Projetos APTA no Instituto de Economia Agrícola

Página Inicial / Busca de Projetos

27 projetos ativos encontrados - pág. 1 de 1

A PRODUÇÃO E O MERCADO DE HORTALIÇAS EM SÃO PAULO: Estacionalidade e uso da água na irrigação

n° SGP 2126

O consórcio IEA-CATI da SAA realiza 5 levantamentos estatísticos para previsão de safras agrícolas no Estado de São Paulo. Propõe-se que a cada levantamento (fevereiro, abril, junho, setembro e novembro) realizar a tabulação das estatísticas da produção por regiões do estado (EDR) e comparar a evolução da área e produção durante o ano, indicando as culturas que mais utilizam água na irrigação com avaliação nas estações e se há excesso de chuva ou seca. Ao final do ano (novembro) será elaborado planilha com 60 espécies cultivadas que serão divulgadas junto aos órgãos da SAA, CATI, IBGE, EMBRAPA. O ranking das 60 espécies será baseado no lupa 2016/2017.

Ver detalhes do projeto

  Waldemar Pires de Camargo Filho      IEA

Preços Correntes - Preço de Terras Agrícolas e Trabalho Rural

n° SGP 2119

O projeto “Preços correntes” ocorre desde 1969, englobando os levantamentos referentes aos valores de terra agrícola e ao trabalho rural. A proposta diz respeito à dois projetos subjacentes, o primeiro referente ao trabalho rural, e seus respectivos levantamentos (Salários rurais, Pagamento de empreita e Quantidade colhida), e o segundo referente ao Valor da terra agrícola e seus levantamentos (Valor de Terra Nua, Imóveis Rurais com benfeitorias, Arrendamento pagamento em dinheiro e Aluguel de Pasto). Essa proposta visa coordenar as ações integradas entre esses levantamentos, ou seja, analisar e propor alterações na metodologia de levantamento, pesquisar a aderência das perguntas elaboradas há mais de 30 anos, se for o caso, propor a substituição dessas perguntas por outras mais aderentes ao cenário atual. Além disso, elaborar e realizar treinamentos aos informantes do projeto e propor alterações nas formas de publicação das informações.

            Assim, a proposta visa o melhoramento do funcionamento dos levantamentos estatísticos ligados aos valores da terra e ao trabalho rural, procurando oferecer à sociedade civil estatísticas de qualidade, fundamentais na programação de médio e longo prazo das atividades agrícolas.

Ver detalhes do projeto

  Felipe Pires de Camargo      IEA

Análise da sustentabilidade de pequenos fruticultores no Circuito das Frutas, estado de São Paulo.

n° SGP 2022

Como parte integrante do projeto Geotecnologias para incrementar a competitividade e a sustentabilidade da agricultura familiar no Circuito das Frutas (SP), coordenado pelo pesquisador Dr. Ivan André Alvarez, da Embrapa Monitoramento por Satélite, propõe-se aqui a consolidação e das estatísticas oficias existentes sobre produção e comercialização de frutas cultivadas nos municípios que compõem o Circuito Paulista das Frutas, as quais servirão de instrumentos para caracterizar e analisar os arranjos produtivos locais. Dados primários, de natureza qualitativa e quantitativa, também serão levantados para compor indicadores sociais, econômicos e ambientais que servirão de base para implementar tanto a certificação das frutas quanto novas geotecnologias.

As frutas priorizadas nesse trabalho são: figo, caqui, uva, tangerina, pêssego, goiaba, manga e maracujá.

O Circuito das Frutas Paulista compreende os seguintes municípios: Atibaia, Indaiatuba, Itatiba. Itupeva, Janiru, Jundiaí, Louveira. Morungaba, Valinhos e Vinhedo.

Ver detalhes do projeto

  Carlos Eduardo Fredo      IEA

CONCENTRAÇÃO REGIONAL E ESPECIALIZAÇÃO DA PRODUÇÃO DE LEITE NO ESTADO DE SÃO PAULO (2006 ? 2016)

n° SGP 2021

Esta proposta objetiva analisar a evolução da concentração e especialização da produção de leite nas microrregiões do Estado de São Paulo, entre os anos de 2006 e 2016, subsidiando o planejamento, execução de políticas e ações localizadas de instituições públicas e empresas de apoio à capacitação técnica, tecnológica e gerencial dos produtores rurais. Para tanto, a especialização e a concentração da produção leiteira nas microrregiões serão avaliadas, respectivamente, por meio do cálculo do Quociente Locacional (QL) e do Gini Locacional (GL) das produções leiteiras, utilizando-se as variáveis relacionadas ao valor da produção em 40 microrregiões do estado. Os procedimentos metodológicos para cálculo de QL e GL serão os mesmos utilizados por Marion Filho et al. (2015). Na análise de resultados serão utilizados os softwares STATISTICA 13.3 e Terraview Política Social 4.2.2.

Ver detalhes do projeto

  Ricardo Firetti      Apta Regional / IEA

Análise da Oferta e Demanda de Milho em São Paulo e no Brasil, 2018 a 2020

n° SGP 2017

Este trabalho visa melhorar as informações do mercado de milho, com análises de dados a divulgação de resultados de estudos e pesquisas sobre produção, consumo, exportação e preços do cereal, levantados e discutidos com os segmentos da cadeia de produção do grão no Estado de São Paulo. Serão realizadas análises do mercado, dos sistemas de produção e discussão das relações de preços entre segmentos da cadeia produtiva, com objetivo dar a dinâmica de mercado de milho.

