Projetos APTA no Instituto de Economia Agrícola

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Experiência Paulista em ILP: Um estudo de caso em Guaíra

n° SGP 2146

Os sistemas integrados de produção, contidos na denominada Integração-Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), têm sido difundidos e adotados nas diversas regiões brasileiras, inclusive no estado de São Paulo. No entanto, apesar dos esforços de análise dos resultados obtidos a partir de projetos em andamento, estes sistemas ainda carecem de um esforço maior de análise no aspecto econômico, sem descartar o ambiental e o social, que demonstrem sua viabilidade econômica, sem a qual fica dificultada sua adoção pelos agropecuaristas.

Nesse sentido, esse projeto visa analisar os resultados, especialmente econômicos, do sistema Integração-Lavoura-Pecuária (ILP) adotado por uma propriedade paulista desde a safra 2002/2003 e que, de acordo com os relatos do responsável técnico e dos proprietários, têm sido alvissareiros. Foi relatada a existência de diversos benefícios - de natureza agronômica, econômica, ecológica e social, quais sejam: redução da compactação do solo, maior controle da erosão, redução dos níveis de assoreamento e contaminação dos cursos d’agua, melhoria das propriedades físicas químicas e biológicas do solo, maior produção de forragem na seca, aumento da produtividade das pastagens, redução do custo de implantação das pastagens, aumento de palha e matéria orgânica no solo, quebra dos ciclos de pragas, doenças e plantas daninhas, resultando na diversificação das atividades com maior produção de grãos e carne na mesma área.  

A propriedade está localizada em uma importante região produtora de grãos e pecuária bovina do estado de São Paulo, que conta com infraestrutura de armazenagem, de comercialização e abate de bovinos reunindo, assim, condições favoráveis de expansão regional desse sistema.

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  Terezinha Joyce Fernandes Franca      IEA

Análise do Valor da Produção Agropecuária no Estado de São Paulo, 2018 a 2020.

n° SGP 2142

A pesquisa visa suprir de uma estrutura de levantamento, processamento, avaliação e divulgação de dados sobre o valor da produção agropecuária do Estado de São Paulo objetivando calcular a magnitude da renda gerada pela agropecuária para subsidiar análises de desempenho desse setor da economia. O valor da produção agropecuária e sua evolução constituem-se em parâmetros fundamentais para se proceder a análises de desempenho econômico do estado, de municípios e regiões. A alimentação de um banco de dados com esses parâmetros permite que se façam análises sobre o dinamismo da agropecuária, verificando as alterações que ocorrem nas atividades produtivas, quanto a posição dos diversos produtos no ranking do valor da produção bem como as variações geográficas, as intensidades das variações e em que direção estão ocorrendo, o que permite um acompanhamento sistemático com maior acuidade.

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  José Roberto da Silva      IEA

A PRODUÇÃO E O MERCADO DE HORTALIÇAS EM SÃO PAULO: Estacionalidade e uso da água na irrigação

n° SGP 2126

O consórcio IEA-CATI da SAA realiza 5 levantamentos estatísticos para previsão de safras agrícolas no Estado de São Paulo. Propõe-se que a cada levantamento (fevereiro, abril, junho, setembro e novembro) realizar a tabulação das estatísticas da produção por regiões do estado (EDR) e comparar a evolução da área e produção durante o ano, indicando as culturas que mais utilizam água na irrigação com avaliação nas estações e se há excesso de chuva ou seca. Ao final do ano (novembro) será elaborado planilha com 60 espécies cultivadas que serão divulgadas junto aos órgãos da SAA, CATI, IBGE, EMBRAPA. O ranking das 60 espécies será baseado no lupa 2016/2017.

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  Waldemar Pires de Camargo Filho      IEA

Preços Correntes - Preço de Terras Agrícolas e Trabalho Rural

n° SGP 2119

O projeto “Preços correntes” ocorre desde 1969, englobando os levantamentos referentes aos valores de terra agrícola e ao trabalho rural. A proposta diz respeito à dois projetos subjacentes, o primeiro referente ao trabalho rural, e seus respectivos levantamentos (Salários rurais, Pagamento de empreita e Quantidade colhida), e o segundo referente ao Valor da terra agrícola e seus levantamentos (Valor de Terra Nua, Imóveis Rurais com benfeitorias, Arrendamento pagamento em dinheiro e Aluguel de Pasto). Essa proposta visa coordenar as ações integradas entre esses levantamentos, ou seja, analisar e propor alterações na metodologia de levantamento, pesquisar a aderência das perguntas elaboradas há mais de 30 anos, se for o caso, propor a substituição dessas perguntas por outras mais aderentes ao cenário atual. Além disso, elaborar e realizar treinamentos aos informantes do projeto e propor alterações nas formas de publicação das informações.

