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Produção e qualidade de batata-doce propagada por miniestaca em bandeja.

n° SGP 703

Tradicionalmente o mais utilizado no plantio da batata-doce são as ramas maduras ou velhas por ser mais econômica e fácil, porém com período alongado até a colheita e menor produtividade. Não é considerado o melhor sistema pelo alto risco de surgimento de doenças e pragas no novo cultivo, e menor desenvolvimento vegetativo que ramas novas (FILGUEIRA, 2008; PERESSIN; FELTRAN, 2014).

Visto que a implantação da cultura da batata-doce ocorre por meio do uso de material vegetativo, Brune, Silva e Franco (2006) relataram que o uso de segmentos de ramas não enraizados pode resultar em estande final inadequado. Neste aspecto, torna-se necessário o replantio quando ocorrer menos de 85% de ramas brotadas.

Na olericultura é comum a utilização de bandejas de poliestireno expandido em diversas espécies multiplicadas por sementes. A produção de mudas em bandejas favorece um controle maior dos tratos culturais às plântulas, visto que a atividade é desenvolvida sob ambiente protegido; além de proporcionar elevada taxa de sobrevivência após o transplante e maior uniformidade no campo (REGHIN et al., 2007; GOLLA, 2010).                   

A nova tecnologia, que utiliza ramas sadias, em especial sem viroses, pode resultar no dobro de produtividade e na redução do ciclo da cultura, como tem ocorrido em lavouras de batata-doce da região atendida pelo Polo Alta Sorocabana (MONTES, 2012; RÓS, 2014). Contudo, existem poucas pesquisas com a utilização de bandeja para a propagação vegetativa da batata-doce.

Diante do exposto, o objetivo do presente trabalho será avaliar a produção e a qualidade de batata doce proveniente da propagação de diferentes tipos de mudas em bandeja plástica.

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  MAURÍCIO DOMINGUEZ NASSER      Apta Regional / IAC

Avaliação de cultivares de sorgo para silagem no Estado de São Paulo

n° SGP 697

O objetivo deste trabalho é quantificar a produtividade e a qualidade nutricional de cultivares de sorgo granífero, biomassa e forrageiro para a produção de massa para ensilagem no Estado de São Paulo, juntamente com o Departamento de Zootecnia da USP/ESALQ, com o apoio de Empresas de Pesquisa e Produção de Sementes e o IAC/APTA. Serão instalados três ensaios (Birigui, Pindorama e Votuporanga), durante dois anos consecutivos em período de safra (outubro a dezembro), em delineamento experimental de blocos ao acaso com 4 repetições, em parcelas de 4 linhas de 10 metros e 80 cm de espaçamento, visando população final de 130 mil plantas/ha. O manejo de semeadura, adubação e controle de pragas e doenças será feito conforme recomendações técnicas para a cultura. Serão avaliados de 8 a 12 cultivares por safra. A colheita para silagem será feita com base no teor de matéria seca das plantas inteiras entre 30 a 35%. Haverá o fracionamento das plantas e quantificação de suas partes (colmo, panícula, grãos) e análise de qualidade nutricional no colmo e na planta inteira (proteína bruta, fibra em detergente neutro, fibra em detergente ácido, proteína, amido e digestibilidade in vitro da MS. Serão feitas análises individuais e conjuntas dos parâmetros agronômicos e de valor nutritivo.

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  Solidete de Fátima Paziani      Apta Regional / IAC