Ver detalhes do projeto

  Maximiliano Miura      IEA

A PRODUÇÃO E O MERCADO DE HORTALIÇAS EM SÃO PAULO: Estacionalidade e uso da água na irrigação

n° SGP 1950

O consórcio IEA-CATI da SAA realiza 5 levantamentos estatísticos para previsão de safras. Propõe-se que a cada levantamento (fevereiro, abril, junho, setembro e novembro) realizar a tabulação das estatísticas da produção por regiões do estado (EDR) e comparar a evolução da área e produção durante o ano, indicando as culturas que mais utilizam água na irrigação com avaliação nas estações e se há excesso de chuva ou seca. Ao final do ano (novembro) será elaborado planilha com 54 espécies cultivadas que serão divulgadas junto aos órgãos da SAA, CATI, IBGE, EMBRAPA.

Ver detalhes do projeto

  Waldemar Pires de Camargo Filho      IEA

Articulação e organização de estratégias e ações de extensão do IEA

n° SGP 1927

Esse projeto-atividade tem por objetivo estruturar e disponibilizar a oferta de mecanismos de promoção das atividades de extensão do Instituto de Economia Agrícola (IEA), visando a maior interação com a sociedade, especialmente, para a formação de pessoas. Dessa forma, serão organizados e minstrados cursos de curta duração, de conteúdo teórico conceitual e aplicado, relacionado à agricultura. Para tanto, a elaboração dos cursos toma como base a organização dos cursos por meio de módulos, sendo, preferencialmente, inclusos conteúdos teóricos e conceituais no módulo inicial e na sequencia os módulos destinados às aulas práticas. A edição de cursos junto às dependências do IEA soma-se aos outros mecanismos de transferência do conhecimento mantidos e em estruturação pela Instituição, a exemplo, das parcerias com organizações de ensino e pesquisa, certificadoras, cooperativas e associações, visando a construção de ações conjuntas voltadas à capacitação, pesquisa e compartilhamento de infraestrutura, tecnologias e instrumentos tecnico-científicos. 

Ver detalhes do projeto

  Renata Martins Sampaio      IEA

Estruturas e dimensões do agronegócio no PIB Paulista e seus recortes regionais

n° SGP 1864

O Instituto de Economia Agrícola (IEA) e a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (SEADE) se propõem a construir e calcular o Produto Interno Bruto (PIB), integrado ao Sistema de Contas Regionais, sobre o agronegócio no Estado de São Paulo.  Os resultados alcançados serão passíveis de comparação e o intervalo de apresentação de resultados e de análise mais curtos, pois a dinâmica econômica de setores e de regiões exige essas ações. A proposta metodológica para o cálculo do PIB do agronegócio paulista tem como referência as normas e conceitos utilizados pelo IBGE e órgãos estaduais de estatística, nos cálculos das contas nacionais e regionais.

Ver detalhes do projeto

  Denise Viani Caser      IEA

Dinâmica dos territórios e agricultura familiar no Estado de São Paulo: produção, mercados e segurança alimentar e nutricional nos municípios.

n° SGP 1772

Considerando o lugar central da agricultura familiar paulista na garantia da qualidade do abastecimento e segurança alimentar e nutricional no país, tem-se por objetivo analisar e divulgar informações estratégicas sobre as recentes ações e práticas destinadas à produção, comercialização e implementação de políticas públicas ao setor. A intenção é apresentar análises sobre temáticas que envolvem a dinâmica da agricultura familiar em municípios do Estado de São Paulo. A pesquisa apresenta caráter exploratório qualitativo e referencial teórico da pesquisa participante. Almeja-se levantar informações primárias e secundárias a respeito do perfil dos sistemas técnicos de produção local, a inserção social por meio das compras institucionais e a atuação dos Conselhos municipais, em especial, o papel os Conselhos Municipais de Segurança Alimentar e Nutricional. Para a realização da síntese analítica e elaboração de artigos de divulgação, utilizar-se-á o método de triangulação, o que incluirá o cruzamento das múltiplas fontes de informações trabalhadas durante a investigação: entrevistas com informantes-chave (agricultores e gestores públicos) aliado aos dados e documentos disponíveis em bancos oficiais e públicos

Ver detalhes do projeto

  Soraia de Fátima Ramos      IEA

PERFIL DO EMPREENDEDOR E HÁBITOS DE CONSUMO NO COMÉRCIO INFORMAL DE CAFÉ

n° SGP 1764

O ciclo recessivo pelo qual atravessa a economia brasileira gerou número recorde de desempregados. A necessidade de empreender se tornou alternativa exclusiva da grande massa das pessoas que pelo desalento deixaram de buscar uma recolocação no mercado formal de trabalho. Nos centros urbanos, particularmente na cidade de São Paulo, tornou-se cada vez mais frequente encontrar “camelôs” com suas banquinhas oferecendo café da manhã aos transeuntes. Este estudo procura caracterizar o perfil desses empreendedores informais, focalizando a distribuição do café, de outras bebidas (leite, suco de laranja), os acompanhamentos (fatias de bolo, salgados) e o hábito de consumo desses itens dos clientes que acorrem a esse serviço de alimentação durante seu deslocamento até o local de trabalho.

Ver detalhes do projeto

  Celso Luis Rodrigues Vegro      IEA

Panorama da cadeia produtiva da pecuária de corte na região Oeste do Estado - Fase 1

n° SGP 1662

            A bovinocultura de corte é uma das principais atividades agrícolas do Estado, sendo a segunda no valor da produção agropecuária e florestal (VPA) e tendo uma ampla dispersão territorial e uma grande heterogeneidade em suas formas de exploração. A Região Oeste é principal, tradicional e reconhecida na atividade, sua porcentagem na participação no VPA é quase o dobro da Estadual.