            Assim, a proposta visa o melhoramento do funcionamento dos levantamentos estatísticos ligados aos valores da terra e ao trabalho rural, procurando oferecer à sociedade civil estatísticas de qualidade, fundamentais na programação de médio e longo prazo das atividades agrícolas.

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  Felipe Pires de Camargo      IEA

Análise da sustentabilidade de pequenos fruticultores no Circuito das Frutas, estado de São Paulo.

n° SGP 2022

Como parte integrante do projeto Geotecnologias para incrementar a competitividade e a sustentabilidade da agricultura familiar no Circuito das Frutas (SP), coordenado pelo pesquisador Dr. Ivan André Alvarez, da Embrapa Monitoramento por Satélite, propõe-se aqui a consolidação e das estatísticas oficias existentes sobre produção e comercialização de frutas cultivadas nos municípios que compõem o Circuito Paulista das Frutas, as quais servirão de instrumentos para caracterizar e analisar os arranjos produtivos locais. Dados primários, de natureza qualitativa e quantitativa, também serão levantados para compor indicadores sociais, econômicos e ambientais que servirão de base para implementar tanto a certificação das frutas quanto novas geotecnologias.

As frutas priorizadas nesse trabalho são: figo, caqui, uva, tangerina, pêssego, goiaba, manga e maracujá.

O Circuito das Frutas Paulista compreende os seguintes municípios: Atibaia, Indaiatuba, Itatiba. Itupeva, Janiru, Jundiaí, Louveira. Morungaba, Valinhos e Vinhedo.

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  Carlos Eduardo Fredo      IEA

Análise da Oferta e Demanda de Milho em São Paulo e no Brasil, 2018 a 2020

n° SGP 2017

Este trabalho visa melhorar as informações do mercado de milho, com análises de dados a divulgação de resultados de estudos e pesquisas sobre produção, consumo, exportação e preços do cereal, levantados e discutidos com os segmentos da cadeia de produção do grão no Estado de São Paulo. Serão realizadas análises do mercado, dos sistemas de produção e discussão das relações de preços entre segmentos da cadeia produtiva, com objetivo dar a dinâmica de mercado de milho.

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  Maximiliano Miura      IEA

Elaboração de custo de produção e análise de resultado econômico da produção de borracha nas regiões do estado do Tocantins

n° SGP 1963

De acordo com a Secretaria do Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária (Seagro) no estado do Tocantins existem mais de 131 mil hectares (ha) de florestas plantadas, localizadas principalmente nas regiões do Bico do Papagaio, Meio Norte, Sudeste, Sul e Jalapão. A espécie mais plantada comercialmente é o eucalipto, com uma área superior a 120 mil ha, mas o grande destaque da atividade é a cultura da seringueira que foi a que mais cresceu nos últimos anos em área no Estado, saiu de 1.372 ha, em 2009, para 5.108 ha, em 2014. Um crescimento de quase quatro vezes da área.

O objetivo desse projeto é o de traçar um perfil sócio econômico dos produtores de borracha e realizar um levantamento de campo para elaboração estimativas de custo de implantação, formação e produção de seringueira e realizar uma análise de resultados econômicos em função desses custos de produção, preços recebidos pelos produtores e diferentes níveis de produtividade nos diferentes sistemas de produção identificados nas regiões produtoras.

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  Marli Dias Mascarenhas Oliveira      IEA

A PRODUÇÃO E O MERCADO DE HORTALIÇAS EM SÃO PAULO: Estacionalidade e uso da água na irrigação

n° SGP 1950

O consórcio IEA-CATI da SAA realiza 5 levantamentos estatísticos para previsão de safras. Propõe-se que a cada levantamento (fevereiro, abril, junho, setembro e novembro) realizar a tabulação das estatísticas da produção por regiões do estado (EDR) e comparar a evolução da área e produção durante o ano, indicando as culturas que mais utilizam água na irrigação com avaliação nas estações e se há excesso de chuva ou seca. Ao final do ano (novembro) será elaborado planilha com 54 espécies cultivadas que serão divulgadas junto aos órgãos da SAA, CATI, IBGE, EMBRAPA.

