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Desempenho de seleções clonais de cafeeiros do tipo arabica resistentes ao bicho-mineiro, em Campinas,SP

n° SGP 151

O parque cafeeiro nacional possui uma área de 2,35 milhões de hectares com 6,7 bilhões de covas, colocando o Brasil na posição de maior produtor e exportador de café mundial. Grande parte da produção nacional (75%) é proveniente de cultivares da espécie Coffea arabica, todas elas propagadas sexualmente e suscetí­veis ao bicho-mineiro (L. coffeella); este que é considerada a praga mais importante da cultura, pois ocasiona grandes perdas na produção sendo assim, o presente projeto tem como objetivo avaliar quatro clones de cafeeiros do tipo arábica, em Campinas, SP, em relação À sanidade fertilidade e desenvolvimento vegetativo das plantas visando À obtenção de novas cultivares resistentes ao bicho-mineiro. Com esta finalidade, um ensaio de progênie EP 540 foi plantado em delineamento em blocos ao acaso, com 5 repetições e parcelas de 5 plantas. O desempenho dos clones C1059, C1064, C760 e C1215 será comparado aquele de duas testemunhas, Obatã 1669-20 sem controle quí­mico e Obatã 1669-20 com controle quí­mico (thiamethoxam). Os tratamentos são avaliados em relação a diversas caracterí­sticas agronômicas, À fertilidade das plantas e À qualidade de bebida e em relação À resistência ao bicho-mineiro, À ferrugem e À mancha-aureolada,. Os clones avaliados serão caracterizados a partir de descritores mí­nimos publicados para a cultura do café.

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  Oliveiro Guerreiro Filho      IAC

POTENCIAL AGRíCOLA DE BIOCARVAO PROVENIENTE DE BIOMASSAS ALTERNATIVAS

n° SGP 150

Aliar alta produção de alimentos com sustentabilidade ambiental é um dos principais desafios da atualidade. O biocarvão (BC) consiste em um material bastante estável e com propriedades fí­sicas e quí­micas especí­ficas, e pode representar uma ferramenta de grande importância para esse desafio. O BC já vem sendo estudado para algumas finalidades, como para a produção de energia, melhoria da qualidade do solo, entre outros. Nesse contexto, torna-se importante entender a relação entre fonte/produção do BC o que permitirá um estudo para usos mais especí­ficos desse produto. Esse trabalho tem os seguintes objetivos: (i) estudar como a temperatura de pirólise altera a composição quí­mica do biocarvão, comparada à composição quí­mica da biomassa original utilizada; (ii) determinar a disponibilidade de N, P e alguns metais pesados dos biocarvões após aplicação no solo; (iii) Caracterizar a estabilidade do biocarvão após aplicação no solo, quantificando-se o C-CO2 emanado; (iv) quantificar a CTC e a retenção de água dos biocarvões e como tais atributos são afetados no solo após aplicação dos mesmos; (v) determinar o efeito do biocarvão na emissão de N2O de fonte nitrogenada aplicada ao solo; (vi) avaliar processo de ativaçao que aumentem o poder adsortivo do biocarvão; (vii) avaliar o uso do biocarvao na remediaçao de águas subterraneas contaminadas com metais; (viii) viabilizar a reciclagem de residuos agricolas, urbanos ou industrias na forma de biocarvão; (ix) estudar a aplicação de biocarvao e fertilizantes nitrogenados para sua liberação gradual ao solo; (x)  avaliar a eficiência dos biocarvões na mitigação dos efeitos tóxicos de solo contaminado com metais, melhorando os atributos químicos, físicos, físico-químicos e microbiológicos. Dessa forma espera-se gerar alternativas para remediação de áreas contaminadas para que possam ser revegetadas e utilizadas novamente

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  Aline Renee Coscione      IAC

Obtenção de genótipos superiores de seringueira (Hevea spp.) adaptado a diferentes regiões edafoclimáticas consideradas área de escape ao mal-das-folhas.

n° SGP 148

O caráter mais importante no melhoramento genético da seringueira Hevea brasiliensis (Willd. ex Adr. de Juss) Muell.-Arg. é a produção do látex. Entretanto, a expressão desse potencial é geralmente influenciada por vários fatores genéticos inerentes À árvore, como vigor, espessura de casca, resistência ao vento, doenças, etc. e por fatores ambientais tais como: práticas de manejo, sistema de sangria, estimulação, densidade de plantio, nutrição, etc. O programa de Melhoramento Genético adotado pelo Instituto Agronômico, compreende três etapas de seleção. Inicialmente, procura-se obter progênies, por via de polinização controlada ou aberta, visando À formação de viveiros de progênies. Aos dois anos e meio com base em avaliações preliminares de produção através de testes precoces, vigor e tolerância a doenças, os ortetes são selecionados e clonados para serem testados em Experimentos de Avaliação de Clones em Pequena Escala (EAPEs). Nessa segunda etapa de seleção, após o primeiro ano de sangria, os clones promissores são multiplicados e passam a ser avaliados em Experimentos de Avaliação em Grande Escala (EAGEs). Com base no exposto o projeto tem como principal objetivo a obtenção de cultivares (clones) superiores de seringueira com alto potencial de produção e vigor, resistentes ao Microcyclus ulei (P. Henn.) v. Arx. para as diferentes regiões do Planalto e litoral do Estado de São Paulo. O projeto compreende 15 experimentos contemplando três grupos distintos. O primeiro relacionado Estudo e Seleção de Progênies, o segundo a Avaliação de Clones em Pequena Escala (EAPEs) e um terceiro a Avaliação de Clones em Grande Escala (EAGEs), a maior parte em andamento em área de escape. Todos envolvem desde a polinização controlada e/ou aberta até a liberação dos cultivares comerciais para recomendações em pequena e grande escala ao nível de produtor.

