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Alternativas para o cultivo da Niagara Rosada em áreas infestadas pela cochonilha pérola-da-terra (Eurhizococcus brasiliensis)

n° SGP 103

A pérola-da-terra, Eurhizococcus brasiliensis (Hempel, 1922) (Hemiptera: Margarodidae), cochonilha subterrânea que ataca várias espécies de plantas, destacando-se a videira e fruteiras de clima temperado. Ocorre principalmente na região Sul do Brasil. Há décadas tem sido constatada em regiões vití­colas de SP (Louveira, Jundiaí­, S. Roque, S. Miguel Arcanjo). É inseto polí­fago que ataca as raí­zes, suga a seiva e limita o desenvolvimento das plantas. É considerada a principal praga da videira, causando declí­nio da cultura em várias regiões, devido às dificuldades de controle. Tem-se observado que algumas variedades de porta-enxerto apresentam tolerância à praga, mostrando-se como alternativa para o seu controle. Este trabalho tem por objetivo avaliar o comportamento da Niagara Rosada em área infestadas por pérola-da-terra no município de Louveira, SP, considerando a associação do uso de inseticida específico, porta-enxertos, nutrição adequada e técnicas de manejo. A área experimental está instalada em propriedade da família Boriero, no Bairro da Abadia, enxertada sobre os porta-enxertos IACs 313, 571-6, 766 e VR 043-43 em espaçamento de 3 X 1,5 metros, conduzidas em manjedoura do tipo Y com cobertura de tela anti-granizo, em blocos casualizados (5 repetições e 4 plantas por parcela). Serão avaliadas a produção (número e massa dos cachos), qualidade (tamanho de cachos e bagas), maturação e produtividade estimada ao longo da vários anos para determinar a vida útil e a viabilidade do cultivo da videira nestas condições.

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  José Luiz Hernandes      IAC

Melhoramento genético de Pêssego (Prunus persica) e de Nectarina (P. persica var. nuscipersica)

n° SGP 98

O Pêssego (Prunus persica) e a Nectarina (P. pérsica var. nuscipersica) são espécies originárias da China que apresentam cultivo desde a antiguidade. Os primeiros plantios no Brasil iniciaram-se juntamente com a chegada dos colonizadores europeus. Como pomares de interesse econômico, a cultura do pêssego estabeleceu-se no Estado de São Paulo na década de 30, primeiramente nas regiões serranas do estado. Apesar de suas caracterí­sticas de fruteiras de clima temperado, vem sendo cultivado em áreas de clima subtropical graças ao desenvolvimento de variedades com menor exigência de horas de frio para a quebra de dormência necessária para o florescimento. As primeiras seleções foram obtidas pelos produtores, e apesar de terem sido realizadas de forma empí­rica, impulsionaram o desenvolvimento do setor nas primeiras décadas de cultivo. A partir da década de 30 o Instituto Agronômico iniciou uma série de introduções de variedades desenvolvidas principalmente na Flórida (EUA) e que foram a base do programa de melhoramento genético desde então. Até os dias atuais foram selecionadas 32 variedades de pêssego e quatro de nectarinas pelo Instituto Agronômico, além dos materiais introduzidos e adaptados às nossas condições climáticas. Devido a importância econômica para o agronegócio paulista, o programa de melhoramento genético de pêssegos e nectarinas mantém os trabalhos de caracterização e desenvolvimento de novas variedades para as principais áreas produtoras do Estado de São Paulo e estados vizinhos. Assim, este projeto visa a obtenção de novas variedades de pêssegos e nectarinas que atendam às necessidades dos produtores paulistas e dos consumidores.

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  Graciela da Rocha Sobierajski      IAC