            A respeito dessa heterogeneidade e das mudanças nas últimas décadas, como a estabilização da moeda, desenvolvimento e adoção de novas tecnologias, as concentrações nos elos de insumos e agroindústrias e com o avanço de outras culturas na região (como a cana-de-açúcar), acentuou-se a escassez de dados e informações atualizados e quando estão disponíveis são dispersos e/ou não sistematizadas, o que dificulta e/ou inviabiliza a utilização dos mesmos para geração de conhecimento.

            A riqueza gerada é medida pelo produto final, vide VPA, entretanto há produtos que são gerados e consumidos no sistema, o que causa uma distorção da relevância de cada produtor ou região produtora, e acrescida ao fator que quando a identificação das demandas – dos agentes da cadeia produtiva não é adequadamente ou simplesmente não é realiza, acarreta-se gasto desnecessários de tempo, recursos financeiros e humanos nos estudos e pesquisas realizadas. Assim determinar e caracterizar os sistemas de produção predominantes, definir os insumos e produtos do processo, identificar as relações e os fluxos de produtos torna-se relevante para definirmos o “papel” da Região na cadeia e o quão relevante no cenário Estadual e Nacional, subsidiando assim com dados e informações, contribuindo para o norteamento das políticas públicas, do planejamento e da geração/adaptação de tecnologias e conhecimentos em função das demandas dos agentes da cadeia.

Ver detalhes do projeto

  Eder Pinatti      IEA

Levantamento de Preços no Mercado Varejista no Município de São Paulo - atualização da base de ponderação, cálculo de índices e cesta de mercado

n° SGP 1651

O levantamento de preços no mercado varejista de alimentos no município de São Paulo é realizado desde maio de 1970. Desde o início até os dias atuais o objetivo do trabalho é acompanhar a evolução dos preços de uma cesta de produtos alimentícios que possa refletir os dispêndios de uma família de padrão médio no município de São Paulo. Esta meta foi plenamente alcançada, o trabalho é reconhecido pelos usuários e suas informações (preços e índices) são frequentemente utilizadas para estudos econômicos, parâmetros de preço e variação, acompanhamento da inflação e custo de vida, entre outros. Para manter a qualidade do levantamento, são necessárias constantes revisões de base de dados de ponderação, base cadastral e atualizações metodológicas. Essa proposta de trabalho irá rever e atualizar as bases de ponderação: quantidade consumida, ajuste sazonal, ponderação regional de renda e ajuste de unidades. Também será revisto o cálculo de índices, atualmente é utilizado a metodologia de Laspeyres, será testada a metodologia de cálculo geométrico para os índices com o objetivo de captar de forma mais precisa o efeito renda nos dispêndios. Também será formatada uma nova análise de variação: cesta de mercado em valores monetários por dispêndio.

Ver detalhes do projeto

  Vagner Azarias Martins      IEA

A inserção do Instituto de Economia Agrícola (IEA) no Processo Prospectivo do Desenvolvimento do Brasil 2035.

n° SGP 1590

Esta proposta de projeto tem por objetivo produzir informações visando inserir as contribuições do IEA no Processo Prospectivo do Desenvolvimento do Brasil 2035, conduzido pelo NAPLP/FEA/USP. Tal processo tem por objetivo identificar elementos que subsidiem a formulação de estratégias de desenvolvimento para o Brasil, tendo 2035 como horizonte temporal. Para tanto, está estruturado em metodologia prospectiva que prevê a realização de seminários, oficinas e cursos com a participação de vários atores representantes dos segmentos da nossa sociedade, dentre eles estão as atividades de pesquisa, seus profissionais e instituições, a exemplo do IEA. Nessa oportunidade o Instituto será responsável pela condução dos trabalhos relacionados a uma das 51 variáveis que compõem o processo prospectivo. Dessa forma, as atividades de pesquisa necessárias ao cumprimento das etapas previstas no processo dependem da organização e sistematização de informações, assim como de discussão, conforme propõe esse projeto.

Ver detalhes do projeto

  Ana Victória Vieira Martins Monteiro      IEA

Intercâmbio de dados e informações entre o IRSG e o IEA para analisar o suprimento de borracha natural no Brasil

n° SGP 1555

Este projeto consiste em uma parceria entre o Instituto de Economia Agrícola (IEA) e o Grupo Internacional de Estudo da Borracha (IRSG) e tem como objetivo a troca de informações sobre as estatísticas da cultura da seringueira e de seu produto a borracha. O IRSG produz e analisa estatísticas agrícolas da seringueira e produção de borracha natural para 36 países do mundo exceto Brasil concentrando 97% da produção mundial de borracha. Esses dados são compartilhados apenas com os membros do grupo. Nessa parceria o IEA será o fornecedor oficial dos dados do Brasil (IBGE, CONAB, Indústrias) e receberá todos os dados do IRSG.

Ver detalhes do projeto

  Marli Dias Mascarenhas Oliveira      IEA

Estudo da interação entre o sistema agroindustrial do amendoim e da cana-de-açúcar

n° SGP 1501

O projeto de pesquisa tem por objetivo analisar a interação entre a produção de amendoim e o comportamento do sistema agroindustrial da cana-de-açúcar no Estado de São Paulo, especialmente, no que se refere às áreas de renovação de canaviais. Para tanto, toma como referência a metodologia para estudos das relações de mercado em sistemas agroindústrias, proposta pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) que destaca duas categorias de análise, as estruturas de mercado e de governança. Dessa forma, serão reunidas informações secundárias sobre produção, processamento e comercialização relacionadas ao sistema agroindustrial do amendoim e da cana-de-açúcar a fim de compor a análise das estruturas de mercado; e informações primárias e secundárias para mapear as estruturas de governança. Os resultados alcançados poderão contribuir para a melhor compreensão dos elementos de interação entre os dois sistemas agroindustriais a fim de oferecer subsídios ao planejamento da produção de amendoim e à formulação de políticas públicas.

