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Biodiversidade e Ecologia de Áreas Cultivadas e Remanescentes de Vegetação Nativa a elas Associados, Em Vista da Missão Institucional Atual do IAC da otimização dos sistemas de produção vegetal, com responsabilidade ambiental.

n° SGP 17

De acordo com os conceitos mais atuais, expressos, inclusive, pelo Secretário Arnaldo Jardim, Seminário Internacional "Sistema Finaceiro, Economia Verde e Mudanças Climáticas" (em 21/9/2015 - http://www.agricultura.sp.gov.br/noticias/3648-seminario-sobre-participacao-do-setor-financeiro-na-questao-ambiental-destaca-acoes-do-governo-de-sp), a sustentabilidade agrícola além de sua própria permanência ao longo do tempo, inclui a manutenção da biodiversidade biológica nativa.  A manutenção da biodiversidade nativa é uma medida do grau de responsabilidade em relação ao ambiente e à qualidade de vida, manifesta pela população em geral.  Diante deste conclame da população brasileira, e em especial paulista, ao respeito ao meio ambiente e à qualidade de vida, está inserido na missão institucional do IAC o desenvolvimento da agricultura com responsabilidade ambiental.  Através de estudos da composição e ecologia de espécies vegetais, nas áreas nativas remanescentes, associadas às áreas agrícolas espera-se avaliar se as inovações tecnológicas sugeridas para a otimização dos sistemas de produção vegetal garantem a devida responsabilidade quanto à qualidade ambiental. Particularmente, está em avaliação se a otimização dos sistemas de produção das espécies exóticas garantem esta responsabilidade, buscando-se evitar comunicações precipitadas e alarmistas, não embasadas em dados confiáveis. Este processo está associado aos projetos ECOFOR: Biodiversidade e funcionamento de ecossistemas em áreas alteradas pelo homem nas Florestas Amazônica e Atlântica (http://www.bv.fapesp.br/pt/auxilios/81891/ecofor-biodiversidade-e-funcionamento-de-ecossistemas-em-areas-alteradas-pelo-homem-nas-florestas-a/) coordenado pelos Profs. Drs. C.A. Joly (UNICAMP) e J. Barlow (Lancaster University - Inglaterra), em parceria internacional, financiada pela FAPESP (Programa BIOTA, Temático) e NERC-UK, no qual sou um dos pesquisadores principais; e Composição florística, estrutura e dinâmica do funcionamento da Floresta Ombrófila Densa Atlântica dos núcleos Caraguatatuba, Cunha, Picinguaba e Santa Virgínia, do Parque estadual da Serra do Mar (PelD) - http://www.bv.fapesp.br/pt/auxilios/81978/composicao-floristica-estrutura-e-dinamica-do-funcionamento-da-floresta-ombrofila-densa-atlantica-d/ e http://www.cnpq.br/web/guest/projetos-pesquisa;jsessionid=EB499B9FADE216A05078F5240E03DA22, igualmente, coordenado pelo Prof. Joly e financiado pela FAPESP (Regular) e CNPq, cujos encerramentos coincidem com o presente projeto.

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  Luis Carlos Bernacci      IAC

Avaliação da Qualidade Sensorial das Bebidas e Caracterização da Fração Hidrossolúvel de Grãos de Café de Plantas Matrizes de C. canephora

n° SGP 8

Este projeto tem por objetivo caracterizar o potencial tecnológico de plantas matrizes de Coffea canephora em seleção, considerando a qualidade sensorial e nutracêutica da bebida, o rendimento do processo de fabricação de café solúvel e outras possí­veis aplicações do café como matéria-prima para produtos e insumos industrializados.

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  Terezinha de Jesus Garcia Salva      IAC

Produção de baby leaf: tecnologias para os sistemas hidropônico e de bandeja

n° SGP 6

O mercado de baby leaf encontra-se em fase inicial de desenvolvimento no Brasil, porém em paí­ses da Europa, nos Estados Unidos e no Japão, já conquistou os consumidores. Com grande potencial de crescimento, as folhas baby podem estimular o consumo de hortaliças pela população, principalmente das crianças, contribuindo para o aumento nos números de consumo no paí­s que são baixos e para redução da obesidade infantil. Da mesma maneira que o mercado, os sistemas produtivos para produção de baby leaf estão se iniciando no Brasil, necessitando serem estudados. Destacam-se como potenciais sistemas produtivos para baby leaf, no Brasil, o hidropônico NFT e o em bandejas. Assim o presente projeto divide-se em dois subprojetos. O primeiro subprojeto, visa verificar o efeito da reutilização do substrato fibra de coco por uma, duas e três vezes, solarizado e não solarizado, sobre a produção da alface, cv. Elisa, para produção de baby leaf, no sistema de produção em bandejas. O segundo subprojeto pretende verificar o efeito da condutividade elétrica da solução nutritiva (0,4; 0,8; 1,2 e 1,6 mS cm-1) e de espaçamentos entre plantas (2,5; 5,0 e 10,0 cm) sobre o desenvolvimento e a produtividade de quatro espécies de hortaliças (agrião de terra-seca, alface, beterraba e rúcula) em sistema hidropônico NFT.

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  Luis Felipe Villani Purquerio      IAC

MELHORAMENTO GENÉTICO E APLICAÇÃO DE FERRAMENTAS BIOTECNOLÓGICAS EM PINHíO MANSO (Jatropha curcas L.)- 2 FASE

n° SGP 3

O objetivo principal é o estabelecimento, ampliação, manutenção e caracterização agro-morfológica, molecular e fitoquí­mica de um banco ativo de germoplasma (BAG) de J. curcas visando dar suporte ao programa de melhoramento genético para a espécie; ampliação da variabilidade genética do BAG (por meio da obtenção de hí­bridos interespecí­ficos ou pelo uso da biotecnologia e da engenharia genética); seleção de genótipos "elites" de J. curcas com caracterí­sticas agronômicas desejáveis, hibridações intra e interespecíficas, estudo de protocolos para a propagação in vitro destes genótipos elites visando obtenção de clones para ensaios de campo ou a multiplicação em escala para produção de mudas de qualidade genética (variedade clonal). Também pretende-se adequar e desenvolver métodos de transformação genética e regeneração in vitro para obtenção de plantas transgênicas que expressem genes de interesse, como aqueles envolvidos no metabolismo dos ácidos graxos e esteres de phorbol, na indução de tolerância a estresses bióticos e abióticos. Com o conjunto das metodologias aplicadas espera-se o lançamento de uma cultivar, inexistente até o momento no mercado, visando viabilizar a cultura para o agronegócio paulista.

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  Daniela de Argollo Marques      IAC
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O SGP (Sistema de Gestão de Pesquisa) foi implementado em todas as unidades APTA, para centralizar o controle de todos os projetos desenvolvidos sob sua supervisão. [Ler mais]

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