Melhoramento genético da videira

n° SGP 95

O programa de melhoramento genético de videira vem sendo desenvolvido no Instituto Agronômico (IAC) desde meados de 1900, com as primeiras introduções de variedades americanas e européias e, subsequentes hibridações. Como resultado, o IAC contribuiu com o lançamento de diversas variedades de uva para mesa, para processamento e porta-enxertos. Dentre os diversos cultivares obtidos destacam-se os porta-enxertos, que são plantados em praticamente todo o Estado de São Paulo, sul de Minas Gerais, norte do Paraná, no vale do rio São Francisco e em outros estados emergentes no cultivo de videira, como o Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, além de outros paí­ses, como na Tailândia. Também foram obtidas diversas variedades de uvas para vinho e para mesa que são cultivadas principalmente no estado de São Paulo. Na maioria das fruteiras, a forma de conservação dos bancos de germoplasma é ex situ em campo, por serem perenes e altamente heterozigóticas. A gestão de tais bancos se torna complexa, principalmente quando muitos acessos estão envolvidos. A redundância deve ser reduzida ao mínimo e a homogeneidade e a fidedignidade no material devem ser asseguradas, enquanto a introdução de novos acessos deve ser otimizada.  Assim, a identificação e a caracterização do material vegetal é, portanto, crucial e representa o primeiro passo no manejo e utilização de germoplasma. Esse projeto objetiva analisar a diversidade genética e as relações de parentesco de acessos de videira procedentes do Banco Ativo de Germoplasma (BAG) do Instituto Agronômico, por meio da fenotipagem e genotipagem dos acessos com marcadores moleculares do tipo microssatélites. Os dados genéticos obtidos serão analisados para determinar a estrutura genética das populações, quantificar a diversidade alélica e sugerir a composição de uma coleção nuclear para capturar a diversidade genética máxima dentro de um tamanho mínimo de amostra. A análise fenotípica associada à molecular permitirá um melhor conhecimento do nível e da estruturação da diversidade genética disponível. Esse conhecimento orientará a realização dos cruzamentos no âmbito do programa de melhoramento genético da videira da instituição, evitando cruzamentos aparentados. A formação de uma coleção nuclear contribuirá para redução do número de duplicatas, minimizando os custos com manutenção no campo e tornando-se mais representativa para utilização na pesquisa.  Além disso, esse estudo visa gerar um banco de dados moleculares que facilitará o manejo do germoplasma de Vitis e seu uso para posteriores programas de melhoramento genético e genômico. Por meio deste estudo de diversidade ainda pretende-se estabelecer um fingerprint (identidades genéticas) para caracterização molecular e identificação das cultivares provenientes do programa de melhoramento do IAC. Essa caracterização será uma futura exigência do MAPA para para registro no Registro Nacional de Cultivares de Videira (RNC). Ainda pretende-se identificar os prováveis genitores do híbrido SR 501-17, proveniente do programa de melhoramento de videira do IAC.

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  Mara Fernandes Moura      IAC

Manejo de irrigação em hortaliças e mudas cítricas em cultivo protegido

n° SGP 86

O manejo de água no cultivo de hortaliças e produção de mudas em ambiente protegido tem fundamental importancia no desenvolvimento, sanidade e produção de mudas e plantas. O objetivo do presente projeto foi avaliar o efeito de diferentes ní­veis de água, substratos, frequencia de irrigação e de fertirrigação no desenvolvimento, fitossanidade, produtividade e qualidade, e, determinar a profundidade efetiva do sistema radicular e o consumo de água em diversas hortaliças, em cultivo a campo aberto e em condições de cultivo protegido. Foram avaliados diferetes estratégias de manejo e o consumo de água de mudas, bem como a adequação do uso de sensores para monitoramento da água em substratos Neste projeto já foram realizados diversos estudos com as culturas do morangueiro e do tomateiro e produção de mudas de laranjeira. Alguns dados dos experimentos com tomateiro ainda estão em fase de publicação. Os dados relacionados ao sistema de produção de mudas de laranjeira estão sendo analisados.

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  Regina Célia de Matos Pires      IAC

Uso racional da água na citricultura

n° SGP 85

O crescimento na demanda dos recursos hí­dricos pelos diversos setores da sociedade seja para abastecimento urbano, uso industrial, lazer, dessedentação de animais e agricultura torna necessária intensificação de estudos para o uso racional da água. Considerando, ainda, a tendência de crescimento populacional, a necessidade de produção de alimentos e de bioenergia de produtos industrializados o uso racional da água tem grande importância para a sociedade. Diante do exposto o presente projeto tem o objetivo de avaliar o consumo de água, o desenvolvimento vegetativo e radicular, eficiência do uso da água, estratégias para uso racional da água na irrigação, irrigação deficitária e os efeitos na produtividade e qualidade de frutos de laranjeiras irrigadas em diferentes regiões no Estado de São Paulo e em diferentes combinações porta-enxerto x copa.

