Projetos APTA no Instituto de Economia Agrícola

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Dinâmica dos territórios e agricultura familiar no Estado de São Paulo: produção, mercados e segurança alimentar e nutricional nos municípios.

n° SGP 1772

Considerando o lugar central da agricultura familiar paulista na garantia da qualidade do abastecimento e segurança alimentar e nutricional no país, tem-se por objetivo analisar e divulgar informações estratégicas sobre as recentes ações e práticas destinadas à produção, comercialização e implementação de políticas públicas ao setor. A intenção é apresentar análises sobre temáticas que envolvem a dinâmica da agricultura familiar em municípios do Estado de São Paulo. A pesquisa apresenta caráter exploratório qualitativo e referencial teórico da pesquisa participante. Almeja-se levantar informações primárias e secundárias a respeito do perfil dos sistemas técnicos de produção local, a inserção social por meio das compras institucionais e a atuação dos Conselhos municipais, em especial, o papel os Conselhos Municipais de Segurança Alimentar e Nutricional. Para a realização da síntese analítica e elaboração de artigos de divulgação, utilizar-se-á o método de triangulação, o que incluirá o cruzamento das múltiplas fontes de informações trabalhadas durante a investigação: entrevistas com informantes-chave (agricultores e gestores públicos) aliado aos dados e documentos disponíveis em bancos oficiais e públicos

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  Soraia de Fátima Ramos      IEA

PERFIL DO EMPREENDEDOR E HÁBITOS DE CONSUMO NO COMÉRCIO INFORMAL DE CAFÉ

n° SGP 1764

O ciclo recessivo pelo qual atravessa a economia brasileira gerou número recorde de desempregados. A necessidade de empreender se tornou alternativa exclusiva da grande massa das pessoas que pelo desalento deixaram de buscar uma recolocação no mercado formal de trabalho. Nos centros urbanos, particularmente na cidade de São Paulo, tornou-se cada vez mais frequente encontrar “camelôs” com suas banquinhas oferecendo café da manhã aos transeuntes. Este estudo procura caracterizar o perfil desses empreendedores informais, focalizando a distribuição do café, de outras bebidas (leite, suco de laranja), os acompanhamentos (fatias de bolo, salgados) e o hábito de consumo desses itens dos clientes que acorrem a esse serviço de alimentação durante seu deslocamento até o local de trabalho.

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  Celso Luis Rodrigues Vegro      IEA

Panorama da cadeia produtiva da pecuária de corte na região Oeste do Estado - Fase 1

n° SGP 1662

            A bovinocultura de corte é uma das principais atividades agrícolas do Estado, sendo a segunda no valor da produção agropecuária e florestal (VPA) e tendo uma ampla dispersão territorial e uma grande heterogeneidade em suas formas de exploração. A Região Oeste é principal, tradicional e reconhecida na atividade, sua porcentagem na participação no VPA é quase o dobro da Estadual.

            A respeito dessa heterogeneidade e das mudanças nas últimas décadas, como a estabilização da moeda, desenvolvimento e adoção de novas tecnologias, as concentrações nos elos de insumos e agroindústrias e com o avanço de outras culturas na região (como a cana-de-açúcar), acentuou-se a escassez de dados e informações atualizados e quando estão disponíveis são dispersos e/ou não sistematizadas, o que dificulta e/ou inviabiliza a utilização dos mesmos para geração de conhecimento.

            A riqueza gerada é medida pelo produto final, vide VPA, entretanto há produtos que são gerados e consumidos no sistema, o que causa uma distorção da relevância de cada produtor ou região produtora, e acrescida ao fator que quando a identificação das demandas – dos agentes da cadeia produtiva não é adequadamente ou simplesmente não é realiza, acarreta-se gasto desnecessários de tempo, recursos financeiros e humanos nos estudos e pesquisas realizadas. Assim determinar e caracterizar os sistemas de produção predominantes, definir os insumos e produtos do processo, identificar as relações e os fluxos de produtos torna-se relevante para definirmos o “papel” da Região na cadeia e o quão relevante no cenário Estadual e Nacional, subsidiando assim com dados e informações, contribuindo para o norteamento das políticas públicas, do planejamento e da geração/adaptação de tecnologias e conhecimentos em função das demandas dos agentes da cadeia.