Ver detalhes do projeto

  Renata Martins Sampaio      IEA

Levantamento Municipal do Valor da Terra Agrícola

n° SGP 1239

A Secretaria da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo por meio do Instituto de Economia Agrícola (IEA) e da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI), realiza levantamentos de preços de terras agrícolas, desde o início da década de 70 em todos municípios paulista, e as informações pesquisadas são depuradas, analisadas e geram resultados que, são agregados regionalmente e publicados na revista Anuário Estatístico e disponibilizados no sitio do IEA. Ao longo do tempo os resultados provenientes desses levantamentos além de servir para estudos e pesquisas sobre o comportamento do preço de terra, serviram também de base para: desapropriações de terras rurais realizadas pelo governo; instituições bancárias e mais recentemente os valores publicados são utilizados como de referência para a cobrança de tributos ligados à terra: Imposto de Transmissão de Causa Mortis e Doação (ITCMD) Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI) e Imposto Territorial Rural (ITR).

            Procurando melhorar sua base metodológica de maneira a adequar as informações provenientes desse levantamento aos seus usos, a SAA/SP realizou levantamento dos preços das terras agrícolas, em 124 municípios das regiões norte e nordeste do Estado de São Paulo, conforme descrição a seguir:

            O levantamento será subjetivo, ou seja, embasada na opinião dos informantes, tendo como referência os negócios realizados com terra nesses municípios.           

            Para cada município foram levantadas 3 (três) informações:

  1.       A primeira informação obtida junto ao técnico extensionista da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral.
  2.       A segunda informação obtida junto a um corretor de imóveis, ou empresa imobiliária.
  3.       A terceira informação obtida junto à cooperativa ou associação de produtores rurais.

O levantamento será realizado com preenchimento dos questionários eletrônicos via internet, onde cada informante receberá um nome de usuário e uma senha de acesso intransferível. O controle da digitação, armazenamento dos dados e o tratamento da informação serão realizados pelo IEA.

Cada informante preencherá questionário com os preços praticados no mercado de terra rural de seu município dentro das 6 (seis) classes de aptidão agrícola estabelecidas pela receita federal conforme a instrução normativa RFB nº 1562.

O projeto consiste na realizacao de levantamento subjetivo municipal em torno do Valor da terra agrícola paulista, em 124 municípios localizados nos entornos da regiao administrativa de Ribeirao Preto:

Os municípios que participaram desse levantamento foram os seguintes:

Aguaí, Águas da Prata, Águas de Lindóia, Altair, Altinópolis, Américo Brasiliense, Amparo, Analândia, Aramina, Araraquara,  Araras, Barretos, Barrinha, Batatais, Bebedouro, Boa Esperança do Sul, Borborema, Brodowski, Buritizal, Caconde, Cajuru, Cândido Rodrigues, Casa Branca, Cássia dos Coqueiros, Colina, Colômbia, Conchal, Corumbataí,  Cravinhos, Cristais Paulista, Descalvado, Divinolândia, Dobrada, Dourado, Dumont, Engenheiro Coelho, Espírito Santo do Pinhal, Estiva Gerbi, Fernando Prestes, Franca, Gavião Peixoto, Guaíra, Guará, Guaraci, Guariba, Guatapará, Ibaté, Ibitinga, Icém, Igarapava, Ipuã, Itapira, Itápolis, Itirapuã, Itobi, Ituverava, Jaborandi, Jaboticabal, Jardinópolis, Jeriquara, Leme, Lindóia, Luiz Antônio, Matão, Miguelópolis, Mococa, Mogi Guaçu, Mogi Mirim, Monte Alto, Monte Azul Paulista, Morro Agudo, Motuca, Nova Europa, Nuporanga, Olímpia, Orlândia, Patrocínio Paulista, Pedregulho, Pirassununga, Pirangi, Pitangueiras, Pontal, Porto Ferreira, Pradópolis, Restinga, Ribeirão Bonito, Ribeirão Corrente, Ribeirão Preto, Rifaina, Rincão, Rio Claro, Sales Oliveira, Santa Cruz da Conceição, Santa Cruz da Esperança, Santa Cruz das Palmeiras, Santa Ernestina, Santa Lúcia, Santa Rita do Passa Quatro, Santa Rosa do Viterbo, Santo Antonio da Alegria, Santo Antônio do Jardim, São Carlos, São João da Boa Vista, São Joaquim da Barra, São José da Bela Vista, São José do Rio Pardo, São Sebastião da Grama, São Simão, Serra Azul, Serra Negra, Serrana, Sertãozinho, Socorro, Tabatinga, Taiaçu, Taiúva, Tambaú, Tapiratiba, Taquaral, Taquaritinga, Terra Roxa, Trabiju, Vargem Grande do Sul, Viradouro.

A metodologia         

Ver detalhes do projeto

  Felipe Pires de Camargo      IEA

Fatores Determinantes nas Diferenças Regionais na Contribuição do Rendimento e da Área na Produção Agrícola Paulista, 1983 a 2015.

n° SGP 1184

Este artigo procurará medir o crescimento da produtividade das principais culturas, nos 40 EDRs do Estado de São Paulo, no período 1983 a 2015. Tem por objetivo determinar as diferenças regionais de rendimento agrícola de uma mesma atividade e as contribuições das participações da produtividade da terra e da área para a produção agrícola. Tendo em vista que no período proposto o setor agropecuário passou por transformações quer pela adoção de tecnologias modernas poupadoras de terra, como também da especialização regional em determinadas atividades agrícolas conforme pode ser observado no trabalho de Olivette et al (2003) o qual estudou o crescimento da produtividade das 15 principais culturas, nas regiões administrativas do Estado de São Paulo, no período 1983 a 2002.