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  Regina Célia de Matos Pires      IAC

Efeito da irrigação no consumo de água, na produção, qualidade e eficiência do uso da água da cana-de-açúcar

n° SGP 84

A necessidade e a busca por bioenergia para a sociedade é fundamental para a sociedade atual e para as gerações futuras em todo mundo. Neste contexto, o Brasil como o principal produtor de cana do mundo tem sido alvo de crí­ticas relacionadas a expansão da cultura da cana-de-açúcar em áreas de cerrados, pastagem, mata e ainda em áreas utilizadas para a produção de alimentos básicos. Desta forma, o uso da irrigação localizada subterrânea pode representar ferramenta importante para aumento da produtividade e da longevidade do canavial em especial em áreas próximas as usinas, reduzindo a necessidade de expansão de áreas, outro aspecto a salientar é o uso da irrigação de salvamento para promover adequada brotação após corte. Para o uso adequado da irrigação é necessário o estudo de parâmetros que auxiliem e que direcionem a aplicação da água de forma tecnificada e sustentável, evitando perdas de água, nutrientes e energia. Além disto, ressalta-se a necessidade de estudo da técnica e seus efeitos na produção em condição de irrigação complementar as chuvas e ao uso de fertirrigação para aplicação de nutrientes bem como da irrigação de salvamento para diferentes cultivares e ambientes de cultivo. Diante deste contexto o presente projeto tem o objetivo de avaliar o efeito da irrigação no consumo de água, na produção, na qualidade e na eficiência do uso da água da cana-de-açúcar em diferentes ambientes de cultivo e cultivares. O desenvolvimento do presente projeto envolve experimentção em diferentes locais: A) experimento instalado na Usina Colorado, Guaí­ra com diferentes espaçamentos de cultivo; B) experimento instalado em Campinas com avaliações em diferentes cultivares; C) experimento instalado na Usina Jalles Machado em Goianésia; D) Experimento instalado em Jaú com avaliação da disponibilidade hídrica do solo e desenvolvimento radicular com diferentes sistemas de preparo do solo.

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  Regina Célia de Matos Pires      IAC

Avaliação da resistência e manejo das principais doenças do feijoeiro.

n° SGP 78

O Brasil, apesar de ocupar posição de destaque na produção mundial de feijão, apresenta baixa produtividade, muito aquém do potencial genético da cultura. Uma das principais causas dessa baixa produtividade é a ocorrência de doenças, causadas por patógenos da parte aérea e fungos de solo. Dentre os principais patógenos da parte aérea encontram-se a Alternaria spp., Colletotrichum lindemuthianum, Phaeoisariopsis griseola, Uromyces appendiculatus e Xanthomonas axonopodis pv. phaseoli. Fungos de solo como Fusarium oxysporum f. sp. phaseoli, Rhizoctonia solani, Sclerotinia sclerotiorum e Macrophomina phaseolina têm causado danos em situações favoráveis ao seu desenvolvimento, como uso contí­nuo e intensivo do solo, sem rotação de culturas e incorporação de matéria orgânica, compactação do solo, dentre outros fatores. Neste projeto serão realizados estudos das principais doenças do feijoeiro para o seu controle; para isso, serão coletadas plantas com sintomas de doenças para o isolamento dos patógenos. Os patógenos serão classificados em raças fisiológicas para posterior triagem de material de feijoeiro para fontes de resistência a esses patógenos, dando suporte aos trabalhos de melhoramento genético de feijoeiro do IAC, visando incorporar resistência a patógenos e com maior produtividade e boas caracterí­sticas agronômicas. .

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  Margarida Fumiko Ito      IAC

Avaliação da resistência e manejo das principais doenças da cultura da soja.

n° SGP 77

O Brasil participa com grande parcela na produção mundial de soja, com cultivo em praticamente todo o paí­s. Esta expansão trouxe também o aumento no número e severidade de doenças nessa cultura, que em certas condições têm causado danos econômicos significativos. Como exemplo, a doença cancro da haste,logo após sua constatação, causou até 100 % de perdas em muitas lavouras brasileiras e mais recentemente a ferrugem-asiática-da-soja que tem causado perdas de até 80 % na produção. Muitos patógenos podem causar doenças na cultura da soja, na parte aérea, como Cercospora sojina, C. kikuchii, Colletotrichum truncatum, Diaporthe phaseolorum f. sp. meridionalis, Microsphaera diffusa, Septoria glycines, Peronospora manshurica, Phomopsis phaseoli e Phakopsora pachyrhizi. Como fungos de solo encontram-se os patógenos como Fusarium spp., Macrophomina phaseolina, Rhizoctonia solani, Sclerotinia sclerotiorum e Sclerotium rolfsii. O método ideal de controle das doenças é o uso de cultivares resistentes aos patógenos, porém na falta desse material, procura-se realizar o manejo integrado das doenças. Neste projeto serão realizados estudos das principais doenças da cultura da soja, para o seu controle; para isso, serão coletadas plantas com sintomas de doenças para o isolamento dos patógenos. Alguns patógenos serão classificados em raças fisiológicas para posterior triagem de material de soja para fontes de resistência a esses patógenos, dando suporte aos trabalhos de melhoramento genético da soja do IAC, visando incorporar resistência a patógenos e com maior produtividade e boas caracterí­sticas agronômicas.