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  Paulo de Souza Gonçalves      IAC

Melhoramento Genético para Obtenção de Clones de Seringueira (Hevea spp.) para o Estado de São Paulo.

n° SGP 147

O caráter mais importante no melhoramento genético da seringueira Hevea brasiliensis (Willd. ex Adr. de Juss) Muell.-Arg. é a produção do látex. Entretanto, a expressão desse potencial é geralmente influenciada por vários fatores genéticos inerentes À árvore, como vigor, espessura de casca, resistência ao vento, doenças, etc. e por fatores ambientais tais como: práticas de manejo, sistema de sangria, estimulação, densidade de plantio, nutrição, etc. O programa de Melhoramento Genético adotado pelo Instituto Agronômico (IAC), compreende três etapas de seleção. Inicialmente, procura-se obter progênies, por via de polinização controlada ou aberta, visando À formação de viveiros de progênies. Aos dois anos e meio com base em avaliações preliminares de produção através de testes precoces, vigor e tolerância a doenças, os ortetes são selecionados e clonados para serem testados em Experimentos de Avaliação de Clones em Pequena Escala (EAPEs). Nessa segunda etapa de seleção, após o primeiro ano de sangria, os clones promissores são multiplicados e passam a ser avaliados em Experimentos de Avaliação em Grande Escala (EAGEs). Com base no exposto o projeto tem como principal objetivo a obtenção de cultivares (clones) superiores de seringueira com alto potencial de produção e vigor, resistentes ao Microcyclus ulei (P. Henn.) v. Arx. para as diferentes regiões do Planalto e litoral do Estado de São Paulo. O projeto compreende 15 experimentos contemplando três grupos distintos. O primeiro relacionado Estudo e Seleção de Progênies, o segundo a Avaliação de Clones em Pequena Escala (EAPEs) e um terceiro a Avaliação de Clones em Grande Escala (EAGEs), a maior parte em andamento no Centro Avançado de Seringueira e Sistemas Agroflorestais do IAC. Todos envolvem desde a polinização controlada e/ou aberta até a liberação do cultivares no MAPA e consequentemente recomendação ao produtor.

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  Paulo de Souza Gonçalves      IAC

Manejo e Qualidade do Solo em Sistemas de Agricultura Conservacionista

n° SGP 143

Em áreas de produção agropecuária, sucessivos cultivos com técnicas inadequadas tem como resultado a degradação dos solos, tanto em áreas de cultivos anuais (grãos e hortaliças), como em cultivos perenes (fruteiras), semiperenes (cana-de-açúcar) e pastagens. Problemas de erosão hídrica são frequentes. Para reverter o processo de degradação desses solos, reduzir a compactação do solo, reduzir a erosão e suas consequências, aumentar a produtividade e garantir sustentabilidade às atividades busca-se a introdução de sistemas de agricultura conservacionista, entre eles o sistema plantio direto. Esses sistemas necessitam adaptação às condições de cada realidade local e para isso são necessários estudos de opções de cobertura, opções de rotação de culturas, opções de cultivos rentáveis, produção com baixo uso de insumos, técnicas e equipamentos adequados. O solo é um fator básico para os sistemas de produção agrícola e a qualidade do solo, seja física, química e/ou biológica, pode influenciar positiva ou negativamente a eficiência de um sistema produtivo. A busca por sistemas sustentáveis vem sendo constante nas atividades agrícolas, pecuárias e silviculturais, e a adoção de sistemas que integram essas atividades na mesma área de forma consorciada ou integrada é crescente. Por outro lado, a mecanização de todas as operações e o aumento da intensidade de uso das máquinas nas áreas tem gerado problemas de degradação dos solos, gerando demanda por sistemas de manejo alternativos. Este projeto tem como foco principal a conservação dos recursos naturais e a sustentabilidade da agricultura familiar, através da busca de soluções para problemas de manejo do solo e das culturas enfrentados pelos agricultores. O objetivo é desenvolver os sistemas conservacionistas, através de ensaios que busquem avaliar as alterações no solo decorrentes desses manejos, gerando informações sobre a qualidade do solo sob os diferentes sistemas agrícolas, que possibilitem recomendar adaptações ou inovações tecnológicas.

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  Isabella Clerici De Maria      IAC

Estudos e modelos de avaliação e predição de erosão

n° SGP 141

Os modelos de predição de erosão são importantes instrumentos em estudos de polí­tica conservacionista, programas de planejamento ambiental, projetos conservacionistas nas propriedades agrícolas, além de serem importantes ferramentas de ensino e pesquisa. A pesquisa objetiva avaliar a utilização de modelos matemáticos de predição de erosão e sua validação para utilização prática para as condições edafo-climáticas do estado de São Paulo. Para atingir os objetivos propostos são utilizados dados de perdas de terra e de água que vem sendo obtidos por mais de 70 anos pela Seção de Conservação do Solo, em talhões com sistemas coletores de erosão, instalados em quatro estações experimentais e representando diferentes combinações de solo, topografia e clima. Estes dados serão comparados com as predições feitas pelos modelos a partir de dados de atributos fí­sicos, quí­micos e biológicos do solo e de produção das culturas. O principal modelo estudado, que é ainda, o mais utilizado, será a USLE e suas modificações (MUSLE e RUSLE), além dos modelos WEPP, LISEM e SWAT.

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  Isabella Clerici De Maria      IAC

Utilização agrícola de lodo de esgoto: avaliações fí­sicas, quí­micas e biológicas de solo, enxurrada e sedimento

n° SGP 140

A aplicação de lodo de esgoto em solos agrícolas pode apresentar benefí­cios do ponto de vista agronômico em função dos efeitos sobre as condições fí­sicas e quí­micas do solo. No entanto, do ponto de vista ambiental, pode apresentar riscos, como a contaminação de águas superficiais com nutrientes, coliformes fecais e metais pesados ou a absorção destes últimos pela cultura.  Assim, este projeto tem por finalidade estudar o efeito da aplicação de lodo de esgoto municipal digerido aerobicamente na produtividade da cultura de milho, na contaminação de águas superficiais por meio da enxurrada e de sedimentos e em propriedades fí­sicas e quí­micas do solo.

