Detalhes do projeto SGP 2194

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CONSERVAÇÃO PÓS-COLHEITA DE PITAIA

Coordenador(a): Silvia Antoniali do Carmo

Vigência do projeto

01/02/2019 até 28/02/2020

Unidade responsável

IB, Centro Avançado de Pesquisa em Proteção de Plantas e Saúde Animal

Área Estratégica

desenvolvimento regional

Linha de Pesquisa

Pós-colheita

 

A pitaya é uma planta originária da América, sendo a amarela (Selenicereus) possivelmente da Colômbia ou Equador , mas a vermelha (Hylocereus) é encontrada no México e Guatemala,Costa Rica e El Salvador. As pitayas pertencem à família Cactaceae, e as espécies comerciais são principalmente duas: a de casca vermelha-Hylocereus undatus (Haw) Briton & Rose e a de casca amarela-Selenicereus megalanthus (Schum ex. Vaupel, Moran).

As pitayas encontram-se dentro do grupo de frutas exóticas e são fontes de vitaminas e minerais, beneficiando-se do interesse do mercado consumidor. Por apresentarem alto valor comercial, elas despertam o interesse dos fruticultores em seu plantio e cultivo. Na região Sudeste, a produção de frutos ocorre principalmente nos meses de dezembro a maio.

A colheita é feita periodicamente com os frutos no estádio de vez, pois amadurecem após a colheita e conservam-se mais. Após a colheita, os frutos são lavados para limpar e classificar, o que se faz com pano e com corte dos restos florais e das escamas mais secas. A utilização da pitaya pode ser como fruta fresca, ou suco, polpa, sorvete ou musse, ou como corante de doces. Também é citado ter valor medicinal pela presença no fruto de captina, que é considerado um tônico cardíaco, bem como seu óleo tem efeito laxante, o que é eficaz no controle de gastrite e infecções dos rins. Serve também para preparo de xampu e tem efeito contra dor de cabeça.

O objetivo deste trabalho é determinar a qualidade pós-colheita da pitaya cultivada na região de Presidente Prudente - SP, submetidas a dois tipos de embalagens e armazenadas a 13 ºC e à temperaturas ambiente por 21 dias.

Material e Métodos.

Os frutos serão colhidos, no estádio de maturação adequado, em produtor da região de Presidente Prudente - SP e transportados para o Laboratório Vegetal do Laboratório Regional de Araçatuba – Instituto Biológico, no mesmo dia da colheita.

Os frutos serão selecionadas e separados quanto ao tamanho e separados em 4 lotes. Dois lotes serão embalados em bandejas de poliestireno com filme de PVC e dois lotes serão mantidos sem embalagem. Um lote embalado e outro sem embalagem serão acondicionados em temperatura de 13 ºC e os outros dois lotes, um embalado e outro sem embalagem, serão mantidos em temperatura ambiente controla (± 25 ºC).

Os frutos serão avaliados físico-quimicamente em 0, 3, 7, 10, 14, 17, 21 dias após a colheita. A cada avaliação, os frutos serão submetidos às análises de perda de massa fresca, firmeza da casca e qualidade visual. Em seguida, os frutos serão cortados, e a polpa, juntamente com as sementes, será separada da casca. Em sequência, realizar-se-ão as análises de sólidos solúveis totais, pH e acidez titulável.

O delineamento estatístico será o inteiramente casualizado, com 4 tratamentos, 5 repetições composta por 2 frutos cada. Os resultados serão submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo Teste de Tukey.

  Sobre

O SGP (Sistema de Gestão de Pesquisa) foi implementado em todas as unidades APTA, para centralizar o controle de todos os projetos desenvolvidos sob sua supervisão. [Ler mais]

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