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  Margarida Fumiko Ito      IAC

Análise estatí­stica de séries temporais (agro)meteorológicas

n° SGP 73

A correta compreensão da dinâmica do clima é um dos fatores fundamentais aos avanços da produção agropecuária. Entretanto, devido as recentes evidências de mudanças na variabilidade dos parâmetros climáticos (que podem implicar em maiores ocorrências de adversidades), o estudo de séries temporais meteorológicas deve também considerar (ou tentar detectar), a existência de possí­veis alterações no regime dos parâmetros sob análise. Assim, o objetivo do estudo é analisar e caracterizar a variabilidade espaço-temporal de séries meteorológicas. Será dado enfoque À detecção de possí­veis tendências nos valores dos parâmetros (agro)meteorológicos. Por meio de ferramentas estatí­sticas que reconhecem a dinâmica climática, tais como: funções densidade de probabilidade, análise espectral e o teste Mann-Kendall, espera-se diminuir a vulnerabilidade dos diversos setores da sociedade, em especial o agrícola, em relação À s flutuações climáticas, auxiliando no aprofundamento do conhecimento da inter-relação entre as condições atmosféricas e o homem.

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  Gabriel Constantino Blain      IAC

Melhoramento genético de Macadâmia (Macadamia integrifolia)

n° SGP 66

A Macadâmia (Macadamia integrifolia) é uma noz de origem australiana muito apreciada no mercado internacional e, apesar do Brasil estar entre os maiores produtores, ainda é pouco conhecida pelo consumidor brasileiro. O programa de domesticação e melhoramento genético de macadâmia teve iní­cio no Instituto Agronômico (IAC) na década de 40 com a introdução de sementes de variedades desenvolvidas no Havai/EUA (Marino Neto & Dierberger, 1981). Desde então foram selecionados 16 materiais, podendo ser destacadas as variedades IAC 4-12B, IAC 1-21 e IAC 9-20 pela sua expressiva produtividade e qualidade de nozes (Piza et al., 2006). Por as primeiras variedades desenvolvidas no IAC terem sido selecionadas a partir de sementes de poucas matrizes, indaga-se que exista baixa variabilidade genética no Banco de Germoplasma da instituição. A formação de um banco de dados com a catalogação de variedades existentes no Brasil e no exterior pode ser o ponto de partida para introdução de novos materiais, e dessa forma, ampliar a base genética da população. A falta de informações sobre o pedigree das atuais variedades é outro empecilho para o programa de melhoramento, pois não há informações sobre o grau de parentesco entre a maioria das variedades, o que dificulta a tomada de decisão sobre a escolha dos genótipos parentais. Portanto, como a condição básica do melhoramento é a existência de variabilidade genética, torna-se indispensável a coleta dessa variabilidade, sua caracterização, avaliação e principalmente, sua conservação. Desta forma, objetiva-se no presente projeto obter um pool de diversidade genética, caracterizado e apto a fornecer genótipos para ingressar no programa de melhoramento genético do IAC.

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  Graciela da Rocha Sobierajski      IAC

Agrometeorologia e alternativas tecnológicas para a vitivinicultura do leste paulista

n° SGP 64

O aumento do agroturismo na região de Jundiaí e municípios pertencentes ao Circuito das Frutas do Estado de São Paulo têm levado os viticultores a diversificar suas atividades aumentando a necessidade de informações técnicas principalmente para o processo produtivo enfocando uvas para suco e vinho (Bordô, Isabel, Isabel Precoce, Concord) e vinho fino (Syrah). Dentro desse contexto, verifica-se que os diferentes sistemas de cultivo e de sustentação das videiras podem provocar alterações microclimáticas que necessitam serem melhor estudadas para orientar o uso de cultivo protegido e cultivares mais adaptados ao clima regional, com relação ao processo de maturação das uvas, visando melhoria da renda na propriedade. Ao lado da produção de uvas para mesa, a vertente: uva rústica para elaboração de suco e vinho vem mostrando com grande potencial de desenvolvimento na região. Porém, devido ao alto custo das terras e da constante diminuição da mão de obra são necessários estudos sobre as cultivares mais adequadas ao clima regional que propiciem obtenção de elevados níveis de produtividade e teores de açúcar nas uvas para tornar as pequenas (familiares) empresas agrícolas rentáveis auxiliando a fixação do homem ao campo. Portanto serão desenvolvidos experimentos para avaliar a influência das variáveis climáticas no processo de maturação de cultivares rústicas de uvas para suco e vinho sustentadas em espaldeira. Equações de regressão serão desenvolvidas para estimativa do teor de sólidos solúveis e da acidez titulável total em função de graus-dia, radiação solar e chuva. Espera-se, com o conjunto de dados obtidos, poder melhor orientar o viticultor na escolha da cultivar com base técnica. Ainda, serão desenvolvidos experimentos com para cultivar de uva fina (Syrah) visando determinar os requerimentos térmicos desta cultivar conduzida sob cultivo protegido. Como o cultivo protegido e o manejo de cultivares de uva fina em safras seqüenciais de verão e de inverno estão se tornando realidade na região torna-se necessário avaliar uvas precoces e de potencial enológico elevado como é o caso da Tempranillo. Outra preocupação diz respeito ao conhecimento das características climáticas locais e sua influência na viticultura. Portanto serão feitas análises em série de dados históricos e aplicação do Sistema Geovitícola para identificar microrregiões mais favoráveis à produção de uvas finas para vinho.