Avaliação de cultivares de milho para silagem no Estado de São Paulo

n° SGP 694

O  objetivo deste trabalho é identificar as cultivares de milho adaptadas à produção de forragem para ensilagem em cinco localidades do Estado de São Paulo (Andradina, Mococa, Pindorama, Tatuí e Votuporanga), juntamente com o Departamento de Zootecnia da USP/ESALQ, com o apoio de Empresas de Pesquisa e Produção de Sementes e o IAC. Serão semeados 5 ensaios por ano no período de outubro a dezembro, em delineamento experimental de blocos ao acaso com 4 repetições, em parcelas de 4 linhas de 10 metros, 80 cm de espaçamento e população de 62.500 planta/ha. As adubações de semeadura e de cobertura serão feitas conforme a recomendo pelo Boletins técnicos do IAC nº 100 e 200. Quando necessário, efetuar-se-á o controle da lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) mediante pulverizações com inseticida. A colheita para silagem será feita com teor e matéria seca (MS) das plantas inteiras entre 32 e 36%. Uma amostra de dez plantas por parcela será picada e seca em estufa para determinar o teor de matéria seca e, por meio do NIRS, o valor nutritivo da planta: proteína bruta, matéria mineral, extrato etéreo, fibra em detergente neutro, fibra em detergente ácido, proteína, amido e digestibilidade verdadeira in vitro da MS. Outras 10 plantas serão fracionadas e suas partes secas e quantificadas (colmo, espiga, grão). Efetuar-se-á análises individuais e conjuntas dos parâmetros agronômicos e de valor nutritivo. Com os dados de produção de massa seca por hectare e digestibilidade da MS obterá a produtividade de matéria seca digestível por hectare. Os dados obtidos serão divulgados em reunião de divulgação a ser divulgada, em artigos técnicos e científicos e também no site http://zeamays.hospedagemdesites.ws/silagem/

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  Solidete de Fátima Paziani      Apta Regional / IAC

PÓS COLHEITA DE JABUTICABA

n° SGP 686

Como outras frutas tropicais, a jabuticaba apresenta curto período de comercialização após a colheita conseqüentemente, são necessários estudos sobre técnicas de conservação visando estender sua vida útil sem afetar a qualidade. Dessa forma, o  objetivo deste trabalho é avaliar o efeito de embalagens na qualidade pós-colheita e vida-útil de jabuticabas ‘Sabará’ durante o armazenamento sob refrigeração e à temperatura ambiente, visando prolongar seu período de armazenamento. Os frutos serão colhidos no estádio maduro, no pomar da APTA /UPD Tietê e transportados rapidamente para o Laboratório de Agregação de Valor da APTA/ Polo Regional Centro Sul / Piracicaba.  Os frutos selecionados serão lavados e submetidos ao tratamento com cloro na forma de DICLORO S-TRIAZINATRIONA SÓDICA DIIDRATADA (pó) e depois divididos em cinco lotes (frutos acondicionados em bandejas de polietileno plásticas não revestidas com filmes plásticos, que corresponde ao grupo controle; frutos acondicionados em saquinhos de polietileno, aberto; frutos acondicionados em saquinhos de polietileno, selados á vácuo; frutos em embalagens plásticas, com tampas perfuradas; frutos em bandejas de poliestireno, revestidas externamente com filme plástico de PVC esticável e autoaderente). E serão armazenados à temperatura de 11±1°C com 98%UR em câmara fria, e em condições ambiente (26,5 a 28,3°C, 53,7 a 68,3%UR). Serão realziadas as seguintes análises: perda de massa fresca; aparência e coloração visual; acidez total titulável (ATT); pH; ratio; vitamina C; Açúcares totais e redutores (%) e Fitopalógicas. O delineamento experimental utilizado será inteiramente casualizado,  fatorial 5 x 2 , com 3 repetiçoes. E as médias obtidas em cada tratamento serão comparadas com o valor inicial através do teste de Tukey, ao nível de 5% de probabilidade.

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  Celina Maria Henrique      Apta Regional / IAC

TOMATE CEREJA DESIDRATADO OSMOTICAMENTE

n° SGP 685

A pesquisa objetiva avaliar a possibilidade de elaboração de tomate cereja desidratado pela combinação de pré-secagem osmótica seguida de secagem convencional (convectiva). A matéria-prima será caracterizada quanto a: pH, sólidos solúveis, acidez total titulável, sólidos totais e umidade. Serão estudadas três tipos de soluções desidratatantes, a saber: solução de sacarose a 55ºBrix, solução de NaCl a 10%, e solução com 20% de sacarose e 10% de NaCl. Também serão avaliados dois tipos de preparo do tomate: corte longitudinal (metades) e perfuração em “cruz” (longitudinal e transversal). Os produtos finais obtidos serão avaliados quanto aos parâmetros de: perda de água (PA), perda de massa (PM), incorporação de sólidos (IS), teor de umidade (%), pH, sólidos solúveis (ºBrix) e acidez (%). Amostras das soluções desidratantes, assim como dos frutos após a desidratação osmótica, serão recolhidas para análise de pH, teor de sólidos solúveis, acidez e umidade (somente no caso dos frutos). Os produtos finais serão acondicionados em sacos plásticos (PEAD) armazenados à temperatura ambiente, e avaliados semanalmente para acompanhamento da vida-de-prateleira, conforme análises já mencionadas. Os dados (triplicata) serão submetidos à análise da variância (teste F) e comparação de médias pelo teste de Tukey com 5% de significância.