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  Eder Pinatti      IEA

Levantamento de Preços no Mercado Varejista no Município de São Paulo - atualização da base de ponderação, cálculo de índices e cesta de mercado

n° SGP 1651

O levantamento de preços no mercado varejista de alimentos no município de São Paulo é realizado desde maio de 1970. Desde o início até os dias atuais o objetivo do trabalho é acompanhar a evolução dos preços de uma cesta de produtos alimentícios que possa refletir os dispêndios de uma família de padrão médio no município de São Paulo. Esta meta foi plenamente alcançada, o trabalho é reconhecido pelos usuários e suas informações (preços e índices) são frequentemente utilizadas para estudos econômicos, parâmetros de preço e variação, acompanhamento da inflação e custo de vida, entre outros. Para manter a qualidade do levantamento, são necessárias constantes revisões de base de dados de ponderação, base cadastral e atualizações metodológicas. Essa proposta de trabalho irá rever e atualizar as bases de ponderação: quantidade consumida, ajuste sazonal, ponderação regional de renda e ajuste de unidades. Também será revisto o cálculo de índices, atualmente é utilizado a metodologia de Laspeyres, será testada a metodologia de cálculo geométrico para os índices com o objetivo de captar de forma mais precisa o efeito renda nos dispêndios. Também será formatada uma nova análise de variação: cesta de mercado em valores monetários por dispêndio.

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  Vagner Azarias Martins      IEA

A inserção do Instituto de Economia Agrícola (IEA) no Processo Prospectivo do Desenvolvimento do Brasil 2035.

n° SGP 1590

Esta proposta de projeto tem por objetivo produzir informações visando inserir as contribuições do IEA no Processo Prospectivo do Desenvolvimento do Brasil 2035, conduzido pelo NAPLP/FEA/USP. Tal processo tem por objetivo identificar elementos que subsidiem a formulação de estratégias de desenvolvimento para o Brasil, tendo 2035 como horizonte temporal. Para tanto, está estruturado em metodologia prospectiva que prevê a realização de seminários, oficinas e cursos com a participação de vários atores representantes dos segmentos da nossa sociedade, dentre eles estão as atividades de pesquisa, seus profissionais e instituições, a exemplo do IEA. Nessa oportunidade o Instituto será responsável pela condução dos trabalhos relacionados a uma das 51 variáveis que compõem o processo prospectivo. Dessa forma, as atividades de pesquisa necessárias ao cumprimento das etapas previstas no processo dependem da organização e sistematização de informações, assim como de discussão, conforme propõe esse projeto.

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  Ana Victória Vieira Martins Monteiro      IEA

Turismo e Patrimônio na Microbacia do Rio das Almas

n° SGP 1561

Tese de doutorado em fase de conclusão.

O projeto tem como objetivo realizar um levantamento do patrimonio material e imaterial, envolvendo saberes e práticas locais no meio rural e periurbano na microbacia do rio das almas, que são ou possuem potencial para serem utilizados na atividade turistica regional. Tem ainda como objetivo promover um dialogo com o poder publico para elaboração de ferramentas de promoção do turismo voltado ao desenvolvimento local. 

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  Cristina Fachini      Apta Regional / IEA

Intercâmbio de dados e informações entre o IRSG e o IEA para analisar o suprimento de borracha natural no Brasil

n° SGP 1555

Este projeto consiste em uma parceria entre o Instituto de Economia Agrícola (IEA) e o Grupo Internacional de Estudo da Borracha (IRSG) e tem como objetivo a troca de informações sobre as estatísticas da cultura da seringueira e de seu produto a borracha. O IRSG produz e analisa estatísticas agrícolas da seringueira e produção de borracha natural para 36 países do mundo exceto Brasil concentrando 97% da produção mundial de borracha. Esses dados são compartilhados apenas com os membros do grupo. Nessa parceria o IEA será o fornecedor oficial dos dados do Brasil (IBGE, CONAB, Indústrias) e receberá todos os dados do IRSG.