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  Mário José Pedro Júnior      IAC

INTEGRANDO ASPECTOS FISIOLÓGICOS, MORFOLÓGICOS E ANATÔMICOS PARA ENTENDIMENTO DO ACÚMULO DIFERENCIAL DE SACAROSE EM GENÓTIPOS DE CANA-DE-AÇÚCAR

n° SGP 57

Nosso propósito é estudar alguns aspectos fisiológicos, morfológicos e anatômicos relacionados com a produção de sacarose em genótipos de cana-de-açúcar. A compreensão dos aspectos ecofisiológicos relacionados com a produção de fitomassa e de sacarose em cana-de-açúcar é desejável para o desenvolvimento do setor sucro-alcooleiro brasileiro. Entretanto, hoje pouco é conhecido sobre as relações entre caracterí­sticas da planta e produção de sacarose nos genótipos de cana-de-açúcar brasileiros. Este conhecimento é importante para os programas de melhoramento, manejo e de modelagem. As seguintes questões são relevantes para um programa de melhoramento: por que genótipos de cana-de-açúcar acumulam quantidades diferentes de sacarose nos colmos? Este acúmulo diferencial é devido a caracterí­sticas, fisiológica e/ou anatômicas e/ou morfológicas? Esta relacionado com as relações fonte-dreno? O alto acúmulo de sacarose esta relacionado com respostas diferenciais À s condições estressantes (seca e frio) durante o inverno? A tolerância diferencial esta relacionada com estádios fenológicos especí­ficos ou durante todo o ciclo? Para responder estas questões estudos integrado da cana-de-açúcar são essenciais no sentido de aumentar o conhecimento relativo ao acúmulo de sacarose. Estes estudos serão feitos com genótipos com capacidades diferencial de produção de sacarose sob condições de campo, de casa de vegetação e em câmara de crescimento. Várias caracterí­sticas fisiológicas, morfológicas e anatômicas relacionadas com a fotossí­ntese e metabolismo da sacarose serão avaliados, sendo este projeto um estudo multidisciplinar e integrado no sentido de entender a ecofisiologia

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  Eduardo Caruso Machado      IAC

Florescimento, frutificação e carboidratos em laranjeiras Valência, com diferentes ní­veis de produtividade e submetidas À irrigação

n° SGP 56

A quantidade de frutos presentes em laranjeiras ON (alta carga de frutos) e em laranjeiras OFF (baixa carga de frutos) afeta quantitativamente o florescimento e a frutificação do ano seguinte. Este efeito é mais pronunciado em plantas ON se houver ocorrência de deficiência hí­drica. Nesta pesquisa têm-se como objetivos avaliar a quantidade de frutos (carga pendente) presente em laranjeira Valência em um ano afeta o teor de carboidratos em folhas e ramos, o crescimento vegetativo, o florescimento, a frutificação e a produção de frutos na safra do ano seguinte, em plantas submetidas ou não À irrigação. O trabalho teve iní­cio com experimentos de campo (de 2004 a fevereiro de 2005), em plantas adultas de laranjeira Valência sobre limoeiro Cravo sem produção (obtida pelo desbaste dos frutos) e com boa produção, irrigados ou não. O delineamento será totalmente casualizado com 7 repetições composta por uma planta por repetição. Em ramos marcados, serão feitas medidas de desenvolvimento vegetativo, estádio fenológico, número e tipo de inflorescências e taxa de abscisão de flores e frutos jovens. Os resultados serão relacionados com a concentração de carboidratos nos tecidos e com as condições meteorológicas (temperatura, máxima, mí­nima e média diárias, graus dia, precipitação, umidade do solo e balanço hí­drico), tomados por estação meteorológica automática. Posteriormente a fase de campo terá uma série de experimentos sob condições semi-controlada (em casa de vegetação) e controladas (câmara de crescimento).