              A busca de geração e adoção de inovações tecnológicas é o grande mecanismo para a criação de oportunidades de crescimento do setor agropecuário a longo prazo. Dadas a inexistência de fronteiras agrícolas no Estado de São Paulo, a heterogeneidade dos solos e a consequente utilização de áreas de baixo potencial de produção, é de suma importância avaliar como ocorreu o desenvolvimento da agricultura paulista em suas diferentes regiões, sendo a produtividade das lavouras um dos indicadores existentes para aferir esse progresso tecnológico.

              Assim, o conhecimento das possíveis diferenças regionais de rendimento agrícola de uma mesma atividade e a contribuição dessa participação da produtividade no crescimento da produção é um indicador no estabelecimento das diferentes estratégias tanto no processo de geração quanto no de adoção de tecnologia para o setor rural (VEIGA FILHO e NEGRI NETO, 2002).

              O objetivo especifico deste estudo consiste em um exercício analítico sobre as tendências empíricas observáveis, nas últimas décadas, na produção agrícola paulista, em suas diversas regiões. Para tanto, serão calculadas e analisadas as contribuições da área e da produtividade da terra para a expansão ou retração da produção dos principais produtos agrícolas quanto ao valor da produção do Estado de São Paulo, dos 40 Escritórios de Desenvolvimento Rural (EDRs), no período 1983 a 2015.

As informações sobre a área e a produção agrícola no Estado de São Paulo, no período 1983 a 2015, para os 40 EDRs, serão obtidas dos levantamentos por município efetuados pelo Instituto de Economia Agrícola (IEA) e Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI). Serão considerados os subperíodos de 1984-1993, 1994-2000, 2001-2009 e 2010-2015 para o cálculo da contribuição da área e rendimento para a produção agrícola.

Dada a grande diversidade das atividades agrícolas desenvolvidas no Estado, para o presente estudo, serão consideradas culturas mais representativas em valor da produção, dentre os produtos de origem vegetal, no ano agrícola 2014/15, provenientes do banco de dados do IEA.

Como as diversas regiões paulistas apresentam características variáveis entre si, para os EDRs será adotado procedimento similar ao do Estado para a escolha dos produtos vegetais, ou seja, pelo valor da produção.

A metodologia escolhida é a proposta por VERA FILHO e TOLLINI (1979), que emprega taxas de crescimento da área[1] e da produção ob­tidas de análise de regressão múltiplas, pelo método dos mínimos quadrados ordinários.

              Para produção tem-se:

 

 

e para a área

 

onde:

Pt e At representam, respectivamente, produção e área plantada no ano t.

e representam as taxas de crescimento da produção e área plantada.

Serão calculadas para cada cultura as contribuições do aumento da área (CA) e do aumento do rendimento (CR) para o aumento da produção. Assim:

 

 

              As estimativas da contribuição da expansão da área e do rendimento para o aumento da produção de lavouras do Estado serão assim obtidas:

 

 

 

onde:

CAj = contribuição da área da região j;

CAij = contribuição da área para o aumento da produção do i-ésimo produto da região j;

Pij = valor médio da produção do i-ésimo produto da região j dividido pelo valor total da produção de lavouras na região j; e

CRj = contribuição do rendimento para o aumento da produção de lavouras na região j.

              As estimativas das contribuições agregadas, por região (EDR), serão obtidas calculando-se a média ponderada a partir da CA de cada produto nas regiões, tendo por base a participação do valor da produção dos produtos em relação ao valor total da produção regional, para a safra 2014/15. No caso do Estado de São Paulo, será levado em consideração o valor total da produção estadual, para o conjunto das culturas selecionadas para o estudo.

 

[1]Para as culturas de: banana, cana-de-açúcar, laranja, limão, manga e tangerina serão consideradas as áreas em produção, no ano agrícola em questão.

 

Ver detalhes do projeto

  Raquel Castellucci Caruso Sachs      Apta Regional / IEA

ECOAGRICULTURAS - Cultivando Águas e Boas Práticas no Litoral Norte

n° SGP 1153

O Projeto “Ecoagriculturas – cultivando águas e boas práticas do litoral norte” tem a duração de 24 meses e está localizado na UGRHI 03 – Litoral Norte, nos municípios de Ubatuba, Caraguatatuba, São Sebastião e Ilhabela, Corredor de Biodiversidade da Serra do Mar, visando “integrar as ações e experiências em agroecologia na UGRHI-LN 03, com objetivos específicos de desenvolver estratégias de boas práticas de manejo das atividades agropecuárias para aproveitamento racional e proteção dos recursos hídricos”.  Os principais 200 beneficiários diretos são agricultores, proprietários rurais, gestores e técnicos dos órgãos públicos e membros de colegiados e da sociedade civil atuantes na temática.

A proposta foi elaborada de forma democrática e participativa por representantes do GT Agroecologia do CBHLN, da Rede de Sementes do Litoral Norte e membros da sociedade civil, engajados em construir e fortalecer um trabalho regional e coletivo de boas práticas de agroecologia; redirecionando as práticas de agricultura tradicional para evitar o uso intensivo de agrotóxicos e manejo inadequado do solo e dos recursos hídricos. A melhor ecoeficiência das unidades produtivas rurais do litoral norte ajudará a restaurar a condição ambiental das propriedades e, dessa forma, a proteção dos recursos hídricos, além de promover a segurança alimentar e a geração de renda local. 