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  Marli Dias Mascarenhas Oliveira      IEA

Estudo da interação entre o sistema agroindustrial do amendoim e da cana-de-açúcar

n° SGP 1501

O projeto de pesquisa tem por objetivo analisar a interação entre a produção de amendoim e o comportamento do sistema agroindustrial da cana-de-açúcar no Estado de São Paulo, especialmente, no que se refere às áreas de renovação de canaviais. Para tanto, toma como referência a metodologia para estudos das relações de mercado em sistemas agroindústrias, proposta pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) que destaca duas categorias de análise, as estruturas de mercado e de governança. Dessa forma, serão reunidas informações secundárias sobre produção, processamento e comercialização relacionadas ao sistema agroindustrial do amendoim e da cana-de-açúcar a fim de compor a análise das estruturas de mercado; e informações primárias e secundárias para mapear as estruturas de governança. Os resultados alcançados poderão contribuir para a melhor compreensão dos elementos de interação entre os dois sistemas agroindustriais a fim de oferecer subsídios ao planejamento da produção de amendoim e à formulação de políticas públicas.

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  Renata Martins Sampaio      IEA

Levantamento Municipal do Valor da Terra Agrícola

n° SGP 1239

A Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo por meio do Instituto de Economia Agrícola (IEA) e da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI), realiza levantamentos de preços de terras agrícolas, desde o início da década de 70 em todos municípios paulista, e as informações pesquisadas são depuradas, analisadas e geram resultados que, são agregados regionalmente e publicados na revista Anuário Estatístico e disponibilizados no sitio do IEA. Ao longo do tempo os resultados provenientes desses levantamentos além de servir para estudos e pesquisas sobre o comportamento do preço de terra, serviram também de base para: desapropriações de terras rurais realizadas pelo governo; instituições bancárias e mais recentemente os valores publicados são utilizados como de referência para a cobrança de tributos ligados à terra: Imposto de Transmissão de Causa Mortis e Doação (ITCMD) Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e Imposto Territorial Rural (ITR).

            Procurando melhorar sua base metodológica de maneira a adequar as informações provenientes desse levantamento aos seus usos, a SAA/SP realizou levantamento dos preços das terras agrícolas, em 124 municípios das regiões norte e nordeste do Estado de São Paulo, conforme descrição a seguir:

            O levantamento será subjetivo, ou seja, embasada na opinião dos informantes, tendo como referência os negócios realizados com terra nesses municípios.           

            Para cada município foram levantadas 3 (três) informações:

  1.       A primeira informação obtida junto ao técnico extensionista da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral.
  2.       A segunda informação obtida junto a um corretor de imóveis, ou empresa imobiliária.
  3.       A terceira informação obtida junto à cooperativa ou associação de produtores rurais.

O levantamento será realizado com preenchimento dos questionários eletrônicos via internet, onde cada informante receberá um nome de usuário e uma senha de acesso intransferível. O controle da digitação, armazenamento dos dados e o tratamento da informação serão realizados pelo IEA.

Cada informante preencherá questionário com os preços praticados no mercado de terra rural de seu município dentro das 6 (seis) classes de aptidão agrícola estabelecidas pela receita federal conforme a instrução normativa RFB nº 1562.

O projeto consiste na realizacao de levantamento subjetivo municipal em torno do Valor da terra agrícola paulista, em 124 municípios localizados nos entornos da regiao administrativa de Ribeirao Preto:

Os municípios que participaram desse levantamento foram os seguintes:

Aguaí, Águas da Prata, Águas de Lindóia, Altair, Altinópolis, Américo Brasiliense, Amparo, Analândia, Aramina, Araraquara,  Araras, Barretos, Barrinha, Batatais, Bebedouro, Boa Esperança do Sul, Borborema, Brodowski, Buritizal, Caconde, Cajuru, Cândido Rodrigues, Casa Branca, Cássia dos Coqueiros, Colina, Colômbia, Conchal, Corumbataí,  Cravinhos, Cristais Paulista, Descalvado, Divinolândia, Dobrada, Dourado, Dumont, Engenheiro Coelho, Espírito Santo do Pinhal, Estiva Gerbi, Fernando Prestes, Franca, Gavião Peixoto, Guaíra, Guará, Guaraci, Guariba, Guatapará, Ibaté, Ibitinga, Icém, Igarapava, Ipuã, Itapira, Itápolis, Itirapuã, Itobi, Ituverava, Jaborandi, Jaboticabal, Jardinópolis, Jeriquara, Leme, Lindóia, Luiz Antônio, Matão, Miguelópolis, Mococa, Mogi Guaçu, Mogi Mirim, Monte Alto, Monte Azul Paulista, Morro Agudo, Motuca, Nova Europa, Nuporanga, Olímpia, Orlândia, Patrocínio Paulista, Pedregulho, Pirassununga, Pirangi, Pitangueiras, Pontal, Porto Ferreira, Pradópolis, Restinga, Ribeirão Bonito, Ribeirão Corrente, Ribeirão Preto, Rifaina, Rincão, Rio Claro, Sales Oliveira, Santa Cruz da Conceição, Santa Cruz da Esperança, Santa Cruz das Palmeiras, Santa Ernestina, Santa Lúcia, Santa Rita do Passa Quatro, Santa Rosa do Viterbo, Santo Antonio da Alegria, Santo Antônio do Jardim, São Carlos, São João da Boa Vista, São Joaquim da Barra, São José da Bela Vista, São José do Rio Pardo, São Sebastião da Grama, São Simão, Serra Azul, Serra Negra, Serrana, Sertãozinho, Socorro, Tabatinga, Taiaçu, Taiúva, Tambaú, Tapiratiba, Taquaral, Taquaritinga, Terra Roxa, Trabiju, Vargem Grande do Sul, Viradouro.

