais, como por exemplo a filetagem, gerando matéria-prima básica e eclética para o desenvolvimento de novos produtos e agregando valor a uma parte depreciada nas capturas e no cultivo. É notória no Brasil a ausência de produtos a base de pescado em mercados institucionais, como hospitais, creches, asilos e também na Alimentação Escolar – AE, sendo necessário avançar para o estabelecimento de tecnologias que gerem produtos a base de pescado com boa aceitação e que mantenham suas características nutricionais. A tecnologia de CMS ou polpa de pescado proporciona um produto de ótima qualidade para a elaboração de produtos semi-prontos, de preparo prático, sabor suave e livre de ossos e espinhas, características estas importantíssimas para uma fácil e segura utilização. Considerando-se a necessidade de estabelecimento e padronização de uma tecnologia de processamento que viabilize a inserção do pescado em diferentes mercados, incluindo o institucional, faz-se necessário caracterizar e colaborar na condução de um regulamento técnico, descrevendo de forma plena as caracteristicas da  tecnologia de obtenção de CMS utilizada em industrias nas várias regiões do Brasil, agregando valor ao processamento de várias especies de peixe.

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  Cristiane Rodrigues Pinheiro Neiva      IP

Densidade de estocagem do lambari Astyanax altiparanae em viveiros de terra para piscicultura em pequena escala em sistema semi-intensivo.

n° SGP 2141

A região do Vale do Ribeira, ao sul do estado de São Paulo, é conhecida por ter tido importante papel na aquicultura nacional nos anos 90, mas atualmente enfrenta dificuldade para se adequar ao novo cenário de desenvolvimento. Na região existe grande número de pisciculturas de pequeno porte, com mão-de-obra familiar, comércio local ou mesmo de subsistência. A região também é caracterizada por possuir diversas unidades de conservação ambiental, em uma das maiores áreas remanescentes de Mata Atlântica do Brasil.  Nesse cenário o lambari-do-rabo-amarelo, Astyanax altiparanae, vem surgindo como uma espécie nativa alternativa para a piscicultura em pequena escala na região. No Vale do Ribeira existe grande demanda para o uso do lambari como isca para a pesca esportiva, sendo que seu uso na culinária pode ser outro mercado em potencial. As técnicas para obtenção de formas jovens já são conhecidas e existem criações comerciais da espécie em diversas regiões do país. Entretanto, ainda há muitas lacunas em pesquisas científicas sobre as técnicas de criação a serem utilizadas, como a densidade de estocagem de lambaris em criação semi-intensiva em viveiros de terra, sem renovação de água (estático).  Na presente proposta de pesquisa serão avaliadas cinco densidades de estocagem (10, 25, 50, 75 e 100 peixes por m2) na criação do lambari da fase de juvenil (2 g) até o tamanho comercial (8 g), em viveiros de terra de 50 m2. O delineamento experimental será em blocos ao acaso com cinco tratamentos (densidades de estocagem) e quatro blocos (ciclos de produção). O período experimental estimado por ciclo é de 60 a 90 dias. Os peixes serão alimentados com ração comercial duas vezes ao dia. Serão realizadas biometrias a cada 15 dias para ajuste da alimentação em 10% da biomassa ao dia. Serão avaliados os seguintes dados de desempenho produtivo: sobrevivência, peixes produzidos por área, peso final, comprimento final, biomassa produzida por área, ganho em peso, ganho em peso diário, coeficiente de variação do comprimento. Quanto ao aproveitamento alimentar serão avaliados a conversão alimentar, eficiência alimentar, taxa de eficiência proteica e energética, taxa de retenção de proteína e de energia. Ainda serão analisadas a composição centesimal (umidade, proteína, lipídios e matéria mineral) do peixe inteiro e do peixe eviscerado sem escama, além do rendimento de carcaça do peixe eviscerado sem escama. Os parâmetros de qualidade da água serão analisados semanalmente: temperatura máxima e mínima, oxigênio dissolvido, transparência, pH, alcalinidade total, amônia, nitrito e nitrato, nitrogênio total e fósforo total. Os resultados serão divulgados em simpósios e congressos científicos, também serão publicados na forma de artigos técnicos e científicos. Com o presente estudo é esperado contribuir para o desenvolvimento sustentável da criação do lambari-do-rabo-amarelo em pisciculturas de pequena escala no Vale do Ribeira e outras regiões do país, por meio da definição da melhor densidade de estocagem do lambari para um bom desempenho produtivo.