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  Isabella Clerici De Maria      IAC

Melhoramento de milho visando à obtenção de populações e de novos tipos de hí­bridos para o Estado de São Paulo

n° SGP 137

Novas populações de milho vêm sendo obtidas e selecionadas através de métodos de seleção massal e seleção recorrente entre e dentro de progênies de meios-irmãos. Com a utilização do método de seleção recorrente entre e dentro de progênies de meios irmãos, progênies são avaliadas com ênfase na produtividade, porte, precocidade, caracteres agronômicos, resistência a doenças e, mais recentemente, quanto à tolerância à seca. Cerca de 200 progênies são avaliadas em blocos ao acaso, em Campinas e Mococa. As populações F2 obtidas, juntamente com outras populações F2 oriundas de hí­bridos comerciais, serão ainda cruzadas em esquema dialélico, para obtenção de hí­bridos de populações F2 de milho, tendo-se a vantagem da redução de custos e eliminando-se as etapas de obtenção de linhagens endogâmicas requeridas na produção de hí­bridos simples. Assim, serão obtidos hí­bridos a partir de geração F2 e avaliados quanto a produtividade, tolerância a doenças foliares e outras caraterí­sticas agronômicas, em Campinas e Mococa. Os ensaios serão desenvolvidos sob delineamento de blocos casualizados, com 36 tratamentos, mais duas testemunhas comerciais (IAC 8333 e DKB 350). Estimativas da heterose e de seus componentes serão obtidas, utilizando-se o método de Gardner e Eberhart, bem como o potencial produtivo de novos hí­bridos F2 de milho, para produtores de média tecnologia do Estado de São Paulo.

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  Maria Elisa Ayres Guidetti Zagatto Paterniani      IAC

Interação: ví­rus e patógenos similares - agentes vetores - espécies de plantas hospedeiras, a ní­vel biológico, imunológico e molecular (genoma viral).

n° SGP 134

Estão sendo estudadas as viroses, em sua ampla gama de agentes fitopatogênicos, causadores de moléstias causadas por vírus ou agentes de patologia e epidemiologia semelhantes, como a moléstia denominada "Zebra Chip", ou Zebra da Batata-Frita, que tem como agente etiológico o Candidatus Lyberibacter solanacearum  (Ca.L.solanacearum), transmitido por espécies de psilídeos. Além das viroses comuns, são também estudadas as emergentes-exóticas (quarentenária e-ou regulamentadas), principalmente espécies, de importância econômica, representantes das famílias das solanaceas (batata, tomate, beringela, pimentão, fumo-tabaco); Poaceas (cana-de-açucar; milho, sorgo, arroz, trigo) e Malvaceas (algodão). Outras culturas de interesse na bio-energia e florestais (eucalipto, pinus). Nas solanaceas, o projeto vem estudando as variantes dos Potyvirus, particularmente da espécie Potato virus Y (PVY), tais como PVYo, PVYn, PVYntn, PVY n:o, entre outras. Experimentos têm sido conduzidos com foco na busca de conhecimento da interação viros-hospedeira-vetor-meio ambiente, tais como aspectos a ní­vel molecular (genoma viral), epidemiológico (interação virus x vetor x região produtora) e medidas de controle (bio-monitoramento, convivência via pre-munização/raças fracas). Os estudos de epidemiologia das principais viroses tem revelado que o vírus do enrolamento das folhas da batata (PLRV) , cuja importância na rápida degenerescência da batata-semente foi, por decadas (registros de 1960  até fins do século XX) considerado, isoladamente o mais importante, deixou de ter essa grande

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  José Alberto Caram de Souza Dias      IAC

Metodologia de produção de batata-semente e diagnose viral.

n° SGP 133

Face À alta diversidade biológica que as condições clima tropical e sub-tropical apresentam no agrosistema, problemas relacionados com doenças de ví­rus no agronegócio de diferentes cultura são geralmente mais complexos na sua epidemiologia e metodologia de controle do que se comparado com a menor diversidade biológica que se verifica em paí­ses de clima temperado. Essa diferença é marcante no cultivo da batata (Solanum tuberosum L.), particularmente no que se refere À degenerescência da batata-semente, devido À s viroses perpetuadas pelo material de propagação vegetativo: tubérculo/batata-semente. Por haver cultivo de batata o ano inteiro e em regiões do Nordeste ao Sul do Brasil e por haver a presença constante, durante o ano inteiro, tanto de plantas hospedeiras de viroses da batata (particularmente das mais comuns, tais como PLRV , PVY, ToYVSV,e mais recentemente o Tomato chlorosis virus - ToCV, do gênero Crinivirus) como de seus respectivos insetos vetores (diferentes gêneros e espécies, tais como afí­deos, mosca-branca, trips, etc). Em decorrência da alta pressão de disseminação de viroses, o Brasil é dependente de renovação anual do estoque básico, livre de ví­rus, adquirido da importação. Paí­ses tradicionais na produção e exportação de batata-semente, bem como nos programas de melhoramento da batata, estão localizados em regiões de clima temperado, como Holanda, Alemanha, França, Suécia, Canadá, Estados Unidos, entre outros, também do Hemisfério Sul, como Chile e Argentina (Patagônia). Nesses paí­ses, a "mãe natureza" favorece a ausência de insetos vetores e de plants hospedeiras (soqueiras) das viroses da batata. Devido ao inverno longo e rigoroso, o "vasio sanitártio" nesses paí­ses é natural, após cada ciclo: uma vez/ano. O desafio de produzir e manter estoques de batata-semente livres de ví­rus no Brasil demanda conhecimento fitotécnico da cultura da batatta e solanaceas virologigamente relacionadas, bem como epidemiológicos das viroses. Nesse projeto, buscamos a ní­vel regional ou nacional esses conhecimentos, pois a produção se localiza em diferentes estados produtores, indo desde Pelotas, RS, À Chapada da Diamantina, BA, e outros do Nordeste: Pernambuco e Paraí­ba. A diversidade de qualificação dos produtores têm sido considerada nesse projeto, que visa gerar tecnologias ao alcance dos diversos ní­veis de produtores. Tecnologias como a do uso de brotos destacados de tubérculos/batata-semente básica e seleção da p

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  José Alberto Caram de Souza Dias      IAC