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  Waldemar Pires de Camargo Filho      IEA

Articulação e organização de estratégias e ações de extensão do IEA

n° SGP 1927

Esse projeto-atividade tem por objetivo estruturar e disponibilizar a oferta de mecanismos de promoção das atividades de extensão do Instituto de Economia Agrícola (IEA), visando a maior interação com a sociedade, especialmente, para a formação de pessoas. Dessa forma, serão organizados e minstrados cursos de curta duração, de conteúdo teórico conceitual e aplicado, relacionado à agricultura. Para tanto, a elaboração dos cursos toma como base a organização dos cursos por meio de módulos, sendo, preferencialmente, inclusos conteúdos teóricos e conceituais no módulo inicial e na sequencia os módulos destinados às aulas práticas. A edição de cursos junto às dependências do IEA soma-se aos outros mecanismos de transferência do conhecimento mantidos e em estruturação pela Instituição, a exemplo, das parcerias com organizações de ensino e pesquisa, certificadoras, cooperativas e associações, visando a construção de ações conjuntas voltadas à capacitação, pesquisa e compartilhamento de infraestrutura, tecnologias e instrumentos tecnico-científicos. 

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  Renata Martins Sampaio      IEA

Estruturas e dimensões do agronegócio no PIB Paulista e seus recortes regionais

n° SGP 1864

O Instituto de Economia Agrícola (IEA) e a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (SEADE) se propõem a construir e calcular o Produto Interno Bruto (PIB), integrado ao Sistema de Contas Regionais, sobre o agronegócio no Estado de São Paulo.  Os resultados alcançados serão passíveis de comparação e o intervalo de apresentação de resultados e de análise mais curtos, pois a dinâmica econômica de setores e de regiões exige essas ações. A proposta metodológica para o cálculo do PIB do agronegócio paulista tem como referência as normas e conceitos utilizados pelo IBGE e órgãos estaduais de estatística, nos cálculos das contas nacionais e regionais.

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  Denise Viani Caser      IEA

Dinâmica dos territórios e agricultura familiar no Estado de São Paulo: produção, mercados e segurança alimentar e nutricional nos municípios.

n° SGP 1772

Considerando o lugar central da agricultura familiar paulista na garantia da qualidade do abastecimento e segurança alimentar e nutricional no país, tem-se por objetivo analisar e divulgar informações estratégicas sobre as recentes ações e práticas destinadas à produção, comercialização e implementação de políticas públicas ao setor. A intenção é apresentar análises sobre temáticas que envolvem a dinâmica da agricultura familiar em municípios do Estado de São Paulo. A pesquisa apresenta caráter exploratório qualitativo e referencial teórico da pesquisa participante. Almeja-se levantar informações primárias e secundárias a respeito do perfil dos sistemas técnicos de produção local, a inserção social por meio das compras institucionais e a atuação dos Conselhos municipais, em especial, o papel os Conselhos Municipais de Segurança Alimentar e Nutricional. Para a realização da síntese analítica e elaboração de artigos de divulgação, utilizar-se-á o método de triangulação, o que incluirá o cruzamento das múltiplas fontes de informações trabalhadas durante a investigação: entrevistas com informantes-chave (agricultores e gestores públicos) aliado aos dados e documentos disponíveis em bancos oficiais e públicos

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  Soraia de Fátima Ramos      IEA

PERFIL DO EMPREENDEDOR E HÁBITOS DE CONSUMO NO COMÉRCIO INFORMAL DE CAFÉ

n° SGP 1764

O ciclo recessivo pelo qual atravessa a economia brasileira gerou número recorde de desempregados. A necessidade de empreender se tornou alternativa exclusiva da grande massa das pessoas que pelo desalento deixaram de buscar uma recolocação no mercado formal de trabalho. Nos centros urbanos, particularmente na cidade de São Paulo, tornou-se cada vez mais frequente encontrar “camelôs” com suas banquinhas oferecendo café da manhã aos transeuntes. Este estudo procura caracterizar o perfil desses empreendedores informais, focalizando a distribuição do café, de outras bebidas (leite, suco de laranja), os acompanhamentos (fatias de bolo, salgados) e o hábito de consumo desses itens dos clientes que acorrem a esse serviço de alimentação durante seu deslocamento até o local de trabalho.