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  Camila Fernandes Corrêa      Apta Regional / IP

Lambari Deuterodon iguape Eigenmann, 1907 como espécie nativa alternativa para aquicultura em áreas protegidas

n° SGP 2138

O lambari Deuterodon iguape é uma espécie endêmica de pequenos rios e riachos costeiros do estado de São Paulo. Suas possibilidades de mercado para o litoral paulista são consideradas mais amplas em relação às demais regiões, já que estudos recentes identificaram, além da possibilidade de venda como isca-viva para pesca esportiva local,  outros canais adicionais de comercialização da espécie para consumo humano, a partir de diversos equipamentos de comercialização, tais como: peixarias, bares, restaurantes, quiosques de praia, havendo inclusive demanda para utilização como peixe forrageiro em lojas de aquariofilia e aquários públicos da região. O projeto de pesquisa abordando esta espécie será dividido em quatro experimentos distintos, cujo os objetivos são: 1) Complementar o conhecimento disponível sobre a fisiologia e os fatores de produção do lambari D. iguape através do desenvolvimento de um modelo matemático que otimize a densidade ideal de estocagem em sistemas de recirculação, além da realização de um estudo econômico; 2) Determinar os efeitos subletais da espécie ao defensivo agrícola Triazol, comumente utilizado na região para a pulverização na bananicultura, através de testes de CL50, análise de toxidade no plâncton, estudo do metabolismo de rotina, comportamento natatório e parâmetros histológicos; 3) Realizar a larvicultura dessa espécie de lambari em águas oligohalinas (5, 10 e 15 g/L) para verificar a sobrevivência e posteriormente o aumento de sua resistência quando empregado como isca viva na pesca esportiva estuarina na comparação com o lambari não aclimatado; 4) Avaliar a eficiência de sua utilização como isca-viva na pesca do robalo em ambiente estuarino quando comparado a isca artificial através de testes de pescaria realizados em região estuarina.

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  Marcelo Barbosa Henriques      IP

Caracterização da Ictiofauna da Bacia de Santos

n° SGP 2133

O projeto tem como objetivos atualizar e aprofundar os conhecimentos sobre a ictiofauna da Bacia de Santos, bacia sedimentar localizada na plataforma continental do sudeste-sul brasileiro entre Arraial do Cabo (RJ) e Florianópolis (SC). Sua ictiofauna possui grande riqueza de espécies uma vez que a região é caracterizada pela transição entre os Domínios Atlântico Tropical e América do Sul Temperado ou entre os ecossistemas da Plataforma Leste do Brasil e Plataforma Patagônica. As informações a serem levantadas das espécies de peixes referem-se às características do vida, à distribuição e ao estado de conservação. As espécies explotadas pela pesca terão os dados registrados de produção pesqueira descarregada por estado e município e variações sazonais de abundância com indicação do tipo de pesca (industrial, artesanal, amadora), as áreas de captura e petrechos utilizados. As espécies com relevância para a conservação e/ou para atividade pesqueira terão seus parâmetros populacionais atualizados.

O projeto será desenvolvido no contexto de um projeto mais amplo de “Caracterização Química e Biológica do Sistema Pelágico da Bacia de Santos”, a ser desenvolvido através de Convênio entre a Petrobras (financiadora), a Universidade de São Paulo - USP (proponente) e a Fundação de Apoio à Universidade de São Paulo - FUSP (conveniente), tendo o Instituto Oceanográfico da USP a unidade executora. O conjunto de estudos têm o objetivo de subsidiar o planejamento e a gestão ambiental da área da Indústria do Petróleo e Gás e do órgão ambiental.