Como estratégia para alcançar os resultados esperados, foi desenhado um fluxograma sequencial de ações que propiciem a gestão e construção participativa do início ao fim, impactando também na capacitação contínua e permanente dos envolvidos durante o processo; bem como no fortalecimento coletivo e a mobilização dos envolvidos para o compartilhamento de boas práticas, as quais potencializam as metas do Plano de Bacia e áreas afins.

Os principais produtos e benefícios são: 01 análise situacional participativa de boas práticas existentes na região (vide descritivo no documento como “Boas Práticas Agrícolas/Agropecuárias - BPA”), como um marco zero para atuais e futuras ações de planejamento, o qual também norteará 01 Plano de Trabalho Participativo para o percurso do projeto e sugestões de conteúdos para 06 Encontros de Fortalecimento Regional e 04 Capacitações Temáticas com intercâmbios (vivências práticas) entre os proprietários e municípios. Além de melhorar a qualidade da capacidade técnica dos agricultores e demais beneficiários, o envolvimento direto dos beneficiados torna viável a elaboração de Planejamento Integral de 20 Propriedades/posse e a escolha e implantação prática de pelo menos 04 unidades de adaptação tecnológica de práticas visando a transição agroecológica para o aumento da ecoeficiência de unidades produtivas da zona rural. De acordo com as demandas levantadas no Planejamento Integral das propriedades serão escolhidas práticas para melhorar a gestão da unidade, além de estratégias para conservação e proteção da biodiversidade, do solo e da água. As unidades de adaptação tecnológica serão acompanhadas para evoluírem e se tornarem uma referência para a difusão de práticas que facilitem a transição agroecológica na região.

Para as estratégias de comunicação integrada e compartilhamento das boas práticas estão previstos 01 Fórum Regional, 01 Documento Final com diretrizes e encaminhamentos, bem como o uso de sites e redes sociais do proponente e parceiros para difusão.

Ver detalhes do projeto

  ISABEL FERNANDES PINTO VIEGAS      Apta Regional / IEA

CUSTO DE PRODUÇÃO E RENTABILIDADE ECONÔMICA DA FRUTICULTURA NA REGIÃO DE MARÍLIA/SP

n° SGP 1130

Identificar e estimar o custo de produção e rentabilidade econômica da fruticultura na região de Marília.

Ver detalhes do projeto

  Fernanda de Paiva Badiz Furlaneto      Apta Regional / IEA

Avaliação da Sustentabilidade de Sistemas de Produção da Cana-de-açúcar no Estado de São Paulo: Uma proposta metodológica e de modelo conceitual ? SustenAgro

n° SGP 1112

A sustentabilidade atualmente figura como item fundamental para conferir competitividade às cadeias agropecuárias. E quanto mais competitiva a cadeia, maiores são as barreiras não tarifárias impostas pelos competidores nacionais e internacionais. Cada vez mais clientes, consumidores, governos, legislação, comércio internacional e mídia exercem fortes pressões sobre os elos das cadeias de produção agropecuária. Para reagir a essas pressões, devem-se lançar mãos de ferramentas atualmente disponíveis como: implementação de sistemas de gestão de qualidade no campo, boas práticas agrícolas, organização das propriedades e dos elos da cadeia, busca por certificação e rastreabilidade. Essas ferramentas servem para reunir evidências de que os processos estão seguindo normas e regras compatíveis com os requisitos da sustentabilidade. Assim torna-se possível a transposição de barreiras não tarifárias e com isso o suprimento da demanda dos clientes finais, cada vez mais preocupados com a origem dos produtos que adquirem. O presente projeto tem por objetivo desenvolver uma Metodologia, intitulada Método SustenAgro, para a avaliação da sustentabilidade de sistemas de produção com grande expressividade para a agricultura nacional: a priori a cana-de-açúcar. Para testar a sua aplicabilidade para a avaliação da sustentabilidade de modo geral serão realizados testes para sua aplicação nos sistemas de produção mais representativos de cana-de-açúcar no estado de São Paulo.

Ver detalhes do projeto

  Sérgio Alves Torquato      Apta Regional / IEA

Estudo Econômico dos Mercado de Grãos (algodão, amendoim, arroz, feijão, milho,soja e trigo) e Mandioca Industrial

n° SGP 1019

~~De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística   o PIB de 2017 ao final do terceiro trimestre apresentou crescimento de 1,4% quando comparado ao mesmo período do ano anterior. Segundo o mesmo relatório, em relação a 2016 o Valor Adicionado a preços básicos acusou um aumento de 1,2%. Entre as atividades geradoras do valor adicionado a agropecuária registrou crescimento de 9,1% relativamente ao ano anterior, variação atribuída ao desempenho de algumas lavouras, notadamente no caso do milho, algodão herbáceo e laranja. O relatório ressalta também desempenho positivo da Pecuária e da Produção Florestal (IBGE, 2017.).
 O Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), divulgou em 14/11/20117, o valor bruto da produção agropecuária (VBP) para 2017, a partir de informações de outubro, está estimado em R$ 533,5 bilhões, 1,6% acima do obtido em 2016. Segundo o estudo, as lavouras apresentaram um aumento real de 5,5% enquanto a pecuária acusou redução de 5,8% em seu VBP no mesmo período. Destacando-se a mandioca com aumento real de 88,2%, o algodão (73,56%), a uva (50,7%), cana-de-açúcar (30,6%), milho (14,2%) e laranja (7%). Basicamente em função de aumento de preços. Ao mesmo tempo em sentido contrário destacam-se a batata com redução de VBP de 49% e a cebola com menos 47,5%.                 