Estudos sobre as doenças da cultura do milho

n° SGP 130

As principais doenças foliares da cultura do milho no Estado de São Paulo têm sido nos últimos anos, as ferrugens (comum, polissora), mancha de Phaeosphaeria, mancha de diplódia e cercosporiose. São instalados aproximadamente 20 ensaios de avaliação de cultivares, distribuí­dos em quatro regiões produtoras de milho no Estado de São Paulo, com 30 cultivares em plantio no Estado de São paulo.  É utilizado o delineamento experimental de blocos ao acaso, com quatro repetições. A parcela experimental é constituí­da de quatro linhas de 5,0m de comprimento, considerando apenas as duas linhas centrais para as avaliações agronômicas. A avaliação de doenças é realizada aos 90 dias após o plantio, nos locais onde sua severidade for suficiente para que haja discriminação das cultivares, quanto À resistência. Essa avaliação é realizada através de uma escala de notas variando de 1 a 9, correspondendo a 0; 1; 2,5; 5; 10; 25; 50; 75 e mais de 75% de área foliar afetada.São também realizados dois experimentos sem e com tratamentos fungicidas: em Capão Bonito e Itararé,  realizando-se três e duas aplicações, respectivamente, dos fungicidas epoxiconazol + Piraclostrobina (0,75 L/ha de Opera), para estudos de eficácia de controle químico das doenças da cultura do milho.  São coletados dados de precipitação e temperatura nos locais onde há uma alta severidade de doença, para estudos de correlação com essa severidade e também com a perda de produtividade. São efetuadas análises de variância  para massa de grãos, severidade de doenças e porcentagem de espigas doentes, considerando-se as devidas transformações de dados e, posteriormente, análise conjunta para locais, dentro das regiões do Estado. A comparação de médias é realizada através do teste de Tukey para massa de grãos e de Scott-Knott para severidade de doenças e porcentagem de espigas doentes.

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  Christina Dudienas      IAC

Cacaueiro: caracterização de genótipos das coleções de germoplasma

n° SGP 129

O cacaueiro (Theobroma cacao L.) é planta amazônica de grande importância econômica, uma vez que de suas amêndoas fermentadas e secas é fabricado o chocolate. Estima-se que esteja entre as 15 "commodities" agrícolas mais rentáveis. O Estado de São Paulo apresenta regiões com caracterí­sticas edafoclimáticas apropriadas ao cultivo dessa espécie e nos anos 80 do século passado, a cacauicultura chegou a ocupar em nosso Estado aproximadamente 4.000 ha (Nogueira, 1986). Atualmente, existem coleções de germoplasma de cacau em Pariquera-Açu, Ubatuba, Pindorama e Campinas, sendo de interesse o estudo desse material genético, quanto À produção e qualidade do produto, especificamente da manteiga de cacau. Ultimamente, em virtude da importância dos cotilédones do cacaueiro por suas propriedades medicinais (manteiga de cacau, fenóis) ênfase tem sido dada a trabalhos envolvendo esses compostos, em parceria com o ITAL. Existe também a possibilidade de que se inicie estudo de avaliação de clones das coleções com relação a parâmetros fisiológicos, como a taxa de assimilação de CO2.

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  Maria Luiza Sant'Anna Tucci      IAC

Palmiteiro: melhoramento genético

n° SGP 128

Envolve estudos de variáveis diretas e indiretas para caracterização e avaliação agronômica e molecular de espécies, ecótipos e/ou populações de espécies do gênero Euterpe. Abrange caracterização detalhada das populações em estudo e envolve seleção com base em análise de crescimento e resistência a fatores bióticos e abióticos adversos. O Está sendo realizado um levantamento dos acessos nos bancos de Euterpes (Ubatuba) com objetivo de avaliar esse material visando a produção de polpa para instalação de futuros experimentos.Estes trabalhos estão sendo realizados em parceria com o IPEMA, coleta de materiais, em Ubatuba e os estudos sobre teores de fénois com a ESALQ em Piracicaba.

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  Valeria Aparecida Modolo      IAC

Sistemas de produção para pupunheira.

n° SGP 127

O presente projeto refere-se ao estudo de técnicas fitotécnicas diversas, de forma a produzir pacotes tecnológicos completos e adequados tanto para o cultivo da pupunheira para a produção de palmito, em várias condições edafoclimáticas e em diversas escalas comerciais, como para produção de sementes de pupunheira. Tal projeto é desenvolvido sempre enfocando a aplicabilidade dos trabalhos e/ou processos desenvolvidos e é realizado em parceria com os polos regionais, outras instituições de pesquisa, universidades, empresários e agricultores em geral. Ênfase tem sido dada a pacotes tecnológicos de produção de palmito no planalto paulista, enfocando-se em ensaios sobre produção de mudas, adubação mineral, consumo de água, manejo e irrigação, fisiologia do crescimento e da produção, fitossanidade (controle e manejo de pragas, doenças e ervas daninhas). Também tem se dado ênfase para ensaios a fim de se adequar a tecnologia de produção de sementes (diferenças entre matrizes, ensaios de adubação, ponto adequado de colheita, armazenamento de sementes). Atualmente estão sendo realizados experimentos no Parque Tecnológico do Centro de Horticultura em Campinas e no Pólo Centro Norte em Pindorama. No Parque tecnológicos estão sendo desenvolvidos dois experimentos: 1) Adubação nitrogenada na produção de palmito pupunha em condição irrigada; 2) Ponto de colheita de palmito pupunha. Em Pindorama estão sendo desenvolvidos experimentos sobre produção de sementes de pupunheira (arquivo anexado).

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  Valeria Aparecida Modolo      IAC

Pupunheira: melhoramento genético

n° SGP 126

O projeto vai desde coleta, formação, conservação e manutenção de germoplasma até a seleção de genótipos apropriados a produção de palmito de qualidade em palmeiras do gênero Bactris. Envolve estudos de variáveis diretas e indiretas para caracterização e avaliação agronômica e molecular de ecótipos e/ou populações desse gênero. Abrange caracterização detalhada das populações em estudo; estimativa de parâmetros estatí­stico-genéticos de interesse no melhoramento; í­ndices de seleção; correlações dos caracteres vegetativos com moleculares; emprego de métodos diretos e indiretos de seleção individual e multiefeitos; bem como análise estatí­stico-genética da produção e da qualidade final do produto; envolve ainda seleção com base em análise de crescimento, resistência a fatores bióticos e abióticos adversos, e, em conjunto com o ITAL, seleção com base em algumas caracterí­sticas do palmito, tais como rendimento, coloração, textura e poder tamponante.