A metodologia         

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  Felipe Pires de Camargo      IEA

Fatores Determinantes nas Diferenças Regionais na Contribuição do Rendimento e da Área na Produção Agrícola Paulista, 1983 a 2015.

n° SGP 1184

Este artigo procurará medir o crescimento da produtividade das principais culturas, nos 40 EDRs do Estado de São Paulo, no período 1983 a 2015. Tem por objetivo determinar as diferenças regionais de rendimento agrícola de uma mesma atividade e as contribuições das participações da produtividade da terra e da área para a produção agrícola. Tendo em vista que no período proposto o setor agropecuário passou por transformações quer pela adoção de tecnologias modernas poupadoras de terra, como também da especialização regional em determinadas atividades agrícolas conforme pode ser observado no trabalho de Olivette et al (2003) o qual estudou o crescimento da produtividade das 15 principais culturas, nas regiões administrativas do Estado de São Paulo, no período 1983 a 2002.

              A busca de geração e adoção de inovações tecnológicas é o grande mecanismo para a criação de oportunidades de crescimento do setor agropecuário a longo prazo. Dadas a inexistência de fronteiras agrícolas no Estado de São Paulo, a heterogeneidade dos solos e a consequente utilização de áreas de baixo potencial de produção, é de suma importância avaliar como ocorreu o desenvolvimento da agricultura paulista em suas diferentes regiões, sendo a produtividade das lavouras um dos indicadores existentes para aferir esse progresso tecnológico.

              Assim, o conhecimento das possíveis diferenças regionais de rendimento agrícola de uma mesma atividade e a contribuição dessa participação da produtividade no crescimento da produção é um indicador no estabelecimento das diferentes estratégias tanto no processo de geração quanto no de adoção de tecnologia para o setor rural (VEIGA FILHO e NEGRI NETO, 2002).

              O objetivo especifico deste estudo consiste em um exercício analítico sobre as tendências empíricas observáveis, nas últimas décadas, na produção agrícola paulista, em suas diversas regiões. Para tanto, serão calculadas e analisadas as contribuições da área e da produtividade da terra para a expansão ou retração da produção dos principais produtos agrícolas quanto ao valor da produção do Estado de São Paulo, dos 40 Escritórios de Desenvolvimento Rural (EDRs), no período 1983 a 2015.

As informações sobre a área e a produção agrícola no Estado de São Paulo, no período 1983 a 2015, para os 40 EDRs, serão obtidas dos levantamentos por município efetuados pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA) e Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI). Serão considerados os subperíodos de 1984-1993, 1994-2000, 2001-2009 e 2010-2015 para o cálculo da contribuição da área e rendimento para a produção agrícola.

Dada a grande diversidade das atividades agrícolas desenvolvidas no Estado, para o presente estudo, serão consideradas culturas mais representativas em valor da produção, dentre os produtos de origem vegetal, no ano agrícola 2014/15, provenientes do banco de dados do IEA.

Como as diversas regiões paulistas apresentam características variáveis entre si, para os EDRs será adotado procedimento similar ao do Estado para a escolha dos produtos vegetais, ou seja, pelo valor da produção.

A metodologia escolhida é a proposta por VERA FILHO e TOLLINI (1979), que emprega taxas de crescimento da área[1] e da produção ob­tidas de análise de regressão múltiplas, pelo método dos mínimos quadrados ordinários.