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  Celso Luis Rodrigues Vegro      IEA

Panorama da cadeia produtiva da pecuária de corte na região Oeste do Estado - Fase 1

n° SGP 1662

            A bovinocultura de corte é uma das principais atividades agrícolas do Estado, sendo a segunda no valor da produção agropecuária e florestal (VPA) e tendo uma ampla dispersão territorial e uma grande heterogeneidade em suas formas de exploração. A Região Oeste é principal, tradicional e reconhecida na atividade, sua porcentagem na participação no VPA é quase o dobro da Estadual.

            A respeito dessa heterogeneidade e das mudanças nas últimas décadas, como a estabilização da moeda, desenvolvimento e adoção de novas tecnologias, as concentrações nos elos de insumos e agroindústrias e com o avanço de outras culturas na região (como a cana-de-açúcar), acentuou-se a escassez de dados e informações atualizados e quando estão disponíveis são dispersos e/ou não sistematizadas, o que dificulta e/ou inviabiliza a utilização dos mesmos para geração de conhecimento.

            A riqueza gerada é medida pelo produto final, vide VPA, entretanto há produtos que são gerados e consumidos no sistema, o que causa uma distorção da relevância de cada produtor ou região produtora, e acrescida ao fator que quando a identificação das demandas – dos agentes da cadeia produtiva não é adequadamente ou simplesmente não é realiza, acarreta-se gasto desnecessários de tempo, recursos financeiros e humanos nos estudos e pesquisas realizadas. Assim determinar e caracterizar os sistemas de produção predominantes, definir os insumos e produtos do processo, identificar as relações e os fluxos de produtos torna-se relevante para definirmos o “papel” da Região na cadeia e o quão relevante no cenário Estadual e Nacional, subsidiando assim com dados e informações, contribuindo para o norteamento das políticas públicas, do planejamento e da geração/adaptação de tecnologias e conhecimentos em função das demandas dos agentes da cadeia.

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  Eder Pinatti      IEA

Levantamento de Preços no Mercado Varejista no Município de São Paulo - atualização da base de ponderação, cálculo de índices e cesta de mercado

n° SGP 1651

O levantamento de preços no mercado varejista de alimentos no município de São Paulo é realizado desde maio de 1970. Desde o início até os dias atuais o objetivo do trabalho é acompanhar a evolução dos preços de uma cesta de produtos alimentícios que possa refletir os dispêndios de uma família de padrão médio no município de São Paulo. Esta meta foi plenamente alcançada, o trabalho é reconhecido pelos usuários e suas informações (preços e índices) são frequentemente utilizadas para estudos econômicos, parâmetros de preço e variação, acompanhamento da inflação e custo de vida, entre outros. Para manter a qualidade do levantamento, são necessárias constantes revisões de base de dados de ponderação, base cadastral e atualizações metodológicas. Essa proposta de trabalho irá rever e atualizar as bases de ponderação: quantidade consumida, ajuste sazonal, ponderação regional de renda e ajuste de unidades. Também será revisto o cálculo de índices, atualmente é utilizado a metodologia de Laspeyres, será testada a metodologia de cálculo geométrico para os índices com o objetivo de captar de forma mais precisa o efeito renda nos dispêndios. Também será formatada uma nova análise de variação: cesta de mercado em valores monetários por dispêndio.

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  Vagner Azarias Martins      IEA

A inserção do Instituto de Economia Agrícola (IEA) no Processo Prospectivo do Desenvolvimento do Brasil 2035.

n° SGP 1590

Esta proposta de projeto tem por objetivo produzir informações visando inserir as contribuições do IEA no Processo Prospectivo do Desenvolvimento do Brasil 2035, conduzido pelo NAPLP/FEA/USP. Tal processo tem por objetivo identificar elementos que subsidiem a formulação de estratégias de desenvolvimento para o Brasil, tendo 2035 como horizonte temporal. Para tanto, está estruturado em metodologia prospectiva que prevê a realização de seminários, oficinas e cursos com a participação de vários atores representantes dos segmentos da nossa sociedade, dentre eles estão as atividades de pesquisa, seus profissionais e instituições, a exemplo do IEA. Nessa oportunidade o Instituto será responsável pela condução dos trabalhos relacionados a uma das 51 variáveis que compõem o processo prospectivo. Dessa forma, as atividades de pesquisa necessárias ao cumprimento das etapas previstas no processo dependem da organização e sistematização de informações, assim como de discussão, conforme propõe esse projeto.