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  Valeria Aparecida Modolo      IAC

Sistemas de rotação de culturas e infecção de grãos de milho por Fusarium verticillioides em regiões produtoras com diferentes altitudes no Estado de São Paulo

n° SGP 122

Propõe-se neste estudo avaliar a influência do sistema de sucessão e rotação de cultura, em sistema plantio direto, e das condições climáticas determinadas pela altitude no crescimento fúngico e na ocorrência de fumonisinas em amostras de grãos de milho e de cobertura morta, em duas regiões produtoras no Estado de São Paulo. Visam-se como objetivos especí­ficos: Identificar a micobiota presente na cobertura morta e nos grãos de milho; Determinar a presença de fumonisinas (FB1 e FB2) nas amostras de grãos de milho; Identificar as espécies do gênero Fusarium isoladas da cobertura morta e dos grãos utilizando metodologia clássica e molecular; - Correlacionar os resultados obtidos do crescimento fúngico e produção de fumonisinas com decomposição da palha, propriedades do solo e dados climáticos nas duas regiões estudadas; - Quantificar a severidade de doenças foliares e correlacionar com o sistema de rotação e com a presença de espécies do gênero Fusarium e de fumonisinas. Serão instalados dois experimentos, um em Capão Bonito (705 m) e outros em Palmital (508 m), com sistemas de sucessão contí­nua (monocultura) em comparação com diferentes rotações para as culturas de soja, milho verão, milho safrinha e trigo. A presença de fungos nas amostras de grãos de milho será determinada pela técnica da semeadura direta em meio DRBC (ígar Dicloran Rosa Bengala Cloranfenicol). Nas amostras de cobertura morta, será utilizada a técnica da semeadura em superfí­cie em meio DG18 (ígar Base Dicloran Glicerol Cloranfenicol). Os fungos serão identificados em ní­vel de gênero, entretanto, aqueles pertencentes ao gênero Fusarium serão identificados até espécie, utilizando métodos morfológicos clássicos (macro e micromorfológicos) e moleculares (sequenciamento parcial do gene TEF-1α). A pesquisa de fumonisinas nas amostras e nas cepas de Fusarium spp. será realizada utilizando Cromatografia Lí­quida de Alta Eficiência. Será estudado também o efeito das monoculturas em comparação com diferentes rotações na ocorrência de doenças foliares e suas possí­veis interações nas caracterí­sticas agronômicas das culturas, bem como em propriedades quí­micas e fí­sicas do solo.

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  Aildson Pereira Duarte      IAC

Biofortificação de culturas com selênio

n° SGP 121
No Brasil, os poucos estudos realizados com selênio (Se) tem alertado para uma possí­vel deficiência deste elemento na população brasileira, particularmente nos grupos populacionais de baixo poder aquisitivo que não consomem produtos de origem animal com freqí¼ência. A adição de elementos essenciais À saúde humana por meio de adubação no solo agrícola é considerada uma estratégia promissora para a biofortificação de plantas com selênio. Com o objetivo de aumentar as concentrações de Se na parte comestí­vel das plantas serão realizados três experimentos em casa de vegetação, onde o Se será adicionado em doses crescentes, na forma de selenito de sódio, a dois tipos de solo com texturas contrastantes e em dois ní­veis de pH (5,0 e 6,5) com a finalidade de se avaliar o aumento da concentração desse elemento nas partes comestí­veis das culturas do arroz, brócolis e rabanete. Em experimento de rotação feijão-milho, em condições de campo, os aumentos nas concentrações de Se no grão serão avaliadas após a aplicação de quantidades crescentes de Se, na forma de selenato de sódio, na adubação de plantio e na semente. Dois extratores (KCl e KH2PO4) também serão avaliados quanto À s suas eficiências em predizer as quantidades disponí­veis de Se para as três culturas cultivadas em casa de vegetação.
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  RONALDO SEVERIANO BERTON      IAC

Adubação de Sistemas Produtivos - Milho Safrinha e Soja

n° SGP 117

No planejamento da adubação se deve considerar, entre outros fatores, a sucessão de culturas e a reposição dos nutrientes exportados nas colheitas. O nitrogênio é o nutriente requerido e exportado em maior quantidade pelo milho e soja; a fixação simbiótica supre a demanda de N da soja e beneficia o milho cultivado em sucessão. Como a demanda de N pelo milho safrinha tem aumentado devido À melhoria da produtividade, se faz necessário aperfeiçoar o manejo da adubação nitrogenada. Na maioria das lavouras na região Centro-Oeste do Brasil, tem sido utilizada a adubação de cobertura de N e K e pouco ou nenhum fertilizante nitrogenado é aplicado imediatamente após a semeadura do cereal. Isso não é coerente com a necessidade de priorizar o emprego do N na semeadura, conforme resultados obtidos no Estado de São Paulo. Questiona-se também o benefí­cio da aplicação tardia do potássio em cobertura na produtividade do milho safrinha, que poderia ser feita no momento da semeadura do milho ou aplicado somente na soja. Com relação ao fósforo, o milho é muito exigente quanto a sua aplicação localizada e, por sua vez, a soja aproveita de maneira eficiente o fósforo residual. A hipótese é que a aplicação do fósforo deve ser priorizada no milho safrinha, preferencialmente no sulco de semeadura e não a lanço. O enxofre é o nutriente com maior frequência de acúmulo na subsuperfí­cie do solo e deficiência na camada 0-20 cm, mas são poucos os estudos sobre os benefí­cios da sua aplicação na semeadura em sistemas produtivos. Os objetivos são: (1) comparar os modos de aplicação no sulco e a lanço, no momento da semeadura do milho safrinha, de nitrogênio, fósforo, potássio e enxofre; (2) conhecer a reposta do milho safrinha ao N aplicado em cobertura e seus benefí­cios na soja em sucessão; (3) definir estratégias de aplicação destes nutrientes em cultivos de milho safrinha e soja em sucessão. Serão instalados experimentos com duração mí­nima de 3 anos, no sistema plantio direto e em ambientes contrastantes quanto a fertilidade do solo, em dois locais no Estado de São Paulo (Palmital e Pedrinhas Paulista) e quatro locais no Mato Grosso (Itiquira, Sapezal, Diamantino e Sorriso). O efeito de cada nutriente no milho safrinha será avaliado comparando as adubações completa e com sua omissão, complementando-o em quantidade total na adubação da soja subsequente. O delineamento será o de blocos ao acaso em esquema de parcelas subdivididas com 4 repetições. Serão avaliados o estado nutricion