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  Antônio Olinto Ávila da Silva      IP

Avaliação de zeolita natural em rações para tilápia do Nilo

n° SGP 2114

A Zeolita Clinoptilolita (Zeolita Natural) é um aluminossilicato com alta capacidade de troca catiônica e alta capacidade higroscópica, largamente utilizada na nutrição animal em diversos países como Cuba, Estados Unidos e França. É usada mais especificamente na alimentação de pets (cães e gatos), melhorando o odor e a consistência das fezes, reduzindo a incidência de diarreias e facilitando a limpeza da área onde o animal defeca. Recentemente, estudos estão sendo feitos com animais de produção (aves), entretanto não se tem o conhecimento da inclusão da Zeolita na ração de peixes. A presente pesquisa vem ao encontro dessa demanda, para avaliar os efeitos da Zeolita sobre o tempo de transito gastrintestinal, digestibilidade e desempenho zootécnico da tilápia do Nilo.

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  Eduardo Gianini Abimorad      IP

GESTÃO DOS EQUIPAMENTOS CULTURAIS DO INSTITUTO DE PESCA

n° SGP 2096

O Instituto de Pesca, vinculado à Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, é uma instituição de pesquisa científica e tecnológica que desenvolve projetos nas áreas de pesca e aquicultura, visando à obtenção e transferência de novos conhecimentos e de tecnologias destinadas à melhoria do agronegócio do pescado e da qualidade ambiental.

Além das instalações destinadas à realização de suas pesquisas, o Instituto de Pesca conta com dois equipamentos culturais para o desenvolvimento de atividades diferenciadas junto ao público: o Museu de Pesca e o Aquário do Instituto de Pesca.

Todo o ambiente de ciência e educação envolvido no Instituto de Pesca pode ser trabalhado nos mais diversos níveis de ensino, através de um conjunto de atividades inseridas em conteúdos curriculares e extracurriculares a partir de uma metodologia interdisciplinar, num contexto direto com o meio ambiente seja ele rural, aquático ou urbano.

Recentemente vem sendo implantado o “Programa vida da água” de treinamento para público diversificado, no qual serão abordadas todas as questões mencionadas acima nos equipamentos culturais do Instituto de Pesca. No Museu de Pesca, o objetivo é oferecer aos visitantes, de forma lúdica e interativa, informações que sedimentem a importância da preservação ambiental e estimulem a sustentabilidade pela correta utilização dos recursos naturais. Já no Aquário do Instituto de Pesca, a manutenção do ambiente adequado às visitações bem como da qualidade da água onde os organismos estão instalados é fundamental para dar continuidade neste tipo de serviço prestado, já que a variedade de organismos vivos presentes requer atenção para manutenção ideal da temperatura, respeitando-se o limite de tolerância e conforto dos mesmos. 

Objetiva-se realizar a gestão dos equipamentos culturais do Instituto de Pesca no que diz respeito a caracterização do público visitante e monitoramento do ambiente interno do acervo.

 

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  Thaís Moron Machado      IP

Fator de condição de Tilápia-do-nilo (Oreochromis niloticus ) em tanques de engorda utilizando ilhas flutuantes de macrofitas

n° SGP 2091

Resumo da proposta (até 1.600 caracteres):

A alimentação de espécies de peixes tem dado ênfase aos aspectos qualitativos, através da aplicação de modelos matemáticos abordando principalmente a análise da dieta e periodicidades alimentar. Porém o  fator de condição fornece importantes informações sobre o estado fisiológico desses animais (VAZZOLER, 1996).  A introdução de espécies exóticas em especial de representante dos Cichlidae, foi recomendada  durante a década de 60/70. Nesta década a aquicultura mundial  foi a única atividade com produção de alimentos que cresceu num ritmos superior a 10% ao ano (CASTAGNOLLI 1997). Devido ao seu  rápido desenvolvimento, estas espécies passaram a ser cultivadas visando  o fornecimento de proteína de boa qualidade e de baixo custo. Embora existam diversas pesquisas, persistem  algumas duvidas com relação á criação desta espécies (GRAEFF& PRUNER,2006) principalmente em relação à produtividade e característica da água de cultivo. Dentre os peixes cultivados a tilápia do Nilo apresenta um grande potencial devido a sua fácil reprodução, carne branca e de alta qualidade, baixos custos de produção podendo inclusive, ser cultivadas em locais com alta salinidade e baixas temperaturas (VICENTE E FONSECA-ALVES, 2013). As principais barreiras encontradas para o avanço da aquacultura no país são as questões ambientais (VICENTE, et al 2014) 