              Para produção tem-se:

 

 

e para a área

 

onde:

Pt e At representam, respectivamente, produção e área plantada no ano t.

e representam as taxas de crescimento da produção e área plantada.

Serão calculadas para cada cultura as contribuições do aumento da área (CA) e do aumento do rendimento (CR) para o aumento da produção. Assim:

 

 

              As estimativas da contribuição da expansão da área e do rendimento para o aumento da produção de lavouras do Estado serão assim obtidas:

 

 

 

onde:

CAj = contribuição da área da região j;

CAij = contribuição da área para o aumento da produção do i-ésimo produto da região j;

Pij = valor médio da produção do i-ésimo produto da região j dividido pelo valor total da produção de lavouras na região j; e

CRj = contribuição do rendimento para o aumento da produção de lavouras na região j.

              As estimativas das contribuições agregadas, por região (EDR), serão obtidas calculando-se a média ponderada a partir da CA de cada produto nas regiões, tendo por base a participação do valor da produção dos produtos em relação ao valor total da produção regional, para a safra 2014/15. No caso do Estado de São Paulo, será levado em consideração o valor total da produção estadual, para o conjunto das culturas selecionadas para o estudo.

 

[1]Para as culturas de: banana, cana-de-açúcar, laranja, limão, manga e tangerina serão consideradas as áreas em produção, no ano agrícola em questão.

 

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  Raquel Castellucci Caruso Sachs      Apta Regional / IEA

Cotações de preços de alimentos no mercado varejista no Estado de São Paulo - Piloto no município de Araçatuba.

n° SGP 1179

Propõe-se a realização de levantamento piloto das cotações de preços de cesta de gêneros alimentícios no mercado varejista na cidade de Araçatuba (polo regional). A coordenação e execução serão realizadas pela Unidade de Pesquisa e Desenvolvimento de Araçatuba – PRDTA Extremo Oeste – APTA Regional. Sua formulação se justifica perante o interesse da sociedade em compreender de forma mais precisa o mercado regional agropecuário e suas implicações no custo de vida da população urbana através do cálculo da inflação regional (índices de preços) dos alimentos no varejo. Em específico, esse experimento surge como projeto piloto a fim de gerar conhecimentos e identificar problemas para servir de base a projeto desenvolvido para o Estado todo (principais cidades polo) na busca de se responder às demandas de preços regionais referências atualmente vigentes nos programas governamentais de compra de alimentos (como o Programa Paulista da Agricultura de Interesse Social - PPAIS).

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  Silvia Antoniali do Carmo      Apta Regional / IEA

CUSTO DE PRODUÇÃO E RENTABILIDADE ECONÔMICA DA FRUTICULTURA NA REGIÃO DE MARÍLIA/SP

n° SGP 1130

Identificar e estimar o custo de produção e rentabilidade econômica da fruticultura na região de Marília.

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  Fernanda de Paiva Badiz Furlaneto      Apta Regional / IEA

Avaliação da Sustentabilidade de Sistemas de Produção da Cana-de-açúcar no Estado de São Paulo: Uma proposta metodológica e de modelo conceitual ? SustenAgro

n° SGP 1112

A sustentabilidade atualmente figura como item fundamental para conferir competitividade às cadeias agropecuárias. E quanto mais competitiva a cadeia, maiores são as barreiras não tarifárias impostas pelos competidores nacionais e internacionais. Cada vez mais clientes, consumidores, governos, legislação, comércio internacional e mídia exercem fortes pressões sobre os elos das cadeias de produção agropecuária. Para reagir a essas pressões, devem-se lançar mãos de ferramentas atualmente disponíveis como: implementação de sistemas de gestão de qualidade no campo, boas práticas agrícolas, organização das propriedades e dos elos da cadeia, busca por certificação e rastreabilidade. Essas ferramentas servem para reunir evidências de que os processos estão seguindo normas e regras compatíveis com os requisitos da sustentabilidade. Assim torna-se possível a transposição de barreiras não tarifárias e com isso o suprimento da demanda dos clientes finais, cada vez mais preocupados com a origem dos produtos que adquirem. O presente projeto tem por objetivo desenvolver uma Metodologia, intitulada Método SustenAgro, para a avaliação da sustentabilidade de sistemas de produção com grande expressividade para a agricultura nacional: a priori a cana-de-açúcar. Para testar a sua aplicabilidade para a avaliação da sustentabilidade de modo geral serão realizados testes para sua aplicação nos sistemas de produção mais representativos de cana-de-açúcar no estado de São Paulo.