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  Aildson Pereira Duarte      IAC

Formação de coleção de germoplasma de quiabo, incluindo o porte baixo e a resistência às principais pragas e moléstias, caracterização agronômica e manutenção

n° SGP 114

O presente trabalho tem como objetivos a introdução de quiabeiro, principalmente da espécie Abelmoschus esculentus, com porte baixo e/ou resistência às principais pragas e moléstias e/ou maior produtividade/precocidade e/ou arquitetura favorável ao adensamento. Compreende as seguintes metas: a) introdução e realização de quarentena de germoplasma de quiabo com pelo uma das seguintes caracterí­sticas: porte baixo, resistência a nematóides do gênero Meloidogyne, resistência aos fungos de solo dos gêneros Verticillium e Fusarium e resistência ao oí­dio, alta produtividade/precocidade e menor enfolhamento (lóbulos estreitos) para adensamento; b) avaliação segundo os descritores normalmente utilizados na caracterização agronômica e morfológica (MAPA, D.O.U. 03/02/2004);  c) multiplicação e conservação dos acessos;  d) disponibilização de material da Coleção para intercâmbio. Para multiplicação da Coleção há necessidade de uma estufa no Parque Tecnologico do CEC, de 7 x 30 m, coberta com filme de polietileno transparente e laterais com sombrite e com irrigação.

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  Francisco Antônio Passos      IAC

Melhoramento do quiabeiro para produtividade, qualidade do produto e porte da planta

n° SGP 113

O presente trabalho objetiva disponibilizar novas cultivares de quiabo para o mercado interno e exportação. Compreende as seguintes metas: a) conclusão da seleção de plantas superiores em seis seleções desenvolvidas no IAC, sendo três de frutos quinados (8.1, 20.1.2 e 47.1) e três de frutos roliços (13.1.1, 13.1.2 e 20.1.R), e produção de sementes genéticas desse material; b) realização de ensaios no IAC e no DDD, para determinação do valor de cultivo e uso-VCU (Portaria nº 294/98), de seis seleções desenvolvidas no IAC, visando o registro no Ministério da Agricultura e, posterior lançamento; c) identificação de acessos de porte médio a baixo; d) cruzamento e retrocruzamento das cultivares Santa Cruz 47 e Dardo com seis seleções IAC e acessos de porte médio a baixo; e) desenvolvimento de cultivares do tipo Santa Cruz (frutos roliços) de porte médio a baixo; f) estudo da viabilidade de cultivo de hí­bridos IAC F1 obtidos na meta "d". Para dar início à produção de sementes de quiabo com registro no RENASEM, visando disponibilizar cultivares IAC de quiabo para o setor produtivo, há necessidade de uma estufa no Parque Tecnológico do CEC, de 7 x 50 m, coberta com filme de polietileno transparente e laterais com sombrite e com irrigação.

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  Francisco Antônio Passos      IAC

Avaliação e seleção de clones elite de mandioca de indústria e de mandioca de mesa em sistemas de produção e na agricultura familiar.

n° SGP 112

No programa de melhoramento genético de mandioca do Instituto Agonômico - CH-IAC, anualmente são selecionados clones de alta resistência à bacteriose (Xanthomonas axonopodis pv. manihotis). Os clones obtidos são testados quanto à s características produtivas e qualitativas (mandioca de indústria - teor de amido e arquitetura das plantas; mandioca de mesa - cozimento, teor de HCN e presença de minerais e vitaminas). Os campos de cruzamentos serão instalados em Mococa-SP e em Andradina-SP (Fase 1), as sementes obtidas serão plantadas no CH/IAC em Campinas e os seedlings são submetidos à aplicação de solução com alta concentração do agente patogênico (Fase 2). Posteriormente os clones resistentes serão submetidos aos processo de seleção inicial (Fase 3) e em sequência os clones selecionados serão submentidos à experimentos de competição de clones em diversos locais do estado, tendo como testemunhas as variedades IAC 14 e IAC 90 (mandioca de indústria) e IAC 576-70 (mandioca de mesa). Assim, a presente proposta tem o objetivo de avaliar o potencial produtivo e a qualidade de clones elites do programa de melhoramento de mandioca em agricultores tradicionais e em agricultores familiares.

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  JOSÉ CARLOS FELTRAN      IAC

ABSORÇÃO DE NUTRIENTES POR HORTALIÇAS DIVERSAS

n° SGP 111

Determinar os teores e acúmulo de nutrientes pela abobrinha, alface e melancia durante o seu ciclo produtivo.

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  Luis Felipe Villani Purquerio      IAC

Avaliação Regional de Cultivares de Milho IAC/CATI/Empresas no Estado de São Paulo: Verão e Safrinha

n° SGP 110

Em face da grande quantidade de cultivares comerciais de milho, da rapidez da sua substituição no mercado e da heterogeneidade das condições ambientais e do ní­vel tecnológico das lavouras, faz-se necessário o estudo do desempenho dos materiais comerciais nas principais regiões do Estado. O presente projeto concilia os interesses dos agricultores e das empresas de sementes, por intermédio da participação do setor público (APTA â?? IAC e Polos Regionais e CATI). O objetivo é gerar informações para a utilização de cultivares de milho convencionais e transgênicas Bt mais adaptadas regionalmente, na safra de verão na safrinha, quanto ao potencial produtivo, as caracterí­sticas agronômicas desejáveis e a resistências À s doenças. Objetiva-se ainda acompanhar a realidade da cultura nas principais regiões produtoras, levantando demandas para novos projetos do Programa Milho, e divulgar informações para o desenvolvimento do agronegócio do milho no Estado.