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  Eduardo Caruso Machado      IAC

Composição Quí­mica de Óleos Essenciais de Plantas Nativas e Cultivadas

n° SGP 51

A comercialização de óleos essenciais se baseia em 3 fatores: qualidade, quantidade e preço. O preço por sua vez é dependente dos dois primeiros e a qualidade condicionada À composição quí­mica. Alem dos óleos essenciais tradicionalmente comercializados, o mercado necessita de novos produtos para se manter revitalizado. Estima-se que no Brasil existam 55000 espécies de plantas, porém um número reduzido de espécies aromáticas e medicinais tem o seu o perfil fitoquí­mico e a caracterização da diversidade genética estabelecido. Levando-se em consideração a necessidade do estudo da flora nacional e as de mercado, anteriormente citadas, o presente projeto tem por objetivos a análise do rendimento e da composição quí­mica de óleos essenciais extraí­dos de plantas da flora nativa brasileira e plantas cultivadas de interesse econômico,caracterização da diversidade genética, domesticação e testes de atividade biológica. Os óleos essenciais serão obtidos por destilação por arraste a vapor e sua composição obtida por cromatografia gasosa acoplada a espectrometria de massas (CG-EM).

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  Marcia Ortiz Mayo Marques      IAC

QUEPIA - Programa IAC de Qualidade de Equipamentos de Proteção Individual na Agricultura

n° SGP 49

O QUEPIA é uma parceria entre o IAC e empresas produtoras de equipamentos de proteção individual para aplicação de agrotóxicos. O objetivo principal deste programa é pesquisar e desenvolver a qualidade dos EPI utilizados na aplicação de agrotóxicos e os trabalhos começaram pela avaliação e desenvolvimento da qualidade das vestimentas de proteção. Vários são os trabalhos desenvolvidos neste sentido e, atualmente, estuda-se em parceria com outros membros da cadeia de produção (tecelagem, fabricantes de hidrorrepelente, empresas de tratamento e confecções) um sistema de manutenção e avaliação da qualidade do tratamento hidrorrepelente na linha de produção. Em parceria com organismos nacionais e internacionais, de pesquisa e normatização, o QUEPIA se tornou um sistema voluntário de certificação da qualidade e trabalha agora no desenvolvimento de dados para elaboração de norma internacional para luvas de proteção para riscos quí­micos com agrotóxicos.

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  Hamilton Humberto Ramos      IAC

Programa "Aplique Bem"

n° SGP 48

O Programa "Aplique Bem" é uma parceria entre o Instituto Agronômico e a Arysta Lifescience com os objetivos especí­ficos de avaliar as condições dos pulverizadores em uso na agricultura, avaliar as pulverizações e as condições de segurança do trabalho propondo melhorias quando necessário e fazer o treinamento de técnicos, agricultores e trabalhadores. O programa atua em todas as regiões de São Paulo e do Brasil, por meio de veí­culos adaptados para as funções, que realizam as atividades diretamente junto aos produtores. Dentro desta parceria o IAC é responsável por toda a parte técnica (treinamento dos instrutores, elaboração do material didático, identificação de máquinas e equipamentos necessários, seleção de normas de qualidade, etc) enquanto que a Arysta, por meio de sua rede de representantes, é a responsável pela agenda dos treinamentos.

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  Hamilton Humberto Ramos      IAC

Tecnologia pós-colheita de Plantas Tropicais

n° SGP 35

O mercado de flores de corte vem se expandindo a cada ano, inclusive com perspectivas para a exportação, os objetivos deste projeto são gerar e transferir tecnologias de pós-colheita de flores para os agricultores familiares. Essas tecnologias irão enfocar o armazenamento refrigerado e desenvolvimento de soluções conservantes com formulação atóxica visando substituir os produtos comerciais disponí­veis no mercado, produtos importados em sua maioria, de elevado custo e contendo sais de prata ou cobalto como ingredientes principais e portanto prejudiciais ao ambiente, função dos resí­duos que contaminam o solo ou a água e comprometem diretamente a saúde do produtor ou consumidor pelo manuseio.