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  Patricia Prati      Apta Regional / ITAL

Avaliação da eficiência agronômica da co-inoculação nos parâmetros de nodulação e componentes de produtividade de soja.

n° SGP 681

Em 2014, no Brasil foi confirmada a eficiência agronômica da co-inoculação de soja com bactérias do gênero Bradyrizobium nas sementes e Azospirillum brasilense no sulco de semeadura, em detrimento da tecnologia tradicional de inoculação e re-inoculação anual com somente Bradyrhizobium. Neste sentido, o presente projeto tem por objetivo avaliar a eficiência da co-inoculação utilizando formulação de produto em fase de teste contendo as diferentes bactérias já supracitadas, em diferentes doses e formas de aplicação (semente e sulco de semeadura). Para isso, serão instalados dois experimentos na safra 2015/2016, sendo um em campo e outro em casa-de-vegetação pertencente ao Polo Regional da Alta Mogiana, Colina-SP visando maior ratificação dos resultados.

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  Ivana Marino Bárbaro Torneli      Apta Regional / IAC

Estudo da espécie Lithobates catesbeianus como organismo alternativo para testes teratogênicos

n° SGP 679

 O FETAX (Frog embryo teratogenesis assay – Xenopus) normatizado pela ASTM E 1439–98 (2012) é um bioensaio usado para determinar o potencial teratogênico de produtos químicos em embriões de Xenopus laevis. Embora tenha sido projetada para esta espécie, a norma permite o uso de espécies alternativas. O objetivo deste trabalho é adaptar o protocolo FETAX para Lithobates catesbeianus (espécie amplamente distribuída pelo Brasil). Com a padronização de protocolo específico para a espécie escolhida, o teste poderá ser implantado em outros laboratórios e instituições de pesquisa. Este ensaio pode ser uma excelente ferramenta na avaliação de produtos para fins regulatórios e no monitoramento de ambientes impactados. A primeira etapa visa aprimorar a técnica de indução à ovulação. 32 fêmeas, selecionadas previamente, serão divididas em quatro grupos para os seguintes tratamentos: apenas LHRHa, pimozida, risperidona e metoclopramida associados ao LHRHa. Posteriormente, o desenvolvimento dos ovos será avaliado, determinando o tempo de exposição e as faixas de sensibilidade à 6-aminonicotinamida (controle positivo indicada no protocolo), à ciclofosfamida e ao cloreto de sódio, seguindo recomendações da norma, adaptadas para a espécie. 

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  Adriana Sacioto Marcantonio      Apta Regional / IP

Banco Ativo de Germoplasma (BAG) de amoreira, Morus sp. Introdução, condução, manutenção e estudo do banco de germoplasma de amoreira, Morus sp.

n° SGP 404

A Unidade de Pesquisa e Desenvolvimento/Gália-SP – Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios/Secretaria de Agricultura e Abastecimento do estado de São Paulo (UPD/Gália – APTA/SAA) abriga uma coleção de cultivares de amoreira (Morus sp.), que compõem um Banco Ativo de Germoplasma de amoreira. Esse banco possui 42 cultivares selecionados pelo Instituto de Zootecnia (APTA/SAA), denominado de cultivares IZ, além de outros acessos obtidos do meio produtivo. A proposta do presente projeto é promover adequada manutenção e condução desses recursos fitogenéticos, introduzir novos acessos e, principalmente, desenvolver estudos que possibilitem o conhecimento mais aprofundado do material genético disponível, o aprimoramento de tecnologias para seu uso como forrageira animal e a utilização dessa planta como fonte de extratos de grande aplicação fitoterápica.

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  Antonio José Porto      Apta Regional / IAC
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O SGP (Sistema de Gestão de Pesquisa) foi implementado em todas as unidades APTA, para centralizar o controle de todos os projetos desenvolvidos sob sua supervisão. [Ler mais]

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