Caracterização do problema (até 3.200 caracteres):

 A tilapia-do-nilo (Oreochromis niloticus) é um peixe africano da família Cichlidae. É uma espécie  de área tropical e subtropical, que prefere viver em águas doce e rasa (IGARASHI et al, 2008), sendo uma das espécies  que melhor se adaptam a diferente condições de cultivo, tolerantes a baixo oxigênio dissolvido, conseguindo sobreviver em faixas bastantes amplas de acidez e alcalinidades na água, bem como toleram altas concentrações de amônia. Em geral alimento natural dos peixes é composto de inúmeros organismos vegetais (algas, plantas aquáticas, frutos, sementes, entre outros) ou animais (crustáceos, larvas e ninfas de insetos, vermes, moluscos, anfíbios, peixes, entre outros). Algumas espécies de tilápias, em particular a tilápia-do-Nilo, aproveitam de forma eficiente o fito e o zooplâncton,  plantas aquáticas, pequenos invertebrados, fauna bentônica e detritos (ROTTA e QUEIROZ, 2003).

Em viveiros com baixa renovação de água, cerca de 50 a 70% do crescimento de tilápias foi atribuído ao consumo de alimentos naturais, mesmo com o fornecimento de ração suplementar, que produzem efluentes, dai o importância  da utilização de macrófitas aquáticas  para tratamento dos mesmos. Para determinação do parâmetro de bem estar do peixe, utiliza-se a relação  entre o peso e o comprimento,  índice denominado fator de condição, que  determina o grau de bem estar do peixe, permitindo a comparação de peixes submetidos a diferente condições alimentares e ambientais (AGOSTINHO et al., 1990).

 

 

 

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  Maria Teresa Duarte Giamas      IP

Efluente de aquicultura: adequação à legislação ambiental por meio de implantação de Ilhas Flutuantes Artificiais (IFAs)

n° SGP 2056

O Brasil atingiu em 2014 a 14º colocação entre os maiores produtores mundiais aquícolas, esse crescimento pode levar à prejuízos ambientais devido às características da atividade. Neste sentido, os estados têm intensificado o monitoramento e controle da qualidade da água, fato que levou a readequação das exigências legais, dentre as quais está o atendimento aos padrões estabelecidos pela Resolução CONAMA 357/2005 e suas alterações. Viveiros de piscicultura geram matéria orgânica (MO) composta principalmente por nitrogênio (N) e fósforo (P) os quais são lançados, comumente, pelo efluente do viveiro ao corpo hídrico receptor sem tratamento prévio. Wetlands construídas (WCs) são alternativas de tratamento de efluentes de mais baixo custo e de simples operação e manutenção, e apresentam grande eficiência na remoção de MO de viveiros de aquicultura. Entretanto, estudos apontam a necessidade de uso de ao menos 10% da área de produção para a implantação das WCs, fato que pode também tornar a produção inviável economicamente. A implantação dentro dos viveiros de estruturas flutuantes colonizadas com macrófitas e denominadas Ilhas Flutuantes Artificiais (IFAs) poderá vir a ser metodologia alternativa para melhoria da qualidade da água. A hipótese do presente estudo é que as (IFAs) serão tão ou mais eficientes na remoção de nutrientes do que as (WCs). Assim, o objetivo deste estudo será testar à eficiência da remoção de nutrientes de viveiro de produção de tilápias a partir da implantação das Ilhas Flutuantes Artificias (IFAs) povoadas com Eichhornia crassipes  com vistas à adequação do efluente à legislação ambiental vigente.  Para testar nosso objetivo dois sistemas de produção comercial semi-intensiva de tilápia-do-nilo com três repetições cada serão avaliados. 1) Ilhas flutuantes colonizadas com aguapé (Eichhornia crassipes), dispostas dentro do viveiro de produção de tilápias (Oreochromis niloticus); 2) sem o sistema de (IFAs).