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  Gláucia Moraes Dias      IAC

Controle das viroses transmitidas por insetos vetores

n° SGP 24

Já existem muitos conhecimentos a respeito da epidemiologia das viroses transmitidas por vetores, entretanto, pouco se tem utilizado no campo, para reduzir a incidência das respectivas viroses. O presente projeto tem como objetivo, através desses conhecimentos gerados não só pelo IAC, mas também através da literatura nacional e estrangeira, aplicá-lo diretamente no campo. Duas culturas serão utilizadas por terem viroses que são importantes À cultura e causam prejuí­zos enormes, e são a de maracujá, que tem como fator limitante o Cowpea aphid borne virus (CABMV) e a de melancia, que tem como fatores limitantes dois ví­rus, o Papaya ringspot virus - type W (PRSV-W) e o Zucchini yellow mosaic virus ZYMV). Os estudos serão focados nos tratos culturais como: época de plantio, tamanho e proteção das mudas novas, efeito das capinas; também através da proteção com quebra ventos, para evitar a chegada dos vetores na cultura, proteção das culturas através de repelentes reflectivos e estudo de óleos minerais visando reduzir a transmissão dos ví­rus de relação não persistente/estiletar.

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  Valdir Atsushi Yuki      IAC

Epidemiologia das viroses transmitidas por insetos vetores

n° SGP 22

Esses estudos visam determinar as causas e as conseqí¼encias das epidemias das viroses transmitidas por insetos vetores, principalmente afí­deos, moscas brancas e tripes, para que medidas preventivas possam ser adotadas para se evitar as altas incidências das viroses por eles transmitidos.

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  Valdir Atsushi Yuki      IAC

Reação de Genótipos de Culturas Econômicas aos Nematoides de Galha e Reniforme

n° SGP 21

O projeto visa estudar a reação de genótipos de alface, algodão, feijão, maracujá, milho, pimenta/pimentão, quiabo e urucum aos nematoides de galha e reniforme. Pretende-se instalar experimentos, separados por cultura, em casa de vegetação com delineamento inteiramente casualizado e 7 repetições. Os tratamentos corresponderão aos genótipos estudados e referências de resistência e suscetibilidade. A parcela será um copo de 500 mL preenchido com substrato autoclavado. As avaliações serão feitas após 45-60 dias da inoculação de 5.000 ovos (Pi) de nematoides oriundos de populações de diferentes locais do estado de São Paulo, contando o número de galhas, massas de ovos e extraindo os nematoides das raí­zes (NSR). A definição da reação será, preferencialmente, pelo fator de reprodução obtido pela razão entre NSR e Pi. Valores menores do que 1 serão considerados resistentes. Esses materiais selecionados serão submetidos a testes complementares em condições extremas de inóculo e temperatura visando caracterizar a expressão da resistência.

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  Carlos Eduardo Rossi      IAC

Biodiversidade e Ecologia de Áreas Cultivadas e Remanescentes de Vegetação Nativa a elas Associados, Em Vista da Missão Institucional Atual do IAC da otimização dos sistemas de produção vegetal, com responsabilidade ambiental.

n° SGP 17

De acordo com os conceitos mais atuais, expressos, inclusive, pelo Secretário Arnaldo Jardim, Seminário Internacional "Sistema Finaceiro, Economia Verde e Mudanças Climáticas" (em 21/9/2015 - http://www.agricultura.sp.gov.br/noticias/3648-seminario-sobre-participacao-do-setor-financeiro-na-questao-ambiental-destaca-acoes-do-governo-de-sp), a sustentabilidade agrícola além de sua própria permanência ao longo do tempo, inclui a manutenção da biodiversidade biológica nativa.  A manutenção da biodiversidade nativa é uma medida do grau de responsabilidade em relação ao ambiente e à qualidade de vida, manifesta pela população em geral.  Diante deste conclame da população brasileira, e em especial paulista, ao respeito ao meio ambiente e à qualidade de vida, está inserido na missão institucional do IAC o desenvolvimento da agricultura com responsabilidade ambiental.  Através de estudos da composição e ecologia de espécies vegetais, nas áreas nativas remanescentes, associadas às áreas agrícolas espera-se avaliar se as inovações tecnológicas sugeridas para a otimização dos sistemas de produção vegetal garantem a devida responsabilidade quanto à qualidade ambiental. Particularmente, está em avaliação se a otimização dos sistemas de produção das espécies exóticas garantem esta responsabilidade, buscando-se evitar comunicações precipitadas e alarmistas, não embasadas em dados confiáveis. Este processo está associado aos projetos ECOFOR: Biodiversidade e funcionamento de ecossistemas em áreas alteradas pelo homem nas Florestas Amazônica e Atlântica (http://www.bv.fapesp.br/pt/auxilios/81891/ecofor-biodiversidade-e-funcionamento-de-ecossistemas-em-areas-alteradas-pelo-homem-nas-florestas-a/) coordenado pelos Profs. Drs. C.A. Joly (UNICAMP) e J. Barlow (Lancaster University - Inglaterra), em parceria internacional, financiada pela FAPESP (Programa BIOTA, Temático) e NERC-UK, no qual sou um dos pesquisadores principais; e Composição florística, estrutura e dinâmica do funcionamento da Floresta Ombrófila Densa Atlântica dos núcleos Caraguatatuba, Cunha, Picinguaba e Santa Virgínia, do Parque estadual da Serra do Mar (PelD) - http://www.bv.fapesp.br/pt/auxilios/81978/composicao-floristica-estrutura-e-dinamica-do-funcionamento-da-floresta-ombrofila-densa-atlantica-d/ e http://www.cnpq.br/web/guest/projetos-pesquisa;jsessionid=EB499B9FADE216A05078F5240E03DA22, igualmente, coordenado pelo Prof. Joly e financiado pela FAPESP (Regular) e CNPq, cujos encerramentos coincidem com o presente projeto.