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  Sérgio Alves Torquato      Apta Regional / IEA

Cadeia Produtiva de Citros de Mesa (Laranja, Limão, Tangerina); Uva (Fina e Rústica); Figo; Pêssego.

n° SGP 1089

São Paulo é o maior produtor brasileiro de frutas de mesa, além da importância econômica a fruticultura paulista assume importância social pela geração de empregos.

Os tradicionais pólos produtores de frutas do Estado têm sofrido profundas mudanças, pressionados por questões ligadas ao preço de terra, novo código florestal, alto custo de mão de obra, entre outros. Estes fatores ocasionaram migração da fruticultura para novas regiões, o que gera a hipótese de ser esta uma das principais alavancas das mudanças ocorridas na engrenagem do mercado de frutas e suas relações.

A cadeia produtiva sentiu o impacto das transformações tecnológicas não apenas no seu processo (produção, informação, logística, pós-colheita, entre outras), mas também na sociedade consumidora e seu comportamento.

Questões ligadas à comercialização são discutidas por autores como sendo gargalo para a cadeia de frutas, mas poucas são as soluções demonstradas e realmente absorvidas pelo setor. As informações disponibilizadas e a forma como é utilizada pode muitas vezes vir a ser uma problemática.

            O projeto tem como objetivo analisar o comportamento da cadeia produtiva de citros de mesa (laranja, limão, tangerina), uva de mesa (fina e rústica), pêssego e figo, sua atual distribuição espacial no Estado de São Paulo e suas tendências. Será montado um banco de informantes para as culturas alvo, um levantamento nas regiões produtoras, atacado e varejo para coleta de informações primárias e utilizadas informações secundárias disponíveis no IEA e CEAGESP, entre outras instituições.

Espera-se com o presente projeto elaborar um banco de informantes para as culturas alvo do projeto, avaliar o sistema de informação disponível pelo IEA para tal setor e a análise do setor frente as mudanças ocorridas no mercado de frutas e suas relações. Também as alterações resultantes das transformações tecnológicas e de consumo de frutas devem ser analisadas.

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  Priscilla Rocha Silva Fagundes      IEA

CURSOS DE EXTENSÃO IEA

n° SGP 1005
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  Geni Satiko Sato      IEA

IDENTIFICAÇÃO DE PRODUTOS RURAIS POTENCIAIS PARA INDICAÇÃO GEOGRÁFICA NO ESTADO DE SÃO PAULO

n° SGP 1004

Esta pesquisa tem como objetivo identificar produtos rurais potenciais para a indicação geográfica no Estado de São Paulo e elaborar um manual ou cartilha sobre Indicações Geográficas com informações de procedimentos que auxiliem os produtores para uma tomada de ação

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  Geni Satiko Sato      IEA

Análise do Valor da Produção Agropecuária no Estado de São Paulo, 2015 a 2017

n° SGP 1003

~~A pesquisa visa atender a demandas sistemáticas de instituições públicas e privadas por informações oficiais sobre o valor da produção da agricultura, da pecuária, da silvicultura e da pesca, no Estado de São Paulo, de acordo com a disposição da Lei Agrícola vigente no País. Especificamente, procura-se aprimorar os sistemas de levantamenrto de dados básicos de produção e preços e incluir novos itens na lista dos produtos, cujos valores são calculados. Pretende-se desagregar o valor total do Estado por região (Escritório de Desenvolvimento Rural – EDR e Região Administrativa – RA). Serão feitas análises da conjuntura das safras e dos mercados dos principais produtos isoladamente e em agrupamentos, visando identificar as causas das variações das duas fontes de crescimento do valor da produção agropecuária (quantidades e preços). 
    