 

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  Cacilda Thais Janson Mercante      IP

Desenvolvimento de metodologias imunossupressoras para utilização em enxertos gonadais e transplantes de células germinativas xenogênicos em truta arco-íris (Oncorhynchus mykiss)

n° SGP 2050

Os transplantes de células germinativas e enxertos de testículo consistem em biotecnologias reprodutivas promissoras para a piscicultura e conservação de espécies. No entanto, a baixa porcentagem de animais transplantados capazes de gerar gametas derivados do doador e a viabilidade de enxertos de testículo restrita apenas a autotransplantes ou a linhagens isogênicas fazem com que estas técnicas sejam consideradas ainda pouco eficientes. Uma das causas desta limitação pode estar associada a mecanismos de rejeição imunológica do hospedeiro. Dessa forma, a combinação com metodologias para inibir a rejeição celular poderia ser utilizada para otimização destas biotecnologias. Neste trabalho, duas estratégias para imunodeprimir trutas arco-íris serão inicialmente testadas. A primeira consiste no uso de emulsões contendo os imunossupressores ciclosporina, tacrolimus, micofenolato e rapamicina, que serão administrados periodicamente por injeção intracelomática. Já a segunda se baseia na tecnologia CRISPR/Cas9 na qual uma linhagem imunodeficiente com mutação no gene rag2 será desenvolvida. Em ambos os casos, a imunossupressão será avaliada usando marcadores do sistema imunológico (il2, ifn-γ, Cd4 e Cd8). Em seguida, transplantes de células germinativas e enxertos de testículo serão conduzidos nos animais imunodeprimidos e a eficiência/viabilidade dos transplantes será avaliada usando marcadores de espermatogônias e espermátides (#172, vasa, gfra e txdnc6). Também será avaliada a eficácia da imunossupressão sobre a produção de gametas do doador assim como a viabilidade das respectivas progênies. O aprimoramento do transplante de células germinativas e enxertos de testículo em peixes com a combinação de metodologias imunossupressoras pode promover a maior produção de gametas funcionais de espécies comerciais e ameaçadas de extinção.

           

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  Yara Aiko Tabata      IP

EFEITOS GENÉTICOS, ENDÓCRINOS E TRANSGERACIONAIS DO ESTRESSE TÉRMICO SOBRE AS CÉLULAS GERMINATIVAS EM TRUTA ARCO-ÍRIS (Oncorhynchus mykiss)

n° SGP 2041

Resumo

Em peixes, exposições crônicas a altas temperaturas podem afetar a proliferação, diferenciação ou mesmo a sobrevivência das células germinativas, comprometendo a fertilidade e, portanto, a capacidade reprodutiva das espécies. Há também evidências de alterações epigenéticas no DNA destas células que podem eventualmente ser transmitidas às próximas gerações, tendo implicações sobre a sobrevivência e capacidade adaptativa aos ambientes sujeitos às constantes mudanças. Este trabalho visa elucidar os mecanismos regulatórios (molecular e endócrino) e epigenéticos envolvidos na manutenção e diferenciação das células germinativas em animais submetidos ao estresse térmico prolongado utilizando a truta arco-íris (Oncorhynchus mykiss) como modelo experimental.

Para tanto, serão feitos experimentos (1) in vivo e (2) in vitro onde serão realizadas análises morfológicas, perfil dos esteroides gonadais, análises de transcrição (qRT-PCR e ISH) de genes relacionados com o processo espermatogênico (proliferação e apoptose), e análise de metilação de DNA nas células germinativas. Além disso, (3) serão realizadas análises de desempenho reprodutivo de animais submetidos a altas temperaturas e desempenho zootécnico da prole destes animais.