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  Ana Victória Vieira Martins Monteiro      IEA

Estudo da interação entre o sistema agroindustrial do amendoim e da cana-de-açúcar

n° SGP 1501

O projeto de pesquisa tem por objetivo analisar a interação entre a produção de amendoim e o comportamento do sistema agroindustrial da cana-de-açúcar no Estado de São Paulo, especialmente, no que se refere às áreas de renovação de canaviais. Para tanto, toma como referência a metodologia para estudos das relações de mercado em sistemas agroindústrias, proposta pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) que destaca duas categorias de análise, as estruturas de mercado e de governança. Dessa forma, serão reunidas informações secundárias sobre produção, processamento e comercialização relacionadas ao sistema agroindustrial do amendoim e da cana-de-açúcar a fim de compor a análise das estruturas de mercado; e informações primárias e secundárias para mapear as estruturas de governança. Os resultados alcançados poderão contribuir para a melhor compreensão dos elementos de interação entre os dois sistemas agroindustriais a fim de oferecer subsídios ao planejamento da produção de amendoim e à formulação de políticas públicas.

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  Renata Martins Sampaio      IEA

Fatores Determinantes nas Diferenças Regionais na Contribuição do Rendimento e da Área na Produção Agrícola Paulista, 1983 a 2015.

n° SGP 1184

Este artigo procurará medir o crescimento da produtividade das principais culturas, nos 40 EDRs do Estado de São Paulo, no período 1983 a 2015. Tem por objetivo determinar as diferenças regionais de rendimento agrícola de uma mesma atividade e as contribuições das participações da produtividade da terra e da área para a produção agrícola. Tendo em vista que no período proposto o setor agropecuário passou por transformações quer pela adoção de tecnologias modernas poupadoras de terra, como também da especialização regional em determinadas atividades agrícolas conforme pode ser observado no trabalho de Olivette et al (2003) o qual estudou o crescimento da produtividade das 15 principais culturas, nas regiões administrativas do Estado de São Paulo, no período 1983 a 2002.

              A busca de geração e adoção de inovações tecnológicas é o grande mecanismo para a criação de oportunidades de crescimento do setor agropecuário a longo prazo. Dadas a inexistência de fronteiras agrícolas no Estado de São Paulo, a heterogeneidade dos solos e a consequente utilização de áreas de baixo potencial de produção, é de suma importância avaliar como ocorreu o desenvolvimento da agricultura paulista em suas diferentes regiões, sendo a produtividade das lavouras um dos indicadores existentes para aferir esse progresso tecnológico.

              Assim, o conhecimento das possíveis diferenças regionais de rendimento agrícola de uma mesma atividade e a contribuição dessa participação da produtividade no crescimento da produção é um indicador no estabelecimento das diferentes estratégias tanto no processo de geração quanto no de adoção de tecnologia para o setor rural (VEIGA FILHO e NEGRI NETO, 2002).

              O objetivo especifico deste estudo consiste em um exercício analítico sobre as tendências empíricas observáveis, nas últimas décadas, na produção agrícola paulista, em suas diversas regiões. Para tanto, serão calculadas e analisadas as contribuições da área e da produtividade da terra para a expansão ou retração da produção dos principais produtos agrícolas quanto ao valor da produção do Estado de São Paulo, dos 40 Escritórios de Desenvolvimento Rural (EDRs), no período 1983 a 2015.

As informações sobre a área e a produção agrícola no Estado de São Paulo, no período 1983 a 2015, para os 40 EDRs, serão obtidas dos levantamentos por município efetuados pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA) e Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI). Serão considerados os subperíodos de 1984-1993, 1994-2000, 2001-2009 e 2010-2015 para o cálculo da contribuição da área e rendimento para a produção agrícola.

Dada a grande diversidade das atividades agrícolas desenvolvidas no Estado, para o presente estudo, serão consideradas culturas mais representativas em valor da produção, dentre os produtos de origem vegetal, no ano agrícola 2014/15, provenientes do banco de dados do IEA.

Como as diversas regiões paulistas apresentam características variáveis entre si, para os EDRs será adotado procedimento similar ao do Estado para a escolha dos produtos vegetais, ou seja, pelo valor da produção.

A metodologia escolhida é a proposta por VERA FILHO e TOLLINI (1979), que emprega taxas de crescimento da área[1] e da produção ob­tidas de análise de regressão múltiplas, pelo método dos mínimos quadrados ordinários.

              Para produção tem-se:

 

 

e para a área

 

onde:

Pt e At representam, respectivamente, produção e área plantada no ano t.

e representam as taxas de crescimento da produção e área plantada.