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  Aildson Pereira Duarte      IAC

MELHORAMENTO GENÉTICO DO FEIJOEIRO

n° SGP 109

O Estado de São Paulo encontra-se entre os maiores produtores brasileiros de feijão e, semelhante À safra nacional, apresenta regiões onde são obtidas até três colheitas anuais, num sistema quase contí­nuo de plantio. O melhoramento de feijoeiro no Insituto Agronômico-IAC é uma atividade multidisciplinar envolvendo diversas áreas do conhecimento. Destas, a avaliação do BAG-feijão IAC é uma das mais importantes devido a necessidade de identificar caracterí­sticas importantes que permitam a obtenção de cultivares mais produtivas. A identificação de fontes de resistência (genes) aos principais patógenos da cultura como a antracnose e a mancha angular é a principal caracterí­stica de importância econômica, constituindo-se em uma forma barata e eficiente de controle. Para isto é necessário o levantamento e a classificação de raças fisiológicas dos patógenos e posterior avaliação dentro do germoplasma. Os genótipos identificados como fontes de resistência são utilizados em cruzamentos para obtenção de linhagens avançadas que apresentem resistência aos patógenos e alta produtividade. Em seguida, as linhagens promissoras são avaliadas em ensaios regionais de produtividade (VCU) em diferentes ambientes, épocas e anos, para que ocorra uma correta avaliação e sejam passí­veis de serem recomendadas como novas cultivares.

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  Sérgio Augusto Morais Carbonell      IAC

Diagnóstico Nutricional da Cultura do Chuchu (Sechium edule)

n° SGP 105

Resumo da Proposta: O objetivo desse trabalho é realizar um diagnóstico da fertilidade do solo e do estado nutricional da cultura do chuchu em propriedades agrícolas das três principais regiões produtoras do Estado de São Paulo para contribuir na atualização da recomendação de adubação.Para realização desse trabalho serão aplicados questionários e realizadas coletas de amostras de solo e de folhas obtidas de produtores localizados nas regiões de Monte Alegre do Sul, Iguape e Itapecerica da Serra. Em cada produtor serão coletadas amostras de folhas e de solo para posterior realização de análises quí­micas. Será também aplicado um questionário a ser respondido pelos principais produtores de chuchu de cada região visando obter o histórico de calagem e adubação daqueles locais. Outras informações relacionadas À produção de chuchu que ajudem no diagnóstico nutricional também serão levantadas. Os dados obtidos serão interpretados de modo a correlacionar a produtividade com a adubação utilizada e com os resultados das análises. Posteriormente, com os resultados obtidos será possí­vel identificar e estabelecer prioridades de pesquisa cientí­fica para o chuchu conforme as necessidades apontadas pelo diagnóstico,bem como elaborar a nova tabela de adubação para esta hortaliça.

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  Paulo Espí­ndola Trani      IAC

Avaliação Agronômica Organoléptica e Caracterização Botânica da Coleção de Germoplasma de Couve de Folhas do IAC

n° SGP 104

A Unidade Hortaliças, do Centro de Horticultura, do IAC, desde 1940 vem introduzindo e avaliando o comportamento de cultivares de couve-de-folhas. Hoje, a coleção de germoplasma formada consta de trinta cultivares de propagação vegetativa,  ( atual curadora Dra. Sally Ferreira Blat) sendo alguns deles resistentes a diversas pragas e doenças. Por observação, sabe-se que alguns cultivares da coleção são bastante produtivos e de boa palatabilidade. Desse modo, objetivando ofertar ao olericultor, inclusive da agricultura familiar, novas opções de cultivares de couve-de-folha, elaborou-se o presente trabalho com ênfase no teste regional da coleção em três locais (Campinas, Ribeirão Preto, Andradina, São Roque), com diferentes solos e climas. Serão avaliados caracteres relacionados à fenologia, produtividade, morfologia e coloração do caule e da folha, aspecto comercial, propriedades organolépticas. A sistematização das informações permitirá o estabelecimento de chaves de identificação de cultivares de couve-de-folha. É fundamental para o sucesso deste projeto a utilização do Parque Tecnológico situado na Fazenda Santa Elisa, tanto quanto ao uso de cultivo protegido como no campo, ambos com o sistema de irrigação a implantar.

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  PAULO CÉSAR RECO      IAC

Alternativas para o cultivo da Niagara Rosada em áreas infestadas pela cochonilha pérola-da-terra (Eurhizococcus brasiliensis)

n° SGP 103

A pérola-da-terra, Eurhizococcus brasiliensis (Hempel, 1922) (Hemiptera: Margarodidae), cochonilha subterrânea que ataca várias espécies de plantas, destacando-se a videira e fruteiras de clima temperado. Ocorre principalmente na região Sul do Brasil. Há décadas tem sido constatada em regiões vití­colas de SP (Louveira, Jundiaí­, S. Roque, S. Miguel Arcanjo). É inseto polí­fago que ataca as raí­zes, suga a seiva e limita o desenvolvimento das plantas. É considerada a principal praga da videira, causando declí­nio da cultura em várias regiões, devido às dificuldades de controle. Tem-se observado que algumas variedades de porta-enxerto apresentam tolerância à praga, mostrando-se como alternativa para o seu controle. Este trabalho tem por objetivo avaliar o comportamento da Niagara Rosada em área infestadas por pérola-da-terra no município de Louveira, SP, considerando a associação do uso de inseticida específico, porta-enxertos, nutrição adequada e técnicas de manejo. A área experimental está instalada em propriedade da família Boriero, no Bairro da Abadia, enxertada sobre os porta-enxertos IACs 313, 571-6, 766 e VR 043-43 em espaçamento de 3 X 1,5 metros, conduzidas em manjedoura do tipo Y com cobertura de tela anti-granizo, em blocos casualizados (5 repetições e 4 plantas por parcela). Serão avaliadas a produção (número e massa dos cachos), qualidade (tamanho de cachos e bagas), maturação e produtividade estimada ao longo da vários anos para determinar a vida útil e a viabilidade do cultivo da videira nestas condições.