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  Luis Carlos Bernacci      IAC

Avaliação da Qualidade Sensorial das Bebidas e Caracterização da Fração Hidrossolúvel de Grãos de Café de Plantas Matrizes de C. canephora

n° SGP 8

Este projeto tem por objetivo caracterizar o potencial tecnológico de plantas matrizes de Coffea canephora em seleção, considerando a qualidade sensorial e nutracêutica da bebida, o rendimento do processo de fabricação de café solúvel e outras possí­veis aplicações do café como matéria-prima para produtos e insumos industrializados.

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  Terezinha de Jesus Garcia Salva      IAC

Produção de baby leaf: tecnologias para os sistemas hidropônico e de bandeja

n° SGP 6

O mercado de baby leaf encontra-se em fase inicial de desenvolvimento no Brasil, porém em paí­ses da Europa, nos Estados Unidos e no Japão, já conquistou os consumidores. Com grande potencial de crescimento, as folhas baby podem estimular o consumo de hortaliças pela população, principalmente das crianças, contribuindo para o aumento nos números de consumo no paí­s que são baixos e para redução da obesidade infantil. Da mesma maneira que o mercado, os sistemas produtivos para produção de baby leaf estão se iniciando no Brasil, necessitando serem estudados. Destacam-se como potenciais sistemas produtivos para baby leaf, no Brasil, o hidropônico NFT e o em bandejas. Assim o presente projeto divide-se em dois subprojetos. O primeiro subprojeto, visa verificar o efeito da reutilização do substrato fibra de coco por uma, duas e três vezes, solarizado e não solarizado, sobre a produção da alface, cv. Elisa, para produção de baby leaf, no sistema de produção em bandejas. O segundo subprojeto pretende verificar o efeito da condutividade elétrica da solução nutritiva (0,4; 0,8; 1,2 e 1,6 mS cm-1) e de espaçamentos entre plantas (2,5; 5,0 e 10,0 cm) sobre o desenvolvimento e a produtividade de quatro espécies de hortaliças (agrião de terra-seca, alface, beterraba e rúcula) em sistema hidropônico NFT.

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  Luis Felipe Villani Purquerio      IAC

MELHORAMENTO GENÉTICO E APLICAÇÃO DE FERRAMENTAS BIOTECNOLÓGICAS EM PINHíO MANSO (Jatropha curcas L.)- 2 FASE

n° SGP 3

O objetivo principal é o estabelecimento, ampliação, manutenção e caracterização agro-morfológica, molecular e fitoquí­mica de um banco ativo de germoplasma (BAG) de J. curcas visando dar suporte ao programa de melhoramento genético para a espécie; ampliação da variabilidade genética do BAG (por meio da obtenção de hí­bridos interespecí­ficos ou pelo uso da biotecnologia e da engenharia genética); seleção de genótipos "elites" de J. curcas com caracterí­sticas agronômicas desejáveis, hibridações intra e interespecíficas, estudo de protocolos para a propagação in vitro destes genótipos elites visando obtenção de clones para ensaios de campo ou a multiplicação em escala para produção de mudas de qualidade genética (variedade clonal). Também pretende-se adequar e desenvolver métodos de transformação genética e regeneração in vitro para obtenção de plantas transgênicas que expressem genes de interesse, como aqueles envolvidos no metabolismo dos ácidos graxos e esteres de phorbol, na indução de tolerância a estresses bióticos e abióticos. Com o conjunto das metodologias aplicadas espera-se o lançamento de uma cultivar, inexistente até o momento no mercado, visando viabilizar a cultura para o agronegócio paulista.

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  Daniela de Argollo Marques      IAC
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