Serão calculadas para cada cultura as contribuições do aumento da área (CA) e do aumento do rendimento (CR) para o aumento da produção. Assim:

 

 

              As estimativas da contribuição da expansão da área e do rendimento para o aumento da produção de lavouras do Estado serão assim obtidas:

 

 

 

onde:

CAj = contribuição da área da região j;

CAij = contribuição da área para o aumento da produção do i-ésimo produto da região j;

Pij = valor médio da produção do i-ésimo produto da região j dividido pelo valor total da produção de lavouras na região j; e

CRj = contribuição do rendimento para o aumento da produção de lavouras na região j.

              As estimativas das contribuições agregadas, por região (EDR), serão obtidas calculando-se a média ponderada a partir da CA de cada produto nas regiões, tendo por base a participação do valor da produção dos produtos em relação ao valor total da produção regional, para a safra 2014/15. No caso do Estado de São Paulo, será levado em consideração o valor total da produção estadual, para o conjunto das culturas selecionadas para o estudo.

 

[1]Para as culturas de: banana, cana-de-açúcar, laranja, limão, manga e tangerina serão consideradas as áreas em produção, no ano agrícola em questão.

 

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  Raquel Castellucci Caruso Sachs      Apta Regional / IEA

ECOAGRICULTURAS - Cultivando Águas e Boas Práticas no Litoral Norte

n° SGP 1153

O Projeto “Ecoagriculturas – cultivando águas e boas práticas do litoral norte” tem a duração de 24 meses e está localizado na UGRHI 03 – Litoral Norte, nos municípios de Ubatuba, Caraguatatuba, São Sebastião e Ilhabela, Corredor de Biodiversidade da Serra do Mar, visando “integrar as ações e experiências em agroecologia na UGRHI-LN 03, com objetivos específicos de desenvolver estratégias de boas práticas de manejo das atividades agropecuárias para aproveitamento racional e proteção dos recursos hídricos”.  Os principais 200 beneficiários diretos são agricultores, proprietários rurais, gestores e técnicos dos órgãos públicos e membros de colegiados e da sociedade civil atuantes na temática.

A proposta foi elaborada de forma democrática e participativa por representantes do GT Agroecologia do CBHLN, da Rede de Sementes do Litoral Norte e membros da sociedade civil, engajados em construir e fortalecer um trabalho regional e coletivo de boas práticas de agroecologia; redirecionando as práticas de agricultura tradicional para evitar o uso intensivo de agrotóxicos e manejo inadequado do solo e dos recursos hídricos. A melhor ecoeficiência das unidades produtivas rurais do litoral norte ajudará a restaurar a condição ambiental das propriedades e, dessa forma, a proteção dos recursos hídricos, além de promover a segurança alimentar e a geração de renda local. 

Como estratégia para alcançar os resultados esperados, foi desenhado um fluxograma sequencial de ações que propiciem a gestão e construção participativa do início ao fim, impactando também na capacitação contínua e permanente dos envolvidos durante o processo; bem como no fortalecimento coletivo e a mobilização dos envolvidos para o compartilhamento de boas práticas, as quais potencializam as metas do Plano de Bacia e áreas afins.

Os principais produtos e benefícios são: 01 análise situacional participativa de boas práticas existentes na região (vide descritivo no documento como “Boas Práticas Agrícolas/Agropecuárias - BPA”), como um marco zero para atuais e futuras ações de planejamento, o qual também norteará 01 Plano de Trabalho Participativo para o percurso do projeto e sugestões de conteúdos para 06 Encontros de Fortalecimento Regional e 04 Capacitações Temáticas com intercâmbios (vivências práticas) entre os proprietários e municípios. Além de melhorar a qualidade da capacidade técnica dos agricultores e demais beneficiários, o envolvimento direto dos beneficiados torna viável a elaboração de Planejamento Integral de 20 Propriedades/posse e a escolha e implantação prática de pelo menos 04 unidades de adaptação tecnológica de práticas visando a transição agroecológica para o aumento da ecoeficiência de unidades produtivas da zona rural. De acordo com as demandas levantadas no Planejamento Integral das propriedades serão escolhidas práticas para melhorar a gestão da unidade, além de estratégias para conservação e proteção da biodiversidade, do solo e da água. As unidades de adaptação tecnológica serão acompanhadas para evoluírem e se tornarem uma referência para a difusão de práticas que facilitem a transição agroecológica na região.

Para as estratégias de comunicação integrada e compartilhamento das boas práticas estão previstos 01 Fórum Regional, 01 Documento Final com diretrizes e encaminhamentos, bem como o uso de sites e redes sociais do proponente e parceiros para difusão.