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  José Roberto da Silva      IEA

EMBRIÕES DE SISTEMAS LOCAIS DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA: MAPEAMENTO, CARACTERIZAÇÃO E A INTERAÇÃO ENTRE AS FONTES DE INOVAÇÃO

n° SGP 792

Esta proposta objetiva estudar a distribuição e concentração da produção agrícola no Estado de São Paulo, com ênfase para a região Oeste, identificar aglomerações produtivas, delimitá-las geograficamente, e classificá-las em função de sua relevância regional e setorial. Apoiado por fontes primárias e secundárias, serão investigadas as vantagens comparativas que propiciaram o surgimento de “embriões de sistemas locais de produção” em regiões de menor desenvolvimento econômico, assim como o papel, atuação e relação entre atores do aparato institucional de CT&I e agentes de produção agrícola para observar a ocorrência de interação entre essas fontes de inovação. Para tanto, a especialização e a concentração da produção agrícola nas microrregiões serão avaliadas, respectivamente, por meio do cálculo do Quociente Locacional (QL) e do Gini Locacional (GL) de produtos agrícolas utilizando-se variáveis relacionadas ao valor da produção nas 65 microrregiões do estado, sendo os resultados classificados em tipologia adaptada de estudos em economia industrial para identificação de Embriões de Sistemas Locais de Produção Agrícola. A caracterização desses sistemas, será realizada mediante levantamentos sobre a estrutura de produção e CT&I agrícola a partir de consulta a dados secundários, realização de 18 entrevistas, e aplicação de 180 questionários estruturados em 03 microrregiões geográficas localizadas no oeste e extremo oeste do estado. A análise dos resultados será realizada com a utilização de técnicas descritivas, de estatística multivariada, e de análise qualitativa.

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  Ricardo Firetti      Apta Regional / IEA

Mercado de cerveja artesanal em Presidente Prudente: caracterização de produtos, concorrência, preferências e percepção de consumidores

n° SGP 791

Esta proposta de pesquisa tem a finalidade de subsidiar com informações estratégicas a tomada de decisões de novos empreendedores do segmento de bebidas diferenciadas, ênfase às cervejas especiais e artesanais, quanto a aspectos fabris e mercadológicos. Para tanto, dois tipos de cerveja artesanal serão caracterizados comparativamente a produtos comerciais utilizando parâmetros físicos e químicos específicos, e, posteriormente, submetidos à análise sensorial por um grupo de provadores não especializados, mas com hábito de consumo de cervejas. Paralelamente, serão avaliados itens do composto mercadológico (produto, preço, ponto, promoção) de concorrentes comercializados no município de Presidente Prudente; e identificadas as opiniões de consumidores utilizando levantamento de dados originais e técnicas de preferência declarada. Colaboram com esta pesquisa: Caio Russo Dutra Rodrigues (FC Brew); Ana Lúcia Luz Alberti (PRDTA-AS/DDD-APTA); Marilice Zundt (FACAPP-UNOESTE); José Luiz de Lima Astolphi (FACAPP-UNOESTE); Edval Pereira dos Santos (PRDTA-AS/DDD-APTA); Edson Pereira (PRDTA-AS/DDD-APTA).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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  Ricardo Firetti      Apta Regional / IEA

RENTABILIDADE ECONÔMICA E DISPÊNDIOS ENERGÉTICOS NOS SISTEMAS DE CAFÉ CONVENCIONAL E IRRIGADO EM TRÊS MUNICÍPIOS NA REGIÃO DE MARÍLIA, SÃO PAULO