 

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  Yara Aiko Tabata      IP

Levantamento de ictiofauna do lago do SESC Itaquera - SP

n° SGP 2040

A presente proposta de trabalho tem por finalidade atualizar as informações sobre a composição da fauna de peixes presentes no lago do SESC Itaquera, SP, relacionando-as com a qualidade da água. Os resultados poderão subsidiar ações para o manejo adequado deste lago, assim como gerar e difundir informações que contribuam para a sua gestão e educação ambiental.

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  Leonardo Tachibana      IP

Qualidade do pescado e produtos derivados: aspectos de regulacão e mercado

n° SGP 2016

Com a estagnação da pesca mundial na última década, a aquicultura vem ganhando espaço e se destacando como setor de produção de alimentos, tendo um papel fundamental para garantir a oferta de pescado diante da crescente demanda deste produto alimentício. Os países asiáticos e muitos dos países europeus são grandes consumidores de pescado. No Brasil, temos diferentes realidades de consumo nos distintos Estados da federação e um grande potencial de crescimento, não apenas como mercado consumidor mais também produtor de pescado. Algumas regiões do país, já tem a aquicultura estabelecida, até mesmo como principal negócio local, entretanto, os aquicultores vêm enfrentando alguns percalços com as novas regulações, necessidades de atendimento aos diferentes mercados e normas, altas taxas de impostos, baixa diversidade de produtos nacionais com mercado estabelecido, frequentes casos de fraudes no setor e oferta de produtos com qualidade duvidosa, seja pela falta de rastreabilidade, como pelas dificuldades no atendimento aos regulamentos e de manutenção da cadeia do frio. Neste contexto, frente a gama de fatores intrínsecos e extrínsecos que afetam a qualidade do pescado; há necessidade de harmonização das regulações para pescado no mercado mundial e de estabelecimento de um panorama competitivo mais salutar para o desenvolvimento sustentável da cadeia produtiva do pescado brasileito. Assim, pretende-se realizar um estudo dos parâmetros de qualidade e identidade do pescado e produtos derivados de interesse no mercado nacional, com vistas a colaborar no desenvolvimento de Regulamentos Técnicos de Identidade e Qualidade para os diferentes produtos de pescado, promovendo melhorias no sistema de fiscalização, orientação para os laboratórios de ensaio, com vistas a garantir a segurança no consumo e a isonomia de mercado.

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  Érika Fabiane Furlan      IP

Ementário 2018/2019: aquicultura, pesca e recursos hídricos.

n° SGP 2014

Através deste projeto, pretende-se realizar a compilação de ementas de atos legais, dando ênfase aos publicados pelo Estado de São Paulo no período de janeiro de 2018 a dezembro de 2019, tendo como temas: pesca, aquicultura e recursos hídricos, diretamente ligados às pesquisas desenvolvidas pelo Instituto de Pesca.

Para tanto, pesquisas serão realizadas através de consultas diárias ao Diário Oficial do Estado de São Paulo ( Governo, Secretaria de Agricultura e Abastecimento,Secretaria do Meio Ambiente e Secretaria de Saneamento e Recursos Hídricos, nos dois  cadernos do Executivo), Diário Oficial da União (Presidência da República, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços e Ministério do Meio Ambiente, nas três seções) e às páginas eletrônicas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ministério da Indústria, Comércio e Serviços, Ministério do Meio Ambiente e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais.

O ementário conterá o tipo do ato, órgão que o sancionou, número e data do mesmo.As normas serão agrupadas por assunto (aquicultura, fauna, pesca, recursos hídricos e outros), tipo da norma publicada e a data em que foi assinada. 

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  Harry Vermulm Junior      IP
  Sobre

O SGP (Sistema de Gestão de Pesquisa) foi implementado em todas as unidades APTA, para centralizar o controle de todos os projetos desenvolvidos sob sua supervisão. [Ler mais]

Endereço APTA – São Paulo

Praça Ramos de Azevedo, 254, 2º andar - República, São Paulo - SP

Fone : (11) 5067-0447 e 5067-0427

  Endereço APTA – Campinas

Avenida Barão de Itapura, 1481 - Botafogo, Campinas - SP

Fone : (19) 2137-8930