____________________
http://www.agricultura.gov.br/noticias/valor-da-producao-de-2017-e-de-r-533-5-bilhoes
https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/18458-pib-varia-0-1-em-relacao-ao-2-tri-e-chega-a-r-1-641-trilhao.html

 As estatísticas evidenciam a importância da agropecuária para a economia do país. Desde sua criação é missão do Instituto de Economia Agrícola desenvolver pesquisas com o objetivo de resolver os problemas econômicos da agricultura, seja no âmbito da produção, da distribuição, do consumo, da exploração dos recursos naturais de forma sustentável, daí a justificativa de um projeto que estude sistematicamente as cadeias produtivas.
A análise econômica dos mercados reveste-se de grande importância e é imprescindível que ela seja feita para subsidiar as ações dos diversos atores de uma cadeia produtiva, notadamente para aqueles agentes produtores, distribuidores entre outros elos e por fim para o próprio Estado na busca do cumprimento de suas ações reguladoras e normatizadoras, bem como nas intervenções necessárias para a execução dos programas de governo, na formulação e estabelecimento de políticas públicas, principalmente, em perseguição ao desenvolvimento sócio-econômico. A origem dos objetivos e métodos decorre da necessidade de cumprir a missão do Instituto de Economia Agrícola.
 Para proceder às análises dos mercados é importante que se faça um acompanhamento sistemático da conjuntura econômica, e, no caso em questão da conjuntura agrícola, é preciso estar atento às peculiaridades do setor e de cada uma das cadeias produtivas. SERIGATI, 2013 cita algumas das especificidades: produtos mais homogêneos, produção dispersa, (número de produtores e regiões), mercados mais competitivos preços mais flexíveis (choques, clima e sazonalidade), mercados internacionais, caráter irreprodutível do fator de produção terra, menor elasticidade renda da demanda, oferta inelástica no curto prazo e oferta elástica no médio prazo.


 

Ver detalhes do projeto

  José Roberto da Silva      IEA

Sustentabilidade da agricultura familiar no Centro Oeste paulista

n° SGP 1006

A sustentabilidade da atividade agrícola é o objetivo para a agricultura familiar. Para atingir a sustentabilidade, a propriedade rural necessita desenvolver diversas funções, como questões socioambientais e melhorias na gestão da atividade econômica. A proposta do projeto é auxiliar a demanda da região para garantir a sustentabilidade da agricultura familiar paulista, principalmente na cadeia da olericultura e da fruticultura na região Centro Oeste do estado de São Paulo. A metodologia será revisão bibliográfica de dados secundários em seus aspectos históricos, sociais, econômicos e políticas. As informações coletadas serão a base da formulação indicadores determinantes nessa atividade econômica. O resultado esperado do projeto proporciona uma ferramenta para melhorar as condições na renda da agricultura familiar para permanência do homem no campo.

Ver detalhes do projeto

  Raquel Nakazato Pinotti      Apta Regional / IEA

Análise do Valor da Produção Agropecuária no Estado de São Paulo, 2015 a 2019

n° SGP 1003

~~A pesquisa visa atender a demandas sistemáticas de instituições públicas e privadas por informações oficiais sobre o valor da produção da agricultura, da pecuária, da silvicultura e da pesca, no Estado de São Paulo, de acordo com a disposição da Lei Agrícola vigente no País. Especificamente, procura-se aprimorar os sistemas de levantamenrto de dados básicos de produção e preços e incluir novos itens na lista dos produtos, cujos valores são calculados. Pretende-se desagregar o valor total do Estado por região (Escritório de Desenvolvimento Rural – EDR e Região Administrativa – RA). Serão feitas análises da conjuntura das safras e dos mercados dos principais produtos isoladamente e em agrupamentos, visando identificar as causas das variações das duas fontes de crescimento do valor da produção agropecuária (quantidades e preços). 
    

Ver detalhes do projeto

  José Roberto da Silva      IEA

Rede Agroecológica Caiçara: Grupos de Consumo e as Políticas Públicas

n° SGP 965

Este projeto visa avaliar um coletivo de produção e consumo responsáveis de Ubatuba: a Rede Agroecológica Caiçara. A iniciativa surgiu de um arranjo interinstitucional e multidisciplinar que envolve pesquisa, assistência técnica, extensão rural e políticas públicas em interação direta com a produção e o consumo. A Rede Agroecológica Caiçara foi idealizada e criada em junho de 2013 por integrantes desse grupo e consiste em um coletivo de produção e consumo que visa simplificar e otimizar a produção e comercialização dos produtos da agricultura familiar de Ubatuba, SP por meio da aproximação entre produtores, consumidores e técnicos. Os objetivos do projeto são: 1- avaliar o capital social criado no contexto da iniciativa da Rede Agroecológica Caiçara, por meio da avaliação das redes de relações estabelecidas; 2 - avaliar a convergência da iniciativa da Rede Agroecológica Caiçara com a Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural; 3 - avaliar a convergência da iniciativa da Rede Agroecológica Caiçara com o Plano Nacional de Economia Solidária, 4 - avaliar a convergência da iniciativa da Rede Agroecológica Caiçara com o Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica; de modo a ampliar a visão interna da iniciativa, assim como, verificar sua adequação às políticas públicas que definem a sua interação com o ambiente externo. Para atender o primeiro objetivo, propõe-se a metodologia de Net-Maps que visa avaliar o capital social por meio da percepção individual da rede de relações estabelecida. Para o segundo e terceiro objetivos, a metodologia proposta é de revisão bibliográfica para comparação da iniciativa com as políticas e planos em questão. É uma proposta de baixo custo que visa o bom aproveitamento dos recursos públicos que já estão investidos na instituição e que não são passíveis de financiamento – como salários dos pesquisadores, computadores, energia elétrica, além do capital social - criado nas fases anteriores do projeto, que viabiliza a colaboração na atual fase do projeto, assim como, a operacionalização do projeto.