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  José Luiz Hernandes      IAC

Parametrização hidroagrícola regional para racionalização de recursos hí­dricos na agricultura irrigada de São Paulo

n° SGP 102

O conhecimento da quantificação e qualificação da irrigação no Estado de São Paulo é de fundamental importância para subsidiar o DAEE e outros usuários, na elaboração de estudos e simulações posteriores para avaliação de estratégias de uso da água na agricultura irrigada, economia de água no setor agrícola, redução das perdas de água nos sistemas de irrigação, evitar conflitos entre usuários, garantia de outorgas de água compatí­veis com as demandas de potenciais solos aptos À irrigação, fornecer subsí­dios ao setor de outorgas do DAEE, como também uma maior precisão na determinação de recursos hí­dricos para o setor agrícola na elaboração dos próximos Planos Estaduais de Recursos Hí­dricos â?? PERHs. Assim, dentre outros, esse projeto objetiva: a) Determinar, regionalmente, a necessidade de água das principais culturas anuais, perenes e semi-perenes irrigadas, contemplando todas de valor comercial e de demanda hí­drica regional significativa, de acordo com seu tipo, estádio de desenvolvimento, época de plantio, tipo de solo e clima, em regiões de maior concentração de agricultura irrigada no Estado de São Paulo, incluindo-se as culturas de cana de açúcar e pastagem; b) Determinar a quantidade de água efetivamente aplicada pelos irrigantes em culturas de grande expressão comercial nas Unidades de Gerenciamento de Recursos Hí­dricos (UGRHIs) do Estado de São Paulo e c) Realizar análise crí­tica da viabilidade sócio-econômica e ambiental da irrigação, do manejo e da dotação hí­drica atuais empregadas dessas culturas irrigadas para a(s) respectiva(s)bacia(s) hidrográfica(s) do Estado de São Paulo. Inicialmente será feito levantamento bibliográfico, e contatos junto a instituições de ensino e pesquisa, públicas e privadas, empresas particulares fabricantes de equipamentos e implementos de irrigação, associações e outros. Para obtenção de dados básicos das áreas e culturas irrigadas será utilizado o Censo Agropecuário do IBGE (2006/2007), para verificação das concentrações estaduais da irrigação; e ainda, a última versão disponí­vel do Projeto LUPA da CATI. O estudo se completa com visitas À s bacias hidrográficas e a produtores rurais.

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  Rinaldo de Oliveira Calheiros      IAC

Aplicação de reguladores vegetais na cultura da videira: cultivares IAC e introduzidos de valor econômico.

n° SGP 101

Este projeto é de caráter contí­nuo, tendo em vista que, anualmente o Instituto Agronômico recebe ou produz novas variedades de uva, as quais requerem uso de reguladores vegetais para propiciar aos frutos condições adequadas exigidas pelo mercado consumidor. De outra parte, o aparecimento de novos reguladores de crescimento, que por sua ação, possa propiciar melhor arquitetura da planta por induzir total brotação das gemas ou reduzir o crescimento dos ramos vegetativos, ou poder induzir o florescimento, transformando assim gemas vegetativas, inférteis em produtivas também são estudados.

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  Erasmo José Paioli Pires      IAC

Sistema de condução em Y protegido com cobertura em ráfia plastificada: produtividade, qualidade e incidência de doenças fúngicas em uvas rústicas para vinho e suco.

n° SGP 100

Elevação do preço da terra, especulação imobiliária, escassez de mão-de-obra e implemento do turismo rural no interior de SP, têm levado produtores de uvas de mesa a optarem pela produção de vinho e suco de uva, principalmente de cultivares americanas. Restrições a este novo perfil de viticultura foram constatadas, dentre elas, a falta de conhecimento do comportamento destas cultivares nas condições climáticas regionais. Sistemas de condução na viticultura moderna baseiam-se em cultivos intensivos e poda severa, visando aumento de rendimento e qualidade. Para uvas americanas, a espaldeira é o mais simples e barato dos sistemas de condução, predominando no estado de SP, apesar de proporcionar rendimentos inferiores e problemas de qualidade. O sistema de condução em manjedoura difere do anterior pela condução dos ramos de produção de forma oblíqua, facilitando aplicação de defensivos e por permitir aumento da produtividade pelo aumento do número de gemas por área,  por favorecer exposição à radiação solar e facilitar a adoção do cultivo protegido. Altas temperaturas e umidade e precipitações frequentes durante o ciclo vegetativo da videira impõem limitações ao desenvolvimento desta cultura, principalmente no controle das doenças fúngicas requerendo aplicação preventiva de defensivos. Em SP, no cultivo convencional de uvas rústicas são efetuadas de 12 a 16 pulverizações com fungicidas em cada ciclo vegetativo. O cultivo protegido da videira caracteriza-se como alternativa para proteção contra a chuva, evitando o molhamento das partes aéreas das plantas, fator primário para desencadeamento das infecções fúngicas. Considerando-se a influência do sistema de condução e do cultivo protegido sobre a produtividade e a qualidade da uva este trabalho tem como objetivo avaliar o comportamento de 5 variedades de uvas rústicas para vinho e suco (Isabel, Isabel Precoce, Concord, Concord Clone 30 e Bordô) enxertadas sobre IAC 572 em espaçamento de 3 metros entre linhas e 1,5 metros entre plantas, conduzidas em manjedoura do tipo Y com cobertura de ráfia plastificada translúcida, em delineamento experimental de blocos casualizados com quatro repetições e parcelas de quatro plantas. Serão realizados estudos fenológicos, produtivos, qualitativos e fisiológicos visando à produção destas variedades com redução de custos pela diminuição do uso de defensivos e de mão-de-obra, aumento da produtividade e qualidade dos frutos.

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  José Luiz Hernandes      IAC
  Sobre

O SGP (Sistema de Gestão de Pesquisa) foi implementado em todas as unidades APTA, para centralizar o controle de todos os projetos desenvolvidos sob sua supervisão. [Ler mais]

Endereço APTA – São Paulo

Praça Ramos de Azevedo, 254, 2º andar - República, São Paulo - SP

Fone : (11) 5067-0447 e 5067-0427

  Endereço APTA – Campinas

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Fone : (19) 2137-8930