n° SGP 676

O objetivo deste trabalho é avaliar o benefício econômico e os dispêndios energético do cultivo de café, comparando os sistemas de café convencional e irrigado. Para o desenvolvimento do estudo, os sistemas produtivos foram delineados a partir de dados informados por uma amostra de produtores, para elaboração de uma matriz de coeficientes técnicos médios. A metodologia utilizada para a estimativa do custo operacional de produção é a do Instituto de Economia Agrícola (IEA) e foram avaliados três indicadores de rentabilidade. Na análise energética foram estudadas e quantificadas de todas as operações realizadas, juntamente com suas exigências físicas, classificando-as em seus respectivos fluxos, a partir da definição das entradas e saídas de energia, traduzindo-as em equivalentes energéticos e determinando, assim, a matriz energética dos dois sistemas de produção de café. Os resultados da produtividade apontam que o café em sistema irrigado produz 10,4 sacos de 60 kg a mais que o café convencional. O custo operacional efetivo (COE) no sistema irrigado é maior no sistema convencional. Na composição do custo observa-se que no sistema de café convencional os maiores gastos foram com adubos no item insumos e no sistema irrigado os maiores dispêndios foram com máquinas e equipamentos principalmente com a colheita, nos anos de 2013, 2014 e 2015. Os lucros operacionais nos anos de 2012, 2013 e 2015 foram positivos, sendo que o índice de lucratividade para o café convencional em 2015 foi de 44,8% e para o sistema irrigado em 49,7%. No ano de 2014, os índices de lucratividade foram negativos para o sistema de produção de café irrigado - 8,6% e para o sistema de café convencional foi de -13,9%. Os resultados energéticos mostram que na estrutura de dispêndios energéticos por tipo, fonte e origem, tem-se que a energia indireta participou com mais de 66%, sendo os adubos os dispêndios mais altos. O indicador de eficiência energética, nos dois sistemas de produção, apresenta um valor médio de 4,16 para café convencional e de 3,26 para o café irrigado. Esse valor indica que a relação entre a somatória das energias totais e a somatória das “entradas” de energia não renováveis são positivas. Vê-se, portanto, que o consumo de energia direta de origem fóssil é significativo nos dois sistemas de produção. O balanço energético, que mostra a diferença entre as energias totais e “entradas” de energias não renováveis, foi positivo nos dois sistemas produtivos, em média de 25.258,55 MJ ha-1 para o café convencional e 26.712,94 MJ ha-1 para o café irrigado. 

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  PATRICIA HELENA NOGUEIRA TURCO      Apta Regional / IEA

Atualização dos sistemas de produção e do custo de produção de cana-de-açúcar dos fornecedores do Estado de São Paulo - fase 3

n° SGP 520

A análise econômica de qualquer atividade produtiva serve de balizamento e orientação, no sentido de permitir ao produtor e demais agentes envolvidos informações importantes no processo de tomada de decisão. Contribui, ademais, para norteamento na concepção e elaboração de políticas públicas destinadas ao setor.        Destacam-se, na análise econômica, estudos que permitem estimar os custos de produção e a rentabilidade de sistemas produtivos, especialmente aqueles que têm importância social, econômica e ambiental. Nesse contexto insere-se a cultura de cana-de-açúcar e nesse sentido, o objetivo do projeto é de acompanhar os sistemas de produção da cultura de cana-de-açúcar no Estado de São Paulo em nível de fornecedores. Pretende-se manter atualizadas as matrizes de coeficientes técnicos e de exigências físicas de fatores de produção levantadas pelo IEA em 2009 e em 2011 em parceria com a Orplana e estimar os custos de produção para os diferentes sistemas de produção nas regiões produtoras do estado. Deverão ser realizadas reuniões com técnicos e fornecedores nas regiões pré-determinadas quando da realização do primeiro levantamento em 2009 e do segundo levantamento em 2011, serão avaliadas as operações realizadas, coeficiente técnicos, sistemas de produção e equipamentos utilizados através da metodologia de levantamento de coeficientes técnicos utilizado pelo IEA junto aos produtores fornecedores. Os dados obtidos servirão para atualização do banco de dados obtidos em levantamento anterior e reavaliar e elencar novas técnicas e sistemas, além de avaliar a representatividade das regiões pré-estabelecidas. 

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  Marli Dias Mascarenhas Oliveira      IEA

Dinâmica sócio-econômica do segmento sucroenérgetico

n° SGP 488

O valor da produção da cana-de-açúcar evidencia a liderança paulista na produção da cultura. De acordo com Tsunechiro, et al. (2013), do valor total da produção agropecuária paulista em 2013, a cana-de-açúcar correspondeu a 45,5%  (26 bilhões de reais).

Em trabalho realizado em 2010 por Olivette, Nachiluk e Francisco, ao comparar os dados de 1995/1996 e 2007/2008 do LUPA (Levantamento das Unidades de Produção Agrícola), verificou-se que nesse período a cultura expandiu 101% no Estado. 

Atrelados ao crescimento nos últimos anos, as questões ambientais e a legislação trabalhista permearam a discussão da produção canavieira e tem acelerado as mudanças no panorama da cultura no estado.

Neste sentido, o propósito do projeto é o de desenvolver e complementar habilidades na equipe através de um processo permanente de capacitação e discussão sobre a cadeia produtiva da cana-de-açúcar como forma de gerar produtos e serviços que permitam o desenvolvimento setorial com sustentabilidade social, econômica e ambiental.

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  Katia Nachiluk      IEA
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