Ver detalhes do projeto

  ISABEL FERNANDES PINTO VIEGAS      Apta Regional / IEA

EMBRIÕES DE SISTEMAS LOCAIS DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA: MAPEAMENTO, CARACTERIZAÇÃO E A INTERAÇÃO ENTRE AS FONTES DE INOVAÇÃO

n° SGP 792

Esta proposta objetiva estudar a distribuição e concentração da produção agrícola no Estado de São Paulo, com ênfase para a região Oeste, identificar aglomerações produtivas, delimitá-las geograficamente, e classificá-las em função de sua relevância regional e setorial. Apoiado por fontes primárias e secundárias, serão investigadas as vantagens comparativas que propiciaram o surgimento de “embriões de sistemas locais de produção” em regiões de menor desenvolvimento econômico, assim como o papel, atuação e relação entre atores do aparato institucional de CT&I e agentes de produção agrícola para observar a ocorrência de interação entre essas fontes de inovação. Para tanto, a especialização e a concentração da produção agrícola nas microrregiões serão avaliadas, respectivamente, por meio do cálculo do Quociente Locacional (QL) e do Gini Locacional (GL) de produtos agrícolas utilizando-se variáveis relacionadas ao valor da produção nas 65 microrregiões do estado, sendo os resultados classificados em tipologia adaptada de estudos em economia industrial para identificação de Embriões de Sistemas Locais de Produção Agrícola. A caracterização desses sistemas, será realizada mediante levantamentos sobre a estrutura de produção e CT&I agrícola a partir de consulta a dados secundários, realização de 18 entrevistas, e aplicação de 180 questionários estruturados em 03 microrregiões geográficas localizadas no oeste e extremo oeste do estado. A análise dos resultados será realizada com a utilização de técnicas descritivas, de estatística multivariada, e de análise qualitativa.

Ver detalhes do projeto

  Ricardo Firetti      Apta Regional / IEA

Mercado de cerveja artesanal em Presidente Prudente: caracterização de produtos, concorrência, preferências e percepção de consumidores

n° SGP 791

Esta proposta de pesquisa tem a finalidade de subsidiar com informações estratégicas a tomada de decisões de novos empreendedores do segmento de bebidas diferenciadas, ênfase às cervejas especiais e artesanais, quanto a aspectos fabris e mercadológicos. Para tanto, dois tipos de cerveja artesanal serão caracterizados comparativamente a produtos comerciais utilizando parâmetros físicos e químicos específicos, e, posteriormente, submetidos à análise sensorial por um grupo de provadores não especializados, mas com hábito de consumo de cervejas. Paralelamente, serão avaliados itens do composto mercadológico (produto, preço, ponto, promoção) de concorrentes comercializados no município de Presidente Prudente; e identificadas as opiniões de consumidores utilizando levantamento de dados originais e técnicas de preferência declarada. Colaboram com esta pesquisa: Caio Russo Dutra Rodrigues (FC Brew); Ana Lúcia Luz Alberti (PRDTA-AS/DDD-APTA); Marilice Zundt (FACAPP-UNOESTE); José Luiz de Lima Astolphi (FACAPP-UNOESTE); Edval Pereira dos Santos (PRDTA-AS/DDD-APTA); Edson Pereira (PRDTA-AS/DDD-APTA).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ver detalhes do projeto

  Ricardo Firetti      Apta Regional / IEA

Atualização dos sistemas de produção e do custo de produção de cana-de-açúcar dos fornecedores do Estado de São Paulo - fase 3

n° SGP 520

A análise econômica de qualquer atividade produtiva serve de balizamento e orientação, no sentido de permitir ao produtor e demais agentes envolvidos informações importantes no processo de tomada de decisão. Contribui, ademais, para norteamento na concepção e elaboração de políticas públicas destinadas ao setor.        Destacam-se, na análise econômica, estudos que permitem estimar os custos de produção e a rentabilidade de sistemas produtivos, especialmente aqueles que têm importância social, econômica e ambiental. Nesse contexto insere-se a cultura de cana-de-açúcar e nesse sentido, o objetivo do projeto é de acompanhar os sistemas de produção da cultura de cana-de-açúcar no Estado de São Paulo em nível de fornecedores. Pretende-se manter atualizadas as matrizes de coeficientes técnicos e de exigências físicas de fatores de produção levantadas pelo IEA em 2009 e em 2011 em parceria com a Orplana e estimar os custos de produção para os diferentes sistemas de produção nas regiões produtoras do estado. Deverão ser realizadas reuniões com técnicos e fornecedores nas regiões pré-determinadas quando da realização do primeiro levantamento em 2009 e do segundo levantamento em 2011, serão avaliadas as operações realizadas, coeficiente técnicos, sistemas de produção e equipamentos utilizados através da metodologia de levantamento de coeficientes técnicos utilizado pelo IEA junto aos produtores fornecedores. Os dados obtidos servirão para atualização do banco de dados obtidos em levantamento anterior e reavaliar e elencar novas técnicas e sistemas, além de avaliar a representatividade das regiões pré-estabelecidas. 

Ver detalhes do projeto

  Marli Dias Mascarenhas Oliveira      IEA
  Sobre

O SGP (Sistema de Gestão de Pesquisa) foi implementado em todas as unidades APTA, para centralizar o controle de todos os projetos desenvolvidos sob sua supervisão. [Ler mais]

Endereço APTA – São Paulo

Praça Ramos de Azevedo, 254, 2º andar - República, São Paulo - SP

Fone : (11) 5067-0447 e 5067-0427

  Endereço APTA – Campinas

Avenida Barão de Itapura, 1481 - Botafogo, Campinas - SP

Fone : (19) 2137-8930