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  ISABEL FERNANDES PINTO VIEGAS      Apta Regional / IEA

CUSTO DE PRODUÇÃO E RENTABILIDADE ECONÔMICA DA FRUTICULTURA NA REGIÃO DE MARÍLIA/SP

n° SGP 1130

Identificar e estimar o custo de produção e rentabilidade econômica da fruticultura na região de Marília.

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  Fernanda de Paiva Badiz Furlaneto      Apta Regional / IEA

Avaliação da Sustentabilidade de Sistemas de Produção da Cana-de-açúcar no Estado de São Paulo: Uma proposta metodológica e de modelo conceitual ? SustenAgro

n° SGP 1112

A sustentabilidade atualmente figura como item fundamental para conferir competitividade às cadeias agropecuárias. E quanto mais competitiva a cadeia, maiores são as barreiras não tarifárias impostas pelos competidores nacionais e internacionais. Cada vez mais clientes, consumidores, governos, legislação, comércio internacional e mídia exercem fortes pressões sobre os elos das cadeias de produção agropecuária. Para reagir a essas pressões, devem-se lançar mãos de ferramentas atualmente disponíveis como: implementação de sistemas de gestão de qualidade no campo, boas práticas agrícolas, organização das propriedades e dos elos da cadeia, busca por certificação e rastreabilidade. Essas ferramentas servem para reunir evidências de que os processos estão seguindo normas e regras compatíveis com os requisitos da sustentabilidade. Assim torna-se possível a transposição de barreiras não tarifárias e com isso o suprimento da demanda dos clientes finais, cada vez mais preocupados com a origem dos produtos que adquirem. O presente projeto tem por objetivo desenvolver uma Metodologia, intitulada Método SustenAgro, para a avaliação da sustentabilidade de sistemas de produção com grande expressividade para a agricultura nacional: a priori a cana-de-açúcar. Para testar a sua aplicabilidade para a avaliação da sustentabilidade de modo geral serão realizados testes para sua aplicação nos sistemas de produção mais representativos de cana-de-açúcar no estado de São Paulo.

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  Sérgio Alves Torquato      Apta Regional / IEA

Estudo Econômico dos Mercado de Grãos (algodão, amendoim, arroz, feijão, milho,soja e trigo) e Mandioca Industrial

n° SGP 1019

~~De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística   o PIB de 2017 ao final do terceiro trimestre apresentou crescimento de 1,4% quando comparado ao mesmo período do ano anterior. Segundo o mesmo relatório, em relação a 2016 o Valor Adicionado a preços básicos acusou um aumento de 1,2%. Entre as atividades geradoras do valor adicionado a agropecuária registrou crescimento de 9,1% relativamente ao ano anterior, variação atribuída ao desempenho de algumas lavouras, notadamente no caso do milho, algodão herbáceo e laranja. O relatório ressalta também desempenho positivo da Pecuária e da Produção Florestal (IBGE, 2017.).
 O Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), divulgou em 14/11/20117, o valor bruto da produção agropecuária (VBP) para 2017, a partir de informações de outubro, está estimado em R$ 533,5 bilhões, 1,6% acima do obtido em 2016. Segundo o estudo, as lavouras apresentaram um aumento real de 5,5% enquanto a pecuária acusou redução de 5,8% em seu VBP no mesmo período. Destacando-se a mandioca com aumento real de 88,2%, o algodão (73,56%), a uva (50,7%), cana-de-açúcar (30,6%), milho (14,2%) e laranja (7%). Basicamente em função de aumento de preços. Ao mesmo tempo em sentido contrário destacam-se a batata com redução de VBP de 49% e a cebola com menos 47,5%.                 

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http://www.agricultura.gov.br/noticias/valor-da-producao-de-2017-e-de-r-533-5-bilhoes
https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/18458-pib-varia-0-1-em-relacao-ao-2-tri-e-chega-a-r-1-641-trilhao.html

 As estatísticas evidenciam a importância da agropecuária para a economia do país. Desde sua criação é missão do Instituto de Economia Agrícola desenvolver pesquisas com o objetivo de resolver os problemas econômicos da agricultura, seja no âmbito da produção, da distribuição, do consumo, da exploração dos recursos naturais de forma sustentável, daí a justificativa de um projeto que estude sistematicamente as cadeias produtivas.
A análise econômica dos mercados reveste-se de grande importância e é imprescindível que ela seja feita para subsidiar as ações dos diversos atores de uma cadeia produtiva, notadamente para aqueles agentes produtores, distribuidores entre outros elos e por fim para o próprio Estado na busca do cumprimento de suas ações reguladoras e normatizadoras, bem como nas intervenções necessárias para a execução dos programas de governo, na formulação e estabelecimento de políticas públicas, principalmente, em perseguição ao desenvolvimento sócio-econômico. A origem dos objetivos e métodos decorre da necessidade de cumprir a missão do Instituto de Economia Agrícola.
 Para proceder às análises dos mercados é importante que se faça um acompanhamento sistemático da conjuntura econômica, e, no caso em questão da conjuntura agrícola, é preciso estar atento às peculiaridades do setor e de cada uma das cadeias produtivas. SERIGATI, 2013 cita algumas das especificidades: produtos mais homogêneos, produção dispersa, (número de produtores e regiões), mercados mais competitivos preços mais flexíveis (choques, clima e sazonalidade), mercados internacionais, caráter irreprodutível do fator de produção terra, menor elasticidade renda da demanda, oferta inelástica no curto prazo e oferta elástica no médio prazo.


 

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  José Roberto da Silva      IEA

Sustentabilidade da agricultura familiar no Centro Oeste paulista

n° SGP 1006

A sustentabilidade da atividade agrícola é o objetivo para a agricultura familiar. Para atingir a sustentabilidade, a propriedade rural necessita desenvolver diversas funções, como questões socioambientais e melhorias na gestão da atividade econômica. A proposta do projeto é auxiliar a demanda da região para garantir a sustentabilidade da agricultura familiar paulista, principalmente na cadeia da olericultura e da fruticultura na região Centro Oeste do estado de São Paulo. A metodologia será revisão bibliográfica de dados secundários em seus aspectos históricos, sociais, econômicos e políticas. As informações coletadas serão a base da formulação indicadores determinantes nessa atividade econômica. O resultado esperado do projeto proporciona uma ferramenta para melhorar as condições na renda da agricultura familiar para permanência do homem no campo.

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  Raquel Nakazato Pinotti      Apta Regional / IEA

Rede Agroecológica Caiçara: Grupos de Consumo e as Políticas Públicas

n° SGP 965

Este projeto visa avaliar um coletivo de produção e consumo responsáveis de Ubatuba: a Rede Agroecológica Caiçara. A iniciativa surgiu de um arranjo interinstitucional e multidisciplinar que envolve pesquisa, assistência técnica, extensão rural e políticas públicas em interação direta com a produção e o consumo. A Rede Agroecológica Caiçara foi idealizada e criada em junho de 2013 por integrantes desse grupo e consiste em um coletivo de produção e consumo que visa simplificar e otimizar a produção e comercialização dos produtos da agricultura familiar de Ubatuba, SP por meio da aproximação entre produtores, consumidores e técnicos. Os objetivos do projeto são: 1- avaliar o capital social criado no contexto da iniciativa da Rede Agroecológica Caiçara, por meio da avaliação das redes de relações estabelecidas; 2 - avaliar a convergência da iniciativa da Rede Agroecológica Caiçara com a Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural; 3 - avaliar a convergência da iniciativa da Rede Agroecológica Caiçara com o Plano Nacional de Economia Solidária, 4 - avaliar a convergência da iniciativa da Rede Agroecológica Caiçara com o Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica; de modo a ampliar a visão interna da iniciativa, assim como, verificar sua adequação às políticas públicas que definem a sua interação com o ambiente externo. Para atender o primeiro objetivo, propõe-se a metodologia de Net-Maps que visa avaliar o capital social por meio da percepção individual da rede de relações estabelecida. Para o segundo e terceiro objetivos, a metodologia proposta é de revisão bibliográfica para comparação da iniciativa com as políticas e planos em questão. É uma proposta de baixo custo que visa o bom aproveitamento dos recursos públicos que já estão investidos na instituição e que não são passíveis de financiamento – como salários dos pesquisadores, computadores, energia elétrica, além do capital social - criado nas fases anteriores do projeto, que viabiliza a colaboração na atual fase do projeto, assim como, a operacionalização do projeto.

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  ISABEL FERNANDES PINTO VIEGAS      Apta Regional / IEA
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O SGP (Sistema de Gestão de Pesquisa) foi implementado em todas as unidades APTA, para centralizar o controle de todos os projetos desenvolvidos sob sua supervisão. [Ler mais]

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